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NOÇÕES DE IMPLANTAÇÃO ISO SÉRIE 14.000. SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL. Compreende um conjunto de atividades administrativas e operacionais para abordar os problemas ambientais atuais ou para evitar o seu surgimento .

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Sistema de gest o ambiental
SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL

  • Compreende um conjunto de atividadesadministrativas e operacionaisparaabordarosproblemasambientaisatuaisouparaevitar o seusurgimento.

  • OBS; ações ambientais episódicas não configura um SGA, propriamente dito, ainda que exija investimento de quantias vultosas

  • Devemos partir do princípios que o SGA é um sistema holístico


Hist rico dos primeiros sistemas de ga
HISTÓRICO DOS PRIMEIROS SISTEMAS DE GA

  • Inicialmente o tema foi discutido por inúmeras organizações nacionais e internacionais como;

  • ConfederationofBritrishIndustry(CBI)

  • Coalision for EnvironmentallyResponsibleEconomies (CERES)

  • Global Enviromental Management Initiative (GEMI)

  • PublicEnviromentalReportingInitiative (PERI)

  • International Network for Enviromental Management (INEM)


  • EuropeanPetroleumIndustryAssociatins (EUROPIA)

  • AmericanPetroleumInstitute (API)

  • British Standards Institution (BSI)

  • Prince ofWales Business LeadersForum (PWBLF)

  • ChemicalManufacturesAssociation (CMA)

  • InternationalOrganization for Standardization (ISO), dentre outras. São iniciativas destinadas a estabelecer um padrão de gerenciamento ambiental aplicável por diferentes segmentos econômicos.



Diretrizes com elementos comuns nessas organiza es
DIRETRIZES COM ELEMENTOS COMUNS NESSAS ORGANIZAÇÕES

  • Declaração de políticas que indiquem o comprometimento geral da organização com a melhoria do desempenho ambiental, incluindo conservação e proteção dos recursos naturais, minimização de resíduos, controle da poluição e melhoria contínua.

  • Conjunto de planos e programas a implementar as políticas em toda a organização, incluindo a extensão do programa a fornecedores e clientes


  • Medição do desempenho da gestão ambiental da organização em relação aos planos e programas, auditorias e análise do progresso em direção à adoção da política.

  • Previsão de informações, educação e treinamento para melhorar a compreensão dos problemas ambientais, divulgando aspectos do desempenho ambiental da organização


  • Buscando um caminho adequado para o gerenciamento ambiental, a Câmara do Comércio internacional (ICC) publicou a carta de princípios para o desenvolvimento sustentável contendo 16 princípios como;

  • 1) reconhecer a gestão ambiental entre as mais altas prioridades das corporações e como uma determinante chave para o desenvolvimento sustentável do estabelecimento de políticas, programas e práticas para conduzir operações de uma maneira ecologicamente saudável


  • 2) integrar plenamente estas políticas, programas e práticas em cada negócio como um elemento essencial da administração em todos os níveis funcionais

  • 3) continuar melhorando as políticas, programas e o desempenho ambiental tendo em vista os futuros desenvolvimentos tecnológicos, um maior entendimento científico, as necessidades dos consumidores e aspirações legais como ponto de partida, aplicando-se os mesmos princípios internacionalmente


  • 4) Educar, treinar e motivar os empregados a conduzir suas atividades de uma maneira ecologicamente responsável

  • 5) Avaliar os impactos ambientais antes de iniciar uma nova atividade ou projeto e antes de desativar uma instalação ou deixar o local

  • 6) Desenvolver e fornecer produtos e serviços que não provoquem impactos ambientais indevidos, que sejam seguros no seu uso, eficientes no consumo de energia e recursos naturais, e que possam ser reciclados, reutilizados ou seguramente depositados


  • 7) Aconselhar e, quando necessário for, educar clientes, distribuidores e o público em geral sobre o uso, transporte, estocagem e disposição final segura dos produtos fornecidos, aplicando considerações similares aos fornecimento de serviços

  • 8) Desenvolver, conceber e operar instalações, bem como conduzir atividades tendo em vista o uso sustentável dos recursos renováveis e a disposição final responsável e segura dos resíduos


  • 9) conduzir ou financiar pesquisas sobre o impacto ambiental da matéria-prima, produtos, processos, emissões e outros resíduos associados ao empreendimento, assim como sobre meios de minimizar seus impactos negativos

