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Ministerio de Familia. Curso de Aconselhamento Cristão Salvador. Ementa. Estuda os fundamentos teóricos seculares e cristãos da psicologia aplicada ao aconselhamento.

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Presentation Transcript
Ministerio de familia

Ministerio de Familia

Curso de

Aconselhamento Cristão

Salvador


Ementa
Ementa

  • Estuda os fundamentos teóricos seculares e cristãos da psicologia aplicada ao aconselhamento.

  • Desenvolve princípios e técnicas básicas de aconselhamento para diversas fases etárias e para as várias necessidades humanas.

  • Identifica e capacita preliminarmente indivíduos para o exercício do aconselhamento cristão.


Metodologia recursos did ticos e avalia o
Metodologia, Recursos Didáticos e Avaliação

  • As aulas serão expositivas com leitura complementar = 30 h/a.

  • Projeção e uso da lousa. CD em Word.

  • Monografia sobre um dos temas ou projeto de serviço/clínica/ ministério de aconselhamento com integração teoria-prática, num prazo de 90 dias.


Conte do program tico
Conteúdo Programático

  • Unidade 1 – A Necessidade e a Importância do Aconselhamento

  • Unidade 2 – A Pessoa e a Tarefa do Conselheiro Cristão.

  • Unidade 3 – Os Conceitos e Abordagens Psicológicas Básicas à Luz da Bíblia.

  • Unidade 4 – Os Temas e Problemáticas mais Comuns no Aconselhamento.


Unidade i

Unidade I

A Necessidade e a Importância do Aconselhamento Cristão


Aspectos Psico-Emocionais da Depravação Total do Ser Humano

I

Por que eu sou assim?

Por que eu me sinto assim?

Por que eu faço isto?

Três Verdades:

  • O homem é um ser criado à imagem de Deus

  • O homem é um ser caído espiritual, moral e emocionalmente

  • A obra de Cristo inclui restabelecer esta imagem tri-dimensional


Panorama da Prática do Aconselhamento na Bíblia Humano

I

Atitudes e Procedimentos consolar, exortar, corrigir etc.

Sentimentos e Emoções medo, ira, ansiedade etc.

Pessoas e Episódios Jesus, o Conselheiro, Natã e Davi etc.

____

Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo, instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria.Colossenses 3:16


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Teologia influencia o Aconselhamento.

“seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso” Romanos 3:4

A doutrina das Escrituras

A doutrina da Responsabilidade Humana

A doutrina de Deus

A doutrina do Pecado

A doutrina da Santificação Progressiva

As Tarefas Práticas são o Modus Operandi do Aconselhamento Cristão


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Doutrina das Escrituras conduz o conselheiro, o aconselhado e o processo de aconselhamento a submeterem-se à autoridade absoluta das Escrituras.

“A área do aconselhamento tem se divorciado da Palavra” Powlison

 “A palavra deve ser ministrada no aconselhamento com tanta prontidão quanto na pregação”. Adams


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Doutrina da Responsabilidade Humana conduz o homem a uma verdadeira, clara e objetiva avaliação de si mesmo.

“O conselheiro bíblico oferece muito mais que um ouvido atento e palavras de conforto ou compreensão. Ele também conduz o aconselhado à compreensão bíblica de si mesmo e dos seu problemas, à luz de quem Cristo é. O conselheiro bíblico esforça-se desde o início para promover uma imersão do aconselhado na Palavra de Deus, de modo que aquilo que o aconselhado planeja alcançar com o aconselhamento seja cada vez mais condizente com o pleno bíblico. Desde o início do aconselhamento, ele é colocado sob a autoridade de Deus por meio das Escrituras”.

Tripp


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Doutrina de Deus conduz o aconselhado a um encontro e a um relacionamento com Deus.

“A fé cristã é capaz de fazer a grande síntese, unindo o todo da vida: o corpo em sua dimensão física, relacionamentos, pensamentos, sofrimento, emoções...”.

Powlison

“Homem algum pode fazer um exame de si mesmo sem ter que imediatamente se voltar para a contemplação do Deus em quem ele vive e se move”

Calvino


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Doutrina do Pecado conduz o aconselhado a repensar a maneira de compreensão dos seus problemas.

“A mensagem errada e o método errado têm controlado o aconselhamento. A abordagem bíblica de mudança não é supesticiosa nem pietista, nem moralista nem demonista”.

Powlison


A Relação entre Teologia e Aconselhamento Humano

I

A Doutrina da Santificação Progressiva conduz o aconselhado a interagir com outros no processo de aconselhamento.

“Esta vida, portanto, não é retidão, mas crescimento em retidão, não é saúde, é cura, não é ser, é se tornar, não é descanso, mas exercício. Ainda não somos o que viremos a ser, mas estamos crescendo nessa direção; o processo ainda não está concluído, mas em andamento; este não é o fim, mas o caminho. Nem tudo já refulge em glória, mas tudo está sendo purificado”

Martinho Lutero


A Dimensão Sobrenatural do Aconselhamento Humano

I

  • A obra do diabo é matar, roubar e destruir.

