Doen as do intestino delgado
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Doenças do Intestino Delgado. Prof. Dr Mauro Monteiro Correia. Objetivo. Revisão das principais doenças benignas e malignas do intestino delgado. Anterior – Tronco celíaco Médio – AMS Posterior - AMI. Embriologia. Simpático 9º e 10º nervos torácicos Sensação de cólica

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Doenças do Intestino Delgado

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Doen as do intestino delgado

Doenças do Intestino Delgado

Prof. Dr Mauro Monteiro Correia


Objetivo

Objetivo

  • Revisão das principais doenças benignas

    e malignas do intestino delgado.


Doen as do intestino delgado

Anterior – Tronco celíaco

Médio – AMS

Posterior - AMI

  • Embriologia


Doen as do intestino delgado

Simpático 9º e 10º nervos torácicos

Sensação de cólica

Parassimpatico - Nervo Vago – sinapse com plexos de Meissner e Auerbach

Motilidade e secreção

Intestino delgado


Tumores do intestino delgado

Tumores do Intestino Delgado


Doen as do intestino delgado

Tumores Benignos:

Epiteliais:

  • Adenomas 35%

  • Papilomas

  • Hamartomas ( Peutz Jeghers).

    Não epiteliais

Leiomiomas 20%, lipomas, fibromas

Hemangiomas 4%, linfangiomas

Neurilemomas, neurofibromas, ganglioneuromas


Doen as do intestino delgado

Tumores Malignos :

  • Epiteliais -Adenocarcinomas 50% (80% na papila)

  • Não-epiteliais- Linfomas 10-15%Sarcomas 40 %

  • Carcinóide ►Céls de Kultschitzky nas criptas de Lieberkuhn

  • Metastáticos


Tumores malignos

Tumores Malignos

  • CARCINÓIDE

  • Células argentafins das Criptas de Lieberkuhn

  • >2cm – 90% metastatizam

  • Multicêntricos em 20-30%

  • Assintomático – sintomas na metástase

  • Secretam 5-hidroxitriptamina (5HT) ou serotonina


Tumores malignos1

Tumores Malignos

  • CARCINÓIDE

  • Diagnóstico:

  • Excreção urinária do 5HIAA (metabolito do 5HT)

  • Normal = 2 a 9 mg/24h

  • Na síndrome > 1.000mg/24h


Doen as do intestino delgado

Síndrome Carcinóide:

90% Estenose artéria pulmonar

80% Rubor

76% Diarréia

71% Hepatomegalia

42% Insuficiência Tricúspide

42% Estenose Tricúspide

25% Asma

Metástases hepáticas ou primário no ovário ou no pulmão

Apêndice 58%

Íleo 21%

Reto 16%


Les es

Lesões


Les es1

Lesões


Doen as do intestino delgado

UIO


Doen as do intestino delgado

UIO


Aspecto final

Aspecto Final


Aspecto final1

Aspecto Final


Tumores carcin ides

Tumores Carcinóides

  • Origem neuroectodérmica.

  • Geralmente crescimento indolente.

  • A síndrome carcinóide presente em 2/3 dos pacientes, caracteriza-se por fogachos, broncoespasmo e episódios de diarréia. Em fases avançadas pode haver insuficiência cardíaca direita.


Tumores carcin ides1

Tumores carcinóides

  • Pulmonar

  • Gástrico : associado à gastrite atrófica – bom prognóstico. Associado à sind. Zoliger-Elisson- bom prognóstico. Esporádico- mais agressivo, geralmente metastático ao diagnóstico.

  • Intestino delgado

  • Apêndice

  • Cólon

  • Reto


Tumores carcin ides2

Tumores carcinóides

Estadiamento:

  • Localizados, com ou sem metástases locorregionais;

  • Metastático, com envolvimento hepático exclusivo;

  • Metastático, com envolvimento extra-hepático;

  • Metastáticos indiferenciados.


