COLÉGIO CAESP – EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
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COLÉGIO CAESP – EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO Rua Almirante Barroso, 1086 – Fone/Fax (045) 3523.2887 – CEP 85851-010 Foz do Iguaçu – PR – Brasil - www.caesp.com.br - e-mail:[email protected] CURSO PREPARATÓRIO PARA O CONCURSO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – 2014

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Presentation Transcript


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

COLÉGIO CAESP – EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Rua Almirante Barroso, 1086 – Fone/Fax (045) 3523.2887 – CEP 85851-010

Foz do Iguaçu – PR – Brasil - www.caesp.com.br - e-mail:[email protected]

CURSO PREPARATÓRIO PARA O CONCURSO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – 2014

Profª MÁRCIA FABIANI


Tica e hist ria e estatudo da caixa econ mica federal aula 04

ÉTICA E HISTÓRIA E ESTATUDO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – AULA 04


O que estudar

O QUE ESTUDAR

  • 1 Conceito de ética.

  • 2 Ética aplicada: noções de ética empresarial e profissional.

  • 3 A gestão da ética nas empresas públicas e privadas.

  • 4 Código de Ética da CAIXA (disponível no sítio da CAIXA na Internet).


Conceito de tica

CONCEITO DE ÉTICA

ÉTICA: Palavra de origem grega: ethos. Nasceu da filosofia, designando a morada humana. A ética é mais abrangente que a moral e é aberta a transformações.

Não basta sermos apenas morais, apegados a valores das tradições. Isso nos faria moralistas e tradicionalistas, fechados sobre nosso sistema de valores.

Cumpre também sermos éticos, quer dizer, abertos a valores que ultrapassam aqueles do sistema tradicional ou de alguma cultura determinada.

(Leonardo Boff)


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

ÉTICA


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

Tradicionalmente é entendida como um estudo ou uma reflexão sobre os costumes ou sobre as ações humanas.

Pode ser entendida também como a própria realização de um tipo de comportamento.


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

O estudo da ética se defronta com problemas de variação de costumes.

O que é moral na Etiópia não é moral no Brasil, por exemplo, a bigamia:

Para os mulçumanos é honroso ter mais de uma esposa. Já os países católicos pregam a monogamia – casamento único.

MORAL E ÉTICA ANDAM DE MÃOS DADAS E SE CONFUNDEM.

No centro da ética aparece o dever, ou obrigação moral, conduta correta.


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UMA PESCARIA INESQUECÍVEL

James P. Lenfestey


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia,ia pescar no cais próximo ao chalé da família,numa ilha que ficava em meio a um lago.


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A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.


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O menino amarrou uma iscae começou a praticar arremessos,provocando ondulações coloridas na água.

Logo, elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha.

O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água.


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Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada.


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O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente.


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O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio.

Pouco mais de dez da noite...

Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada.


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Em seguida, olhou para o peixee depois para o menino, dizendo:

- Você tem que devolvê-lo, filho!

  • Mas, papai, reclamou o menino.

- Vai aparecer outro, insistiu o pai.

- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.


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O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações à vista.

Voltou novamente o olhar para o pai.

Mesmo sem ninguém por perto,sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável.


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Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura.

O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.


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Naquele momento, o menino teve certeza de quejamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele.


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Isso aconteceu há trinta e quatro anos. Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido.

O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais.

Sua intuição estava correta.Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.


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Porém, sempre vê o mesmo peixe todas as vezes que depara com uma questão ética.

Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de

CERTO e ERRADO.


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Agir corretamente,quando se está sendo observado, é uma coisa.

A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando.

Essa conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.


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A boa educação é como uma moeda de ouro:

TEM VALOR EM TODA PARTE.

Texto: Uma Pescaria Inesquecível, de James P. Lenfestey, do livro Histórias para Aquecer o Coração dos Pais, Editora Sextante.

Imagens: Guetty Images


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A ÉTICA NA ANTIGA GRÉCIA

Historicamente, a ideiade Ética surgiu na antiga Grécia, por volta de 500 a 300 a.C, através das observações de Sócrates e seus Discípulos.


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Sócrates refletiu sobre a natureza do bem moral, na busca de um princípio absoluto de conduta.

Duas formulações mais conhecidas:

Sócrates

“Só sei que nada sei.”

“Uma coisa posso afirmar e provar com palavras e atos: é que nos tornamos melhores se cremos que é nosso dever seguir em busca da verdade desconhecida.”