  • 10) modificar manufatura, a comercialização e o uso de produtos e conduzir atividades, no sentido de prevenir a degradação do meio ambiente, de acordo com o entendimento técnico científico


  • 11) Promover a adoção destes princípios pelos prestadores de serviços e fornecedores da empresa. Quando necessário, requerer melhorias nos seus procedimentos, a fim de torná-los consistentes com os princípios da empresa, encorajando sua plena adoção

  • 12) desenvolver e manter, onde existir perigo significativo, planos emergenciais em parceria com os serviços de socorro, autoridades competentes e comunidade local, reconhecendo o potencial dos impactos além dos limites da própria instalação


  • 13) Contribuir na transferência de tecnologias ecologicamente saudáveis e de métodos gerenciais entre os setores públicos e privados

  • 14) Contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas, programas inter-governamentais e comerciais e iniciativas educacionais que garantam a proteção e a consciência ecológica

  • 15) Fomentar a transparência e o diálogo com os empregados e o público antecipando e respondendo suas preocupações quanto aos impactos e ameaças potenciais de operações, produtos, detritos e serviços, incluindo aqueles de significação global e regional


  • 16) medir o desempenho ambiental; conduzir auditorias ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.


Quadro resumo dos sistemas de gest o ambiental
QUADRO RESUMO DOS SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.


Responsabile care program
Responsabile ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.CareProgram

  • -É um programa de atuação responsável, considerado por Culley como o primeiro modelo de gestão ambiental formal.

  • Surgiu no Canadá em 1984, por iniciativa da indústria química formalizada pela Chemical Manufacturers Association


Requisitos impostos aos participantes
REQUISITOS IMPOSTOS AOS PARTICIPANTES ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.

  • Melhorar a performance em SAÚDE, SEGURANÇA E QUALIDADE AMBIENTAL

  • Estar atento a responder aos apelos da sociedade e

  • Apresentar seu progresso a esta sociedade


Na pr tica o programa consiste em
NA PRÁTICA O PROGRAMA CONSISTE EM; ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.

  • PRINCÍPIOS DIRETIVOS

  • CÓDIGOS DE PRÁTICAS GERENCIAIS

  • PAINEL PÚBLICO CONSULTIVO

  • GRUPOS DE LIDERANÇAS


Princ pios diretivos
PRINCÍPIOS DIRETIVOS ambientais e avaliações de acordo com as exigências e princípios legais e da própria empresa. Fornecer periodicamente, para a direção, acionistas, empregados, autoridades e o público em geral, informações apropriadas sobre o desempenho ambiental.

  • Princípios diretivos equivale a uma DECLARAÇÃO DE PROPÓSITOS que recomendam a adoção de GERENCIAMENTO AMBIENTAL e de TECNOLOGIAS de prevenção da poluição visando buscar;

  • 1) reconhecer e responder às preocupações da comunidade sobre as substâncias químicas e suas operações


2) Desenvolver e produzir substâncias químicas que podem ser fabricadas, transportadas, usadas e dispostas com segurança

3) Tornar a saúde, segurança e o meio ambiente uma prioridade no planejamento para todos os produtos e processos, novos e existentes

4) Transmitir prontamente, a empregados, clientes e órgãos oficiais e à sociedade, informações sobre substâncias químicas que possam trazer riscos à saúde ou ao meio ambiente, bem como as medidas preventivas indicadas


5) Aconselhar os consumidores quanto ao uso, transporte e disposição seguros de produtos e substâncias químicas

6) Operar as plantas e instalações de forma que proteja o meio ambiente, a saúde e segurança dos empregados e da sociedade

7) Aumentar o conhecimento conduzindo ou apoiando pesquisas nas áreas de saúde, segurança, efeitos ambientais dos produtos, processos e resíduos de substâncias químicas


  • 8) Trabalhar com outras organizações para solucionar problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosas

  • 9) Participar com o governo e outros organismos criando leis responsáveis, regulamentos, e padrões para salvaguardar a comunidade, o ambiente de trabalho e o meio ambiente


C digos de pr ticas gerenciais
C problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasÓDIGOS DE PRÁTICAS GERENCIAIS

  • Representam metas genéricas e permitem a cada organização estabelecer formas para alcançá-las. As práticas de gestão listadas para a indústria química referem-se às áreas de: Consciência comunitária; capacidade de atendimento a emergências; prevenção da poluição; segurança de processos; gerenciamento de processos químicos (distribuição de produtos); saúde e segurança ocupacional e ciclo de vida dos produtos (responsabilidade sobre os produtos)