  • O ser humano é o principal alvo do diabo.

  • O diabo utiliza-se de:

    • Uma cultura caída – o mundo.

    • Uma natureza caída – a carne.

  • O diabo provoca ou aproveita-se de circunstâncias humanas.

  • O diabo não tem poder absoluto. O Senhor reina!


Unidade II Humano

A Pessoa e a Tarefa do Conselheiro Cristão


Quem pode ser Conselheiro? Formação e Ética Humano

II

  • O Aconselhamento é função exercida prioritariamente por pastores, mas nem todo “pastor” é pastor e portanto, é conselheiro.

  • O Aconselhamento pode ser exercido por membros, preferencialmente profissionais, estudantes ou estagiários de Psicologia ou Psiquiatria, sob a supervisão espiritual de pastor.

  • Situações Críticas:

    • envolvimento emocional – contra-transferência.

    • quebra da privacidade do aconselhado.

    • manipulação e abuso emocional, sexual ou físico.


Você está bem preparado? Humano

II

  • Faça uma avaliação das suas próprias atitudes e da sua própria vida.

    • Em relação aos seus próprios problemas.

    • Em relação à pessoa com quem vai trabalhar.

  • “O fator mais singular e significativo que afeta o meu ministério de aconselhamento é a qualidade da minha fé em Deus, assim como o arrependimento e a obediência”.

  • Powlison


Você está bem preparado? Humano

II

  • Leia e estude a Bíblia

  • “Porque à semelhança daqueles a quem ministro, eu também necessito de uma mudança radical de mente. Quando eu estou pensando corretamente, o aconselhamento floresce e dá frutos bons”.

  • Powlison


Você está bem preparado? Humano

II

  • Invista tempo para pensar seriamente nas pessoas que vai aconselhar.

    • Revisão dos encontros anteriores.

    • Anotações detalhadas durante ou após o encontro.

    • Procure entender as “questões críticas”.


Você está bem preparado? Humano

II

  • Ore por si mesmo e pelas pessoas, pedindo que Deus atue.

    • Dando convicção de verdade ao aconselhado.

    • Dando sabedoria, clareza, coragem, ouvido diligente, amor e graça, honestidade e praticidade, paciência ao conselheiro.


Você está bem preparado? Humano

II

  • Esboce um plano de ação para o encontro de aconselhamento.

    • Geral e específico, sistemático e flexível ao mesmo tempo.

  • Atenção:

  • O ser humano é imprevisível !!!


Você está bem preparado? Humano

II

  • Faça uma revisão freqüente dos princípios básicos de aconselhamento que orientam seu ministério.

    • Há esperança! Deus está no controle.

    • O problema está lá dentro no coração da pessoa.

    • Ame. Conheça. Fale. Faça.

    • Qual é a questão específica?

    • Pequenas mudanças são bem vindas.

    • Nada de mágica, nem técnica, nem cura garantida.


Você está bem preparado? Humano

II

  • Faça coisas que lhe dispõem para a tarefa ministerial.

    • Como é estar no lugar do outro?

    • “Aconselhar Pessoas com problemas e não problemas nas pessoas”. Powlison

    • A vida é mais abrangente do que o problema sendo tratado. A vida é bela!


Você está bem preparado? Humano

II

  • Verifique se está cumprindo o que você prometeu.

    • A credibilidade do conselheiro é fundamental para o bom andamento do aconselhamento.

    • Pontos importantes:

      • Pontualidade e Assiduidade.

      • Bom trato e Boa apresentação.

      • Atenção e Respeito.


Uma Proposta Multidisciplinar HumanoMedicina, Terapia e Bíblia

II

Espiritualidade

Libertação

Bíblia

Aconselhamento

Medicina

Medicação

DSM-IV

Psicologia

Terapia

Testes


Criando uma cl nica ou minist rio de aconselhamento
Criando uma Clínica ou Ministério de Aconselhamento Humano

II

  • Uma “clínica” ou “ministério” de Aconselhamento deve ser divulgado como um serviço religioso e não profissional, equivalente ao confessionário católico.

  • Um ministério independente de Aconselhamento deve ter um corpo de referência profissional por estar mais suscetível à fiscalização de CRPs.

  • A cobrança de honorários ou o estabelecimento de vínculo financeiro é totalmente errado e pode acarretar conseqüências graves.

  • É recomendável a documentação de autorização dos aconselhados ou responsáveis legais para a realização de testes e procedimentos, bem como o estabelecimento de garantia contra eventuais ações legais.


Limites do Aconselhamento e Relação com Entidades Humano

II

  • Entidades Representativas:

    • Conselho Regional de Psicologia - CRP

    • Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos – CPPR

  • Questões Principais:

    • Exercício ilegal da profissão

    • Discriminação contra homossexuais com tentativa de cura ou mudança da opção sexual.

