Dra. Danielle de M. Ferreira
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Dra. Danielle de M. Ferreira Geriatra. Assistência Domiciliar.

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Dra. Danielle de M. Ferreira Geriatra

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Presentation Transcript


Dra danielle de m ferreira geriatra

Dra. Danielle de M. Ferreira

Geriatra


Dra danielle de m ferreira geriatra

Assistncia Domiciliar

A assistncia domiciliar vem demonstrando ser a nova fronteira aos servios de sade. Embora exista desde tempos remotos, este tipo de ateno sade vem sendo muito enfocado, em especial nas ltimas duas dcadas , no Brasil(Camarano,2002)


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Assistncia Domiciliar

  • Aumento das doenas degenerativas e crnicas --- longos perodos de internao hospitalar

  • Necessidade de atendimento de equipe multidisciplinar ---- complexidade de cuidados necessrios aos pacientes


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Assistncia Domiciliar

O atendimento domiciliar um servio de atendimento a pacientes que podem apresentar casos agudos, crnicos ou que necessitam de cuidados especficos. Praticada, na maioria das vezes como complementao ao tratamento hospitalar, essa seria uma fase de transio entre a alta e o final do tratamento.(Santos, 2003).


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Histrico

  • Segundo relatos histricos, os cuidados em sade realizados no domiclio j so descritos no Egito Antigo e tambm na Grcia (em relatos de Askplios e Hipcrates)

  • Na Europa, no final do sculo XVIII, antes do surgimento dos hospitais e dos ambulatrios, j se praticava a ateno no domiclio como modalidade de cuidado


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  • A ateno domiciliar como extenso do hospital surgiu, propriamente dita, em 1947 para descongestionar os hospitais. A partir de ento, as experincias deste tipo multiplicaram-se na Amrica do Norte e Europa


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Histrico

Brasil 1919- pas assolado por vrias epidemias Carlos Chagas trouxe ao Brasil enfermeiras americanas

Objetivo principal : preparar profissionais no pas para atuarem no combate das epidemias


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Histrico

1920 Criao do primeiro curso de formao de enfermeiras visitadoras posteriormente transformada na primeira escola de enfermagem no Brasil Escola Ana Neri


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  • No Brasil, a ateno no domiclio contou inicialmente com os Mdicos de Famlia, os profissionais legais de medicina que atendiam seus abastados clientes em casa, proporcionando uma assistncia humanizada e de qualidade. Aos menos favorecidos, cabia a filantropia, o curandeirismo e a medicina caseira


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  • O Servio de Assistncia Mdica Domiciliar de Urgncia (SAMDU), fundando em 1949 e vinculado ao Ministrio do Trabalho, foi a primeira experincia de atendimento domiciliar brasileira organizada como um servio. No entanto, a ateno domiciliar foi iniciada como uma atividade planejada pelo setor pblico com o Servio de Assistncia Domiciliar do Hospital de Servidores Pblicos do Estado de So Paulo (HSPE), que funciona desde 1963


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  • Do ponto de vista normativo, tem-se a publicao da portaria n 2.416 em 1998, que estabelece requisitos para credenciamento de hospitais e critrios para realizao de internao domiciliar no SUS.


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  • Em 2002, foi estabelecida a Lei n 10.424 - de 15 de abril de 2002 - DOU de 16/04/2002. Esta lei acrescenta captulo e artigo na Lei 8.080 de 19 de setembro de 1990, que dispe sobre as condies para a promoo, proteo e recuperao da sade, a organizao e o funcionamento de servios correspondentes e d outras providncias, regulamentando a assistncia domiciliar no Sistema nico de Sade.


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  • Ainda em 2002, em 16 de abril, foi publicada a portaria SAS/MS n 249, estabelecendo a Assistncia Domiciliar como uma modalidade assistencial a ser desenvolvida pelo Centro de Referncia em Assistncia Sade do Idoso


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  • Em 04 de setembro de 2001, foi instituda Portaria GM/MS n 1.531 para propiciar, aos pacientes portadores de Distrofia Muscular Progressiva, o uso de ventilao mecnica no invasiva em domiclio, sob os cuidados de equipes especficas para tal, financiadas pelo SUS.