Tumores carcin ides3

Tumores carcinóides

Investigação hormonal:

Dosar 5-HIAA em urina de 24h e cromogranina A plasmática ( estão aumentadas em 80% dos casos, correlacionando-se com a carga tumoral).


Tumores carcin ides4

Tumores carcinóides

Exames de imagem:

  • EDA com ou sem US;

  • TC;

  • RNM;

  • Angiografia;

  • Octreoscan ( mapeamento com octreotídeo marcado).


Tratamento

Tratamento

  • Carcinomas neuroendócrinos localizados recomenda-se a ressecção cirúrgica do tumor e conglomerados linfonodais , se presentes.

  • O carcinóide gástrico associado a CAG-A <1cm pode ser ressecado por EDA. ( N Engl Med 340:858,1999).


Tratamento1

Tratamento

Carcinomas metastáticos com envolvimento hepático

exclusivo

  • Ressecável (sobrevida de 70% em 5 anos).

  • Irressecável assintomático;

  • Irressecável sintomático considerar citorredução cirúrgica ou embolização hepática, com ou sem quimioterapia .


Tratamento2

Tratamento

Tumores metastáticos com envolvimento extra

hepático.

  • Se assintomáticos ;

  • Oligossintomáticos – sintomáticos ou octreotídeo. Considerar a adição de interferon-alfa;

    O octreotídeo age nos receptores 2 e 5 da somatostatina, inibindo a liberação de neuro-hormônios.

    O interferon –alfa é a droga de maior efeito anti-tumoral.


Tratamento em situa es especiais

Tratamento em situações especiais

  • Na falha de tratamento em pacientes com Octreoscan positivo considerar radioterapia interna de alta dose com moléculas radioativas acopladas a um análogo de somatostatina.

  • Sintomas de compressão ou dor de difícil controle considerar radioterapia externa paliativa

  • Síndrome carcinóide grave considerar octreotídeo, 100mcg em bolus EV seguido de 50 mcg/h até estabilização do paciente. A seguir converter para octreotídeo Sc.


Refor ando

Reforçando ...

Tumor benigno mais frequente = leiomioma

Tumores malignos mais frequentes = adenocarcinoma e carcinóide


Baixa incid ncia de c ncer

Baixa Incidência de Câncer:

  • Alimentos em estado líquido

  • Trânsito rápido

  • Pobreza bacteriana

  • Riqueza de tecido linfóide

  • Secreção de IgA

  • Benzopireno hidroxilase

  • Diamino oxidase

  • Expressão da proteína do Gene BLC2 reduzida evita apoptose


Quadro cl nico

Quadro Clínico

  • Sintomas vagos

  • Dor intermitente (intussuscepção)

  • Diagnóstico tardio (massa)

  • Hemorragia


Diagn stico

Diagnóstico

  • Pré-operatório em 20 a 50%

  • Geralmente o diagnóstico só é feito na cirurgia.

  • RX simples

  • Trânsito de Delgado

  • Tomografia Computadorizada


Fatores predisponentes

Fatores Predisponentes :

  • Bile na papila

  • Espru não-tropical

  • Doença Celíaca

  • Doença de Crohn


C ncer do intestino delgado

Câncer do Intestino Delgado

  • Fatores de Risco

    • Doença de Crohn (DII)

      • Aumenta o risco de 6 a 320 vezes (na mesma idade)

      • Fatores que diferenciam do tumor esporádico

        • Pacientes mais jovens (4ª década de vida)

        • Quase todos adenocarcinomas

        • Localização no íleo terminal ou segmentos exclusos

        • Sítios de inflamação crônicas

          • 20 anos de processo inflamatório

        • Podem ser múltiplos

        • Diagnóstico em estágios avançados

        • Pior prognóstico


C ncer do intestino delgado1

Câncer do Intestino Delgado

  • Fatores de Risco

    • Retocolite Ulcerativa Inespecífica

      • Relacionados a Ca. de Íleo

      • Leíte de longa data

        • Backwash ileitis


C ncer do intestino delgado2

Câncer do Intestino Delgado

  • Fatores de Risco

    • Polipose Adenomatosa Familiar (FAP)

