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Distribuição aos Acionistas.

Distribuição aos Acionistas. 1. Os lucros gerados podem ser reinvestidos em ativos operacionais, utilizados para aquisição de valores mobiliários ou cancelamento de dívidas como também podem ser distribuídos para os acionistas sob a forma de dividendos.

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Distribuição aos Acionistas.

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Presentation Transcript


  1. Distribuição aos Acionistas. 1 Os lucros gerados podem ser reinvestidos em ativos operacionais, utilizados para aquisição de valores mobiliários ou cancelamento de dívidas como também podem ser distribuídos para os acionistas sob a forma de dividendos. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  2. Distribuição aos Acionistas. 2 Quando a distribuição dos lucros aos acionistas é definida três aspectos devem ser considerados: (1) qual o montante a ser distribuído; (2) os dividendos são pagos em dinheiro ou é feita a recompra de ações e (3) qual o nível de estabilidade da distribuição. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  3. Dividendos versus Ganhos de Capital. 3 Os gestores financeiros tem em mente que o objetivo da empresa é a maximização do preço da ação. Portanto, o índice de distribuição-alvo deve ser baseado na preferência do investidor por dividendos versus ganhos de capital. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  4. Dividendos versus Ganhos de Capital. 4 A política de dividendos ótima deve proporcionar um equilibrio entre dividendos correntes e o crescimento futuro de modo a maximizar o preço da ação. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  5. Dividendos versus Ganhos de Capital. 5 Teoria da Irrelevância dos Dividendos A política de dividendo não afeta o preço da ação de uma empresa ou seu custo. Para Miller e Modigliani o valor de uma empresa é dado apenas pela sua capacidade de gerar lucros e pelo risco do negócio. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  6. Dividendos versus Ganhos de Capital. 6 Teoria da Irrelevância dos Dividendos Se uma empresa não paga dividendos e o investidor deseja um dividendo de 5% ele pode vender 5% de suas ações. Ao contrário, se a empresa pagar dividendos mais elevado que o desejado ele pode comprar ações. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  7. Dividendos versus Ganhos de Capital. 7 Teoria do “Pássaro na Mão” Para Gordon e Lintner o retorno requerido pelos investidores ks diminui conforme aumenta a distribuição dos dividendos porque os investidores tem menos certeza de receber os ganhos de capital. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  8. Dividendos versus Ganhos de Capital. 8 Teoria do “Pássaro na Mão” Na verdade, para Gordon e Lintner mais vale uma unidade de dividendos esperados do que uma unidade monetária de ganhos de capital esperados pois o componente D1/P0 oferece risco menor que o componente g. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  9. Dividendos versus Ganhos de Capital. 9 Teoria da Preferência Tributária (1) Como os ganhos de capital de longo prazo tem uma tributação menor é melhor que a empresa retenha e reinvista os lucros no negócio porque o crescimento dos lucros iria aumentar o preço das ações. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  10. Dividendos versus Ganhos de Capital. 10 Teoria da Preferência Tributária (2) Os impostos sobre os ganhos não são pagos até que a ação seja vendida. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  11. Dividendos versus Ganhos de Capital. 11 Ilustração das Três Teorias Uma empresa pode na definição de sua política de distribuição de dividendos: (1) reter o total dos lucros sem qualquer distribuição; (2) distribuir 50% dos lucros e (3) distribuir 100% dos lucros. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  12. Dividendos versus Ganhos de Capital. 12 Ilustração das Três Teorias Uma empresa tem um ROE de 15%. Com um valor patrimonial de $30,00 por ação, o LPA será de 0,15($30,00)=$4,50. Supondo que o ROE é constante a taxa de crescimento constante (g) irá variar de 0% até 15%. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  13. Ilustração das Três Teorias. 13 MM: Irrelevância dos Dividendos BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  14. Ilustração das Três Teorias. 14 Teoria do Pássaro na Mão BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  15. Ilustração das Três Teorias. 15 Teoria da Preferência Tributária BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  16. Ilustração das Três Teorias. 