Os seis c digos de responsabile care s o
OS SEIS CÓDIGOS problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasDE RESPONSABILE CARE SÃO;

  • 1) CONSCIENTIZAÇÃO DA COMUNIDADE E PROGRAMA DE EMERGÊNCIA- Requer a organização inicie e mantenha um programa de comunicação com a comunidade, respondendo abertamente questões relativas à saúde, segurança e meio ambiente, fornecendo informações sobre atividades como a minimização de resíduos, emissões e efeitos de produtos químicos sobre à saúde.


  • 2) problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasPREVENÇÃO DA POLUIÇÃO; visa ajudar a organização na redução de suas emissões e na minimização dos resíduos gerados. As empresas devem medir ou estimar as suas emissões e o volume de resíduos gerados; elaborar um plano de redução; medir o progresso obtido e atualizar anualmente seu inventário de resíduos.

  • 3) SEGURANÇA DE PROCESSOS; Objetiva a prevenção de acidentes através de levantamentos e análises dos riscos dos processos de manutenção e inspeção, do estabelecimento de padrões operacionais e treinamento de pessoas


  • 4) problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasDISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS; Sãoqualificações para a seleção de transportadoras, distribuidores e outros fornecedores de serviços externos, consistindo de cinco práticas:

  • I) GERENCIAMENTO DE RISCO;

  • II) SEGURANÇA DA TRANSPORTADORA;

  • III) MANUSEIO E SEGURANÇA;

  • IV) AÇÃO EM EMERGÊNCIAS

  • V) REVISÃO CRÍTICA E TREINAMENTO


  • 5) problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasSAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL; Requer comprometimento com o fornecimento de recursos e mecanismos para a identificação e avaliação de riscos associados à saúde e segurança dos trabalhadores, bem como seu controle e prevenção, requerendo, ainda, a elaboração de um programa específico e o treinamento de funcionários


  • 6) RESPONSABILIDADE PELOS PRODUTOS ( problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasPRODUCT STEWARDSHIP)- Enfoca aspectos do produto associados à saúde, segurança e meio ambiente, desde a concepção até a disposição final do mesmo. Inclui projetos de produtos de baixo risco, informações aos consumidores sobre o uso correto dos produtos, estudo de usos de alternativos e suas possíveis consequencias.


Painel p blico consultivo
PAINEL PÚBLICO CONSULTIVO problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosas

  • É composto por membros de diferentes segmentos da sociedade que colaboram com a indústria química na elaboração de práticas gerenciais e a ajudam a compreender as preocupações da comunidade


Grupos de lideran a
GRUPOS DE LIDERANÇA problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosas

  • Formados por executivos das empresas participantes, aquelas que se adéquam aos princípios de Responsabile Care, para discutir experiências, trocar informações e identificar necessidades de melhorias e assistência mútua


Responsabile care no brasil
RESPONSABILE CARE NO BRASIL problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosas

  • No Brasil o programa de atuação responsável é coordenado pela Associação Brasileira de Indústrias Químicas (ABIQUIM), adotado desde 1990.


Princ pios e diretrizes da responsabile care adotados no brasil
PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DA problemas relacionados a processos passados e à disposição de substâncias perigosasRESPONSABILE CARE ADOTADOS NO BRASIL

  • 1) Assumir o gerenciamento como expressão da mais alta prioridade empresarial, através do processo de melhoria contínua em busca de excelência;

  • 2) promover, em todos os níveis hierárquicos, o sendo de responsabilidade individual com relação ao meio ambiente, segurança, saúde ocupacional e o senso de prevenção de todas as fontes potenciais de risco associados às suas operações, produtos e locais de trabalho



  • 5) Avaliar previamente o impacto ambiental de novas atividades, processos e produtos

  • 6) Monitorar os efeitos ambientais de suas operações

  • 7) Buscar continuamente a redução de resíduos, efluente e emissões atmosféricas para o ambiente

  • 8) Cooperar com a solução de impactos negativos ao meio ambiente decorrentes de disposições inadequadas de produtos ocorridas no passado


  • 9) Transmitir às autoridades, clientes e funcionários e à comunidade informações adequadas quanto ao risco à saúde, segurança e meio ambiente de seus produtos e operações, e recomendar medidas de proteção e emergência

