Economia
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ECONOMIA. PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA: ECONOMIA PERÍODO: 3º DEPARTAMENTO: PERÍODO DE REALIZAÇÃO: CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40 CRÉDITOS: 02. ECONOMIA. PROFESSOR: TÚLIO CÉSAR DE MELO SILVA FORMAÇÃO:

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ECONOMIA

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Economia

ECONOMIA

PLANO DE ENSINO DA DISCIPLINA: ECONOMIA

PERÍODO: 3º

DEPARTAMENTO:

PERÍODO DE REALIZAÇÃO:

CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 40

CRÉDITOS: 02

Túlio Melo


Economia1

ECONOMIA

PROFESSOR:

TÚLIO CÉSAR DE MELO SILVA

FORMAÇÃO:

MESTRE EM COMUNICAÇÃO SOCIAL; ESPECIALISTA EM DIREITO PÚBLICO; ESPECIALISTA EM CONTROLADORIA E FINANÇAS; GRADUADO EM ADMINISTRAÇÃO COOPERATIVAS; GRADUADO EM DIREITO; TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA

CONTATO:

31- 3762- 2507

31- 9921- 5997

[email protected]

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Economia2

ECONOMIA

OBJETIVOS GERAIS:

Proporcionar ao acadêmico, sólidos conhecimentos dos princípios e fundamentos básicos da economia, a forma como estes interagem na economia global e local e seus efeitos dentro da área de Engenharia Elétrica.

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Economia3

ECONOMIA

EMENTA:

Fundamentos da Economia; Organizações Econômicas e Mercados; Oferta; Demanda; Preço e Elasticidade; Função de Produção e Custos; Maximização de Lucros; Estrutura de Mercado; Investimento e Intervenção do Governo; Organização Industrial e Custos de Transação;Mercado de Trabalho; Distribuição de Renda e Desenvolvimento; Teoria dos Jogos, Externalidades e Bens Públicos; Governança Corporativa.

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Economia4

ECONOMIA

METODOLOGIA:

O conteúdo será ministrado através de aulas expositivas, com trabalhos individuais e em grupos, seminários, debates, resolução de exercícios, pesquisas e atividades extra-classe, sempre buscando a qualidade do ensino- aprendizagem.

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Economia5

ECONOMIA

UNIDADES DE ENSINO:

1) Fundamentos da Economia.

  • Introdução;

  • Conceito de Economia;

  • Evolução do Pensamento econômico (Liberalismo, Keynesianismo, Marxismo e Neoliberalismo);

  • Sistemas Econômicos e problemas econômicos fundamentais;

  • Funcionamento de uma economia de mercado: fluxos reais e monetários;

  • Divisão do estudo econômico.

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ECONOMIA

UNIDADES DE ENSINO:

2) Introdução a Microeconomia.

  • Conceito;

  • Pressupostos básicos da análise microeconômica;

    • A hipótese Ceteris Paribus;

    • Papel dos preços relativos;

    • Objetivo da empresa;

    • Aplicações práticas do estudo microeconômico

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ECONOMIA

UNIDADES DE ENSINO:

3) Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado.

  • Introdução

    • Utilidade total e marginal.

  • Demanda de Mercado.

    • Conceito;

    • Lei Geral da Demanda;

    • Outras variáveis que afetam a Demanda de um bem;

    • Distinção entre demanda e quantidade demandada.

  • Oferta de Mercado.

  • Equilíbrio de Mercado.

    • A lei da oferta e procura: tendência de equilíbrio;

    • Deslocamento das curvas de demanda e oferta.

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ECONOMIA

UNIDADES DE ENSINO:

Continuação: (unidade 3)

e. Interferência do governo no equilíbrio de mercado.

  • Estabelecimento de impostos;

  • Política de preços mínimos na agricultura;

  • Tabelamento.

    f. Conceito de elasticidade.

  • Elasticidade preço da demanda;

  • Elasticidade renda da demanda;

  • Elasticidade preço cruzada da demanda;

  • Elasticidade preço da oferta.

    g. Determinação de preço e quantidade de equilíbrio.

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ECONOMIA

UNIDADES DE ENSINO:

4) Produção de Custos

  • Teoria da produção.

    • Introdução;

    • Conceitos básicos e teoria da produção;

    • Analise de curto prazo;

    • Analise de Longo Prazo;

  • Custos de produção.

    • Introdução;

    • Custos totais de produção;

      • Custos de Curto Prazo;

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Economia10

ECONOMIA

BIBLIOGRAFIA:

  • SILVA, Evaldo Sérgio Barbosa da. Introdução a Economia.São Paulo: FTD,1996.

  • SOUZA, Nali de Jesus de. Desenvolvimento Econômico. 4ed. São Paulo: Atlas, 1999.

    VASCONCELOS, Marco Antonio S. Fundamentos da Economia.1ed. Saraiva, 2003.

  • ROSSETTI, José Paschoal. Introdução a Economia. 19.Ed. Atlas, 2002.

  • MEDEIROS F, Benedito Cabral de. Fundamentos de Economia Geral e Economia Política. 3.ed Efeta Editora Ltda., 2000.

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Economia

UNIDADE I

Fundamentos da Economia

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Feudalismo

Feudalismo

O período da Idade Média foi tradicionalmente delimitado com ênfase em eventos políticos. Nesses termos, ter-se-ia iniciado com a desintegração do Império Romano do Ocidente, no século V (em 476 d.c), e terminado com o fim do Império Romano do Oriente, com a Queda de Constantinopla, no século XV (em 1453 d.C.).

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Feudalismo1

Feudalismo

Formação:

Alta Idade Média (século V ao século IX)

Decadência:

Baixa Idade Média. ( a partir do século XI)

Contribuições Germânicas:

a)Comitatus.

b) Poder descentralizado.

c) Direito Consuetudinário.

Contribuições romanas:

a)colonato

b) Vila.

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Economia

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Feudalismo2

Feudalismo

Unidade de Produção: Feudo

  • Manso Servil

  • Manso Senhorial

  • Reserva ou Bosque ou terras comunais.

    Economia:

  • Agrária.

  • Amonetária.

  • subsistência

    Sociedade:

  • Estamental, isto é, rígida, marcada pelo nascimento, sem mobilidade social.

  • Grupos sociais básicos:

    • Clero

    • Nobreza feudal.

    • Servos

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Economia

Feudalismo

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Economia

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Feudalismo3

Feudalismo

Obrigações servis:

  • Talha: parte da produção agrícola do servo era cedida ao senhor feudal.

  • Corvéia: trabalho gratuito do servo no manso senhorial.

  • Banalidades: o servo pagava ao senhor feudal pelo uso do forno, do moinho, que havia no manso senhorial.

  • Tostão de São Pedro: taxa paga pelos servos a Igreja para a manutenção da Capela existente no Feudo.

    Nobreza Feudal:

  • Suserano ( nobres que doavam feudos)

  • vassalo (nobres que recebiam feudo).

  • As relações entre suserano e vassalo davam-se através de um ritual. Essa cerimônia era a Investidura ( o suserano investia a vassalo com um feudo) e a homenagem ( o vassalo ajoelhado perante o suserano jurava fidelidade ao suserano)

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Economia

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Economia

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Feudalismo4

Feudalismo

Clero:

a)Clero Secular: eram os religiosos que conviviam com os leigos no dia-a-dia da sociedade, isto é, viviam no mundo.

b)Clero Regular: Eram religiosos que se afastavam dos hábitos da sociedade e viviam nos mosteiros Ao entrarem nos mosteiros faziam votos de castidade, de pobreza e de silêncio. Entre eles, o mais importante foi a regra ou ordem beneditinas, ditadas pelo monge italiano São Bento.

c) Alto Clero. religiosos originados da nobreza feudal.

d) Baixo Clero. Religiosos originados das classes mais pobres.

Poder Político:

  • Descentralizado.

    .

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Feudalismo5

Feudalismo

Baixa Idade Média: (século XI ao século XV)

A partir do século X, muitas transformações aconteceram na Europa medieval provocando alterações no feudalismo. Esse período foi caracterizado pelo crescimento populacional, pelo renascimento do comércio e das cidades e pelas cruzadas. No século XIV, novas mudanças iriam apressar o processo de decadência do feudalismo, pois os europeus iriam se deparar com um período de crise, em virtude da peste negra, das revoltas camponesas e da Guerra dos Cem Anos.

As Cruzadas:

As cruzadas foram convocadas pelo Papa Urbano II, no Concilio de Clermont para libertar Jerusalém que fora conquistada pelos turcos (mulçumanos). Na verdade, as cruzadas representavam para a Igreja a tentativa de expansão do cristianismo em direção ao Oriente. Foram também uma forma de aliviar as pressões demográficas (aumento da população) que ameaçavam o feudalismo. Para a nobreza, a participação das cruzadas significava conquistar terras e riquezas, já para as cidades italianas, as cruzadas poderiam trazer a reabertura do Mar Mediterrâneo, que no século VIII foi conquistado pelos mulçumanos.