      • Teoria Adenoma-Carcinoma

      • 90% apresenta pólipos em Duodeno

      • 5% a 10% desenvolveram adenocarcinomas TGI Sup

      • 2% a 4,5 % de adenocarcinomas do duodeno = FAP

      • Risco de Câncer é 330 vezes mais freqüente na FAP

      • Deverá ser acompanhado endoscopicamente


C ncer do intestino delgado3

Câncer do Intestino Delgado

  • Outros fatores de Risco

    • Fibrose Cística

    • Colecistectomia

    • Doença ulcerosa péptica

    • Alcoolismo

    • Tabagismo

    • Fatores dietéticos

      • Chá,gordura animal, café


C ncer do intestino delgado4

Câncer do Intestino Delgado

  • Adenocarcinoma

    • Sexta e Sétima décadas de vida

      • Quando em crianças – Síndrome de Peutz-Jeghers

      • Degeneração de um Hamartoma

  • Preferencialmente nos seguimentos proximais

    • 63% no duodeno

    • 20% no jejuno

    • 15% no íleo


C ncer do intestino delgado5

Câncer do Intestino Delgado

  • Investigação diagnóstica do Adenocarcinoma

    • Radiografia Simples

    • Estudos contrastados

      • Trânsito e enteróclise

        • Lesão em mação mordida (Apple Core)

    • CT

      • Suspeita diagnóstica

        • Espessamento da parede maior que 1,5cm

        • Espessamento excêntrico da parede

        • Tumorações no mesentério maior que 1,5cm


C ncer do intestino delgado6

Câncer do Intestino Delgado

  • Investigação Endoscópica

    • Enteroscopia

      • Útil no 1º metro do ID

      • Demorado e baixa acurácia

    • Endoscopia com Cápsula

      • Não realizar quando houver suspeita de obstrução


C ncer do intestino delgado7

Câncer do Intestino Delgado

TNM - Classificação Clínica

T - Tumor Primário

Tx - O tumor primário não pode ser avaliado

T0 - Não há evidência de tumor primário

Tis - Carcinoma in situ

T1 - Tumor que invade a lâmina própria ou a submucosa

T2 - Tumor que invade a muscular própria

T3 - Tumor que invade desde a muscular própria até a subserosa ou os tecidos perimusculares não peritonizados (mesentério ou retroperitônio*), com extensão de até 2 cm

T4 - Tumor que perfura o peritônio visceral ou que invade diretamente outros órgãos ou estruturas (inclusive outras alças do intestino delgado, o mesentério, ou o retroperitônio em mais de 2 cm, e parede abdominal por meio da serosa; e unicamente para o duodeno, a invasão do pâncreas)


C ncer do intestino delgado8

Câncer do Intestino Delgado

TNM - Classificação Clínica

N- Linfonodos Regionais

Nx - Os linfonodos regionais não podem ser avaliados

N0 - Ausência de metástase em linfonodos regionais

N1 - Metástase em linfonodos regionais

M - Metástase à Distância

Mx - Presença de metástase à distância não pode ser avaliada

M0 - Ausência de metástase à distância

M1 - Metástase à distância


C ncer do intestino delgado9

Câncer do Intestino Delgado

  • Estadiamento


C ncer do intestino delgado10

Câncer do Intestino Delgado

  • Tratamento

    • Cirúrgico

      • Ressecção R0 com intenção curativa

    • Tumor do duodeno

      • Ressecção em cunha

      • Duodenopancreatectomia

      • Ressecção endoscópica

  • Sobrevida

    • 28% em 5 anos – duodeno

    • 37% em 5anos – jejuno

    • 37% em 5 anos - íleo


C ncer do intestino delgado11

Câncer do Intestino Delgado

  • Outros Tumores

    • Melanoma

    • Linfomas

      • Linfomas esporádicos de células B

      • Tratamento com QT (CHOP)

    • Sarcomas

      • GIST

      • Imatinib


Tumores malignos2

Tumores Malignos

  • Outros tumores:

  • Linfoma

  • Leiomiossarcoma

  • Metástases (melanoma, mama, cólon, ovário) – Imagem de “olho de boi”


Tratamento3

Tratamento

Ressecção com margens e área da drenagem linfática.