“Conhece-te a ti mesmo”


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Virtudes:

Justiça

ordena e harmoniza

Prudência ou sabedoria

põe ordem em nossos pensamentos

Fortaleza ou valor

faz com que o prazer se subordine ao dever

Temperança

serenidade, autodomínio

Platão, discípulo de Sócrates,

colocava a busca da felicidade (Sumo BEM) como o centro das preocupações éticas.

O Homem só encontra a felicidade na prática das virtudes.

O ideal buscado pelo homem virtuoso é a imitação de Deus: aderir ao divino.


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O homem tem seu ser no VIVER, no SENTIR e na RAZÃO.

Ele não pode apenas viver, mas viver racionalmente, com a razão.

O maior bem? A vida virtuosa.

A maior virtude: a inteligência.

Aristóteles,

Discípulo de Platão,

Estudou as virtudes e os vícios, concluindo que existem vários bens em concreto para o homem.

O homem, como um ser complexo, precisa de vários bens, tais como: Amizade, saúde, e até riqueza.


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A ética grega fundou-se na busca da felicidade.

Para Aristóteles, o fim do homem é a felicidade, a que é necessária à virtude, e a esta é necessária a razão.

A característica fundamental da moral aristotélica é, portanto, o racionalismo, visto ser a virtude ação consciente segundo a razão.

Se a virtude é uma atividade segundo a razão, mais precisamente é ela um hábito, um costume moral, adquire-se mediante a ação, a prática, o exercício e, uma vez adquirida, estabiliza-se, mecaniza-se; torna-se quase uma segunda natureza e, logo, torna-se de fácil execução - como o vício.


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É T I C A N A I D A D E M É D I A

ÉTICA E RELIGIÃO

Areligião trás em si uma mensagem ética profunda de liberdade, de amor, de fraternidade universal.

Estabeleceu muitas regras de conduta, trazendo, sem dúvida, um grande progresso moral à humanidade.

Na Idade Média, o pensamento ético passou a ser ligado à religião, à interpretação da bíblia e à teologia.


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É T I C A N A I D A D E M O D E R N A

GRANDES PENSADORES MODERNOS:

Ludwig Feuerbach (1804-1872): tentou traduzir a verdade da religião num estudo filosófico ao alcance de todos os homens instruídos.

  • Na Idade Moderna (1453-1789) encontramos duas tendências:

  • A busca de uma ética racional pura – fora da subjetividade humana;

  • Tentativa de unir a ética religiosa às reflexões filosóficas.


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GRANDES PENSADORES MODERNOS:

Karl Marx - desenvolveu uma nova visão do mundo e da história humana, que veio substituir a da religião: a moral revolucionária.

A moral revolucionária foi muito influenciada pela tradição ética cristã.

O marxismo é uma grande tradição de preocupações éticas, onde persistem elementos do cristianismo.

“Os filósofos limitaram-se até agora a interpretar o mundo de diferentes modos; do que se trata é de o transformar .”

(Karl Marx)


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CONTEMPORANEAMENTE:

Temos as ideias de Immanuel Kant, através da teoria da Concepção racionalista: É da natureza humana que extraímos as formas corretas da ação moral.

Uma ação moralmente boa é aquela que pode ser universalizável.

Sua teoria procura basear-se nas leis do pensamento e da vontade.


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  • Para os cristãos da idade média: o ideal ético é o da vida espiritual, de amor e fraternidade (Santo Agostinho).

  • Idade moderna (iluminismo e renascimento): ideal seria viver de acordo com a própria liberdade pessoal. Critério da moralidade é ser racional, autônomo, autodeterminado, agir segundo a razão e a liberdade (Kant).

  • Mas, afinal, quaisoscritériosdamoralidade?

  • Agirmoralmentesignificaagir de acordo com a própriaconsciência.

  • Quais, então, osideaiséticos?

  • Para osgregos: a busca do bemsupremo (Platão) e dafelicidade, através de umavidavirtuosa (Aristóteles).


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A LIBERDADE

Falar de ética significa falar de liberdade.

Liberdade para decidir entre o bem e o mal.

Liberdade para decidir sobre o certo e o errado.

Liberdade de conduta.

Liberdade com responsabilidade

A liberdade não pode ser apenas exterior, nem apenas interior. Ela se desenvolve na consciência e nas estruturas.