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Economia

Conseqüências das Cruzadas:

As cruzadas foram responsáveis pela reabertura do mar Mediterrâneo á navegação e ao comercio da Europa. Essa reabertura permitiu um intercambio comercial entre o Oriente e o Ocidente, acelerando o Renascimento Comercial na Europa. Outra conseqüência foi a decadência do sistema feudal, pois com o re aparecimento do comercio, as cidades européias renasceram. O renascimento comercial e urbano contribuiu para o surgimento de um novo grupo social; a burguesia. Com o surgimento da burguesia, começa a ocorrer o declínio da nobreza feudal.

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Cruzada dos reis

Cruzada dos Reis

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Renascimento comercial

Renascimento Comercial

.

Com o crescimento populacional, aumentou a mão-de-obra para produzir e surgiu um mercado consumidor. Assim ocorreu um deslocamento de uma parcela da população para outras atividades não vinculadas á terra, como o comercio e o artesanato. Essas atividades econômicas desenvolveram-se impulsionando o renascimento das cidades e o surgimento de novas.

  • Os mares Mediterrâneo (Sul) e os mares, do Norte e o Báltico ( Norte), foram as rotas mais usadas pelos comerciantes.

  • A região ao leste da França, passou a ser um ponto de encontro dos comerciantes, pois nessa região eram realizadas as principais feiras do continente europeu.

  • Os artesãos para defender os seus interesses se organizaram em associações chamadas de Corporações de Oficio, Na corporação havia uma hierarquia formada pelo Mestre (dono da oficina), pelo jornaleiro e pelo aprendiz.

  • Os comerciantes também possuíam as suas associações, que eram conhecidas como hansas ou ligas. Eram formadas por comerciantes de varias cidades. A mais importante foi a Liga Hanseática ou Teutônica, formada por cidades ao norte da Europa, cujos destaques eram Lübeck e Flandres.

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Idade moderna na hist ria da europa

Idade Moderna na História da Europa

O Nascimento da Idade Moderna na história da Europa resultou de um número significativo de invenções científicas, aspectos geográficos e ideias revolucionárias. Que afetaram não só as vidas do europeu comum, mas trouxe grandes mudanças em todo o Continente Europeu.

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  • A Idade Moderna é um período específico da História do Ocidente.

    • Entretanto, apesar de a queda de Constantinopla ser o evento mais aceito, não é o único.

    • Tem sido propostas outras datas para o início deste período, como:

      • Conquista de Ceuta pelos portugueses em 1415;

      • a viagem de Cristóvão Colombo ao Colombo America 1492;

      • a viagem à Índia de Vasco da Gama em 1498;

  • Algumas correntes historiográficas anglo-saxónicas preferem trabalhar com o conceito de "Tempos Modernos", entendido como um período não acabado, introduzindo nele subdivisões. A época moderna pode ser considerada, exatamente, como uma época de "revolução social" cuja base consiste na "substituição do modo de produção feudal pelo modo de produção capitalista".

  • O Renascimento Comercial que vinha ocorrendo desde a baixa Idade Média (séculos XI, XII e XIII), apresentava o seguinte quadro:

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Economia

  • No Mediterrâneo: fazia-se a ligação entre a Europa e Oriente envolvendo as cidades italianas e os árabes;

  • No Norte da Europa: ligando o mar do norte ao mar báltico ao, predominavam os comerciantes alemães;

  • No Litoral Atlântico da Europa: através da navegação de cabotagem, ligava-se o mar do Norte ao Mediterrâneo;

  • No Interior do Continente Europeu: predominam antigas rotas terrestres;

  • As feiras, as Cruzadas e o surgimento dos Burgos, ao longo da Idade Média, eram sinais, também, de que o comércio renascia;

  • A partir do Século XV o comércio cresceu extraordinariamente, fruto, naturalmente, de modificações ocorridas no interior das sociedades feudais européias (aumento da população, crescimento das cidades, desenvolvimento das manufaturas, etc);

  • “trilogia negra“: fome, pestes e guerras - criando condições propícias às descobertas marítimas e ao encontro de povos

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Economia

A passagem econômica da Idade Média para a Moderna se deu com o aparecimento do capitalismo.

  • Gradativamente, o comércio foi se desenvolvendo, a princípio dentro da própria cidade, depois entre duas ou mais cidades e, por fim, entre países.

  • Com o sistema capitalista, os trabalhadores começaram a ter um salário. Os produtos foram produzidos em maior quantidade, e nascia assim a passagem do feudalismo ao capitalismo.

  • O desenvolvimento das navegações vai fortalecer as rotas marítimas e comerciais abertas na Idade Média.

  • Crescia o comércio por terra e por mar e mudava o quadro político, econômico e social da Europa.

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Economia

Progresso comercial e urbano

  • O progresso comercial e urbano a burguesia, o artesanato, as feiras, as rotas terrestres e marítimas deram ao rei a certeza de que, se ele não aceitasse o comércio e se aliasse aos burgueses, certamente não teria sucesso financeiro.

  • Surgiu a aliança rei-burguesia, e tal fato foi, sem dúvida, a abertura do sistema capitalista.

    O capitalismo é um sistema político, social e econômico que tem como características:

  • produção voltada para os mercados;

  • relações monetárias;

  • Lucro, neste sistema, é fundamental;

  • acúmulo de capitais;

  • livre iniciativa;

  • relações assalariadas de produção.

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1 fundamento da economia

1) Fundamento da Economia

Economia?????

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Economia

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Fundamentos da economia

Fundamentos da Economia

RODUÇÃO:

  • Economia: é a ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem empregar os recursos produtivos escassos na produção de bens e serviços, de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e grupos da sociedade, satisfazendo as necessidades humanas

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Fundamentos da economia1

Fundamentos da Economia

As necessidades humanas são ILIMITADAS e os recursos produtivos (fatores de produção) são ESCASSOS.

RECURSOS:

1)naturais: água, terra, luz solar, madeira, minerais;

2)humanos: mão-de-obra, educação, treinamento;

CAPITAL FÍSICO:

1)Prédios;

2)Máquinas;

3)Sistemas viários.

TECNOLOGIA: coleção de “receitas” conhecidas de como se fazer as coisas, especialmente de como se utilizar recursos para produzir bens, da maneira mais eficiente.

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Conceito de economia

CONCEITO DE ECONOMIA

  • Economia pode ser definida como a ciência que estuda a forma como as sociedades utilizam os recursos escassos para produzir bens com valor e de como os distribuem entre os vários indivíduos. Nesta definição estão implícitas duas questões fundamentais para a compreensão da economia: por um lado a idéia de que os bens são escassos, ou seja, não existem em quantidade suficiente para satisfazer plenamente todas as necessidades e desejos humanos; por outro lado a idéia de que a sociedade deve utilizar os recursos de que dispõe de uma forma eficiente, ou seja, deve procurar formas de utilizar os seus recursos de forma a maximizar a satisfação das suas necessidades.

  • Dito por outras palavras, a economia procura responder a três questões, as quais constituem os três problemas de qualquer organização econômica:

  • ·  O que;

  • ·        Como;

  • ·        Para quem.

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Conceito de economia1

CONCEITO DE ECONOMIA

A) O que produzir e em que quantidades? Quais os produtos e serviços deverão ser produzidos por forma a satisfazerem da melhor forma possível as necessidades da sociedade?

B) Como devem os bens ser produzidos? Que tecnologias e métodos de produção utilizar? Que matérias primas deverão ser utilizadas para produzir determinado produto? Como maximizar a produção tendo em conta os recursos disponíveis?

c) Para quem são os bens produzidos? Como repartir pelos diferentes agentes econômicosos rendimentos disponíveis? Quem deverá ganhar mais e quem deverá ganhar menos?

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Sociedade burguesa

Sociedade Burguesa

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Mercantilismo

MERCANTILISMO

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Principais caracter sticas do sistema econ mico mercantilista

Principais características do sistema econômico mercantilista

Metalismo

O ouro e a prata eram metais que deixavam uma nação muito rica e poderosa, portanto os governantes faziam de tudo para acumular estes metais. Além do comércio externo, que trazia moedas para a economia interna do país, a exploração de territórios conquistados era incentivada neste período. Foi dentro deste contexto histórico, que a Espanha explorou toneladas de ouro das sociedades indígenas da América como, por exemplo, os maias, incas e astecas

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Principais caracter sticas do sistema econ mico mercantilista1

Principais características do sistema econômico mercantilista

Incentivos às manufaturas

O governo estimulava o desenvolvimento de manufaturas em seus territórios. Como o produto manufaturado era mais caro do que matérias-primas ou gêneros agrícolas, sua exportação era certeza de bons lucros

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C evolu o pensamento econ mico mercantilismo 1450 1750

c) Evolução Pensamento Econômico Mercantilismo 1450-1750

  • Tinha preocupações sobre a acumulação de riquezas de uma nação. Os pensamentos dessa época eram baseados em princípios de como fomentar o comércio exterior e entesourar riquezas. “O governo de um país será mais forte e poderoso quando maior for seu estoque de metais preciosos”. Durante os três séculos do Mercantilismo, as nações da Europa Ocidental organizaram sua economia interna, baseadas na unidade nacional e na exportação de todos os seus recursos econômicos – passagem da economia regional para a economia nacional

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C evolu o do pensamento econ mico fisiocracia 1760 1770

c) Evolução do Pensamento Econômico Fisiocracia (1760-1770)

Fisiocracia (1760 – 1770):

Doutrina da Ordem Natural: o Universo é regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela Providência divina para a felicidade dos homens.