Doen as do intestino delgado

Intestino delgado

Obstruções:

  • Duodenais ( atresia , pâncreas anular, má rotação)

  • Incidência :1º duodeno, 2º atresias jejunoileais,

    3º Íleo meconial + peritonite meconial

  • Intussuscepção ► ileocecocólica ( início na válvula ileocecal)


Doen as do intestino delgado

Síndrome do Intestino Curto:

  • Duodenal ► Deficiência de Fe, Ca, Ác. Fólico.

  • Jejunal ► Diarréia e intolerância à lactose.

  • Ileal ► < 100 cm diarréia – ↑ Sais e ácidos biliares no cólon.

    ► > 100 cm - esteatorréia – interrupção do ciclo entero-hepático sais biliares , def. B12 e ADEK


Doen as do intestino delgado

Síndrome de Alça Cega :

  • Dificuldade de esvaziamento com proliferação bacteriana ( DM )

    Insuficiência Vascular Mesentérica :

  • Embolia / trombose / doença da microcirculação .

  • Tonometria intestinal ( pCO2 intraluminal e ph intramural)

  • Espectrofotometria de reflectância – sat. O2 e conc. de Hb na mucosa.


Pneumatose c stica ou cist ide

Pneumatose Cística ou Cistóide


Doen as do intestino delgado

  • Rara / etiologia desconhecida

  • Infiltração gasosa da submucosa ou subserosa

  • Delgado 74% & Cólon 36%

  • Pacientes adultos, aparentemente hígidos

  • ► Primaria 15%

  • ► Secundaria 85% : na enterocolite necrotizante ou peritonite secundária (Tu, transplantados, imunocomprometidos, colites etc)

Assintomáticos ► Observação

Sintomáticos ► O2 e antibióticos

Casos graves ► Cirurgia


Poliposes do delgado

Poliposes do Delgado

  • SÍNDROME DE PEUTZ-JEGHERS:

  • Pigmentação melânica mucocutânea , pólipos hamartomatosos.

  • Tratamento conservador.

  • SÍNDROME DE GARDNER:

  • Pólipos adenomatosos, osteomas, cistos, lipomas.

  • Potencial maligno.

  • SÍNDROME DE CRONKHITE-CANADA:

  • Polipose GI, alopécia, atrofia das unhas, hiperpigmentação, deficiência de cálcio, magnésio, potássio e proteinas.


Poliposes do delgado1

Poliposes do Delgado

  • SÍNDROME DE RENDU-OSLER-WEBER:

  • Telangiectasias GI, mãos e unhas.

  • SÍNDROME DE TURCOT:

  • Polipose adenomatosa intestinal.

  • Tumores malignos cerebrais.

  • DOENÇA DE VON RECKLINGHAUSEN:

  • Neurofibromatose, manchas de café com leite.

  • Desenvolvem neurofibrossarcomas.


Divert culos do delgado

Divertículos do Delgado

Mauro Monteiro


Divert culos do delgado1

Divertículos do Delgado

Duodenais + comuns (adquiridos)

Meckel – divertículo verdadeiro + comum – 2% da população.


Divert culos do delgado2

Divertículos do Delgado

Meckel –

Borda anti-mesentérica do íleo

Congênito e completo

Resultado do fechamento incompleto do ducto onfalo-mesentérico

Fibrose, fístula

Mucosa gástrica heterotópica em 50%

Tem sempre um vaso próprio


Divert culos do delgado3

Divertículos do Delgado

Meckel –

Diverticulectomia profilática.