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  • Como os beneficiados eram apenas os portadores desta patologia, em junho de 2008, atravs da Portaria GM/MS 1.370, regulamentada pela Portaria SAS/MS n 370 de julho de 2008, o MS ampliou o rol das patologias elegveis para cadastramento no programa, porm de forma ainda insuficiente para a demanda, pois persiste restrito a doenas neuromusculares


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  • Em 2006, foi lanada a Resoluo da Diretoria Colegiada da Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria (RDC-ANVISA) n.11, datada de 26 de Janeiro de 2006, que dispe sobre o regulamente tcnico de funcionamento dos servios que prestam ateno domiciliar. A estruturao dos Servios de Ateno Domiciliar (SAD) deve se dar com base s orientaes desta resoluo.


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  • Em outubro de 2006, o Ministrio da Sade publicou a Portaria n.2.529, que institui, no mbito do SUS, a Internao Domiciliar, como um conjunto de atividades prestadas no domiclio a pessoas clinicamente estveis que exijam intensidade de cuidados acima das modalidades ambulatoriais, mas que possam ser mantidas em casa, por equipe exclusiva para este fim


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  • Apesar de ter se constitudo como um avano, no sentido em que retomou a discusso de forma mais ampla e ainda estabelecia o repasse federal fundo a fundo para custeio das equipes, a Portaria 2.529 foi revogada em agosto de 2011.


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  • Entre 2006 e 2011, tivemos uma lacuna quando analisamos a regulamentao da ateno domiciliar em nvel federal. Gestores e trabalhadores nos municpios e estados, com Servio de Ateno Domiciliar (SAD) implantado ou no, aguardavam um posicionamento do Ministrio da Sade (MS) sobre a regulamentao da Port. 2.529 ou sua revogao.


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  • Assim, no incio de 2011, foi retomado o tema da ateno domiciliar no MS atravs de um grupo de trabalho (GT) constitudo pelo conjunto das reas tcnicas do MS (Coordenao Geral de Gesto Hospitalar CGHOSP/DAE; Departamento de Ateno Bsica; Departamento de Regulao, Avaliao e Controle DRAC; e a rea Tcnica de Sade do Idoso/DAPES) e por reas tcnicas de diversas experincias locais de ateno domiciliar


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  • O GT aproveitou o acmulo anterior, mas fez uma reflexo crtica acerca da portaria 2.529, com o objetivo de publicar nova portaria que se aproximasse mais das realidades e necessidades locais. Desta forma, foi publicada a Portaria n.2029, em agosto de 2011, que institui a Ateno Domiciliar no mbito do SUS e revoga a Portaria 2.529 de 2006.


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  • Em outubro, no entanto, foi revogada pela Portaria n.2.527, que redefine a Ateno Domiciliar e prope mudana no texto da portaria citada, a exemplo da ampliao do recorte populacional dos municpios elegveis para implantao das equipes de ateno domiciliar. Alm disso, estabelece normas de cadastro dos Servios de Ateno Domiciliar (SAD), suas respectivas Equipes Multidisciplinares de Ateno Domiciliar (EMAD) e Equipes Multidisciplinares de Apoio (EMAP) e habilitao dos estabelecimentos de sade aos quais estaro vinculadas, regras de habilitao e valores de incentivo.


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Elementos da Ateno Domiciliar

  • Modalidade de ateno substitutiva ou complementar: pode tanto substituir o cuidado prestado em outro ponto da rede de ateno sade, a exemplo do hospital, como complementar os cuidados iniciados em qualquer um dos pontos, a exemplo das unidades bsicas de sade e do prprio hospital. Assim, a ateno domiciliar pode ser trabalhada como um dispositivo para a produo de desinstitucionalizao do cuidado e novos arranjos tecnolgicos do trabalho em sade (MEHRY & FEUERWERKER, 2008);