  • 10) Orientar fornecedores, transportadores, distribuidores, consumidores e o público para que transportem, armazenem, usem, reciclem, e descartem seus produtos com segurança


  • 11) Exigir que os contratados, trabalhando nas instalações da empresa, obedeçam aos padrões adotados pela contratante em segurança, saúde e meio ambiente

  • 12) Promover a pesquisa e o desenvolvimento de novos processos e produtos ambientalmente compatíveis

  • 13) Promover os princípio e a prática da atuação responsável, compartilhando experiências e oferecendo assistência a outras empresas para a produção, manuseio, transporte, uso e disposição dos produtos, principalmente as pequenas e médias empresas


  • OBS da empresa, obedeçam aos padrões adotados pela contratante em segurança, saúde e meio ambiente; A diferença entre o programa de atuação responsável e as normas da ISO 14001, é que a primeira consiste numa série de iniciativas específicas de gerenciamento enquanto a segunda é uma norma de gestão ambiental


A norma brit nica bs 7750
A NORMA BRITÂNICA BS 7750 da empresa, obedeçam aos padrões adotados pela contratante em segurança, saúde e meio ambiente

  • Surge do questionamento das empresas; como gerenciar o relacionamento entre as atividades produtivas e o meio ambiente

  • É uma norma de gerenciamento ambiental, publicada pelo Instituto Britânico de Normalização, que veio para direcionar as organizações quanto às providências a serem adotadas


  • O trabalho da BS 7750, começou em 1991 com a formação de um comitê técnico do BSI (British Standards Institution), no qual inúmeras organizações empresárias, técnicas, acadêmicas e governamentais estavam representadas.

  • -Publicação inicial- consulta pública em 1991

  • -publicação oficial 1992, testada em programa piloto no Reino Unido, envolvendo cerca de 500 participantes, incluindo 230 organizações implementadoras, revisada em 1994


  • OBS; O BSI reconhecido internacionalmente pela elaboração da norma BS 5750 (sistemas da qualidade (que serviu de base para a série ISO 9000), formulou a BS 7750 de tal forma que os princípios de gestão de sistemas da qualidade fossem compartilhadas por ambas.

  • A norma BS 7750 estabelece exigência de cumprimento à legislação e normas aplicáveis, além de um comprometimento com a melhoria contínua do SGA.


  • A BS 7750 especifica os requisitos para o desenvolvimento, da norma BS 5750 (sistemas da qualidade (que serviu de base para a série ISO 9000), formulou a BS 7750 de tal forma que os princípios de gestão de sistemas da qualidade fossem compartilhadas por ambas.implantação e manutenção de SGA quevisemgarantir o cumprimento de políticas e objetivosambientaisdefinidos e declarados, e expressaque o atendimentoàsexigênciasporelaformuladasnãoconfereimunidadeemrelaçãoàsobrigaçõeslegais.

  • Em setembro de 1996, os quinze países que até então representavam a União Européia, votaram em aceitar a ISO 14001 como padrão europeu para GA. A partir da BS 7750 foi desenvolvida a ISO 14001.


O sga segundo o conjunto da iso 14000 international organization for standardization
O SGA SEGUNDO O CONJUNTO DA ISO 14000- da norma BS 5750 (sistemas da qualidade (que serviu de base para a série ISO 9000), formulou a BS 7750 de tal forma que os princípios de gestão de sistemas da qualidade fossem compartilhadas por ambas.INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION

  • A ISO – International Organization for Standardization foi fundada em 1947 para desenvolver os padrões internacionais. É uma federação mundial, não governamental, com sede em Genebra, Suíça, Possui mais de 110 países participantes, dentre eles, o Brasil, cuja representante é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.


  • Tem como objetivos da norma BS 5750 (sistemas da qualidade (que serviu de base para a série ISO 9000), formulou a BS 7750 de tal forma que os princípios de gestão de sistemas da qualidade fossem compartilhadas por ambas.PROPOR NORMAS que representem o consenso desses diferentes países para homogeneizar métodos, materiais e seu uso, em todos os domínios das atividades (tipicamente de natureza técnica), exceto no campo de eletrônico cuja responsabilidade é do IEC – International Electrotechnical Commission.



Quadro processo de emiss o das normas iso
QUADRO- PROCESSO DE EMISSÃO DAS NORMAS ISO Técnicos (TC), os quais são compostos por especialistas dos países membros, cada qual com responsabilidades específicas no âmbito do Tema a ser padronizado.