Doen a de crohn e tuberculose intestinal

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal


Doen a de crohn e tuberculose intestinal1

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • São as doenças inflamatórias mais freqüentes do intestino delgado.


Doen a de crohn e tuberculose intestinal2

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Crohn:

    Enterite regional.

    Processo granulomatoso inespecífico.

    Causa indeterminada.

    Ocorre da boca ao ânus.

    Principalmente no íleo terminal e cólon.


Doen a de crohn e tuberculose intestinal3

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Incidência:

    3-6 por 100.000

    15-30 anos

    55-60 anos


Doen a de crohn e tuberculose intestinal4

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Crohn:

    Doença transmural

    Estenoses

    Fístulas

    Granulomas


Doen a de crohn e tuberculose intestinal5

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • CLÍNICA:

    • Diarréia

    • Dor

    • Perda de peso

    • Febre

    • Massa

    • Artrite

    • Fístulas internas e externas


Doen a de crohn e tuberculose intestinal6

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • DIAGNÓSTICO:

    SEED

    Tomografia computadorizada

    Laparoscopia

    Colonoscopia com biópsia do íleo

    Laparotomia


Doen a de crohn e tuberculose intestinal7

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • TRATAMENTO CIRÚRGICO :

    Laparotomias na crise em suspeita de apendicite = apendicectomia + tratamento clínico (sulfas, corticóide, imunosupressão)

    Ressecção econômica


Doen a de crohn e tuberculose intestinal8

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • TRATAMENTO CIRÚRGICO :

    Dúvida diagnóstica

    Obstrução

    Perfuração

    Hemorragias

    Fístulas


Doen a de crohn e tuberculose intestinal9

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • TUBERCULOSE INTESTINAL :

    SIDA – deglutição 76%

    Ocorre em 70% nos que morrem com TuberculosePulmonar

  • Formas:

    • Hipertrófica

    • Ulcerativa

    • Esclerótica


Doen a de crohn e tuberculose intestinal10

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Tuberculose Intestinal – CLÍNICA:

    Dor

    Obstrução, fístula, perfuração, hemorragia

    Íleo Terminal

  • 3º e 4º décadas


Doen a de crohn e tuberculose intestinal11

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Tuberculose Intestinal – DIAGNÓSTICO:

    PPD+ em 70%

    COLONOSCOPIA + BIÓPSIA

    RX DE TÓRAX (bk)

    SEED


Doen a de crohn e tuberculose intestinal12

Doença de Crohn e Tuberculose Intestinal

  • Tuberculose Intestinal – TRATAMENTO:

    Cirurgia de Ressecção

    Esquema tríplice (RIP)


Mini teste

Mini Teste


Uerj 2007

UERJ 2007

Um paciente sexo feminino, 46 anos, apresenta um extenso tumor ressecável de jejuno médio (cerca de 8 x 3,5cm) que expressa o receptor trans-membrana glicoprotéico c-kit. Além do tratamento cirúrgico, o fármaco que vem apresentando expressivo resultado clinico no aumento da sobrevida com esse tipo de tumor é:

  • doxirrubicina

  • daclizumab

  • infliximab

  • imatinibe


Uerj 20071

UERJ 2007

Paciente de 40 anos, sexo masculino, portador de doença de Crohn, já submetido a duas operações devido a estenose jejunal. Em ambas as ocasiões, foi realizada derivação intestinal, com exclusão do segmento estenosado. Há cerca de quatro meses, vem apresentando dor abdominal difusa interminente, mal caracterizada, associada com alternância de diarréia e constipação, além de anemia. Esse paciente deve ser prioritariamente investigado quanto à possibilidade de:

  • tumor jejuno-ileal

  • angina mesentérica

  • suboclusão em alça fechada

  • fístula inter-alças de delgado


Uff 2005

UFF 2005

Assinale, dentre as alternativas abaixo, a causa mais

freqüente de diarréia crônica no adulto.