Quesnay:apresentou de modo simplificado o fluxo de despesas e de bens entre as diferentes classes sociais, distinguindo um equilíbrio de quantidades globais. Evidenciou a interdependência entre as atividades econômicas: a terra era a única fonte de riqueza, e a riqueza consistia em bens produzidos com a ajuda da natureza em atividades econômicas como a lavoura, a pesca e a caça.

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C evolu o do pensamento econ mico fisiocracia 1760 1770 fisiocracia 1760 1770

c) Evolução do Pensamento Econômico Fisiocracia (1760-1770)Fisiocracia (1760 – 1770)

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C evolu o do pensamento econ mico

c) Evolução do Pensamento Econômico

Adam Smith (1723 – 1790)

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C evolu o do pensamento econ mico1

c) Evolução do Pensamento Econômico

Adam Smith (1723 – 1790):

  • “A Riqueza das Nações”. Smith afirmava que a livre concorrência levaria a sociedade à perfeição uma vez que a busca do lucro máximo promove o bem-estar da comunidade. Smith defendia a não intervenção do Estado na economia (LIBERALISMO).

  • Laissez faire – livre iniciativa

  • Teoria do Valo-Trabalho: a causa da riqueza das nações é o trabalho humano.

  • Divisão de trabalho e especialização = produtividade

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C evolu o do pensamento econ mico2

c) Evolução do Pensamento Econômico

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Através da concorrência e da lei da oferta e da procura, o preço de mercado tem a tendência de se aproximar do preço "natural". Os salários dos trabalhadores estão também submetidos a esse regime "natural" orientando-se pela Lei da Oferta e Procura.

Existiria, portanto, o que se chamava a "mão invisível" do mercado, que equilibraria as disparidades sem a intervenção do Estado que se acontecesse atrapalharia tal equilíbrio natural

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C evolu o do pensamento econ mico4

c) Evolução do Pensamento Econômico

  • O liberalismo se caracteriza por um individualismo metódico

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C evolu o do pensamento econ mico5

c) Evolução do Pensamento Econômico

Thomas Malthus (1766 – 1834):

Tentou colocar a economia em sólidas bases empíricas. Para ele, o excesso populacional era a causa de todos os males da sociedade (população cresce em progressão geométrica e alimentos crescem em progressão aritmética). Subestimou o ritmo e o impacto do progresso tecnológico.

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Para Malthus, assim como para seus discípulos, qualquer melhoria no padrão de vida de grande massa é temporária, pois ela ocasiona um inevitável aumento da população, que acaba impedindo qualquer possibilidade de melhoria. Foi um dos primeiros pesquisadores a tentar analisar dados demográficos e econômicos para justificar sua previsão de incompatibilidade entre o crescimento demográfico e à disponibilidade de recursos.

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c) Evolução do Pensamento Econômico

David Ricardo (1772 – 1823):

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c) Evolução do Pensamento Econômico

David Ricardo (1772 – 1823):

Mudou, de modo sutil, a análise clássica do problema do valor: “Então, a razão, pela qual o produto bruto se eleva em valor comparativo é porque mais trabalho é empregado na produção da última porção obtida, e não porque se paga renda ao proprietário da terra. O valor dos cereais é regulado pela quantidade de trabalho empregada em sua produção naquela qualidade de terra, ou com aquela porção de capital, que não paga aluguel”. Ricardo mostrou as interligações entre expansão econômica e distribuição de renda. Tratou dos problemas do comércio internacional e defendeu o livre-cambismo.

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c) Evolução do Pensamento Econômico

John Stuart Mill (1806 – 1873):

Introduziu na economia preocupações de “justiça social”

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Não aceitava o fato de as mulheres serem privadas dos direitos financeiros ou das propriedades e comparou a saga feminina à de outros grupos de desprovidos. Condenava a idéia da submissão sexual da esposa ao desejo do marido, contra a própria vontade, e a proibição do divorcio com base na incompatibilidade de gênios. Sua concepção de casamento era baseada na parceria entre pessoas com os mesmos direitos, e não na relação mestre-escravo.

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Jean Baptiste Say (1768 – 1832):

Deu atenção especial ao empresário e ao lucro; subordinou o problema das trocas diretamente à produção, tornando-se conhecida sua concepção de que a oferta cria a procura equivalente”, ou seja, o aumento da produção transformar-se-ia em renda dos trabalhadores e empresários, que seria gasta na compra de outras mercadorias e serviços.

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c) Evolução do Pensamento Econômico

A Lei de Say estabelece que "quando um produtor vende seu produto, o dinheiro que obtém com essa venda está sendo gasto com a mesma vontade da venda de seu produto " - sinteticamente: "a oferta de um produto sempre gera demanda por outros produtos".

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Karl Marx (1818 – 1883):

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C evolu o do pensamento econ mico14

c) Evolução do Pensamento Econômico

Karl Marx (1818 – 1883):

Problema dos detentores dos meios de produção; exploração da mão-de-obra humana; lucro sobre o trabalhador; mais-valia. Acreditava no trabalho como determinante do valor, tal como Smith e Ricardo, mas era hostil ao capitalismo competitivo e à livre concorrência, pois afirmava que a classe trabalhadora era explorada pelos capitalistas.

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Pensamento econ mico vis o do lucro

Pensamento Econômico: visão do lucro

Mais valia

Remuneração

do investimento

Resíduo

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Alfred Marshall (1842 – 1924):

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c) Evolução do Pensamento Econômico

Alfred Marshall (1842 – 1924):

Estudo da satisfação do consumidor (utilidade do produto) e do produtor (lucro). Teoria Marginalista. Considerava a economia como estudo “da humanidade nos negócios comuns da vida”, ou seja, ciência do comportamento humano e não ciência da riqueza.

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C evolu o do pensamento econ mico17

c) Evolução do Pensamento Econômico

Keynes (1883 – 1946)

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C evolu o do pensamento econ mico18

c) Evolução do Pensamento Econômico

Keynes (1883 – 1946):

Apresentou um programa de ação governamental para a promoção do pleno emprego. Procurou determinar as causas das flutuações econômicas e os níveis de renda e de emprego em economias industriais. Esforçou-se no sentido de contestar a condenação marxista do capitalismo: este poderia ser preservado, sem sua parte essencial, se reformas oportunas fossem efetuadas, já que um capitalismo não regulado mostrara-se incompatível com a manutenção do pleno emprego e da estabilidade econômica.

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c)Evolução do Pensamento Econômico

Keynes propôs o fim do laissez-faire: como não existem forças de auto-ajustamento na economia torna-se necessária a intervenção do Estado através de uma política de gastos públicos – PRINCÍPIO DA DEMANDA EFETIVA.

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c)Evolução do Pensamento Econômico

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c)Evolução do Pensamento Econômico

Política Econômica

Política Fiscal

Política Monetária

Política Cambial

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C evolu o do pensamento econ mico22

c)Evolução do Pensamento Econômico

Política Fiscal

É a ação do Estado no que se refere às receitas e despesas do governo. Pode ser Restritiva ou Expansiva.

Restritiva reduz a quantidade de moeda em circulação, enquanto a Expansiva aumenta a liquidez da Economia.

Instrumentos:

  • alíquotas de impostos;

  • gastos públicos;

  • concessão de subsídios;

  • transferências financeira.

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c)Evolução do Pensamento Econômico

Política Monetária

É o conjunto de medidas adotadas pelo governo para adequar a quantidade de moeda em circulação às necessidades da Economia.

São instrumentos de Política Monetária:

  • Depósito Compulsório;

  • Empréstimos de Liquidez ou Redesconto;

  • Operações de Mercado Aberto ou “Open Market”:  

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C evolu o do pensamento econ mico24

c)Evolução do Pensamento Econômico

Política Cambial:

É a administração da taxa de câmbio para garantir o funcionamento regular do mercado. O gestor da política cambial é o BACEN que atua nas transações entre o Brasil e o exterior.

A taxa de câmbio é a relação entre duas moedas (quantos reais são necessários para adquirir um dólar, por exemplo), e pode estimular ou desestimular as trocas internacionais, ou seja, movimentos de mercadorias, serviços e capitais entre os países.

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C evolu o do pensamento econ mico25

c)Evolução do Pensamento Econômico

Monetaristas:

Baixa intervenção do Estado, preocupação com a saúde da moeda, neo-liberais.

Fiscalistas:

Alta intervenção do Estado, recomendam uso de políticas fiscais ativas.

Pós – Keysenianos:

Enfatizam o papel da especulação financeira, defendem o papel ativo do Estado na condução da atividade econômica.

Teoria das Finanças (1970):

Controle e planejamento macroeconômico, técnicas econométricas, conceitos de equilíbrio de mercados e hipóteses sobre o comportamento dos agentes econômicos.