    • Liberdade de Expressão e de Religião


Unidade iii

Unidade III Humano

Os Conceitos e Abordagens Psicológicas à luz da Bíblia


A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

  • “Amando-o ou odiando-o, não se pode deixar de admitir que Sigmund Freud influenciou a cultura ocidental”

  • Myers

  • Fatos da Vida de Freud:

  • Formação em Medicina (Universidade de Viena)

  • Escreveu “A Interpretação dos Sonhos” (1900) inaugurando a Psicanálise, a primeira teoria abrangente sobre a personalidade humana.


A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

  • Idéias Básicas:

  • A personalidade humana deriva de um conflito entre nossos impulsos biológicos, agressivos, que procuram o prazer, e as restrições sociais a eles. Freud chama estes impulsos de “pulsões”, sendo um de vida (“eros”) e outro de morte (“tanatos”).

  • Os “mecanismos de defesa” protegem o ego da ansiedade entre o prazer e o dever. Alguns são: repressão, regressão, formação reativa, projeção, transferência, racionalização.


A psican lise freudiana e p s freudiana
A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

  • O conflito se concentra em 3 sistemas interativos:

    • id – opera sob o princípio do prazer; se não for contido pela realidade, procura a gratificação.

    • ego – opera sob o princípio da realidade; que procura gratificar os impulsos do id de maneiras realistas. Contém nossas percepções, pensamentos, julgamentos e lembranças parcialmente consciente. É a personalidade executiva.

    • superego – o superego é uma voz da consciência que força o ego a considerar não apenas o real, mas também o ideal. Seu foco exclusivo é como devemos nos comportar, empenhando-se pela perfeição, julgando ações e produzindo sentimentos positivos de orgulho e negativos de culpa.


A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

  • A personalidade se forma em fases psico-sexuais nos primeiros anos de vida:

    • oral (0-18 meses) – prazer na boca (sugar, morder)

    • anal (18-36 meses) – prazer na eliminação (defecação, micção) – lida com demandas de controle.

    • fálico (3-6 anos) – prazer na genitália – lida com sentimentos sexuais incestuosos: complexo de Édipo e complexo de Electra.

    • latência (6-puberdade) – sentimentos sexuais latentes.

    • genital (puberdade em diante) – maturação sexual.


A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

O Iceberg dos 3 sistemas interativos:

Mente Consciente

Ego

Superego

Mente Inconsciente

Id


A Psicanálise Freudiana e Pós-Freudiana Humano

III

  • Descendentes e Dissidentes de Freud:

  • Adler e Horney – tensões sociais e não sexuais – complexo de inferioridade.

  • Jung – inconsciente coletivo

  • ______

  • Avaliação da Psicanálise:

  • Questiona-se a cientificidade da teoria.

  • Focaliza na vida sexual – unidimensionalidade.

  • Percebe a religião como repressora.


A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) Humano

III

  • É uma das perspectivas humanistas, cujos principais expoentes é Rogers e Maslow, opostos ao negativismo de Freud.

  • Pessoas saudáveis empenham-se no sentido da autodeterminação e da auto-realização.


A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) Humano

III

Maslow propôs uma hierarquia de necessidades em cujo topo estaria a auto-realização e em cuja base estariam as necessidades básicas de sobrevivência.

Necessidades de Auto-Realização atingir potencial singular e pleno

Necessidades de Estima reconhecimento e respeito de outros

Necessidades de Afiliação e Amor amar e ser amado, pertencer e ser aceito

Necessidades de Segurança segurança, estabilidade, ordem e previsibilidade

Necessidades Fisiológicas fome, sede


A Abordagem Centrada na Pessoa (ACP) Humano

III

  • Rogers propôs que crescemos pela “consideração positiva incondicional” ou simplesmente, aceitação, bem como pela autenticidade e a empatia.

  • Para ambos, o aspecto central da personalidade é o auto-conceito, que proporciona uma auto-estima positiva.

  • ______

  • Avaliação da ACP:

  • É reducionista vendo o homem como essencialmente bom.

  • Tendenciona ao individualismo e ao otimismo ingênuo.

  • Conceitos vagos e subjetivos.


A Abordagem Social-Cognitivista Humano

III

  • Aplica princípios de aprendizagem, pensamento e influência social.

  • Aprendemos através do condicionamento ou da observação de outros. Determinismo recíproco proposto por Bandura: “o comportamento, fatores pessoais internos e influências ambientais, tudo opera como determinantes interligados um do outro”.

  • Enfatizam também a importância dos processos mentais: o que pensamos sobre a nossa situação afeta nosso comportamento.


A Abordagem Social-Cognitivista Humano

III

  • Três formas de interação pessoa-ambiente:

    • pessoas diferentes escolhem ambientes diferentes.

    • personalidades moldam a maneira como interpretamos e reagimos aos eventos.

    • personalidades ajudam a criar situações a que reagimos.

  • O controle pessoal – é a capacidade de nos ver controlando o ambiente (otimismo) ou sendo controlado por ele (pessimismo – desamparo adquirido – resignação passiva).