  • Doença intestinal inflamatória

  • Síndrome do intestino irritável

  • Colite colagenosa

  • Doença celíaca

  • Pancreatite crônica


Hpm 2004

HPM – 2004

Fístula enterocutânea espontânea é mais comumente

causada por:

a) colite ulcerativa

b) doença de Crohn

c) defeito congênito do intestino delgado

d) diverticulite

e) trauma abdominal


Fesp 2003

FESP – 2003

Paciente de 42 anos apresenta diarréia acompanhada de

febre, dor abdominal em cólica e hematoquezia. Ao

exame, o médico assistente notou a presença de fístula

retovaginal. O diagnóstico provável é:

a) câncer de colo uterino

b) retocolite ulcerativa

c) doença de Crohn

d) colite amebiana


Fesp 20031

FESP – 2003

Constitui um dos sinais macroscópicos mais precoces da

doença de Crohn:

a) granuloma

b) úlcera aftosa

c) inflamação transmural

d) inflamação focal crônica


Hspesp 2003

HSPESP – 2003

Em relação a colite ulcerativa e a doença de Crohn, ocorrem os

seguintes fatos:

a) o aspecto calcetado da mucosa colônica é típico da RCU

b) ao contrário da doença de Crohn, a RCU pode atingir qualquer segmento do tubo digestório

c) a degeneração maligna na doença de Crohn é mais freqüente do que na RCU

d) diferentemente da RCU, as alterações mucosas na doença de Crohn são descontínuas e intercaladas com áreas normais

e) na fase crônica os pseudopólipos são comuns na doença de Crohn e raros na RCU


Uerj 2002

UERJ – 2002

A indicação cirúrgica mais comum nos casos de doença de

Crohn decorre de:

a) perfuração livre

b) hemorragia maciça

c) obstrução intestinal

d) degeneração maligna


Uff 2002

UFF – 2002

A associação, em uma paciente, de dor abdominal

recorrente, perda ponderal e anemia sugere:

a) púrpura de Henoch-Schoenlein

b) doença pélvica inflamatória

c) gravidez

d) doença inflamatória intestinal

e) síndrome do intestino irritável


Uff 20021

UFF – 2002

Pode-se afirmar que, na doença de Crohn:

a) o íleo e o ceco são mais comumente afetados

b) a parte proximal do tubo digestivo é a mais comumente afetada

c) o cólon é predominantemente acometido

d) a apresentação clínica inicial é tipicamente aguda

e) a doença é restrita ao tubo digestivo


Sus rj 2001

SUS/ RJ – 2001

A região mais atingida na doença de Crohn é:

a) intestino grosso

b) gastroduodenal

c) perianal

d) jejunal

e) íleal


Ms ses rj sms rj iaserj fms nit 2001

MS – SES/RJ – SMS/RJ – IASERJ – FMS/NIT – 2001

Paciente de 36 anos com diarréia muco­purulenta, febre

baixa e emagrecimento, apresentou no exame físico:

fístulas perianais. A principal hipótese diagnóstica é:

a) doença de Crohn

b) retocolite ulcerativa

c) colite linfocítica

d) amebíase intestinal


Unicamp 2000

UNICAMP – 2000

O processo inflamatório da região que mais

freqüentemente se acompanha de fístula anorretal é:

a) amebíase

b) tuberculose

c) doença de Crohn

d) diverticulite

e) enterite pós-irradiação


Unicamp 20001

UNICAMP – 2000

O tratamento de manutenção de pacientes portadores de doença de

Crohn, de intestino e perianal, após indução de remissão, deve ser

indicado:

a) nunca, exceto se houver indícios de atividade residual da doença

b) sempre, sendo a prednisona o fármaco de escolha

c) sempre, podendo ser utilizadas a mesalazina e a 6-mercaptopurina

d) nunca, porque é muito baixa a possibilidade de recidiva da doença em seis meses, nos pacientes sem tratamento e sempre, sendo a sulfassalazina o fármaco de escolha


