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EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE BLUMENAU/SC NA IMPLANTAÇÃO DO COMPLEXO REGULADOR

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EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE BLUMENAU/SC NA IMPLANTAÇÃO DO COMPLEXO REGULADOR. ALESSANDRA MAASS GERENTE DE REGULAÇÃO SEMUS - BLUMENAU. I N T R O D U Ç Ã O.

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EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE BLUMENAU/SC NA IMPLANTAÇÃO DO COMPLEXO REGULADOR

ALESSANDRA MAASS

GERENTE DE REGULAÇÃO

SEMUS - BLUMENAU

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I N T R O D U Ç Ã O

No ano de 2006, a Implantação Complexo Regulador foi condicionada à integração de diversas áreas da gestão, atuando de forma efetiva no âmbito ambulatorial, dominando as agendas, tetos e cotas, controlando ativamente a PPI, subsidiando ações de controle, avaliação, auditoria, planejamento e programação...

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...qualificando a informação, agregando o processamento da produção, as autorizações pré e pós-fato, a qualificação das bases e das rotinas cadastrais, incorporando protocolos, integrando-se à atenção as urgências, qualificando a comunicação com o usuário, provendo princípios básicos de eqüidade e integralidade, além de viabilizar a real e efetiva hierarquização da rede de serviços de saúde.

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CARACTERIZAÇÃO BÁSICA DO MUNICÍPIO

Blumenau assumiu a gestão plena mediante portaria GM/MS 3.260, de 28.07.1998, e é sede regional para o Vale do Itajaí, abrangendo 57 municípios.

Historicamente, o M unicípio contava com boa estrutura de gestão nas áreas de Controle, Avaliação e Auditoria, e teve nessa integração o grande pilar da sua estrutura de Regulação.

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INÍCIO DAS ATIVIDADES DA REGULAÇÃO

  • O Complexo Regulador de Blumenau foi inaugurado em novembro de 2006 atuando na regulação da Tomografia Computadorizada e da Ressonância Magnética.
  • Atualmente regulamos todas as consulta, exames e procedimentos , no âmbito ambulatorial, desde Unidades Básicas de Saúde (ESF) com agendamento local, até a Alta Complexidade, passando também pelo serviços odontológicos.
  • Em outubro/2011 iniciaremos a regulação das cirurgias eletivas, ou seja, processo regulatório na internação hospitalar, sendo que todas as filas de espera encontram-se na Gerência de Regulação passando pelo processo de higienização.
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A PROPOSTA DE IMPLANTAÇÃO DO COMPLEXO REGULADOR MUNICIPAL, DEU-SE MEDIANTE DETALHAMENTO DE:

  • Decisão da Gestão (D)
  • Apoio do Conselho Municipal de Saúde (D)
  • Escolha da ferramenta (D)
  • Criar ou fortalecer o “setor” de regulação no município (G)
  • Conhecer a estrutura atual tecnológica (rede de internet, suporte, etc) (D)
  • Equipe de manutenção para equipamentos de informática da rede (D)
  • Plano de ação (determinar a inclusão dos procedimentos) respeitando a capacidade da regulação e dos solicitantes (I)
  • Convencimento das unidades executantes (I)
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RECURSOS HUMANOS INICIAL

  • 1 MÉDICO REGULADOR
  • 1 COORDENADOR ADMINISTRATIVO
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Equipe de Apoio Inicial

  • 7 enfermeiros (Supervisores das Unidades de Saúde por região)
  • 1 médico (Integração entre a Regulação e as Unidades de Saúde e articulação dos protocolos)
  • 5 funcionários (informática)
  • 2 funcionários (PPI)
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RECURSOS HUMANOS ATUAL

  • Equipe de Reguladores  = 14 médicos
  • Alberto Pereira de Carvalho - Ginecologia, Obstetrícia - CRM 2246
  • Alexandre Ernani da Silva - Urologia - CRM 9252
  • Carlos Ivan Beduschi - Ginecologia, Obstetrícia - CRM 4628
  • Carmo Aparecido de Souza - Oftalmologia - CRM 8894
  • Elizabete Ternes Pereira - Pediatria (medicina do Adolescente) - CRM 2431
  • Fábio Siquineli - Neurologia, Clínica Médica - CRM 10871
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RECURSOS HUMANOS ATUAL

  • Equipe de Reguladores = 14 MÉDICOS
  • Gustavo Henrique Conceição Elias – Med. de Família e Com. - CRM 14669
  • José Lino Gonçalves - Cirurgia Torácica - CRM 9732
  • Leonardo Vassali Rigo- Cirurgião Dentista - CRO SC-CD-3833
  • Luciana Pantozzi de Souza Marchetti - Nefrologia, Clínica Médica - CRM 13778
  • Melissa Horvath de Lima - Psiquiatria - CRM 14765
  • Rodrigo Aurélio Monari - Ortopedia e Traumatologia - CRM 10849
  • Sandro Laércio Reichow - Cancerologia - CRM 6382
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RECURSOS HUMANOS ATUAL