  • Avaliação da Social-Cognitivista.

  • Focaliza a situação exageradamente, subestimando a dimensão interna do ser humano (emoções e motivações)


Resumo: Humano

III

  • Cada perspectiva pode nos ensinar alguma coisa:

    • A psicanalítica – inconsciente e aspectos irracionais da natureza humana.

    • Humanista/ACP – senso do eu e o potencial para a auto-realização.

    • Social-cognitiva – a importância do contexto.

    • _____

    • A natureza é sempre mais sutil, mais intrincada e mais elegante do que somos capazes de imaginar” Sagan.

    • “Homem algum pode fazer um exame de si mesmo sem ter que imediatamente se voltar para a contemplação do Deus em quem vive e se move”. Calvino


Integracionismo b blia e psicologia
Integracionismo: Bíblia e Psicologia Humano

III

  • O integracionismo é a tentativa de casar a psicologia secular e o cristianismo.

  • Segundo Powlison, a psicologia com seus pressupostos seculares e anti-bíblicos tem pouca ou quase nenhuma valia para o Conselheiro Cristão.

  • Para ele, “o pensamento integracionista entrou nas igrejas evangélicas por meio dos movimentos de cura interior”.


Propostas Cristãs: Humano

Jay Adams e Proposta Noutética

III

  • O pecado, em todas as suas dimensões, é evidentemente o problema com que o conselheiro cristão se vê a braços. A confrontação noutética=mental, conceitual é a ferramenta.

  • Os estilos (pecados e aversões) são peculiaridades do indivíduo. O trabalho do conselheiro consiste em descobrir esses temas abaixo das individualidades.

  • A psicologia pode ser um “acessório útil” para ilustração, para preencher com dados específicos as generalizações e para desafiar as interpretações errôneas das Escrituras.


Propostas Cristãs: Humano

Larry Crabb

III

  • A motivação humana pressupõe necessidades ou anseios por amor e por realizações significativas. Exigências idólatras e estratégicas de vida pecaminosa são reações secundárias e compensações, maneiras erradas de buscar o suprimento dessas necessidades.

  • A exegese das Escrituras é reconhecidamente o ponto de partida. As categorias bíblicas são suficientes para responder às perguntas do conselheiro.

  • A psique subsiste em 4 circulos: emocional, volitivo, racional e pessoal.


Propostas Cristãs: Humano

Cura Interior

III

  • A idéia de que o homem é emocionalmente doente e precisa ser curado é biblicamente válida.

  • A idéia de que o homem é curado emocionalmente por meios que independem de sua participação e vontade não é bíblica.

  • O uso de instrumentos semelhantes a práticas místicas ou esotéricas é perigoso, ineficaz e anti-bíblico.

  • A teologia da cura interior pode desprezar a doutrina da suficiência da obra de Cristo no Calvário e sub-estima a doutrina da Santificação Progressiva.

  • O uso de pessoas leigas em sessões de terapia individual ou de grupo é extremamente arriscada e não pode ser minimizada sob qualquer pretexto espiritual ou religioso.


Unidade IV Humano

Os Temas e Problemáticas mais Comuns no Aconselhamento


A sexualidade humana e suas diversas facetas
A Sexualidade Humana e suas Diversas Facetas Humano

IV

  • Como a Identidade Sexual é formada:

  • Teoria da Aprendizagem Social – observação e imitação, recompensa e punição.

  • Teoria do Gênero – o sexo torna-se uma lente que determina o pensamento organizado por sexo e comportamento tipificado por sexo.

  • Psicanalítica – a identificação com o pai ou a mãe.


A Sexualidade Humana e suas Diversas Facetas Humano

IV

  • Como os Papéis Sexuais são formados:

  • Evolução – homem (agressividade – propósito reprodutor) e mulher (habilidades interpessoais – objetivos reprodutores)

  • Cultura – variação por cultura e por época.


A Sexualidade Humana e suas Diversas Facetas Humano

IV

  • Hormônios e Comportamento Sexual:

  • Hormônios controlam o Desenvolvimento Sexual – características físicas

  • Hormônios ativam o Comportamento Sexual – sincronização do sexo e da fertilidade.

  • O Sexo depende de estímulos externos além de fatores internos (hormônios) – estímulos sensórios e a imaginação.


A Sexualidade Humana e suas Diversas Facetas Humano

IV

  • A Psicologia do Sexo:

  • Distúrbios Sexuais – são problemas que sistematicamente prejudicam o funcionamento sexual, envolvendo motivação e desempenho sexual.

  • Orientação Sexual – a persistente atenção por representantes de determinado sexo.

  • “O relacionamento entre homens e mulheres deve ser caracterizado não por um comportamento protetor ou por exploração, mas por amor, parceria e confiança”.