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Deslocamento da curva de possibilidade de produ o

Deslocamento da Curva de Possibilidade de Produção

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Funcionamento de uma economia de mercado fluxos reais e monet rios

Funcionamento de uma economia de mercado: fluxos reais e monetários

Mercado de bens e serviços

Demanda

Oferta

Fluxo Real da Economia

Empresas

Família

Oferta

Demanda

Mercado de fatores de produção

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Fluxo monet rio da economia

Fluxo Monetário da Economia

Famílias

Pagamento dos bens e serviços

Empresas

Remuneração dos fatores de produção

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Fluxos circular de renda

Fluxos Circular de Renda

Demanda de bens e serviços

Mercado de bens e serviços

Oferta de bens e serviços

O que e quanto produzir

Fluxo Monetário

Demanda

Oferta

Empresas

Família

Como produzir

Fluxo real (bens e serviços)

Oferta

Demanda

Para quem produzir

Oferta de serviços dos fatores de produção

Mercado de fatores de produção

Demanda de serviços dos fatores de produção

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F divis o do estudo econ mico

Na economia existem dois grandes ramos:

Microeconomia;

Macroeconomia.

f) DIVISÃO DO ESTUDO ECONÔMICO:

Túlio Melo


F divis o do estudo econ mico1

f) DIVISÃO DO ESTUDO ECONÔMICO:

A microeconomia é considerada a base da moderna teoria econômica, estudando suas relações fundamentais. Procura analisar o mercado e outros tipos de mecanismos que estabelecem preços relativos entre os produtos e serviços, alocando de modos alternativos os recursos dos quais dispõe determinados indivíduos organizados numa sociedade

Túlio Melo


F divis o do estudo econ mico2

f) DIVISÃO DO ESTUDO ECONÔMICO:

MACROECONOMIA: Estuda os agentes econômicos em seu conjunto. Analisa o comportamento dos grandes agregados nacionais, como o PIB (produto interno bruto), nível geral dos preços, o nível de renda e poupança.

Túlio Melo


F divis o do estudo econ mico3

A macroeconomia é o estudo do comportamento agregado de uma economia, no que concerne principalmente à produção, à geração de renda, ao uso de recursos, ao comportamento dos preços, e ao comércio exterior. Os objetivos da macroeconomia são principalmente: o crescimento da produção e consumo, o pleno emprego, a estabilidade de preços, o controle inflacionário e uma balança comercial favorável.

Um conceito fundamental à macroeconomia é o de sistema econômico, ou seja, uma organização que envolva recursos produtivos, unidades de produção e instituições (regras que definem as relações econômicas).

f) DIVISÃO DO ESTUDO ECONÔMICO:

Túlio Melo


Economia

UNIDADE II

Introdução a Microeconomia

Túlio Melo


2 introdu o a microeconomia

2) Introdução a Microeconomia

Túlio Melo


Economia12

Economia

Noções de Microeconomia

Definições preliminares

Túlio Melo


Microeconomia

Microeconomia

a) Conceito

A Microeconomia, ou Teoria dos Preços, analisa a formação de preços no mercado, ou seja, como a empresa e o consumidor interagem e decidem qual o preço e a quantidade de um determinado bem ou serviço em mercados específicos.

Túlio Melo


Microeconomia1

Microeconomia

A Microeconomia estuda o funcionamento da oferta e da demanda na formação do preço no mercado, isto é, o preço sendo obtido pela interação do conjunto de consumidores com o conjunto de empresas que fabricam um dado bem ou serviço. Do ponto de vista da economia de empresas, onde se estuda uma empresa específica, prevalece a visão contábil-financeira na formação do preço de venda de seu produto, baseada principalmente nos custos de produção, enquanto na Microeconomia prevalece a visão do mercado.

Túlio Melo


Microeconomia2

Microeconomia

A abordagem econômica se diferencia da contábil mesmo quando são abordados os custos de produção, pois o economista analisa não só os custos efetivamente incorridos, mas também aqueles decorrentes das oportunidades sacrificadas, ou seja, dos custos de oportunidade ou implícitos. Como detalharemos mais tarde, os custos de produção do ponto de vista econômico não são apenas os gastos ou desembolsos financeiros incorridos pela empresa (custos explícitos), mas também quanto às empresas gastariam se tivessem de alugar ou comprar no mercado os insumos que são de sua propriedade (custos implícitos).

Túlio Melo


Microeconomia3

Microeconomia

  • Os agentes da demanda - os consumidores - são aqueles que se dirigem ao mercado com o intuito de adquirir um conjunto de bens ou serviços que lhes maximize sua função utilidade. No Direito utilizou-se a conceituação econômica para se definir consumidor: pessoa natural ou jurídica que no mercado adquire bens ou contrata serviços como destinatário final, visando atender a uma necessidade própria. Deve-se salientar que o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor considera o consumidor como hipossuficiente, uma vez que entre fornecedor e consumidor há um desequilíbrio que favorece o primeiro.

Hipossuficiente

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

I) Hipótese coeteris paribus

Para analisar um mercado específico, a Microeconomia se vale da hipótese de que tudo o mais permanece constante" (em latim, coeteris paribus). O foco de estudo é dirigido apenas àquele mercado, analisando-se o papel que a oferta e a demanda nele exercem, supondo que outras variáveis interfiram muito pouco, ou que não interfiram eira absoluta.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica1

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

  • Hipótese coeteris paribus

    Sabemos, por exemplo, que a procura de uma mercadoria é normalmente mais afetada por seu preço e pela renda dos consumidores. Para analisar o efeito do preço sobre a procura, supomos que a renda permaneça constante (coeteris paribus); da mesma forma, para avaliar a relação entre a procura e a renda dos consumidores, supomos que o preço da mercadoria não varie. Temos assim, o efeito "puro" ou "líquido" de cada uma dessas variáveis sobre a procura.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica2

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

Na análise microeconômica, são mais relevantes os preços relativos, isto é, os preços de um bem em relação aos demais, do que os preços absolutos (isolados) das mercadorias.

II) Papel dos preços relativos

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica3

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

II) Papel dos preços relativos

Por exemplo, se o preço do guaraná cair em 10%, mas também o preço da soda cair em 10%, nada deve acontecer com a demanda (procura) dos dois bens (supondo que as demais variáveis permaneceram constantes). Agora, tudo o mais permanecendo constante, se cair apenas o preço do guaraná, permanecendo inalterado o preço da soda, deve-se esperar um aumento na quantidade procurada de guaraná, e uma queda na de soda. Embora não tenha havido alteração no preço absoluto da soda, seu preço relativo aumentou, quando comparado com o do guaraná.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica4

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

III) Objetivos da empresa

A grande questão na Microeconomia, que inclusive é a origem das diferentes correntes de abordagem, reside na hipótese adotada quanto aos objetivos da empresa produtora de bens e serviços.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica5

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

III) Objetivos da empresa

A análise tradicional supõe o Princípio da Racionalidade, segundo o qual o empresário sempre busca a maximização do lucro total, otimizando a utilização dos recursos de que dispõe. Essa corrente enfatiza conceitos como receita marginal, custo marginal e produtividade marginal em lugar de conceitos de média (receita média, custo médio e produtividade média), daí ser chamada de margina1ista. A maximização do lucro da empresa ocorre quando a receita marginal iguala-se ao custo marginal.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica6

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

III) Objetivos da empresa

As correntes alternativas consideram que o móvel do empresário não seria a maximização do lucro, mas fatores como aumento da participação nas vendas do mercado, ou maximização da margem sobre os custos de produção, independente da demanda de mercado

Aumento da participação

Maximização sobre os custos de produção

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica7

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

  • Aplicações da análise microeconômica

    A análise microeconômica, ou Teoria dos Preços, como parte da Ciência Econômica, preocupa-se em explicar como se determina o preço dos bens e serviços, bem como dos fatores de produção. O instrumental microeconômico procura responder, também, a questões aparentemente triviais; por exemplo, por que, quando o preço de um bem se eleva, a quantidade demandada desse bem deve cair, coeteris paribus.

Túlio Melo


B pressupostos b sicos da an lise microecon mica8

b) Pressupostos básicos da análise microeconômica

  • Aplicações da análise microeconômica

    Entretanto, deve-se salientar que, se a Teoria Microeconômica não é um manual de técnicas para a tomada de decisões do dia-a-dia, mesmo assim ela representa uma ferramenta útil para estabelecer políticas e estratégias, dentro de um horizonte de planejamento, tanto ao nível de empresas quanto ao nível de política econômica.

Túlio Melo


A n vel de empresas a an lise microecon mica pode subsidiar as seguintes decis es

A nível de empresas, a análise microeconômica pode subsidiar as seguintes decisões:

·Política de preços da empresa

·  Previsões de demanda e de faturamento

·  Previsões de custos de produção

· Previsões ótimas de produção (escolha da melhor alternativa de produção, isto é, da melhor combinação de fatores de produção)

· Avaliação e elaboração de projetos de investimentos (análise custo-benefício da compra de equipamentos, ampliação da empresa etc.)