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  • Aes de promoo, preveno, tratamento e reabilitao em sade: traz um escopo amplo de objetos e finalidades para as equipes que cuidam dos pacientes no domiclio, no focando somente na assistncia, mas tambm em aspectos de preveno, promoo e reabilitao, utilizando, para isso, estratgias para a educao em sade e tendo como uma das finalidades o aumento no grau de autonomia do paciente, de seu cuidador e familiares;


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  • Continuidade do cuidado: a ateno domiciliar possibilita que no existam rupturas no cuidado prestado ao paciente, ao potencializar a construo de pontes entre os pontos de ateno e a pessoa, em seu prprio domiclio;


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  • Integrada s redes de ateno sade: a AD potencializa a transversalidade da ateno ao colocar o usurio e suas necessidades no centro, devendo estar integrada rede de ateno sade; para isso, o Servio de Ateno Domiciliar (SAD) deve ter estabelecido e pactuado fluxos e protocolos com o conjunto dos pontos de ateno desta rede.


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Vantagens do Atendimento Domiciliar

  • Evitar internaes e suas conseqncias.

  • Diminuir o tempo de internao.

  • Manter o paciente em seu habitat e no convvio com os seus.

  • Dividir a responsabilidade dos cuidados do paciente com a famlia.


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Vantagens do Atendimento Domiciliar

  • Suprir a dificuldade de locomoo do paciente.

  • Acompanhar doenas crnicas, controlando suas descompensaes

  • Acompanhar a evoluo natural das doenas.

  • Controlar a evoluo natural das doenas.


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Vantagens do Atendimento Domiciliar

  • Controlar o paciente por intermdio de uma equipe interdisciplinar.

  • Otimizar leitos e recursos hospitalares.

  • Minimizar o estresse e o desgaste familiar.

  • Melhoria a qualidade de vida do paciente e de seus familiares


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REGULAMENTAO DA ATENO DOMICILIAR - SUS


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PORTARIA N 2527

  • Art. 6 O SAD dever estar cadastrado no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Sade (SCNES).

  • Art. 7 Os Municpios podero ter SAD desde que possuam: ...populao igual ou superior a 40 (quarenta) mil habitantes...


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PORTARIA N 2527

  • Art. 8 No sero admitidas sobreposies de EMAD em uma mesma base territorial ou populacional.

  • Art. 9 Cada EMAD deve atender a uma populao adstrita de 100 (cem) mil habitantes.

    Pargrafo nico. Nos Municpios com populao entre 40 (quarenta) mil e 100 (cem) mil habitantes, a EMAD atender populao adstrita igual populao do Municpio.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 10. O parmetro de referncia para o funcionamento da EMAD o cuidado concomitante de, em mdia, 60 (sessenta) usurios.

  • Art. 11. Para admisso do usurio no SAD, dever haver concordncia do usurio e familiar, com assinatura de termo de consentimento livre e esclarecido.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 12. O SAD dever organizar o trabalho da EMAD no formato de cuidado horizontal (diarista) de segunda a sexta-feira, 12 horas/dia, e garantir o cuidado nos finais de semana e feriados, podendo utilizar, nesses casos, o regime de planto, de forma a assegurar a continuidade da ateno.

  • Art. 13. Quando clinicamente indicado, ser designada EMAP para dar suporte e complementar as aes de sade da ateno domiciliar, de acordo com o art. 14 desta Portaria.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 14. Todos os Municpios com uma EMAD implantada podero implantar uma EMAP para suporte e complementao das aes de sade da Ateno Domiciliar e, a cada 3 (trs) EMAD a mais, faro jus possibilidade de implantar mais uma EMAP.

  • EMAD : mdico 40hs semanais, enfa 40 hs semanais, 4 aux enf 40 hs sem, fisiot ou ass social 30 hs semanais


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PORTARIA N 2527

  • A EMAP ser constituda por, no mnimo, 3 (trs) profissionais de sade de nvel superior, com carga horria semanal mnima de trabalho de 30 (trinta) horas, eleitos de acordo com a necessidade local entre as seguintes categorias profissionais: assistente social;fisioterapeuta;fonoaudilogo;nutricionista;odontlogo;psiclogo;farmacutico; e terapeuta ocupacional.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 17. A Ateno Domiciliar ser organizada em trs modalidades:

    I - Ateno Domiciliar tipo 1 (AD1);

    II - Ateno Domiciliar tipo 2 (AD2); e

    III - Ateno Domiciliar tipo 3 (AD3).