  • Parlamento das Religiões do Mundo


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Observações Importantes:

  • O homossexualismo sobrevive, enquanto o heterossexualismo prevalece em todas as culturas e épocas, independentemente da atitude em relação ao homossexualismo. As estatísticas mais acuradas apontam 3 a 4% de homossexuais na Europa e EUA.

  • O homossexualismo, que a maioria dos psicólogos considera não poder ser deliberadamente mudada, pode levar ao celibato, a uma opção por sexo promíscuo ou a um relacionamento amoroso sério e prolongado.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • As possíveis causas psicológicas do homossexualismo são:

    • Relacionamento da criança com os pais, como uma mãe dominadora e um pai omisso ou uma mãe possessiva e um pai hostil.

    • Ódio ou medo de pessoas do sexo oposto.

    • Níveis hormonais.

    • Abuso sexual ou sedução de crianças por homossexuais adultos.

    • Atenção: Não há evidências científicas ou estatísticas que comprovem nenhuma destas hipóteses.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • A maioria dos psicólogos considera hoje que o homossexualismo não é doença ou crime sexual. A American Psychiatric Associationa tirou o homossexualismo da lista de doenças mentais em 1973.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Princípios Norteadores:

  • O homossexual é um ser humano como outro qualquer, portanto tem dignidade intrínseca por conta da imagem de Deus. A homofobia é condenável. Humildade, respeito, amor e aceitação do ser humano são necessários.

  • O homossexualismo não é algo mais sério ou mais grave do que outros problemas ou inadequações possíveis da sexualidade humana.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • O homossexual pode ter razões diversas para buscar o aconselhamento, que vão desde a busca por entender o que acontece com sua sexualidade até a busca de ajuda para mudar sua condição.

  • O homossexual articulado trabalha com pressupostos epistemológicos diferentes dos seus. Exemplo: para você, pecado é desobedecer a Deus, enquanto pode ser prejudicar alguém para o homossexual.


Aconselhamento de homossexuais
Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • A lógica homossexual defende que:

    • existe uma orientação homossexual que não é tratada nas Escrituras

    • as proibições não se aplicam aos casamentos homossexuais.

    • uma identidade sexual culturalmente normal.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Argumentos e Refutações Bíblicas:

  • A autoridade das Escrituras deve ser inegociável. A Bíblia é consistente em suas proibições contra o homossexualismo (Lv.18:22/20:13/Jz.19:22,23/ Rom.1:26,27/I Cor.6:9,10/I Tim.1:9,10/Jd.1:7).

  • Não há base médica, psicológica ou bíblica para a idéia de uma orientação ou identidade homossexual.


Aconselhamento de homossexuais1
Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Algo “culturalmente normal” não é “natural” e mesmo que fosse não significa que é “moralmente correto”, pois a natureza humana é corrupta.

  • O “casamento homossexual” não é legítimo simplesmente porque envolve respeito, confiança e amor. Algumas relações heterossexuais também podem ser amorosas, respeitosas etc. e mesmo assim não serem legítimas.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

Um Entendimento Comum e Errôneo sobre o Desenvolvimento do Homossexualismo

Causa Primária

Genética

Problemas de relacionamento c/ pais-adultos

Baixa auto-estima

Outros fatores

Resposta

Pensamenos Homossexuais

Atos Homossexuais

Causa Secundária

Pecado


Aconselhamento de homossexuais2
Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

A Perspectiva Bíblica sobre o Desenvolvimento do Homossexualismo

Causa Suficiente

Coração pecaminoso

Mateus 7:21-23

“de dentro, do coração dos homens é que procedem...”

Possíveis Influências Necessárias

Genética

Colegas

Família

Abuso sexual

Outras influências

Prática Pecaminosa

Pensamenos Homossexuais

Atos Homossexuais


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • O Procedimento do Aconselhamento

  • O homossexualismo não cede fácil, nem rapidamente.

  • É preciso ministrar simultânea e equilibradamente dois temas: o conhecimento de nós mesmos e o conhecimento de Deus, que identifiquem e destronem ídolos do coração.

  • É preciso ouvir com amor e disposição de ajudar.


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Perguntas críticas:

    • Como a pessoa encara sua luta com o homossexualismo?

    • Quais as circunstâncias que moldaram a expressão atual de homossexualismo?

    • De que forma a pessoa foi prejudicada em relacionamentos?

    • O quanto tem sido doloroso para ele manter um estilo de vida homossexual?


Aconselhamento de Homossexuais Humano

IV

  • Mais Perguntas críticas:

    • A pessoa tem perguntas a respeito de orientação homossexual?

    • Ela tem a impressão de que está sempre mais interessada em relacionamentos com pessoas do mesmo sexo?

    • Que expectativas há de mudança? Qual é o alvo?

    • Quanto tempo é necessário?


Aconselhamento de Pessoas Abusadas Sexualmente Humano

IV

  • O abuso sexual, incluindo o estupro, é uma das maiores violências que podem ser cometidas contra a pessoa humana, especialmente se for criança ou jovem, caracterizando-se pela imposição emocional e física.