· Política de propaganda e publicidade (como as preferências dos consumidores podem afetar a procura dos produtos)

· Localização da empresa (se a empresa deve situar-se próxima aos centros consumidores ou aos centros fornecedores de insumos)

· Diferenciação de mercados (possibilidades de preços diferenciados, em diferentes mercados consumidores do mesmo produto)

Túlio Melo


Economia

Política econômica, a Teoria Microeconômica pode contribuir na analise de decisões das seguintes questões:

· Efeitos de impostos sobre mercados específicos

· Política de subsídios (nos preços de produtos como trigo e leite, ou na compra e insumos como máquinas, fertilizantes etc.)

· Fixação de preços mínimos na agricultura

· Controle de preços

·  Política salarial

·  Política de tarifas públicas (água, luz etc.)

·  Política de preços públicos (petróleo, aço etc.)

Leis antitruste (controle de lucros de monopólios e oligopólios)

Túlio Melo


Interdisciplinaridade

Interdisciplinaridade

Evidentemente, a contribuição da Microeconomia está associada à utilização de outras disciplinas, como a Estatística, a Matemática Financeira, a Contabilidade e mesmo a engenharia, de forma a dar conteúdo empírico a suas formulações e conceitos teóricos.

Túlio Melo


Economia

UNIDADE III

Demanda, Oferta e

Equilíbrio de Mercado

Túlio Melo


Economia

Unidade IIIDemanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado

Utilidade do consumidor

  • A utilidade refere-se à forma como os consumidores fazem a hierarquia dos diferentes bens e serviços (em função da satisfação que proporcionam).

  • A utilidade é uma construção económica que permite compreender como os consumidores racionais repartem os seus recursos limitados entre os bens que lhes proporcionam satisfação.

  • A teoria da procura considera que os consumidores maximizam a sua utilidade, o que significa que escolhem o conjunto de bens que mais lhes agrada.

Túlio Melo


Economia

Escolha e teoria da utilidade Utilidade marginal

Utilidade marginal

  • Utilidade marginal corresponde à utilidade adicional que se consegue com o consumo de uma quantidade adicional de um bem.

Lei da utilidade decrescente

  • Segundo a lei da utilidade decrescente, à medida que a quantidade consumida de um bem aumenta a utilidade marginal desse bem tende a diminuir

Túlio Melo


Economia

Escolha e teoria da utilidadeUtilidade e utilidade marginal decrescente

Túlio Melo


Economia

Escolha e teoria da utilidadeUtilidade e utilidade marginal decrescente

Túlio Melo


Economia

Escolha e teoria da utilidade Substitutos e complementos

Dois bens dizem-se substitutos se o aumento do preço de um leva ao aumento da procura do outro (exemplo: vaca e frango)

Dois bens dizem-se complementares se o aumento do preço de um leva à diminuição da procura do outro (exemplo: automóveis e gasolina)

Dois bens dizem-se independentes se a variação do preço de um não afetar a procura do outro (exemplo: petróleo e arroz)

Túlio Melo


Economia

Excedente do consumidorA satisfação do consumidor é superior à quantia paga

Túlio Melo


Unidade iii demanda oferta e equil brio de mercado

Unidade IIIDemanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado

b) Demanda

  • Conceito

    • Expressa o desejo que as pessoas têm de consumir bens e serviços aos preços de mercado por unidade de tempo, mantendo-se os outros fatores constantes (ceteris paribus).

    • Expressa a relação entre as quantidades de um determinado bem ou serviço e seus preços alternativos.

Túlio Melo


Demanda

Demanda

  • Fatores deslocadores da demanda:

    • Preços de produtos substitutos (Ps);

    • Preços de produtos complementares (Pc);

    • Renda dos consumidores (R);

    • Expectativas futuras quanto aos preços futuros, abastecimento (E);

    • Condições climáticas como temperatura, precipitações (C);

    • Mudança nas preferências dos consumidores (G);

    • Tradições, aspectos culturais e religiosos (T);

    • Número de compradores potenciais ou população (POP);

    • Outros.

Túlio Melo


Demanda1

Demanda

  • Preços dos bens substitutos:

    • Entre peixe e frango, o aumento do preço do frango faz o consumo do peixe aumentar.

  • Preços dos bens complementares:

    • Entre peixe e arroz, o aumento do preço do arroz faz o consumo do peixe diminuir.

R$ 2,80

R$ 10,0

R$ 9,90

R$ 7,90

R$ 2,59

+

R$ 2,65

+

Túlio Melo

R$ 10,0


Demanda2

Demanda

  • Renda dos consumidores:

    • Um aumento na renda do consumidor faz o consumo de bens e serviços aumentar.

  • Expectativas futuras:

    • A expectativa otimista para o comportamento da economia faz os produtores aumentarem a produção.

Túlio Melo


Demanda3

Demanda

  • Condições climáticas:

    • Condições climáticas desfavoráveis compromete a produção e comercialização de produtos agrícolas.

  • Gostos dos consumidores:

    • Maior preferência por peixe faz o consumo de peixe aumentar.

Túlio Melo


Demanda4

Demanda

  • Tradições e aspectos culturais e religiosos:

    • Tradição cristã de comer peixe durante a Semana Santa faz o consumo de peixe aumentar no período.

  • Número de consumidores:

    • Aumento no número de consumidores faz aumentar o consumo de bens e serviços.

BACALHAU

Túlio Melo


Demanda5

Demanda

  • Representação gráfica:

Curva de Demanda:

Representa a relação entre os preços alternativos e quantidades demandada do bem por unidade de tempo, ceteris paribus.

(kg)

Túlio Melo


Lei da demanda

Lei da Demanda

  • Um aumento no preço do produto levará à redução na sua quantidade demandada, enquanto que uma queda no preço do bem causará um aumento na quantidade demandada, vice-versa.

  • Isto ocorre por que à medida que as pessoas consomem mais de um bem, tendem a valorizar menos cada unidade adicional do produto (Princípio da Utilidade Marginal Decrescente).

P

Q

Túlio Melo


Lei da demanda1

Lei da Demanda

$

A

P1

B

P0

DEMANDA

Q1

Q0

Q

Túlio Melo


Demanda6

Demanda

  • Demanda ≠ Quantidade Demandada

$

Quantidade Demandada

Demanda: refere-se a curva toda;

Quantidade demandada: refere-se a um ponto sobre a curva de demanda

A

3

B

2

DEMANDA

150

175

Q

Túlio Melo


Demanda7

Demanda

  • Mudança na Demanda:

    • Deslocamento da curva como um todo determinado por mudança nos fatores deslocadores da demanda.

AUMENTO DA DEMANDA

P

A

B

P*

D1

  • Exemplo:

    • Aumento na renda do consumidor;

    • Aumento no número de consumidores.

D0

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Demanda8

Demanda

  • Mudança na Quant. Demandada:

    • Deslocamento sobre a curva de demanda determinado por mudança no preço do próprio produto.

P

A

P*

  • Exemplo:

    • Diminuição do preço de P* para P’

B

P’

D0

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Demanda9

Demanda

  • Mudanças na demanda:

P

AUMENTO DA DEMANDA

  • Aumento na renda do consumidor:

    R0< R1

A

B

P*

D1

  • Aumento da demanda deslocamento da curva de demanda para direita

D0

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Demanda10

Demanda

  • Mudanças na demanda:

P

DIMINUIÇÃO DA DEMANDA

  • Diminuição no número de consumidores:

    N0> N1

A

B

P*

  • Diminuição da demanda deslocamento da curva de demanda para esquerda

D0

D1

Q

Q0

Q1

Túlio Melo


Demanda11

Demanda

P

MERCADO DO FRANGO

B

P1

  • Mudanças na demanda:

A

P0

Dfrango

  • Aumento no preço do frango:

    P0< P1

Q1

Q0

Q

a

P

MERCADO DO PEIXE

b

  • a. Diminuição da quantidade demandada de frango

  • b. Aumento da demanda deslocamento da curva de demanda de peixe para direita

A

B

P*

D1

D0

Túlio Melo

Q0

Q1

Q


Demanda12

Demanda

P

MERCADO DO ARROZ

B

P1

  • Mudanças na demanda:

A

P0

Darroz

  • Aumento no preço do arroz:

    P0< P1

Q1

Q0

Q

a

P

MERCADO DO PEIXE

  • a. Diminuição da quantidade demandada de arroz

  • b. Diminuição da demanda deslocamento da curva de demanda de peixe para esquerda

A

B

P*

b

D0

D1

Túlio Melo

Q1

Q0

Q


C oferta de mercado

c. Oferta de Mercado

  • Conceito:

    • Representa o desejo dos produtores em produzir e colocar um produto no mercado por unidade de tempo.

    • Expressa uma relação entre as quantidades vendidas de um determinado bem ou serviço e os preços alternativos de mercado por unidade de tempo, ceteris paribus.