  • Equipe de Administrativa = 16 colaboradores
  • Dr Marcelo Lanzarim – Secretário Municipal de Saude (apoio)
  • Alexandre Ernani da Silva - Diretor de Assistência à Saúde
  • Alessandra Maass - Gerente de Regulação
  • Andrea Ritter - Responsável / Oftalmologia
  • Arlene Miranda - Responsável / Odontologia
  • Cintia Casagranda de Oliveira – Responsável Cirurgias Eletivas
  • Cleci Fatima da Silva – Responsável Cirurgias Eletivas
  • Eliziane De Souza Pereira - Responsável / Amb. Furb
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RECURSOS HUMANOS ATUAL

  • Gabriela Dalri - Estagiária 
  • Jose Carlos Soares Junior - Responsável / Oncologia
  • Juçara de Souza Gomes David - Responsável / Atenção Básica
  • Jucimara Regina Pamplona Waldrich - Responsável / odontologia
  • Nilce Ribeiro Dos Santos - Responsável / Média Complexidade
  • Ricardo César Weise - Responsável / Atenção Básica
  • Sergio Friese - Responsável / Exames de Alta Complexidade
  • Uiara Rautenberg - Responsável / Policlínica
  • Vanuza Vieira Muniz - Responsável / PPI
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UNIDADES INTERLIGADAS AO REGULAÇÃO

TODAS TRABALHAM COM O SISREG

UNIDADE EXECUTANTE = 24

UNIDADE EXEC/SOLICT. = 80

UNIDADES SOLICITANTES = 35

MUNICÍPIOS PPI = 57

TOTAL = 196

OBS = TODOS OS MUNICÍPIOS TREINADOS POR BLUMENAU

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MUNICIPIOS DA REGIÃO QUE UTILIZAM O SISREG

BRUSQUE = BNU - TREINAMENTO DO MÓDULO ADM ATÉ OS OPERADORES

GASPAR = BNU - AUXILIO NO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO E CONFIGURAÇÃO

ITAJAI = BNU – COLABORADOR NA DECISÃO DA UTILIZAÇÃO DO E SISREG

15 SDR = SOLICITOU TREINAMENTO PARA BLUMENAU, MAS MEDIANTE AS CHEIAS DO RIO ITAJAI-AÇU ADIAMOS O TREINAMENTO

ESTADO SC = TRABALHAMOS PARA QUE SE ADOTE O SISREG COMO FERRAMENTE DE REGULAÇÃO

JOINVILLE = BNU - TREINAMENTO DO MODULO ADM E POSSÍVEL TREINAMENTO DOS OPERADORES

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Após detalhamento, dividimos as ações em três grandes partes:

1ª AÇÃO = Levantamos informações essenciais para a ação prática da regulação assistencial, qualificando o processo de planejamento e direcionando prioridades nas ações de estruturação dos fluxos que norteiam a ação reguladora;

2ª AÇÃO = Diagnosticamos as ações já executadas no âmbito autorizativo, abrangendo todo o processo assistencial;

3ª AÇÃO = Focamos na captação dos recursos financeiros disponibilizados pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria GM/MS 1.571, de 29.06.2007, fazendo a indicação da sua alocação e finalidade.

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ORGANIZAÇÃO BÁSICA INICIAL

  • APROPRIAÇÃO DAS AGENDAS A PARTIR DOS CONTRATOS ESTABELECIDOS;
  • ESTRUTURAÇÃO DOS FLUXOS DE AUTORIZAÇÃO;
  • TRIAGEM DAS FILAS DE ESPERA;
  • IMPLANTAÇÃO DE PROTOCOLOS DE FLUXOS ;
  • QUALIFICAÇÃO DA COMUNICAÇÃO COM OS USUÁRIOS;
  • CAPACITAÇÃO PERMANENTE DOS MÉDICOS DA ATENÇÃO BÁSICA
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PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO

  • Treinamento da equipe municipal de Coordenadores pelo MS
  • Treinamento dos executantes pelo MS
  • Configuração do sistema a partir do escopo inicial, com apoio do MS;
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PROCESSO DE AMPLIAÇÃO

  • TREINAMENTO DOS OPERADORES MUNICIPAIS PELA GERÊNCIA DE REGULAÇÃO
  • TREINAMENTO DOS OPERADORES DOS MUNICÍPIOS COM PACTUAÇÃO EM BLUMENAU PELA GERÊNCIA DE REGULAÇÃO
  • OBS = INSTITUÍMOS A ROTINA DE TREINAMENTOS OCORRE BIMESTRALMENTE; ESPAÇO QUE DISCUTIMOS PROTOCOLOS, DIFICULDADES, PARA REALIZARMOS AJUSTES
  • ATUALMENTE TEMOS EM MÉDIA 550 OPERADORES
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AVANÇOS IMEDIATOS