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PORTARIA N 2527

  • Art. 19. A modalidade AD1 destina-se aos usurios que:

    I - possuam problemas de sade controlados/compensados e com dificuldade ou impossibilidade fsica de locomoo at uma unidade de sade;

    II - necessitem de cuidados de menor complexidade, includos os de recuperao nutricional, de menor frequncia, com menor necessidade de recursos de sade e dentro da capacidade de atendimento das Unidades Bsicas de Sade (UBS); e

    III - no se enquadrem nos critrios previstos para as modalidades AD2 e AD3 descritos nesta Portaria.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 23. So critrios de incluso para cuidados na modalidade AD2 a existncia de, pelo menos, uma das seguintes situaes:

    I - demanda por procedimentos de maior complexidade, que podem ser realizados no domiclio, tais como: curativos complexos e drenagem de abscesso, entre outros;

    II - dependncia de monitoramento frequente de sinais vitais;

    III - necessidade frequente de exames de laboratrio de menor complexidade;


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PORTARIA N 2527

IV - adaptao do usurio e/ou cuidador ao uso do dispositivo de traqueostomia;

V - adaptao do usurio ao uso de rteses/prteses;

VI - adaptao de usurios ao uso de sondas e ostomias;

VII - acompanhamento domiciliar em ps-operatrio;

VIII - reabilitao de pessoas com deficincia permanente ou transitria, que necessitem de atendimento contnuo, at apresentarem condies de frequentarem servios de reabilitao;


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PORTARIA N 2527

IX - uso de aspirador de vias areas para higiene brnquica;

X - acompanhamento de ganho ponderal de recm-nascidos de baixo peso;

XI - Necessidade de ateno nutricional permanente ou transitria;

XII- necessidade de cuidados paliativos;

XIII - necessidade de medicao endovenosa ou subcutnea; ou

XIV- necessidade de fisioterapia semanal.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 26. So critrios de incluso para cuidados na modalidade AD3 as seguintes situaes:

    I - existncia de pelo menos uma das situaes admitidas como critrio de incluso para a AD2; e

    II - necessidade do uso de, no mnimo, um dos seguintes equipamentos/procedimentos:

    a) oxigenoterapia e Suporte Ventilatrio no invasivo (Presso Positiva Contnua nas Vias Areas (CPAP), Presso Area Positiva por dois Nveis (BIPAP), Concentrador de O2;

    b) dilise peritoneal; e c) paracentese.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 28. So critrios para no incluso no SAD, em qualquer das trs modalidades, a presena de pelo menos uma das seguintes situaes:

    I - necessidade de monitorizao contnua;

    II - necessidade de assistncia contnua de enfermagem;

    III - necessidade de propedutica complementar, com demanda potencial para a realizao de vrios procedimentos diagnsticos, em sequncia, com urgncia;

    IV - necessidade de tratamento cirrgico em carter de urgncia; ou

    V - necessidade de uso de ventilao mecnica invasiva continua.


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PORTARIA N 2527

  • Art. 30. Para admisso de usurios nas modalidades AD2 e AD3 indispensvel presena de um cuidador identificado.

  • Art. 32. A prestao de assistncia sade nas modalidades AD2 e AD3 de responsabilidade da EMAD e da EMAP, ambas designadas para esta finalidade.

    1 A EMAD realizar visitas em domiclio regulares, no mnimo uma vez por semana.

    2 A EMAP realizar visitas em domiclio a critrio clnico, quando solicitado pela EMAD.


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PORTARIA N 1.533, DE 16 DE JULHO DE 2012

  • Altera e acresce dispositivos Portaria n 2.527/GM/MS, de 27 de outubro de 2011, que redefine a Ateno Domiciliar no mbito do Sistema nico de Sade (SUS).