Túlio Melo


Oferta

Oferta

  • Fatores deslocadores da oferta:

    • Custo de produção através de mudanças no nível de preços dos fatores de produção (C);

    • Mudança no nível tecnológico pela aplicação de uma melhor forma de combinar os fatores de produção (NT);

    • Condições climáticas que afetem os níveis de produção (escassez de precipitações, geadas, altas ou baixas temperaturas) (CC);

    • Os preços de produtos que concorrem pelos mesmos fatores de produção na fazenda (PP);

    • As expectativas futuras sobre as condições de mercado (oferta e demanda, preços de bens complementares e substitutos) (EF).

Túlio Melo


Oferta1

Oferta

  • Custo de produção (C);

    • Quanto maior o custo de produção menor será a oferta do produto;

  • Nível tecnológico (NT);

    • Quanto mais avançado o nível tecnológico, maior será a oferta do produto.

Túlio Melo


Oferta2

Oferta

  • Condições climáticas (CC):

    • Quanto mais favoráveis as condições climáticas maior será a oferta do produto;

  • Os preços de produtos concorrentes (PP):

    • Quanto maior for a competição pelos fatores de produção menor será a oferta de uma produto particular.

Túlio Melo


Oferta3

Oferta

  • As expectativas futuras (EF):

    • Quanto mais prováveis forem as expectativas futuras dos produtores quanto à elevação dos preços, maior será a oferta do produto.

Túlio Melo


Oferta4

Oferta

Preço

OFERTA

Curva de Oferta:

Representa a relação entre os preços alternativos e quantidades ofertadas do bem por unidade de tempo, ceteris paribus.

8,00

7,00

6,00

5,00

4,00

3,00

2,00

2

4

6

8

10

12

Quantidade / tempo

Túlio Melo


Oferta5

Oferta

  • Lei da Oferta:

    • Aumento no preço do produto aumenta a quantidade ofertada enquanto que, uma diminuição no preço leva à redução na quantidade ofertada, ceteris paribus.

P

Q

Túlio Melo


Lei da oferta

Lei da Oferta

Preço

OFERTA

B

6,00

A

4,00

4

8

Quantidade / tempo

Túlio Melo


Oferta6

Oferta

  • Oferta ≠ Quantidade Ofertada

Quantidade Ofertada

$

OFERTA

Oferta: refere-se a curva toda;

Quantidade ofertada: refere-se a um ponto sobre a curva de oferta.

B

6,00

A

4,00

Túlio Melo

Q/t

4

8


Oferta7

Oferta

  • Mudança na Oferta:

    • Deslocamento da curva como um todo determinado por mudança nos fatores deslocadores da oferta.

P

S0

S1

A

B

P*

AUMENTO DA OFERTA

  • Exemplo:

    • Diminui dos custos de produção;

    • Condições climáticas favoráveis à produção.

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Oferta8

Oferta

  • Mudança na Quant. Ofertada:

    • Deslocamento sobre a curva de oferta determinado por mudança no preço do próprio produto.

P

S0

B

P’

A

  • Exemplo:

    • Aumento no preço de P* para P’

P*

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Oferta9

Oferta

S1

  • Mudanças na oferta:

P

S0

  • Aumento do salário da mão-de-obra:

    R0< R1

A

B

P*

  • Diminuição da oferta deslocamento da curva de oferta para esquerda

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Oferta10

Oferta

  • Mudanças na oferta:

P

S0

S1

  • Diminuição do ICMS:

    ICMS0> ICMS1

A

B

P*

  • Aumento da oferta deslocamento da curva de oferta para direita

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Oferta11

Oferta

  • Mudanças na oferta:

P

S0

  • Condições favoráveis à produção:

    • Preciptações, Ph, salinidade etc.

S1

A

B

P*

  • Aumento da oferta deslocamento da curva de oferta para direita

Q

Q1

Q0

Túlio Melo


Oferta12

Oferta

S1

  • Mudanças na oferta:

P

S0

B

A

P0

  • Expectativas futuras de queda de preço do produto:

    P0> P1

C

P1

  • Diminuição da oferta  deslocamento da curva de oferta para esquerda

Q

Q1

Q0

Q*

Túlio Melo


Demanda e mercado

Demanda e mercado

Túlio Melo


D equil brio de mercado

d. Equilíbrio de mercado

É um ponto único, no qual a quantidade que os consumidores desejam comprar é exatamente igual à quantidade que os produtores desejam vender. Quando ocorre excesso de oferta, os vendedores acumularão estoques não planejados e terão que diminuir seus preços, concorrendo pelos escassos consumidores. No caso de excesso de demanda, os consumidores estarão dispostos a pagar mais pelos produtos escassos. Consumidores e empresa, sem qualquer interferência do governo, tendem a encontrar sozinhos uma posição de equilíbrio, mediante o mecanismo de preços, ou seja, da lei da oferta e procura. 

Túlio Melo


Economia

Por exemplo:

1.Se uma empresa produz calças e camisas, e o preço das calças sobe para R$ 60,00, a empresa passará a produzir mais calças e menos camisas, pois poderá lucrar mais com as calças. Muitos tomarão a mesma decisão, e isso aumentará a quantidade de calças ofertadas no mercado.

2.A empresa produz somente saias, mas com o aumento  do  preço  das  calças, ela prefere deixar de produzir as saias e entrar no mercado de calças, assim, passará a produzir calças, o que levará a um aumento da oferta de calças no mercado.

3.Isso causa um excesso de oferta do produto no mercado, pois muitos consumidores não estarão dispostos a adquirir a mercadoria pelo preço de R$ 60,00. Veja no gráfico que a quantidade ofertada é de 15.000 unidades, mas a quantidade demandada (adquirida pelos consumidores) é de apenas 8.000 unidades. Isso causa um excesso de oferta de 7.000 unidades e há, portanto, um desequilíbrio no mercado.

Túlio Melo


Equil brio de mercado

Equilíbrio de Mercado

Túlio Melo


I a lei da oferta e procura tend ncia de equil brio

i. A lei da oferta e procura: tendência de equilíbrio

Este é um caso onde há um excesso de oferta e uma escassez de demanda. O preço do produto no mercado está em R$ 60,00. Com isso, alguns produtores se sentem estimulados a ofertar uma quantidade maior da mercadoria, e mais produtores tendem a entrar neste mercado devido ao preço estar em nível elevado. 

Túlio Melo


D equil brio de mercado1

d. Equilíbrio de Mercado

Túlio Melo


Economia

Quando há excesso de oferta, a tendência é ocorrer uma queda no preço do produto.  É a lei da oferta e procura. Muito produto para pouco comprador ocasiona uma concorrência, por parte dos produtores, em busca dos consumidores.

Com isso, alguns produtores passarão a ofertar o produto a um preço menor, isso fará com que mais consumidores estejam dispostos a adquirir a mercadoria àquele preço, e esse processo continua até atingir um preço de equilíbrio.

No gráfico é fácil visualizar este comportamento. Conforme o preço da mercadoria vai caindo (ponto azul), a quantidade ofertada também vai diminuindo (ponto vermelho)

Túlio Melo


Equil brio de mercado1

Equilíbrio de Mercado

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

O governo intervém na formação de preços de mercado, a nível microeconômico, e quando fixa impostos e subsídios, estabelecem critérios de reajustes do salário mínimo, fixa preços mínimos para produtos agrícolas decreta tabelamentos ou ainda congelamento de preços e salários.

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado1

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

i. Estabelecimento de Impostos:

É sabido que quem recolhe a totalidade do tributo é a empresa, mas isso não quer dizer que é ela quem efetivamente paga. Assim, saber sobre quem recai efetivamente o ônus do tributo é uma questão da maior importância na análise dos mercados.

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado2

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

Os tributos se dividem em impostos, taxas e contribuições de melhoria. O impostos dividem-se em:

  • Impostos Indiretos: impostos incidentes sobre o consumo ou sobre as vendas. Exemplo: Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

  • Impostos Diretos: Impostos incidentes sobre a renda. Exemplo: Imposto de Renda.

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado3

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

Entre os impostos indiretos destaca-se:

  • Imposto Específico: Recai sobre a unidade vendida. Exemplo: para cada carro vendido, recolhe-se, a título de imposto, R$ 5.000 ao governo (esse valor é fixo e independente do valor da mercadoria).

  • Imposto ad valorem: é um percentual (alíquota) aplicado sobre o valor de venda. Exemplo: supondo a alíquota do IPI sobre automóveis de 10 %, se o valor do automóvel for de R$ 50.000, o valor do IPI será de R$ 5.000; se o valor aumentar para R$ 60.000, o valor do IPI será de R$ 6.000. Assim, como se pode notar, a alíquota permanece inalterada em 10%, enquanto o valor do imposto varia com o preço do automóvel

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado4

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

ii.Política de preços mínimos na agricultura:

Trata-se de uma política que visa dar garantia de preços ao produtor agrícola, com propósito de protegê-lo das flutuações dos preços no mercado, ou seja, ajudá-lo diante de uma possível queda acentuada de preços e consequentemente da renda agrícola. O governo, antes do início do plantio, garante um preço que ele pagará após a colheita do produto.