16 Após a realização de muitos testes sobre a melhor teoria os seus resultados não foram claros porque (1) os demais fatores deveriam ser mantidos constantes e (2) deveria ser medido o custo de capital de cada empresa de forma precisa. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  17. Ilustração das Três Teorias. 17 Não há como estabelecer um relacionamento entre políticas de dividendos e custo de capital. Embora existam preferências por dividendos de um lado e por ganhos de capital do outro os investidores gostam de políticas de dividendos previsíveis e estáveis. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  18. Política de Dividendos na Prática. 18 Na definição do montante a ser distribuído é necessário ter em mente que (1) o principal objetivo é a maximização do valor da ação e (2) os fluxos de caixa da empresa pertencem efetivamente aos acionistas. Portanto, deve-se evitar a retenção de lucros. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  19. Política de Dividendos na Prática. 19 A não ser que eles possam ser reinvestidos para produzir retornos superiores aos que os próprios investidores obteriam caso aplicassem o dinheiro em investimentos de igual risco. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  20. Política de Dividendos na Prática. 20 Algumas empresas produzem caixa mas tem oportunidades de investimentos limitados – setores lucrativos, maduros e com pouca oportunidade de crescimento. Desta forma, distribuem grande porcentagem de dinheiro para os acionistas. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  21. Política de Dividendos na Prática. 21 Outras empresas geram pouco caixa, mas tem oportunidade de bons investimentos. Embora distribuam pouco dinheiro, fazem bom uso crecente dos seus lucros atraindo aqueles investidores que preferem ganhos de capital, ou seja, aumento do preço da ação. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  22. Política de Dividendos na Prática. 22 A decisão sobre a política de dividendos não é independente – ela é tomada em conjunto com as decisões de estrutura de capital e de orçamento de capital. A razão disto é que essas decisões exercem influência sobre as medidas administrativas, conforme: BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  23. Política de Dividendos na Prática. 23 (1) Os administradores preferem usar os lucros acumulados do que emitir nossas ações ordinárias; (2) As mudanças nos dividendos podem oferecer sinais de mudança da crença dos administradores, reduzido o preço da ação. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  24. Desdobramento de Ações. 24 A Porter Eletronic vem se expandindo e desfrutado crescimento em vendas e lucro. Parte dele tem sido pago em dividendos e a outra parte retido, provocando aumento no LPA e, consequentemente, no seu preço. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  25. Desdobramento de Ações. 25 Com a elevação do seu preço atualmente os investidores apresentam dificuldades para aquisição de um lote de ações desta empresa. A fim de corrigir esta situação a Porter realiza o desdobramento de sua ações, por exemplo, em dois por um. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  26. Desdobramento de Ações. 26 Como consequência imediata ao crescer o número de ações o LPA é reduzido pela metada e desta forma o preço da ação cai, permitindo que investidores possam comprar agora o lote da ação sem prejuízo aos detentores das ações. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  27. Compra de Ações de Própria Emissão. 27 De modo geral a recompra de ações aumenta o valor para o acionista. São três os principais tipos de recompra de ações: (1) quando a empresa tem caixa disponível para distribuir aos acionistas e o distribui recomprando ações em circulação; BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  28. Compra de Ações de Própria Emissão. 28 (2) quando a empresa chega a conclusão que sua estrutura de capital não é adequada e (3) quando a empresa tem opções emitidas aos funcionários e usa a recompra no mercado para obter ações quando as opções forem exercidas. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  29. Vantagens das Recompras. 29 (1) É motivada pela convicção da administração de que as ações da empresa estão subavaliadas; (2) permite que os acionistas que queriam vender suas ações possam faze-lo; (3) remover um bloco de ações do mercado; BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

  30. Vantagens das Recompras. 30 (4) Permite aumentar os dividendos aos acionistas sem aumentar a distribuição dos lucros e (5) pode alterar a estrutura de capital da empresa. BRIGHAM, Eugene. e HOUSTON, Joel. Fundamentos da Moderna Administração Financeira. 1999.

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