  • O abuso sexual torna-se ainda mais traumático quando praticado por alguém ligada afetivamente à pessoa abusada, o que é freqüente.

  • O abuso sexual é um crime (aspecto legal) psicopatologia (aspecto psicológico) e um pecado (aspecto espiritual).


Aconselhamento de Pessoas Abusadas Sexualmente Humano

IV

  • O abuso sexual é cometido por pessoas que desenvolveram psicopatologias relacionadas à identidade sexual, com causas diversas que incluem:

  • Abuso sofrido no período da formação da personalidade.

  • Emoções agressivas mal resolvidas e sexualmente mal direcionadas.

  • Sentimentos de inferioridade e desajuste ou inadequação social.

  • O abusador é normalmente alguém tímido, com sinais perceptíveis de ansiedade e fixação, mas é impossível traçar um perfil geral dele.


Aconselhamento de Pessoas Abusadas Sexualmente Humano

IV

  • Como ajudar alguém que foi Abusado:

  • Descaracterizar qualquer noção de culpa pessoal por ter sido abusado.

  • Desistir da tentativa de apresentar explicações ou atenuantes para a situação.

  • Reafirmar o valor pessoal do abusado aos olhos de Deus e da sociedade.

  • Enfatizar a necessidade do perdão terapêutico.

  • Focalizar na perspectiva futura, ressaltando sentimentos de esperança e restauração.


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • O casamento é uma benção divina para todo o gênero humano, mas o celibato também pode ser uma vocação (Mt. 19:11-12/I Cor.7:1-9,17-40)

  • O casamento é o ambiente e a relação propícia para o desenvolvimento da intimidade entre pessoas de sexos diferentes, visando a satisfação e a procriação.

  • O casamento é essencialmente um desafio de pessoas caídas de cumprir o ideal divino pré-queda. O conflito faz parte do casamento e deve ser vivido à luz do amor, confiança e fidelidade.


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Há cinco aspectos cruciais no casamento que devem ser tratados antes e durante o casamento:

    • A vida sexual do casal – paixão e atração física.

    • A vida financeira e profissional do casal – equilíbrio e compromisso pelo bem comum.

    • A relação de cada cônjuge com a família do outro – honrar as origens, preservando o relacionamento.

    • Os valores e o modo de criação de filhos – concordância sobre um estilo coerente com papéis definidos.

    • A vida espiritual e religiosa do casal – concordância mínima sobre valores e práticas.


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • O casamento envolve renúncia individual e compromisso com o outro, ao mesmo tempo que se preservam as individualidades mínimas de cada um.

  • A dinâmica da maior parte dos conflitos passa pela sensação real ou imaginária de que na sociedade do casamento alguém está usufruindo mais do que contribuindo (assimetria conjugal).

  • A possibilidade do divórcio tem sido perniciosa em muitos sentidos por descaracterizar a sacralidade do matrimônio, mas pode tornar-se uma válvula de escape em situações extremas segundo critérios bíblicos (Mt. 19:1-9/I Cor. 7:10,11,39/Rom 7:2,3)


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Como ajudar pessoas a decidir se devem se casar:

  • Ambos são espirituais? (II Coríntios 6:14-16)

    • O casamento é que vai lhe fazer feliz, dar identidade ou propósito?

    • Você traz marcas ou feridas abertas e não tratadas de relacionamentos anteriores?

    • Você sabe e pratica a resolução de problemas biblicamente?

    • Em que aspectos, você tem consciência de que precisa mudar?

    • Há uma prática de oração/diálogo já existente entre vocês?


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Vocês têm o mesmos alvos e objetivos na vida? (Am. 3:3)

    • Há compatibilidade profissional entre vocês?

    • Há ideais e valores em comum?

    • Há concordância de como vocês querem estar daqui a 5, 10, 10 anos à frente?

  • Vocês estão dispostos “a deixar e se unir?

    • Há disposição para romper laços emocionais e financeiros com os pais?

    • Há disposição para romper laços existenciais com o estilo de vida de solteiro e com amigos, se necessário?


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Vocês estão dispostos a deixar e se unir? (Continuação)

  • Há disposição para estabelecer expectativas materiais e financeiras em comum?

  • Qual o nível de envolvimento que vocês desejam ter com a igreja local?

  • Vocês concordam nos pontos de vista teológicos básicos?

  • Vocês concordam sobre os papéis bíblicos do homem e da mulher no casamento?

  • Vocês concordam com o número de filhos e a maneira de educá-los?

  • Vocês já definiram como será e qual será a freqüência do relacionamento com as famílias originais de vocês?


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • O que as pessoas que lhes conhecem bem pensam acerca do seu relacionamento? (Prov. 15:22)

  • Vocês têm consciência de que casamento é um compromisso perpétuo e uma aliança para ser construída a cada dia?


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Como ajudar um casal:

  • Partir do pressuposto que em todo relacionamento, ambos são responsáveis pelo sucesso/fracasso.