A liberdade aumenta com a consciência que se tem dela.

(Hegel, 1770-1831)

A ética se preocupa com a forma humana de resolver as contradições entre necessidade e possibilidade


Tica aplicada

ÉTICA APLICADA

  • É o estudo da ética executada em meio social:

  • Exemplo: Nos anos de 1950 os meios de comunicação vigentes e o público em geral já discutiam a ética da inseminação artificial e de transplantes de órgãos que começavam a ser postos em prática. Esse é um exemplo de Ética Médica Aplicada.

  • Outros exemplos sãoética ambiental, ética da informação (ou infoética), ética política, a engenharia ética, etc. Para o concurso, a Ética Aplicada que nos interessa é a “ética empresarial e profissional”.


Tica empresarial ou profissional

ÉTICA EMPRESARIAL OU PROFISSIONAL

  • Pode ser entendida como um valor da pequena ou da grande empresa que assegura sua sobrevivência, sua reputação e, consequentemente, seus bons resultados.

  • VANTAGENS:

  • Melhora de sua imagem e de seu conceito junto a:

    • funcionários, - fornecedores,

    • clientes e - governo.


Tica nas empresas p blicas

ÉTICA NAS EMPRESAS PÚBLICAS

  • O servidor público, no exercício de sua função, deve garantir o cumprimento dos cincoPRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, previstos na Constituição (art.37), que são:

  • Legalidade,

  • Impessoalidade,

  • Moralidade,

  • Publicidade e

  • Eficiência.


Princ pios da administra o p blica

PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

1) Legalidade: Só pode fazer aquilo que a lei autoriza, e nos limites dessa autorização. Portanto, o administrador público só pode atuar nos exatos limites da lei.

2) Impessoalidade: As ações do servidor público devem sempre almejar apenas os interesses da coletividade e nunca interesses particulares, ou de terceiros, sob pena de invalidação por desvio de finalidade. Portanto, na administração pública não cabem preferências ou privilégios.


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3) Moralidade: Não pode o agente público apenas decidir entre o legal e o ilegal, entre o justo e o injusto. Ele deve também tomar suas decisões distinguindo entre o bem e o mal, o honesto e o desonesto. Portanto, não é só obedecer à lei, mas também à moral e à ética.

4) Publicidade: Os atos administrativos, para surtir seus efeitos, devem ficar registrados no órgão oficial, que é o jornal público (Diário Oficial) e não somente a notícia veiculada pela imprensa ou no mural da sede da prefeitura etc. Portanto, o princípio da publicidade está ligado à ideia de transparência e uniformidade de procedimentos diante do público.


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5) Eficiência: É dever da administração pública trabalhar com presteza, perfeição e rendimento funcional para realização das finalidades que lhe cabe realizar.

LEMBRETE:

Para lembrar-se desses cinco princípios, memoriza a palavra: L I M P E:Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência.


Tica empresarial

ÉTICA EMPRESARIAL

  • O que estuda a ética empresarial?

  • Ética empresarial ou ética dos negócios significa estudar e tornar inteligível a moral vigente nas empresas capitalistas contemporâneas e, em particular, a moral predominante em empresas de uma nacionalidade específica.


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  • ÉTICA EMPRESARIAL

  • As questões morais escondem-se em muitas decisões e ações do cotidiano empresarial, ainda que os dirigentes não tenham plena consciência disso.

  • Cada vez mais, a imagem que as empresas gostariam de passar a seus clientes é a de empresas éticas.


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  • ALGUMAS PRÁTICAS EMPRESARIAS QUESTIONÁVEIS, OU SEJA, ANTI-ÉTICAS

  • -         Sonegação fiscal;

  • -         Danos ao meio ambiente;

  • -         Espionagem industrial econômica;

  • -         Pirataria de bens simbólicos;

  • -         Os ataques dos hackers.


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  • ALGUMAS PRÁTICAS EMPRESARIAS QUESTIONÁVEIS

    -         Contratação de gestores por empresas concorrentes sequiosas por informações confidenciais;

    -         Lavagem de dinheiro proveniente de operações ilegais;

    -         Exploração do trabalho infantil;

    -         Falsificação de documentos;

    -         Calote de dívidas;

    -         Adulteração de pesos e medidas, etc...


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  • Pensando nisso, a cidadania organizada pode levar os dirigentes empresariais a agir de forma responsável, em detrimento, até, de suas convicções intimas.