  • O desenvolvimento das normas internacionais para gestão ambiental, da série ISO 14000, foiincumbida a um comitêtécnico, o TC 207.

  • Membros do comitê são representantes de cerca de 40 países, incluindo representantes da indústria, organizações normativas, governamentais e ambientais.

  • O conjunto dessa ISO, abrange cinco áreas

  • Sistemas de GA

  • Auditoria ambiental

  • Avaliação de desempenho ambiental

  • Avaliação do ciclo de vida e

  • Rotulagem ambiental


Para elaborar as normas o tc 207 foi dividido em seis subcomit s
Para elaborar as normas, o TC 207, foi dividido em seis subcomitês

  • 1) SC1 Sistemas de gerenciamento ambiental, coordenado pela Inglaterra em dois grupos de trabalho (WG-Work Group), o

  • I) WG1- Para especificações e o

  • II) WG2- Para orientações gerais

  • 2) SC2 Auditoria ambiental, coordenado pela Holanda e com três grupos de trabalho


  • I subcomitês) WG1- Princípios de auditorias

  • II) WG2- Procedimentos de auditorias

  • III) WG3- Qualificação de auditores

  • 3) SC3- Rotulagem ambiental, coordenado pela Austrália, e com 3 grupos de trabalho

  • I) WG1-Princípios para administração de programas

  • II) WG2- Rotulagem ambiental do tipo II (auto-regulação ambiental/ tipo I – selos verdes)

  • III) WG3- Princípios para programas de rotulagem ambiental


  • 4) SC4- subcomitêsAvaliação de desempenho ambiental, coordenado pelos EUA e com dois grupos de trabalhos;

  • I) WG1- Avaliações gerais de desempenho

  • II) WG2- Avaliação de desempenho ambiental do setor industrial.

  • 5) SC5- Análise de ciclo de vida, coordenado pela França, e com quatro grupos de trabalho

  • I) WG1- código e prática

  • II) WG2- Inventário

  • III) WG3- Análise de impacto

  • IV WG4- Análise de avaliação e melhoria


  • 6) SC6- subcomitêsTermos e definições coordenados pela Noruega, com finalidade de padronizar terminologias e coordenar o uso de normas com outros subcomitês da ISO.

  • Além destes seis subcomitês há ainda dois outros grupos que realizam trabalhos relacionados ao desenvolvimento da ISO

  • 1) O TC 176 (comitê Técnico responsável pela elaboração e revisões da série ISO 9000) visando uma possível unificação, através da inclusão de aspectos ambientais na gestão da qualidade

  • 2) Grupo coordenado pela Alemanha, sendo responsável pela inclusão de elementos ambientais em produtos , para uso de outros comitês técnicos da ISO, e será a ISO 14060.



Modelo de sistema de ga
MODELO DE SISTEMA DE GA proteção ambiental e a prevenção da poluição com as necessidades socioeconômicas da organização, no seu sentido mais abrangente.

  • A norma especifica os requisitos relativos a sistema de GA, permitindo a uma organização formular sua política e objetivos que levem em conta os requisitos legais e as informações referentes aos impactos ambientais significativos. Aplica-se aos aspectos ambientais que possam ser controlados pela organização e sobre os quais presume-se que tenha algum tipo de influência.


Em linhas gerais a norma aplic vel s organiza es que desejem
Em linhas gerais a Norma é aplicável às organizações que desejem:

  • 1) Implementar e manter um sistema de GA

  • 2) Assegurar a conformidade com a sua política ambiental

  • 3) Demonstrar sua conformidade com terceiros

  • 4) Buscar certificação e registro do seu sistema de GA, por uma organização externa

  • 5) Fazer uma autodeterminação e declaração da sua conformidade com a norma


Roteiro do sga
ROTEIRO DO SGA que desejem:

  • A) POLÍTICA AMBIENTAL- definida pela alta administração para determinar as diretrizes da empresa e que deve ser compartilhada com os demais membros da organização.

  • B) PLANEJAMENTO- Contempla a definição dos aspectos e impactos ambientais, definição dos requisitos legais associados à organização como um todo. Definição do objetivos, metas e programas de gestão, a partir dos aspectos e impactos identificados, deverão nortear a organização e priorizar as ações seguintes, sempre seguindo as diretrizes definidas na política ambiental.