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  • ...Art. 1 Os arts. 7, 8, 15, 16, 23, 26 e 40, o pargrafo nico do art. 43 e o inciso IV do art. 45 da Portaria n 2.527/GM/MS, de 27 de outubro de 2011, passam a vigorar com a seguinte redao:...


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  • Art. 7 So requisitos para que os Municpios tenham SAD:

  • I - apresentar populao igual ou superior a 40.000 (quarenta mil) habitantes, com base na populao estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica (IBGE);

  • II - estar coberto SAMU ou possuir servio mvel local de ateno s urgncias; e

  • III - possuir hospital de referncia no Municpio ou regio que o integra." (NR)


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  • Art. 8 As EMAD devero ser organizadas a partir de uma base territorial, sendo referncia em ateno domiciliar para uma populao definida, e se relacionar com os demais servios de sade que compem a rede de ateno sade, em especial a ateno bsica."


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  • Art. 15. A EMAD ter a seguinte composio mnima:

  • I - profissionais mdicos, com somatrio de carga horria semanal (CHS) de, no mnimo, 40 (quarenta) horas;

  • II - profissionais enfermeiros, com somatrio de CHS de, no mnimo, 40 (quarenta) horas;


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  • III - profissional fisioterapeuta e/ou assistente social, com somatrio de CHS de, no mnimo, 30 (trinta) horas;

  • IV - auxiliares/tcnicos de enfermagem, com somatrio de CHS de, no mnimo, 120 (cento e vinte) horas;

  • Pargrafo nico. Nenhum profissional componente da EMAD poder ter carga horria semanal inferior a 20 (vinte) horas."


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  • "Art. 16. A EMAP dever ter uma composio mnima de 3 (trs) profissionais de nvel superior, escolhidos dentre as ocupaeslistadas abaixo, cuja soma das cargas horrias semanais dos componentes devam acumular, no mnimo, 90 (noventa) horas semanais:


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  • Assistente social;fisioterapeuta;fonoaudilogo;nutricionista;odontlogo; psiclogo;farmacutico; e terapeuta ocupacional

  • Pargrafo nico. Nenhum profissional componente da EMAP poder ter carga horria semanal inferior a 20 (vinte) horas."


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  • "Art. 23. A incluso para cuidados na modalidade AD2 ser baseada na anlise da necessidade de sade do usurio, tomando-se como base as situaes abaixo listadas:

  • I - demanda por procedimentos de maior complexidade, que podem ser realizados no domiclio, tais como: curativos complexos e drenagem de abscesso, entre outros;

  • II - dependncia de monitoramento frequente de sinais vitais;


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  • III - necessidade frequente de exames de laboratrio de menor complexidade;

  • IV - adaptao do usurio e/ou cuidador ao uso do dispositivo de traqueostomia;

  • V - adaptao do usurio ao uso de rteses/prteses;

  • VI - adaptao de usurios ao uso de sondas e ostomias;

  • VII - acompanhamento domiciliar em ps-operatrio;


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  • VIII - reabilitao de pessoas com deficincia permanente ou transitria, que necessitem de atendimento contnuo, at apresentarem condies de frequentarem servios de reabilitao;

  • IX - uso de aspirador de vias areas para higiene brnquica;

  • X - acompanhamento de ganho ponderal de recm-nascidos de baixo peso;

  • XI - necessidade de ateno nutricional permanente ou transitria;


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  • XII- necessidade de cuidados paliativos;

  • XIII - necessidade de medicao endovenosa ou subcutnea; ou

  • XIV - necessidade de fisioterapia semanal."


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  • "Art. 26. Para que o usurio seja includo para cuidados na modalidade AD3, necessrio que se verifique:

  • I - existncia de pelo menos uma das situaes admitidas como critrio de incluso para cuidados na modalidade AD2; e

  • II - necessidade do uso de, no mnimo, um dos seguintes equipamentos/procedimentos: Suporte Ventilatrio no invasivo: Presso Positiva Contnua nas Vias Areas (CPAP); e Presso Area Positiva por dois Nveis (BIPAP);dilise peritoneal; e paracentese."