  • Em outros termos, a sociedade civil tem possibilidade de fazer “política ética” e viabilizar a adoção de posturas morais por parte das empresas por meio de uma intervenção na realidade social.


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  • VALORES

  • Os valores são elementos mediadores de componentes afetivos (o que se conhece), que geram determinadas atitudes, estão relacionados à cultura na qual a pessoa está inserida.

  • Como cada pessoa tem uma série de valores interdependentes.


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  • CRENÇAS

  • crença - um produto cultural, algo em que as pessoas crêem - acreditam.

  • Crença: um processo cognitivo, mediador com características variáveis e permite que pode ocorrer algo a respeito de um objeto determinado.


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  • POSTURA MORAL

  • Estou convencido de que um comportamento reconhecido como idôneo pelos clientes traz bons negócios em prazos médio e longo, de modo que a sonegação de impostos ou o suborno de fiscais são práticas difundidas que só merecem repulsa, porque prejudicam a coletividade, bem como a imagem da empresa.


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  • POSTURA MORAL

  • Procuro manter-me sempre atualizado e não me deixar surpreender pelos concorrentes.

  • Lanço produtos com inovações, me valendo apenas da inteligência competitiva, e não da espionagem econômica.

  • Ao meu ver, quem se socorre de manobras escusas não merece o respeito de ninguém e demonstra miopia empresarial.


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  • POSTURA MORAL

  • Não basta elaborar um código de conduta, é preciso conscientizar os funcionários a respeito das normas morais neste contidas e verificar o que fazem sem esmorecer.

  • Isto significa que o código de conduta é pra valer, devendo corresponder a cada uma das práticas de gestão.


Tica empresarial1

Ética Empresarial

Ações empresariais

Partes relacionadas

Partes relacionadas


Tica empresarial2

Ética Empresarial

Partes relacionadas

Internas: gestores / empregados / funcionários / colaboradores

Externas: acionistas / governo / clientes / fornecedores /

concorrentes / sociedade no geral

Normas de Conduta


Tica empresarial3

Ética Empresarial

Partes relacionadas: Práticas questionáveis?!?!

Maquiagem em balanços

Evasão de divisas

Desvios de dinheiro

Subornos

Informações privilegiadas

Produtos maquiados

Degradação do meio ambiente

Normas de Conduta


Tica empresarial4

Ética Empresarial

Normas de Conduta

Crenças e valores do gestor principal

+ valores morais da sociedade

Fontes

Cultura organizacional: conjunto de procedimentos

comportamentais e operacionais que dão identidade a

uma organização


Tica empresarial5

Ética Empresarial

Normas de Conduta

Referência de procedimentos que irão balizar as relações

da empresa com suas partes relacionadas. Acompanham a

filosofia e princípios da organização

Instrumentos EXPLÍCITOS

Código de

Ética

Credo

Filosofia

Missão


Conceitos

Conceitos:

Missão

Função ou poder que se confere a alguém para fazer

algo; encargos, incumbências, obrigação, dever,

compromisso.

Para a empresa:

Objetivo prestar serviço/ produzir / comercializar acrescidos

dos valores que balizarão as relações, denotando o

compromisso com as partes relacionadas.


Conceitos1

Conceitos:

Missão

Exemplo: Missão da KPMG

“Ser a principal firma de auditoria e consultoria do

mundo. Alcançaremos isto através da prestação de

serviços da mais alta qualidade - serviços que

tragam significativos benefícios adicionais a nossos

clientes e que correspondam ou excedam a suas

expectativas. Dessa forma, construiremos

relacionamentos duradouros e seremos merecedores da

confiança de nossos clientes, de nosso pessoal e da

comunidade.”


Conceitos2

Conceitos:

Credo

Preceitos e normas pelas quais se regem uma pessoa,

uma organização

Para a empresa:

Preceitos nos quais a empresa acredita

Cremos que o nosso maior compromisso é com as

mães, crianças, médicos, pacientes que adquirem os nossos

produtos......

KPMG: clientes, pessoal interno e comunidade.


Conceitos3

Conceitos:

Códigos de

Ética

Fornecem critérios ou diretrizes para que as pessoas

descubram formas éticas de se conduzir.

Para a empresa:

Caráter regulamentador, logo punição!

Mais pontuais, ou mais genéricos!