  • Manter uma posição/prática de isenção, mas não de indiferença. Orar por/com eles é fundamental.

  • Estabelecer um plano de ação com objetivo e metas para o aconselhamento.

  • Envolver dimensões e elementos como filhos, futuro profissional, igreja etc. apenas quando for necessário e nunca como causa primária para a resolução/reconciliação.


Aconselhamento Pré-Nupcial e de Casais Humano

IV

  • Como ajudar um casal:

  • Incentive o diálogo mediado por você.

  • Incentive o auto-conhecimento através de questionários etc.

  • Identifique quais são as raízes e os nós do relacionamento.

  • Incentive a projeção do futuro em busca de trazer esperança.

  • Ministre a Palavra.


Aconselhamento em Situações de Crise, Doença e Luto Humano

IV

  • Há uma vulnerabilidade explícita em momentos de perda, portanto o aconselhamento é necessário e estratégico nesses momentos.

  • A perda é um fato comum e inescapável a todo ser humano, mas as pessoas reagem de maneira diferente, dependendo da personalidade e das circunstâncias.

  • O aconselhamento na perda nem pode exaltar a dor e o sofrimento, nem ignorá-los.


Aconselhamento em Situações de Crise, Doença e Luto Humano

IV

  • Os sentimentos mais comuns na perda são raiva, solidão, confusão, mágoa, fragilidade e impotência, frustração, negação etc.

  • Talvez a maior armadilha na perda é tentar encontrar as razões e os motivos para o sofrimento.


Aconselhamento em Situações de Crise, Doença e Luto Humano

IV

  • Como ajudar pessoas em situação de perda:

  • Expresse empatia e sincera compaixão.

  • Contrabalançe o sofrimento. Fazer ver além da dor.

  • Relembrar situações de perda na própria vida e na de outros pode ajudar.

  • Estimule a expressão da dor em palavras e choro.

  • Estimule a fé na presença e no amor de Deus, mesmo que Ele pareça ausente ou culpado pela dor.

  • Estimule a reflexão sobre o propósito e não a causa do sofrimento.

  • Se for o caso, estabeleça responsabilidades de outros.


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Onde devemos traçar o limite entre normalidade e anormalidade?

  • Como devemos

    • Definir

    • Compreender

    • Classificar

    • Ajudar pessoas com distúrbios psicológicos?


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Comportamento psicologicamente perturbado é um comportamento atípico, conturbado, desajustado e injustificado.

  • A Perspectiva Médica trata de doença mental ou psicopatologia que precisa ser diagnosticada com base em seus sintomas e curada por meio de terapia que pode incluir tratamento num hospital psiquiátrico. Alguns exemplos são demência, esquizofrênia e alguns estados depressivos.


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • A Perspectiva Biopsicossocial sustenta que todo comportamento normal ou perturbado deriva da interação de natureza (fatores genéticos e fisiológicos) e criação (experiências passadas e presentes).

Biológicos evolução, gens, estrutura e química do cérebro

Socioculturais papéis, expectativas, definição de normalidade e distúrbio

Psicológicos estresse, trauma, desamparo adquirido, percepções e memória


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • A psicologia classifica com o fim de descrever um distúrbio, prever o seu curso futuro, seguir um tratamento adequado e estimular a pesquisa de suas causas. O esquema usado é o do Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disordes, da American Psychiatric Association (DSM-IV).

  • O DSM-IV classifica 230 distúrbios em 17 categorias, de um modo geral como:

    • Distúrbios neuróticos – aflitivos, mas que permitem o pensamento racional e o desempenho social.

    • Distúrbios psicóticos – mais sérios e debilitantes.


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Distúrbios de Ansiedade - a ansiedade que até certo ponto é normal, torna-se incapacitante quando as pessoas

  • tornam-se tensas de uma maneira inexplicável e incontrolável (a ansiedade generalizada),

  • sentem um medo irracional de alguma coisa (fobia)

  • são perturbadas por pensamentos e ações repetitivas (transtorno obsessivo-compulsivo)


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Ansiedade Generalizada

  • Os sintomas são tensão e nervosismo exagerados, preocupação infundada com perigos imagináveis, excitação do sistema nervoso autônomo (coração disparado, mãos suadas, cólicas estomacais ou sonolência).

  • A Sindrome do Pânico é um ataque de pânico episódico, quando os sintomas são exarcebados ainda mais.


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

Fobias

As fobias focalizam a ansiedade em algum objeto, atividade ou situação específica, sendo um medo irracional que afeta o comportamento.

Transtorno Obsessivo-Compulsivo

Comportamento persistentes que interfere com a maneira como se vive causando aflição


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Distúrbios Disassociativos - são os distúrbios nos quais a percepção consciente se torna disassociada, separada de memórias, pensamentos e sentimentos anteriores.

  • Alguns exemplos são a amnésia disassociativa, a fuga disassociativa e a disassociação da identidade (dupla personalidade)


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Distúrbios de Ânimo –

    • Distúrbio depressivo profundo – experiência de desespero e apatia profundos por um período mais longo, porém não permanente.