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  • "Art. 40. Os SAD devero ser cadastrados em unidades cujas mantenedoras sejam as Secretarias de Sade estaduais, distrital ou municipais ou, ainda, unidades que faam parte da rede conveniada ao SUS."


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  • "Art. 43 .........................................................................................................................................

  • Pargrafo nico. O incentivo financeiro definido neste artigo ser repassado mensalmente pelo Ministrio da Sade na modalidade fundo a fundo, respeitando-se o disposto no art. 14 desta Portaria, no sendo admitida sobreposio de EMAD."


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  • "Art. 45 .............................................................

  • ............................................................................

  • IV - falha na alimentao do Sistema de Informao Ambulatorial (SIA), atravs do Sistema de Registro das Aes Ambulatoriais de Sade (RAAS), ou outro que o substitua, por perodo superior a 60 (sessenta) dias."


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  • Art. 2 A Portaria n 2.527/GM/MS, de 2011, passa a vigorar acrescida do pargrafo nico ao art. 7, do art. 9-A e dos 1 e 2 ao art. 14, nos seguintes termos:

  • "Art. 7 .............................................................

  • Pargrafo nico. Podero ser admitidos outros critrios de enquadramento ao Municpio que desempenhe papel de referncia assistencial a outros Municpios e que se encontre isolado geograficamente ou localizado em microrregio de sade que no possua Municpio que atenda aos requisitos estabelecidos neste artigo, condies estas sujeitas a:


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  • I - aprovao pela respectiva CIB;

  • II - parecer tcnico do Departamento de Ateno Bsica (DAB/SAS/MS); e

  • III - manifestao favorvel do Grupo de Trabalho de Ateno Sade da CIT."


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  • "Art. 9-A. Fica facultada a organizao do SAD a partir de arranjos diferenciados compostos por EMADs responsveis pelo cuidado de pacientes com caractersticas especficas, podendo-se, nesses casos, adscrever usurios de uma base territorial mais ampla que a sugerida nos termos do art. 9."


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  • "Art. 14 ............................................................

  • 1 Ao atingir a populao de 150.000 (cento e cinquenta mil) habitantes, o Municpio poder constituir uma segunda EMAD.

  • 2 Aps atingir a populao de 150.000 (cento e cinquenta mil) habitantes, o Municpio poder constituir, sucessivamente, uma nova EMAD a cada 100.000 (cem mil) novos habitantes."


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  • Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicao.

  • Art. 4 Ficam revogados os 2 e 3 do art. 34 da Portaria n 2.527/GM/MS, de 27 de outubro de 2011, publicada no Dirio Oficial da Unio n 208, Seo 1, de 28 de outubro de 2011, pg. 44.


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Ateno Domiciliar

  • Equipe pode ser acionada por hospital de referncia,rede bsica, central de regulao, servios de urgncia e emergncia

  • Servio de atendimento domiciliar deve contar com sistema pr-hospitalar mvel e hospitais de referncia


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Ateno Domiciliar

  • Vinculao simultnea entre os vrios servios fundamental para manuteno de fluxo de referncia

  • Determinao do limite das competncias de cada servio importante para uma boa interao entre eles


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AS DIFERENTES ETAPAS DO SERVIO NA ASSISTNCIA DOMICILIAR

  • Etapa de avaliao

  • Etapa de execuo

  • Etapa de desligamento e alta


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CARACTERSTICAS DOS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS NA ASSISTNCIADOMICILIAR

  • Profissional com formao de generalista

  • Conhecimento sobre atendimento em geriatria/gerontologia,cuidados paliativos

  • Capacidade de integrar equipe-famlia-paciente

  • Pacincia , empatia, capacidade de observao


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A ateno domiciliar a rea da sade que mais aproxima o profissional do humano seja porque se assimilam os espaos privados como fonte subsidiria de conhecimento para a prtica cotidiana, seja porque se aprende neles a transitar, respeitando-se os valores, costumes e regras impostas aos profissionais por seus moradores.

Obrigada


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Contato :

  • Dra Danielle Ferreira

  • SESA GT idoso---NUAP

  • Fone:31015198

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