Principais pontos:

Conflitos de interesses; conduta ilegal, segurança dos ativos;

honestidade na comunicação; assédio sexual e profissional; uso da informação; procedimentos em viagens; recebimento de presentes etc.

Quesitos: Competência; Sigilo; Integridade e Objetividade


Artigo o superalimentador do desempenho organizacional francis aguilar jr

Artigo: O Superalimentador do Desempenho Organizacional - Francis Aguilar Jr.

Empresa ÉticaversusEmpresa não Ética

Questões:

1) Quais os fatores que propiciam a conduta anti ética nas organizações?

2) Quais as consequências da conduta anti ética empresarial?

3) Quais as consequências da conduta ética nas organizações?

4) Quais são os custos da conduta anti ética organizacional?


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

Empresa Ética versus Empresa não Ética

“O compromisso com a conduta ética gera relações

empresariais produtivas e tira das pessoas o que elas têm

de melhor”.

Beech Nut:

“[...] mais grave confissão

de ilícito penal por uma

empresa [...] um caso

clássico de ganância e

irresponsabilidade

empresarial.”

Dover Corporation:

“Comportamento ético

contribui para a obtenção

da excelência empresarial.

Indivíduos capazes trabalharão

bem se lhes for entregue uma

boa firma e se forem encorajados a exercerem a sua

própria iniciativa.”


Custos do clima tico desfavor vel

Custos do Clima Ético desfavorável:

Deterioração das relações (internas e externas)

Reputação empresarial negativa: IMAGEM

Declínio da Produtividade

Inibição da criatividade

Alta rotatividade de funcionários

Faltas ao trabalho

Sistema de informação ineficiente

Pagamento de multas / indenizações

Processos criminais

Boicote aos produtos

Desvalorização do valor das ações no mercado

Etc...


Processo tico empresarial

Processo ético empresarial:

  • 1. Formulação e implantação do Código de Ética

  • Objetivam estabelecer padrões de conduta e formar

  • consciência profissional de acordo com os valores da

  • organização. Orientação para a resolução de conflitos.

  • 2. Gerenciamento

  • Conduzir, monitorar, divulgar a observância ao código de ética em todos os níveis da organização.

  • Criar incentivos que promovam boas práticas organizacionais.

  • Criação de um Comitê de Ética

  • Auditoria Ética ( Auditoria Interna)

  • Seleção de pessoal (competência, inteligência e integridade)


Processo tico empresarial1

Processo ético empresarial:

  • 3. Treinamento

  • Programas para desenvolver a sensibilidade e condições de reflexão sobre conflitos éticos, ressaltando os aspectos

  • positivos da conduta ética empresarial

  • 4. Comunicação

  • Divulgação

  • Apoio à conduta (linha direta ou ombudsman)

  • Assessoria nas decisões


Tica e postura profissional

ÉTICA E POSTURA PROFISSIONAL


No es de tica profissional

Noções de Ética Profissional


Conceito tica profissional

Conceito Ética profissional

  • Conjunto dos princípios morais fundamentais do certo ou errado, é a maneira pela qual o ser humano se conduz no desempenho de suas funções, obedecendo os princípios que regem a moral, o respeito, o conhecimento, o sigilo profissional, o relacionamento e a caridade humana.


Moral

MORAL

→ diz respeito às atividades humanas do ponto de vista do bem /do mal, do certo/errado, do correto/incorreto;

→ refere-se à capacidade e ao livre arbítrio.

Ao orientar-se conforme regras de condutas em relação aos outros.


Conduta tica

Conduta Ética

“para que haja conduta ética é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece a diferença entre bem e mal, certo e errado, permitido e proibido, virtude e vício” (CHAUÍ, 1997, p. 337).


Qualidade das pessoas

Qualidade das Pessoas

Reflexão

Conta-se que num país, há muito tempo, um rei, pressentindo seu fim, chamou seus súditos para lhe responderem 3 perguntas, prometendo grandes honrarias àquele que desse respostas perfeitas:

- Qual é o lugar mais importante do mundo?

- Qual é a tarefa mais importante do mundo?

- Qual é o homem mais importante do mundo?


Qualidade das pessoas1

Qualidade das Pessoas

  • Doutores e ignorantes, ricos e pobres responderam às 3 perguntas, mas nenhuma satisfez o rei. Por fim, faltava ouvir o velho sábio, que não respondera por que não lhe interessavam as honrarias. Os emissários do rei foram enviados para que obtivessem as suas respostas, e ele as deu:


E ele respondeu

E ele respondeu:

1- O lugar mais importante do

mundo é onde você está, porque ali está seu ser, de modo que ali você pode viver a sua vida plenamente, com todas as suas potências;

2- A tarefa mais importante do mundo é a que você deve fazer. E repensou: a que você deve, e não a que quer.