  • Qualificação do acesso baseado em protocolos e critérios de priorização;
  • Tratamento e/ou eliminação das filas de espera;
  • Redução do tempo de espera;
  • Tratamento do absenteísmo;
  • Controle dos limites físicos e financeiros;
  • Subsídio para reavaliação de contratos;
  • Apoio às ações de controle, avaliação e auditoria.
  • Pagamento dos procedimentos vinculados à confirmação no Sistema.
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PRINCIPAIS AVANÇOS NA ESTRUTURA MUNICIPAL DE SAÚDE

AMPLIAÇÃO DA COBERTURA DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

2006 = COBERTURA DE 37%

2011 = COBERTURA DE 70%

ACRESCIMO = 33%

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PRINCIPAIS AVANÇOS NA ESTRUTURA MUNICIPAL DE SAÚDE

AMPLIAÇÃO DA COBERTURA DO CARTÃO NACIONAL DE SAÚDE

2006 = COBERTURA DE 38%

2011 = COBERTURA DE 90%

ACRESCIMO = 63%

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IMPORTANTE TRABALHAR COM A UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE

Todo paciente encaminhado para o especialista permanece sob a responsabilidade do médico que o encaminhou (médico da unidade básica) e a ele deve retornar mediante contra-referência .

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FLUXOS

  • 1 – DETERMINAMOS OS FLUXO DA REDE BÁSICA PARA ESPECIALIZADA
  • USUÁRIO TEM QUE PASSAR PELA REDE BÁSICA DE SAÚDE DO MUNICÍPIO;
  • TODOS OS ENCAMINHAMENTOS REALIZADOS PELA UNIDADE BÁSICA, SÃO DE RESPONSABILIDADE DA MESMA, DESDE A SOLICITAÇÃO ATÉ A ENTREGA E ORIENTAÇÃO DO USUÁRIO QUANTO AO PREPARO,
  • QUANDO O USUÁRIO RECEBE A AUTORIZAÇÃO PARA ATENDIMENTO EM UNIDADES ESPECIALIZADAS, MEDIANTE CRITÉRIOS DOS PROTOCOLOS DE FLUXO, O MESMO É REFERENCIADO, SENDO CONTRA-REFERENCIADO APÓS A LIBERAÇÃO DO TRATAMENTO OU PROCEDIMENTO.
  • ;
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É DE RESPONSABILIDADE DA UNIDADE ESPECIALIZADA A SOLICITAÇÃO, DEVOLUÇÃO AUTORIZADA E ORIENTAÇÃO DO PREPARO AO USUÁRIO;

  • RESUMINDO = A UNIDADE QUE ATENDE OU RECEBE O USUÁRIO É RESPONSÁVEL POR TODO FLUXO DE SEU ATENDIMENTO, SOLICITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO,(INCLUSIVE O RETORNO DURANTE 60 DIAS) ATÉ O MESMO SER CONTRA-REFERÊNCIADO PARA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE.
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PRINCIPAIS RESULTADOS

  • SATISFAÇÃO DO USUÁRIO;
  • SATISFAÇÃO DAS UNIDADES PRESTADORAS DE SERVIÇO (EXECUTANTES)
  • AUSÊNCIA DE FILA DE ESPERA EM TODOS OS EXAMES DE ALTA COMPLEXIDADE E 80% DA MÉDIA COMPLEXIDADE;
  • DAS 42 ESPECIALIDADES OFERTADAS PELO MUNICÍPIO DE BLUMENAU, HÁ FILA DE ESPERA, DE NO MÁXIMO 6 MESES, EM APENAS 9 DELAS. NAS RESTANTES A AUTORIZAÇÃO É REALIZADA DE 1 – 60 DIAS DEPENDENDO DA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO E AVALIAÇÃO DO REGULADOR.
  • AUTORIZAÇÃO DOS EXAMES MEDIANTE REALIZAÇÃO DE CONSULTA PELO MÉDICO SOLICITANTE.
  • IMPLANTAÇÃO DE PROTOCOLOS DE FLUXO;
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TRANSPARÊNCIA E CONTROLE EFETIVO DA PPI.

  • APOIO (INFORMATIVO) AS GERÊNCIAS DE PLANEJAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO E AUDITÓRIA, BEM COMO, A GESTÃO COMO UM TODO.
  • EM BLUMENAU, HOJE, TRABALHAMOS COM TODAS AS AGENDAS MÉDICAS. ODONTOLOGICAS, ETC = COM ESCALONAMENTO DE 15 MINUTOS DE ATENDIMENTO POR CONSULTA, FAZENDO COM QUE OS PROFISSIONAIS PERMANEÇAM NO SEU HORÁRIO CONTRATUALIZADO.
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EMAIL

[email protected]

FONE:

47 – 3323-9680

47 – 9968-9815

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