    • Distúrbio Bipolar (distúrbio maníaco-depressivo) - alternância entre a depressão e a mania, um estado superexcitado e hiperativo


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Esquizofrênia – é um distúrbio psicótico em que uma pessoa perde o contato com a realidade, experimentando idéias bastante irracionais ou percepções distorcidas


A Personalidade: Transtornos, Desvios Comportamentais e Patologias.

IV

  • Distúrbios de Personalidade

  • Personalidade Histriônica – emoções superficiais para atrair a atenção.

  • Personalidade Narcisista – exagero da própria importância com fantasias de sucesso.

  • Personalidade Limítrofe – identidade, relacionamentos e emoções instáveis.

  • Personalidade anti-social (sociopatia ou psicopatia) – comportamento agressivo, sexual descontrolado etc.


Indica es
Indicações Comportamentais e Patologias.

IV

  • O tratamento adequado de quadros psicológicos anormais deve ser conduzido exclusivamente por profissionais médicos ou psicólogos.

  • O papel do conselheiro cristão pode ser de apoio ao paciente e família.


Transtornos Alimentares: Obesidade, Bulimia e Anorexia Comportamentais e Patologias.

IV

  • Uma das obsessões mais notáveis na nossa cultura é a busca da saúde e da beleza física.

  • Um dos aspectos do bem estar é a relação da pessoa com a alimentação. A gula é um dos chamados pecados capitais e uma obra da carne.

  • A relação da pessoa com a alimentação pode refletir o estado do coração de alguém.


Transtornos Alimentares: Obesidade, Bulimia e Anorexia Comportamentais e Patologias.

IV

  • O modo desordenado de comer pode ter origem em diferentes motivações:

    • Independência e orgulho.

    • Cobiça e Compulsão.

    • Ansiedade e Frustração.


Transtornos Alimentares: Obesidade, Bulimia e Anorexia Comportamentais e Patologias.

IV

  • Perguntas Críticas:

    • Como você reage quando é tentado a ficar preocupado, irado, cheio de si ou deprimido?

    • Como você reage quando sente dor, cansaço, tédio ou solidão?

    • A comida em algum momento torna-se sua melhor companhia?


Transtornos Alimentares: Obesidade, Bulimia e Anorexia Comportamentais e Patologias.

IV

  • Definindo termos:

    • Obesidade – peso além do saudável com conseqüências para a saúde física e emocional.

    • Bulimia e Anorexia – ciclo habitual de comportamento caracterizado por ingerir uma grande quantidade de alimentos e, em seguida, induzir-se ao vômito ou a qualquer outra forma de purgação


Transtornos Alimentares: Obesidade, Bulimia e Anorexia Comportamentais e Patologias.

IV

  • Como ajudar pessoas com transtornos alimentares

  • Ajudar a identificar os hábitos de cobiça e o desejo de gratificação instantânea.

  • Ajudar a identificar o desejo pecaminoso de perfeccionismo físico.

  • Ajudar a identificar a preguiça típica de quem quer soluções instantâneas.

  • Identificar a participação da família e amigos no transtorno e num possível plano de ação terapêutica.

  • Estabelecer metas progressivas com empatia e paciência.


Stress e Burn Out Comportamentais e Patologias.

IV

  • Stress é o processo ou maneira como avaliamos e lidamos com as ameaças e desafios do ambientes.

  • Há fatores estressantes positivos, motivando-nos para superar os problemas.

  • Há fatores estressantes negativos, ameaçando nossos recursos, posição, segurança e bem estar.

  • O stress tem um componente fisiológico e outro psico-emocional.


Stress e Burn Out Comportamentais e Patologias.

IV

  • Os eventos mais estressantes da vida estão relacionados a:

    • Mudanças significativas.

    • Catástrofes.

    • Problemas do cotidiano.

  • Pessoas diferentes reagem diferentemente a estímulos estressantes, variando dos extremos patológicos da apatia até o pânico.


Stress e Burn Out Comportamentais e Patologias.

IV

  • O burn-out (literalmete, queimando) é o stress relacionado à atividade profissional.

  • O sentimento de controle sobre a vida (controle percebido ou simplesmente otimismo) é um dos fatores protetores contra o stress.

  • Há uma correlação direta e comprovada do stress com doenças coronarianas, conectadas com baixa imunidade e câncer.

  • As principais abordagens contra o stress incluem exercícios físicos, de relaxamento e terapia em grupo.


Uma Palavra Final Comportamentais e Patologias.

IV

O Conselheiro Cristão é o ombro amigo que o Espírito Santo materializa para ajudar ao próximo e, ao mesmo tempo, é o meio de conscientizar, despertar e apoiar na direção da mudança.

Depender totalmente de Deus na certeza de que tudo depende dele em última instância, sem esquecer que deve fazer o seu melhor, como se tudo dependesse de si é o desafio do equilíbrio no aconselhamento.


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