Túlio Melo


E interfer ncia do governo no equil brio de mercado5

e. Interferência do Governo no equilíbrio de mercado

iii.Tabelamento:

Refere-se à intervenção do governo no sistema de preços de mercado visando coibir abusos por parte dos vendedores, controlar preços de bens de primeira necessidade ou então refrear o processo inflacionário, como foi adotado no Brasil ( Planos Cruzado, Bresser etc.), quando se aplicou o congelamento de preços e salários.

Túlio Melo


F conceito de elasticidade

f. Conceito de Elasticidade

Na teoria econômica o conceito de elasticidade significa sensibilidade. Na realidade, a elasticidade mostra quão sensíveis são os consumidores de um produto X (ou seus produtores), quando seu preço sofre uma variação para mais ou para menos.

Em outras palavras,a elasticidade serve para medir a reação - grande ou pequena - desses consumidores (ou produtores) diante de uma variação do preço do produto X.

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I a elasticidade pre o da demanda

i.A Elasticidade-Preço da Demanda

  • Neste caso, teríamos a chamada, elasticidade-preço da demanda (ou no caso dos produtores, elasticidade-preço da oferta) por este produto.

  • Podemos observar que as pessoas reagem com intensidade diferente diante de variações de preços dos diferentes produtos.

  • Se o sal sobe de preço, as pessoas não deixarão de comprá-lo por causa disso e, provavelmente nem reduzirão a quantidade comprada desse produto, já que o sal é essencial para elas.

Túlio Melo


I a elasticidade pre o da demanda1

i.A Elasticidade-Preço da Demanda

  • Na realidade, a reação das pessoas a uma variação de preços depende muito do tipo de produto que elas vão consumir ou comprar.

  • Em alguns casos, a reação pode ser muito grande, intensa e, em outro muito pequena e em, poucos casos nem reação há.

  • Observe que é muito importante para um produtor/vendedor saber a reação do seu consumidor quando deseja alterar o preço do seu produto para mais ou para menos.

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Economia

Túlio Melo


Economia

Túlio Melo


Economia

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I a elasticidade pre o da demanda2

i.A Elasticidade-Preço da Demanda

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Classificando bens com a elasticidade pre o da demanda

CLASSIFICANDO BENS COM A ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA

  • 1. ELÁSTICOS

  • Se a elasticidade-preço do bem for maior que 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é elástica. A variação percentual na quantidade excede a variação percentual no preço. Ou seja, os consumidores são bastante sensíveis a variações no preço.

  • 2. INELÁSTICOS

  • Se a elasticidade-preço do bem for menor que 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é inelástica. A variação percentual na quantidade é menor que a variação percentual no preço. Ou seja, os consumidores são relativamente insensíveis a variações no preço.

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I a elasticidade pre o da demanda3

i.A Elasticidade-Preço da Demanda

  • 3. ELASTICAMENTE UNITÁRIOS

  • Se a elasticidade-preço do bem for igual a 1,00 diz-se que a demanda por esse bem é de elasticidade neutra. A variação percentual na quantidade é igual à variação percentual no preço.

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Elasticidade e bens substitutos

ELASTICIDADE E BENS SUBSTITUTOS

  • A elasticidade-preço da demanda para um bem em particular é influenciada pela disponibilidade ou não de bens substitutos.

  • Quanto mais bens substitutos estiverem disponíveis mais elástica é a demanda, se não há bens substitutos a demanda é inelástica.

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Outros determinantes da elasticidade

OUTROS DETERMINANTES DA ELASTICIDADE

  • Tempo

  • Elasticidade de Curto-Prazo e Elasticidade de Longo-Prazo. Quanto mais tempo os consumidores tiverem para procurar substitutos maior será a intensidade de sua reação.

  • Espaço

  • A elasticidade de um mercado é diferente da elasticidade de uma única firma. A elasticidade do mercado diz quanto a quantidade global mudará se o preço geral mudar mas se uma única empresa muda seu preço a elasticidade é outra.

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Elasticidade pre o da demanda

Elasticidade-preço da demanda

  • Participação no Orçamento

  • Se um bem representa pouco do orçamento total do consumidor a reação será menor a variações de preço.

  • Exemplo: aumento de 10% no preço do lápis. Aumentou de R$ 1,00 para R$ 1,10. Poucas pessoas deixaram de comprar lápis por isso. Entretanto, se o bem tem um participação razoável no orçamento então as reações serão maiores.

  • Exemplo: O preço do automóvel subiu 10%. Aumentou de R$ 15.000,00 para R$ 16,500,00. Mais pessoas irão reagir a essa mudança. A demanda será mais elástica.

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Elasticidade pre o da demanda1

Elasticidade-Preço da Demanda

  • Bens Necessários versos bens supérfluos

  • Para bens essenciais como pão, arroz, feijão, etc a demanda é mais inelástica. Para bens de luxo a demanda é mais elástica.

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Usando a elasticidade pre o da demanda

USANDO A ELASTICIDADE-PREÇO DA DEMANDA

  • Em geral o aumento de preço tem dois efeitos, do ponto de vista do empresário:

  • Efeito Positivo de vender a um preço mais alto.

  • Efeito Negativo de vender menos.

  • A decisão de aumentar ou não dependerá de qual dos efeitos supera o outro.

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Prevendo mudan as no pre o usando elasticidades

PREVENDO MUDANÇAS NO PREÇO USANDO ELASTICIDADES

  • Quando oferta ou demanda mudam pode-se traçar um diagrama para saber a direção da mudança do preço de equilíbrio.

  • Esse diagrama dirá tudo sobre direções, mas, quando se deseja saber o quanto o preço mudará faz-se uso das elasticidades.

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Prevendo mudan as no pre o usando elasticidades1

PREVENDO MUDANÇAS NO PREÇO USANDO ELASTICIDADES

  • Sabendo-se as elasticidades de demanda e oferta, a variação nos preços, resultante de um aumento na quantidade demandada será dada pela divisão do percentual de mudança na demanda pela soma das elasticidades de oferta e demanda:

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Resumo

Resumo

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Determinantes da elasticidade pre o da demanda

Determinantes da Elasticidade-Preço da Demanda

  • A demanda tende a ser mais elástica. . .

    • se o bem for de luxo .

    • quanto maior for o período de tempo.

    • quanto maior for o número de bem substitutos.

    • quanto mais restrito for definido o mercado.

  • A demanda tende a ser mais inelástica . . .

    • se o bem for uma necessidade.

    • quanto menor for o período de tempo.

    • quanto menor for o número de bens substitutos.

    • quanto mais amplo for definido o mercado.

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4 produ o e custos a teoria da produ o

4) PRODUÇÃO E CUSTOSa)Teoria da Produção

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Economia

Teoria da Produção: trata das relações tecnológicas e físicas entre a quantidade produzida e as quantidades de insumos utilizadas na produção.

Produção é o processo pelo qual uma firma transforma os fatores de produção adquiridos em produtos ou serviços para a venda no mercado.

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Função oferta: conceito econômico (produção; preços dos fatores produtivos-insumos).

Função produção: conceito “físico” ou “tecnológico” (quantidades físicas e fatores de produção).

Escolha da Eficiência

-Técnica (tecnologia) – produção com menos quantidade física de fatores de produção.

-Econômica – produção com menos custos.

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Função de Produção

É a relação técnica entre a quantidade física de fatores de produção e a quantidade física do produto em determinado período de tempo.

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Curto prazo: período no qual existe pelo menos um fator de produção fixo.

Longo prazo: todos os fatores variam.

Fatores fixos: Permanecem inalterados quando a produção varia.

Fatores variáveis: se alteram com a variação da quantidade produzida.

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Economias de Escala

a)Rendimentos crescentes a escala

Se todos os fatores de produção crescerem numa mesma proporção, a produção cresce numa proporção maior.

b)Rendimentos decrescentes de escala

Ocorre quando todos os fatores de produção crescem numa mesma proporção, e a produção cresce numa proporção menor.

c)Rendimentos constantes de escala

Se todos os fatores crescem em dada proporção, a produção cresce na mesma proporção. As produtividades médias dos fatores de produção permanecem constante.

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b) Custos de Produção

i) Introdução

Para realizar o processo produtivo, as empresas precisam arcar com as despesas de produção, despesas essas que são definidas, em linguagem mais técnica, como Custos de Produção.

A firma, quando da realização de seu processo produtivo, sempre procura otimizar seu comportamento, isto é, produzir sempre da melhor maneira possível. Ao fazer isso, a empresa opera dentro da hipótese de racionalidade; a Teoria Econômica considera que, nesse caso, a empresa atende a sua conduta de otimização.

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Custos de Produção

Assim, para cada nível de produção, a empresa realiza sempre um nível ótimo de custos. Considerando essas observações, podemos conceituar o Custo Total de Produção, como sendo o custo da combinação mais econômica dos fatores por meio da qual se obtém essa quantidade do produto.

É importante ainda que se possa diferenciar a noção de Custo Social de Produção da noção de Custo Privado de Produção.

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Custos de Produção

O Custo Social de Produção é decorrente de uma análise macroeconômica e se constitui no custo que toda a sociedade deve suportar para que os recursos limitados sejam usados para produzir bens e serviços a serem colocados a sua disposição.