Hnmd 1999

HNMD – 1999

Em relação a indicação para o tratamento cirúrgico nos pacientes com

doença de Crohn, é correto afirmar que:

a) quando realizada, devem-se ressecar todas as áreas comprometidas

b) só é indicada para o tratamento das complicações

c) sempre é indicada para a realização de biópsia com a finalidade de confirmar o diagnóstico

d) é indicada apenas nas obstruções

e) os pacientes raramente apresentam indicação para o tratamento cirúrgico


Uerj 1999

UERJ – 1999

O uso do metronidazol pode ser de grande valia no tratamento dos

pacientes com doença de Crohn, principalmente daqueles com

acometimento perianal. A maior limitação para o uso prolongado desta

droga é a indução de:

a) intolerância ao álcool

b) neuropatia periférica

c) anemia hemolítica

d) síndrome lúpica

e) Leucopenia.

Neuropatia periférica : principal efeito adverso associado ao uso crônico de metronidazol.

Intolerância gastrintestinal, gosto metálico na boca estão presentes nas doses utilizadas por curto período de tempo


Ufmg 1998

UFMG – 1998

Com relação a doença intestinal inflamatória, pode-se afirmar que:

a) a histopatologia fornece diagnóstico de certeza do tipo de doença intestinal inflamatória

b) primeira crise da doença de Crohn pode mimetizar apendicite aguda

c) acometimento transmural de parede intestinal é uma das características da retocolite ulcerativa

d) perda de peso e anemia são mais comuns na retocolite ulcerativa do que na doença de Crohn


Ufmg 19981

UFMG – 1998

Com relação a doença de Crohn, assinale a afirmativa

errada:

a) é um processo inflamatório tipicamente transmural

b) os granulomas são exclusivamente encontrados na submucosa

c) segmentos de intestino delgado ou grosso envolvidos pela doença podem estar separados por áreas aparentemente normais

d) tem risco aumentado de malignização em relação à população em geral


Uff 2004

UFF 2004

Nas ressecções intestinais envolvendo o íleo, as

deficiências mais comuns são:

  • sais biliares e vitamina B12

  • proteínas e carboidratos

  • vitamina C e vitamina D

  • lipídeos e proteínas

  • vitaminas e proteínas


Uff 20041

UFF 2004

Entende-se por manobra de Kocher:

  • descolamento do rim

  • descolamento do cólon direito

  • ligadura da artéria mesentérica superior

  • descolamento duodenal

  • ressecção do antro gástrico


Uff 20042

UFF 2004

Dentre as complicações do divertículo de Meckel, abaixo

relacionadas, identifique a que mais ocorre em uma

criança com dois anos de idade.

  • Sangramento

  • Intussuscepção

  • Diverticulite

  • Perfuração

  • Fístula


Uff 20043

UFF 2004

Na Síndrome de Gardner, os pólipos intestinais

encontrados, histologicamente, são:

  • adenomatosos

  • hamartomas

  • leiomiomas

  • inflamatórios

  • pseudopólipos


Doen as do intestino delgado

81- Quanto aos tumores estromais do trato digestivo podemos afirmar

a) não podem ser ressecados, pois apresentam índice elevado de recidiva

b) os tumores gástricos são de melhor prognóstico

c) não respondem ao tratamento adjuvante

d) o índice de mitoses não é fator prognóstico

e) são altamente sensíveis à radioterapia


Doen as do intestino delgado

92- No trauma duodenopancreático, as lesões que comprometem a junção duodenopancreática são tratadas:

a) ráfia simples do duodeno e drenagem tubular da retrocavidade

b) duodenopancreatectomia

c) gastrojejunoanastomose com vagotomia e drenagem da retrocavidade

d) cerclagem do piloro e drenagem do duodeno/pâncreas, com tratamento posterior das fístulas

e) gastrojejunoanastomose com vagotomia, cerclagem do piloro e drenagem da retrocavidade


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