3- O homem mais importante do mundo é aquele que precisa de você, porque é ele que dá a ocasião de exercitar a virtude mais bela: a caridade”


Enquanto profissional

Enquanto profissional

Diante de tais considerações,

o profissional:

1. Sabe qual a sua função?

2. Tem consciência de quais competências lhe são exigidas?

3. Sabe como deve agir no exercício de sua função?


O profissional deve

O Profissional deve:

- Cuidar de sua apresentação pessoal;

- Comunicar-se corretamente;

- Aprender ouvir os outros;

- Melhorar o vocabulário;

- Nunca insultar ou gritar;

- Evitar violência;

- Oferecer informações;

- Praticar a Ética Profissional.


Princ pios da tica profissional

Princípios da Ética Profissional

  • Honestidade enquanto ser humano e profissional;

  • Perseverança na busca de seus objetivos e metas;

  • Conhecimento Geral e Profissional para oferecer segurança na execução das atividades profissionais;

  • Responsabilidade na execução de qualquer tarefa;

  • Iniciativa para buscar solucionar as questões apresentadas;


Princ pios da tica profissional1

Princípios da Ética Profissional

  • Imparcialidade na execução do trabalho e na apresentação de resultados e sugestões;

  • Atualização constante e contínua;

  • Trabalho em Grupo de modo que seja construído um espírito de equipe;

  • Eficîência em fazer um trabalho correto, sem erros e de boa qualidade;

  • Eficácia é fazer um trabalho que atinja totalmente um resultado esperado;


Princ pios da tica profissional2

Princípios da Ética Profissional

  • Ambição na busca de crescimento pessoal e profissional;

  • Controle emocional nos relacionamentos pessoal e profissional para que ocorra a administração de conflitos;

  • Relacionamento Interpessoal baseado na compreensão, ajuda mútua, respeito e consideração;

  • Postura Profissional privilegiando as boas maneiras, a boa educação, a comunicação adequada, os bons hábitos e a boa aparência.


Ao comunicar se o profissional deve

Ao Comunicar-se o profissional deve:

- Chamar o outro pelo nome;

- Usar linguagem clara que

facilite a compreensão;

- Falar pausadamente e em tom normal;

- Perguntar objetivamente e com clareza;

- Ouvir as respostas com atenção e sem fazer interrupções;


Ao comunicar se o profissional deve1

Ao Comunicar-se o profissional deve:

- Sintetizar o que ouviu;

- Dar respostas adequadas

às perguntas do interlocutor;

- Olhar nos olhos, braços soltos, movimentos leves com as mãos;

- Ao lidar com público, manter um sorriso cordial.


Tica profissional e mercado de trabalho

ÉTICA PROFISSIONAL e MERCADO DE TRABALHO

  • O avanço tecnológico, o crescimento vertiginoso da informação e dos meios de comunicação, a cibernética têm construído novas percepções e novos espaços para atuação profissional.


Tica profissional e mercado de trabalho1

ÉTICA PROFISSIONAL e MERCADO DE TRABALHO

Afinal...

O profissional precisa mudar a sua postura diante da organização e passar de ação passiva para uma ação pró-ativa.


Tica profissional e mercado de trabalho2

ÉTICA PROFISSIONAL e MERCADO DE TRABALHO

Chamar para si as responsabilidades, de uma a profissão pautada no respeito, no conhecimento, no sigilo profissional, no relacionamento interpessoal e interprofissional e na caridade humana.


Hist ria da cef

HISTÓRIA DA CEF

  • Criada no dia 12 de janeiro de 1861 quando Dom Pedro II assinou o Decreto n° 2.723, que fundou a Caixa Econômica da Corte.

  • Atualmente a matriz está em Brasília.

  • Em 1931, a CAIXA inaugurou as operações de empréstimo por consignação para pessoas físicas.

  • Em 1934, por determinação do governo federal, assumiu a exclusividade dos empréstimos sob penhor, com a consequente extinção das casas de prego operadas por particulares.