Já o Custo Privado de Produção decorre de uma análise microeconômica, e se constitui no gasto explícito realizado pela empresa para a aquisição dos recursos necessários.

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ii) Custos a Curto Prazo

Como já citado anteriormente, a curto prazo, alguns fatores são fixos, qualquer que seja o nível de produção. Normalmente, consideramos como fator fixo a planta da empresa e os equipamentos de capital.

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Custos fixos e custos variáveis

Os Custos Totais de Produção são subdivididos em dois tipos: custos fixos totais (CFT) e custos variáveis totais (CVT).

Custo Variável Total: parcela do custo que varia, quando a produção varia. É a parcela dos custos da empresa que depende da quantidade produzida., ou seja, são os gastos com fatores variáveis de produção, como folha de pagamento, despesas com matérias-primas etc.

Custo Fixo Total: parcela do custo que se mantém fixa, quando a produção varia, ou seja, são os gastos com fatores fixos de produção, como aluguéis, depreciação etc.

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Custos

Totais

$

CT = CVT + CFT

CVT

CFT

Quantidade produzida

Custo Total

O Custo Total de Produção ou simplesmente Custo Total é a soma do custo variável total com o custo fixo total.

Figura 1 - Custos Totais

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Custo Total Médio, Custo Variável Médio e Custo Fixo médio

São conceitos de custos por unidade de produção:

Custo Médio (CME ou CTMe) = CT / q

Custo Variável Médio (CVMe) = CVT / q

Custo Fixo Médio = CFT / q

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Custos Médios

$

CTMe

CVMe

Tende a zero, pois CFMe = CFT/q. Como q tende ao infinito, CFMe tende a zero.

Como CFMe tende a zero, quando q aumenta, segue-se que o CVMe tende a igualar-se ao CTMe, pois CTMe = CVMe + CFMe.

CFMe

q

Figura 2 - Custos Médios

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Custos Médios

O formato em U das curvas de CTMe e CVMe a curto prazo também se deve à lei dos rendimentos decrescentes, ou lei dos custo crescente. Inicialmente, os custos médios são declinantes, pois tem-se pouca mão-de-obra para um relativamente grande equipamento de capital. Até certo ponto, é vantajoso absorver mais trabalhadores e aumentar a produção, pois o custo médio cai. No entanto, chega-se a certo pronto em que satura a utilização de capital (que está fixado) e a admissão de mais trabalhadores não trará aumentos proporcionais de produção, ou seja, os custos médio ou unitários começam a elevar-se.

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Custo Marginal

Diferentemente dos custos médios, os custos marginais referem-se às variações de custo, quando se altera a produção. É obtido pela divisão da variação do custo total pela variação da quantidade produzida. O custo marginal pode também ser definido como o custo adicional de uma unidade de produção. Em termos matemáticos, é definido como a derivada primeira da curva custo total.

CMg = (CT2 - CT1) / (q2 - q1)

CMg = CT ’

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Custos a longo prazo

Quanto ao conceito de custo a longo prazo, sua existência se vincula à variação de todos os fatores de produção.

As curvas de longo prazo são chamadas de curvas de planejamento que são denominadas horizontes de planejamento.

O longo prazo vai consistir em todas as situações possíveis de curto prazo entre as quais uma empresa pode fazer suas escolhas.

O empresário escolherá, dentre os vários tamanhos que definem os custos unitários de curto prazo, a instalação capaz de produzir a mercadoria ao menor custo médio ou unitário.

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Economia

A longo prazo, também o capital e todos os demais fatores variam, as empresas podem expandir-se, o mesmo ocorrendo com a indústria1 como um todo.

Assim, cada empresa da indústria poderá aumentar a área construída ou os equipamentos de suas unidades de produção.

Indústria é aqui usada como um conjunto de empresas que produzem um produto homogêneo.

Custos a longo prazo

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O governo de itamar franco 1992 1994

O GOVERNO DE ITAMAR FRANCO (1992 - 1994)

Teve atuação destacada em 1992 na transição pacífica do governo COLLOR para o governo de ITAMAR FRANCO. FHC foi, de 1992 a 1993, Ministro das Relações Exteriores de Itamar

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Plano Real

Mudou o rumo da história. Desarmou o sistema de indexação, restabeleceu a confiança deixando claro,que governo não faria loucuras na economia, assim, virou uma página complicada da história brasileira.

As notas de Real, que se

tornaram a moeda nacional em 1994

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica1

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Criação do Plano Real

A primeira fase, que durou do final de 1993 a fevereiro de 1994 consistiu na batalha por aprovar no Congresso medidas que assegurassem um mínimo de controle sobre as contas públicas.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica2

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Criação do Plano Real

A segunda fase transcorreu de fevereiro a junho de 1994 e foi marcada pela progressiva cotação dos preços em URV, uma unidade real de valor, ou seja, uma referência estável de valor. O cruzeiro novo não saiu de cena de imediato.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica3

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Criação do Plano Real

A terceira fase começa com a emissão da nova moeda, o Real, em lugar dos cruzeiros novos. A URV foi a parteira do Real, amparou sua chegada ao mundo.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica4

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Razões do sucesso

A primeira é que a sociedade brasileira havia chegado a um ponto máximo de saturação com a inflação, a tal ponto que mesmo os setores e grupos que se beneficiavam dela estavam dispostos a virar aquela página da história

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Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Razões do sucesso

A segunda é o aprendizado com a experiência fracassada dos planos anteriores (alguns dos "pais do Real" participaram do Cruzado 1).

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica6

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Razões do sucesso

A terceira é que a economia brasileira já era mais aberta às importações do que nas vezes anteriores (e a possibilidade de importação disciplina os preços internos).

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica7

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Razões do sucesso

A quarta foi a questão política, a liderança do ministro da fazenda e depois presidente Fernando Henrique Cardoso, que conseguiu reunir uma equipe econômica qualificada, convencer o presidente Itamar Franco, mobilizar força política na sociedade e no Congresso Nacional.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica8

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Desenrolar do Plano

Ajuste Fiscal - Combinando aumento de impostos e cortes nos gastos públicos, o governo procurou reduzir o desequilíbrio entre a arrecadação e os gastos públicos.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica9

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Desenrolar do Plano

Desindexação da Economia os agentes econômicos passaram a indexar preços a índices de inflação, criando um círculo vicioso de aumento de preços. A Unidade Real de Valor U.R.V, foi a forma de eliminar a memória inflacionária, definida diariamente através de um cálculo usando como base uma média diária de inflação através de uma cesta de índices inflacionários.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica10

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Desenrolar do Plano

Política Monetária (Restritiva) o governo tomou diversas medidas para restringir a atividade econômica interna, como aumento da taxa básica de juros e aumento dos depósitos compulsórios.

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Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Desenrolar do Plano

Política Fiscal: redução Pontual das Tarifas de Importação - para evitar pressões inflacionárias relacionadas ao excesso de demanda, as tarifas de importação de alguns produtos foram baixadas.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica12

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Desenrolar do Plano

Política Cambial: câmbio artificialmente valorizado - o real foi mantido supervalorizado para evitar aumento de preços dos produtos importados e manter alta a oferta interna de produtos (via redução das exportações e aumento das importações).

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica13

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

O Plano Real foi um marco da economia brasileira, tendo interrompido um ciclo inflacionário de décadas e criando as bases para o crescimento econômico de longo prazo. Trouxe a modernização da economia, junto com a credibilidade externa para uma economia que, até o final dos anos 80, era considerada sem solução.

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica14

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Durante a vigência do Plano Real, o país sofreu várias crises econômicas internacionais e nacionais, como a mexicana (1994), a asiática (1997), a russa (1998), a desvalorização cambial de 1999 e a crise argentina (2001).

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Fim da infla o e conquista da estabilidade econ mica15

Fim da inflação e conquista da estabilidade econômica

Em dezembro de 1998, o congresso não aprova a taxação dos servidores inativos, um dos itens fundamentais para o ajuste fiscal. Concomitantemente alguns governos estaduais passam a fazer oposição ativa ao governo.

Não conseguindo mais conter a saída de capital e para não exaurir as reservas cambiais, em janeiro de 1999 o governo abandona o sistema de bandas cambiais e deixa a taxa de câmbio flutuante (livre). Em dois meses, o Real se desvaloriza cerca de 40%. O risco país cresce a níveis alarmantes e a situação piora muito mais na segunda metade de 2002 com a proximidade vitória do candidato de oposição Luis Inácio Lula da Silva.

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O esc ndalo da parab lica

O escândalo da parabólica

Foi resultado de uma transmissão televisiva vazada em 1 de setembro de 1994, de uma conversa entre o embaixador Rubens Recupero, então ministro da Fazenda do Brasil, e o jornalista da Rede Globo Carlos Monforte, afirmando que "o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde", enquanto se preparavam para entrar no ar ao vivo no Jornal da Globo daquele dia, por meio do canal privativo de satélite da Rede Globo, acessível pelos lares com antena parabólica. A gravação dessa conversa foi feita e amplamente divulgada nos telejornais do dia seguinte.

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