  • 3 que desejem:) IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO- normalmente é a fase mais longa de todo o processo de SGA. Nesta fase são definidos importantes pilares como; treinamento, comunicação e controles (sejam de documentações, operacionais ou mesmo de emergência).

  • 4) VERIFICAÇÃO DE AÇÃO CORRETIVA- nesta fase deve ser definidos os controles, através de monitoramentos, medições, investigação de não conformidades e auditorias.

  • 5) ANÁLISE CRÍTICA- Em intervalos de tempo a organização deve realizar essa análise a fim de fazer alguma correção, observar se a política foi adotada e se está ocorrendo a melhoria constante.


Processo de certifica o
Processo de certificação que desejem:

  • Ocorre não somente por exigências contratuais e busca da melhoria da competitividade internacional. Para muitas empresas, a certificação está relacionada a um investimento estratégico de antecipação às pressões econômicas associadas à legislação ambiental, Às políticas governamentais, à imagem perante a opinião pública e à evolução do mercado.


Como ocorre o processo de certifica o
Como ocorre o processo de certificação que desejem:

  • O Processo de certificação estão envolvidas as seguintes entidades

  • 1) Organismo Normalizador- É a entidade autorizada a emitir normas técnicas que, no caso do Brasil é a ABNT.

  • OBS; as normas ISO, por serem internacionais, ao serem emitidas no Brasil, recebem a sigla NBR ISO.


  • 2) que desejem:ORGANISMO CREDENCIADOR- É aquele que em âmbito Federal, estabelece diretrizes, critérios para credenciar as entidades certificadoras, que realização auditorias nas empresas candidatas à certificação, sendo, portanto, aquele que controla os certificados emitidos. Além de ser responsável por fiscalizar as empresas certificadoras, também realiza auditorias por área de competência, para verificar se não há divergências entre método e resultado, como se fosse um controle de qualidade do setor.

  • Cada organismo credenciador pode estabelecer critérios de certificação


  • No Brasil o organismo credenciador é o que desejem:INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, normalização e qualidade industrial). JAP – Japão, NACCB Reino Unido e UKAS, RvA Holanda, ANSI/RAB Estados Unidos etc.

  • A empresa tem a liberdade de escolher o órgão credenciador

  • O que direciona a escolha é o impacto que determinada chancela pode ter sobre o mercado alvo. Se fizer negócios com a Europa deve optar pela NACCB e se com os Estados Unidos com a RAB, embora o INMETRO seja reconhecido atualmente como componente no exterior.


  • 3) que desejem:ORGANISMO DE CERTIFICAÇÃO CREDENCIADO- É aquele com autonomia para auditar a empresa e dar parecer sobre a recomendação ou não do certificado. São Órgão de Certificação Credenciado no Brasil;

  • 1) o BVQI do Brasil (Bureau Veritas Quality Internacional)

  • 3) UL do Brasil Ltda

  • 4) Fundação Vanzolini (Fundação Carlos Alberto Vanzolini) Etc


  • Auditoria Inicial pode preceder até 90 dias da principal, mas pode ser realizada concomitantemente, depende do risco a ser assumido quanto a possibilidade de encontrar não-conformidades que devam ser solucionadas.

  • O prazo máximo de 3 meses, fixados pelos organismos de certificação serve para que as ações corretivas identificadas como necessárias sejam implantadas e nova auditora, a principal seja realizada.


  • Da auditoria principal é emitido um parecer final do OCC quanto à recomendação ou não do certificado ao organismo credenciador, que então , emitirá a aprovação

  • Feita a auditoria principal, os critérios formais do OCC para recomendação à certificação são;

  • 1) Não havendo não-conformidades, o auditor pode anunciar a recomendação na reunião de encerramento

  • 2) se verificada alguma não-conformidade durante a auditoria, a organização terá 90 dias para propor a solução. No final deste prazo o auditor volta para verificar a solução proposta e, se aceita recomendar a certificação


  • A empresa não pode anunciar a obtenção do certificado, até o pronunciamento do órgão credenciador, só pode veicular que a empresa foi recomendada para a certificação

  • A partir da certificação a empresa pode ter auditorias semestrais de manutenção e, a cada três anos, auditoria de certificação, quando o OCC pode RATIFICAR, SUSPENDER, CANCELAR OU REVOGAR o certificado anteriormente concedido.

  • Processo de implantação leva em média de dois a três anos.


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