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  • Em 1986, com a extinção do BNH, se torna o principal agente do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), administradora do FGTS e de outros fundos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

  • Em 1990, iniciou ações para centralizar todas as contas vinculadas do FGTS, que, à época, eram administradas por mais de 70 instituições bancárias.

  • Detém o monopólio das Loterias Federais desde 1961.


Col gio caesp educa o infantil ensino fundamental e m dio

  • Missão:

    • atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável do País, como instituição financeira, agente de políticas públicas e parceira estratégica do Estado brasileiro.

  • Valores:

    • Sustentabilidade econômica, financeira e socioambiental.

    •  Valorização do ser humano.

    •  Respeito à diversidade.

    •  Transparência e ética com o cliente.

    • Reconhecimento e valorização das pessoas que fazem a CAIXA.

    • Eficiência e inovação nos serviços, produtos e processos.


Estatuto da caixa econ mica federal cef

Estatuto da Caixa Econômica Federal - CEF

  • DECRETO Nº 6.473, DE 5 DE JUNHO DE 2008.

  • Art. 1º A Caixa Econômica Federal - CEF é uma instituição financeira sob a forma de empresa pública, criada nos termos do Decreto-Lei nº 759, de 12 de agosto de 1969, vinculada ao Ministério da Fazenda.


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  • atuação em todo o território nacional, podendo criar e suprimir sucursais, filiais ou agências, escritórios, dependências e outros pontos de atendimento nas demais praças do País e no exterior.

  • a CEF sujeita-se às decisões e à disciplina normativa do órgão competente e à fiscalização do Banco Central do Brasil.


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  • Art. 5º A CEF tem por objetivos:

  • I - receber depósitos;

  • II - prestar serviços bancários de qualquer natureza;

  • III - administrar, com exclusividade, os serviços das loterias federais, nos termos da legislação específica;

  • IV - exercer o monopólio das operações de penhor civil;

  • V - prestar serviços delegados pelo Governo Federal;


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  • VIII - realizar operações relacionadas com a emissão e a administração de cartões de crédito;

  • IX - realizar operações de câmbio;

  • X - realizar operações de corretagem de seguros e de valores mobiliários;

  • XI - prestar, direta ou indiretamente, serviços relacionados às atividades de fomento da cultura e do turismo, inclusive mediante intermediação e apoio financeiro;

  • XII - atuar como agente financeiro dos programas oficiais de habitação e saneamento


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  • XIII - atuar como agente operador e financeiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS;

  • Art. 6º O capital autorizado da CEF é de R$ 13.562.433.000,00 (treze bilhões quinhentos e sessenta e dois milhões quatrocentos e trinta e três mil reais).

  • Art. 7º O capital social da CEF é de R$ 8.002.717.067,95 (oito bilhões dois milhões setecentos e dezessete mil sessenta e sete reais e noventa e cinco centavos), exclusivamente integralizado pela União Federal.


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  • Órgãos da Administração :

    • Art. 8º São órgãos de Administração:

    • I - o Conselho de Administração;

    • II – a Diretoria, constituída pela Presidência, Conselho Diretor, Vice-Presidência

  • Art. 9º Os órgãos de Administração serão integrados por brasileiros residentes no País, dotados de reputação ilibada e de notórios conhecimentos, inclusive sobre as práticas de governança corporativa, experiência e capacidade técnica compatível com o cargo..

  • Parágrafo único. serão investidos em seus cargos mediante assinatura de termos de posse.


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  • condições para o exercício do cargo de Presidente, de Vice-Presidente e de membro do Conselho de Administração:

    • I - ser graduado em curso superior; e

    • II - ter exercido, nos últimos cinco anos: a) cargos gerenciais em instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional, por pelo menos dois anos;

    • b) cargos gerenciais na área financeira em outras entidades detentoras de patrimônio líquido não inferior a um quarto dos limites mínimos de capital realizado e patrimônio líquido da CEF, por pelo menos quatro anos; ou

    • c) cargos relevantes em órgãos ou entidades da administração pública, por pelo menos dois anos.


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  • Art. 32. A CEF constituirá os seguintes Conselhos, Comitês e Comissão:

    • I - Conselho de Gestão de Ativos de Terceiros;

    • II - Conselho de Fundos Governamentais e Loterias;

    • III - Comitê de Auditoria;

    • IV - Comitê de Risco;

    • V - Comitê de Prevenção Contra os Crimes de Lavagem de Dinheiro;

    • VI - Comitê de Compras e Contratações;

    • VII - Comitê de Avaliação de Negócios e Renegociação;

    • VIII - Comissão de Ética.


