Introdução de um programa no sistema, mostrando a interação com o sistema
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Introdução de um programa no sistema, mostrando a interação com o sistema (programa 1.1). Utilização do compilador/ligador (cc – gcc). /* * Mostra Hello World 3 vezes */ #include <stdio.h> #include <string.h> #include <sys/types.h> #include <stdlib.h> #include <unistd.h>

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Introdução de um programa no sistema, mostrando a interação com o sistema

(programa 1.1). Utilização do compilador/ligador (cc – gcc).

/*

* Mostra Hello World 3 vezes

*/

#include <stdio.h>

#include <string.h>

#include <sys/types.h>

#include <stdlib.h>

#include <unistd.h>

char cptr = “Hello World\n”; /* Static */

char buffer1[25];

main(void) {

void showit( char * ); /* protótipo de função */

int i = 0; /* variável automática */

strcpy( buffer1, “Uma demonstração\n”); /* função de biblioteca */

write( 1, buffer1, strlen(buffer1)+1 ); /* chamada de sistema */

for ( ; i < 3; ++i )

showit(cptr); /* chamada de função */

}

void

showit( char *p) {

char *buffer2;

if ( (buffer2=(char *) malloc((unsigned) (strlen(p)+1))) != NULL) {

strcpy( buffer2, p); /* copia string */

printf(“%s”,buffer2); /* mostra string */

free( buffer2 ); /* libera espaço */

} else {

printf(“erro de alocação.\n”);

exit(1);

}

}


http://www.linux.org/ interação com o sistema

http://unixhelp.ed.ac.uk/

http://www.cs.cf.ac.uk/Dave/C/CE.html

http://www.strath.ac.uk/IT/Docs/Ccourse/

http://www.dca.fee.unicamp.br/~ricarte/ProgSist/node122.html

http://www.softpanorama.org/Internals/unix_system_calls_links.shtml

http://www.cplusplus.com/doc/tutorial/

http://www.intap.net/~drw/cpp/


O Unix utiliza dois conjuntos de identificadores de usuário, real e efetivo.

Os identificadores reais UID e GID encontram-se no arquivo de password na entrada referente a cada usuário (campos 4 e 5). O segundo conjunto é o efetivo EUID e EGID.

O sistema utiliza o real para identificar o usuário para coisas como: contabilidade e envio de e-mail, enquanto que o efetivo é usado para determinar que permissões (acesso a arquivos) adicionais devem ser garantidas ao processo, quando o usuário deste processo precisa acessar/modificar arquivos privilegiados (arquivo de password).

Para isto o Unix oferece um conjunto de permissões adicionais (SUID, SGID) que podem ser especificadas pelo dono do arquivo. Estas indicações fazem com que o SO, quando executar o programa, permita ao processo os mesmos privilégios do dono/grupo do programa. Ou seja, o EUID para o processo é aquele indicado para o dono do arquivo.


Arquivos usuário, real e efetivo.

O sistema também prove um conjunto de informações referentes ao sistema de arquivos e aos arquivos propriamente ditos.

No caso do sistema de arquivos, associado a cada arquivo aberto existe um valor inteiro (apontador do descritor) usado pelo sistema como índice de uma tabela de descritores de arquivos (64 entradas) que esta localizada na u-area.

Esta tabela (por processo) faz referência a uma tabela de arquivos do sistema (global) que por sua vez referencia a uma tabela de i-nodes do sistema (figura ).

Referente a informações sobre os arquivos, existem algumas chamadas de sistema que são usadas com este propósito (stat, lstat, fstat). Neste caso, dado um nome de arquivo path a função stat retorna uma estrutura de informações sobre o mesmo.


struct stat { usuário, real e efetivo.

mode_t st_mode; /* tipo e modo (permissões) */

ino_t st_ino; /* i-node */

dev_t st_dev; /* numero do dispositivo */

dev_t st_rdev; /* dispositivo arquivos especiais */

nlink_t st_nlink; /* numero de links */

uid_t st_uid; /* UID do dono */

gid_t st_gid; /* GID do dono */

off_t st_size; /* tamanho em bytes */

time_t st_atime; /* ultimo acesso */

time_t st_mtime; /* ultima modificação */

time_t st_ctime; /* ultima mudança de estado */

long st_blksize; /* melhor tamanho de bloco */

long st_blocks; /* blocos (512b) alocados */

};


Com respeito as permissões de acesso aos arquivos existem também chamadas de sistema (chmod, fchmod) que permitem mudar o modo de acesso. A função chmod utiliza o arquivo especificado e a função fchmod utiliza um arquivo já aberto. A mudança de modo de acesso é permitida se o EUID do processo for igual ao dono do arquivo ou se o processo tem permissões de super-usuário.


Outras funções de biblioteca permitem ao programa modificar outros atributos dos arquivos (umask, getcwd, chdir, fchdir). A função umask atribui ao processo uma máscara de criação de arquivos. A função getcwd retorna caminho do diretório corrente, para isto é necessário um parâmetro buff que vai conter o nome. As funções chdir e fchdir são usadas para mudar o diretório corrente para um especificado.


Recurso  modificar outros atributos dos arquivos (umask, getcwd, chdir, fchdir). A função

É possível obter informações sobre os limites de um processo no que diz respeito a recursos. No caso da obtenção desta informação via interface de usuário existe um comando limit que mostra os limites do sistema ( limit –h) ou processo corrente (limit). Estas informações também podem ser usadas por um processo no ambiente de programação através de chamada de sistema e funções de biblioteca (ulimit, getrlimit, setrlimit).


Linha de Comando modificar outros atributos dos arquivos (umask, getcwd, chdir, fchdir). A função

Parte do ambiente de processamento para os processos são valores passados para o processo na função main. Estes valores podem vir da linha de comando ou pela chamada de sistema exec. Os valores são armazenados/referenciados por um array de apontadores conhecido como argv. O número de elementos neste array é informado por um valor inteiro referenciado por argc. É possível para o programa verificar o conteúdo da linha de comando através de uma função de biblioteca (getopt).


Variáveis do ambiente modificar outros atributos dos arquivos (umask, getcwd, chdir, fchdir). A função

Cada processo também tem acesso a uma lista de variáveis de ambiente que também são armazenadas/referenciadas por um array de caracteres. O acesso a estas variáveis via programa é feito através de um ponteiro externo environ ( extern char **environ). Algumas funções de biblioteca estão disponíveis para manipular estas variáveis (getenv, putenv).


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