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  • Exercício social - Art. 44. O exercício social da CEF corresponderá ao ano civil.

  • Demonstrações financeiras, lucros e reservas

  • Art. 45. A CEF levantará demonstrações financeiras ao final de cada semestre, certificadas por auditores independentes, conforme normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.


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  • § 2º Após a absorção de eventuais prejuízos acumulados e deduzida a provisão para imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido, o Conselho de Administração fixará a destinação dos resultados, observados os limites e as condições exigidos por lei, a saber:

    • I – 5% para constituição da reserva legal, destinada a assegurar a integridade do capital, até que ela alcance vinte por cento do capital social;

    • II - reservas de lucros a realizar;

    • III - reservas para contingências;


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  • IV – 25%, no mínimo, do lucro líquido ajustado, para o pagamento de dividendos e de juros sobre capital próprio; e

  • V - reservas estatutárias, assim consideradas:


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  • 9º A proposta sobre a destinação do lucro do exercício, após análise conclusiva dos órgãos internos da CEF, será submetida à aprovação do Ministro de Estado da Fazenda e publicada no Diário Oficial da União, em até trinta dias a contar da data da aprovação ministerial.

  • Art. 45. A CEF levantará demonstrações financeiras ao final de cada semestre, certificadas por auditores independentes, conforme normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil.


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  • Art. 46 O pessoal da CEF é admitido, obrigatoriamente, mediante concurso público, de provas ou de provas e títulos, sob regime jurídico da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT e legislação complementar.

  • § 1º A CEF poderá requerer a cessão de servidores dos quadros de pessoal da administração pública federal, inclusive das empresas públicas e sociedades de economia mista, para o exercício de função de assessoramento ao Conselho de Administração e à Presidência da CEF.


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  • § 2º Poderão ser contratados, a termo, profissionais para o exercício de função de assessoramento ao Conselho de Administração e à Presidência da CEF.

  • § 3º A aplicação dos §§ 1º e 2º dar-se-á para, no máximo, 12 cessões e 12 contratações a termo, com remuneração a ser definida em normatização específica, limitada ao teto e aos critérios previstos para o quadro permanente de pessoal da CEF.


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  • Art. 47. A Auditoria Interna da CEF vincula-se ao Conselho de Administração, sujeita-se à orientação normativa e supervisão técnica do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo e tem como finalidade básica comprovar a legalidade e legitimidade dos atos e fatos administrativos e avaliar a eficácia da gestão de risco, do controle e das práticas de governança corporativa, além de executar, acompanhar e monitorar as determinações do Comitê de Auditoria.


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  • Art. 48. A CEF disporá em sua estrutura organizacional de uma Ouvidoria, com a atribuição de assegurar a estrita observância das normas legais e regulamentares relativas aos direitos do consumidor e de atuar como canal de comunicação entre a Instituição e os clientes e usuários de seus produtos e serviços, inclusive na mediação de conflitos.


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  • Operações de penhor:

  • Art. 53. Nas operações de penhor a CEF emitirá contratos, que conterão todos os elementos exigidos pela legislação.

  • § 1º Os leilões das garantias empenhadas serão realizados por empregados da CEF;

  • § 2º Os objetos empenhados resultantes de furto, roubo ou apropriação indébita serão devolvidos aos seus proprietários após sentença transitada em julgado, devendo a devolução, na hipótese de apropriação indébita, ser precedida do resgate da dívida.


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  • § 4º Decorrido o prazo de cinco anos a contar da custódia, os objetos serão leiloados, convertendo-se o resultado apurado em favor da CEF.

  • A CEF poderá destinar recursos para a constituição de fundos específicos, entendidos como o conjunto de recursos financeiros destinados ao apoio a projetos socioambientais, que tenham por objetivo precípuo apoiar, em conformidade com o regulamento aprovado pelo Conselho Diretor da CEF.


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  • Art. 54. O Conselho Diretor fará publicar, no Diário Oficial da União, após as aprovações:

    • I - o regulamento de licitações;

    • II - o regulamento de pessoal;

    • III - o quadro de pessoal, com indicação, em três colunas, do total de empregos e o número de empregos providos e vagos, em 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano; e

    • IV - o plano de salários, benefícios, vantagens e quaisquer outras parcelas que componham a remuneração dos empregados.


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