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Ano Vocacional - 2003 – Batismo, fonte de todas as Vocações. “Avancem para águas mais profundas” Lc 5,4 INTRODUÇÃO O Ano Vocacional foi aprovado na 39.ª Assembléia da CNBB, 07/2001, por unanimidade. Deverá atingir e envolver toda a dinâmica evangelizadora

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Ano Vocacional - 2003 – Batismo, fonte de todas as Vocações

“Avancem para águas mais profundas” Lc 5,4

INTRODUÇÃO

O Ano Vocacional foi aprovado na 39.ª Assembléia da CNBB, 07/2001, por unanimidade.

Deverá atingir e envolver toda a dinâmica evangelizadora

Não é uma ação apenas do Setor Vocações e Ministérios, mas de toda a Igreja.


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1) Seu contexto (2-3)

  • 50 anos da CNBB

  • Memória dos 20 anos do primeiro Ano Vocacional realizado em 1983.

  • Aplicação das propostas do 1.º Congresso Vocacional do Brasil, 1999, “Vocações e Ministérios para o Novo Milênio”.

  • Preparação para o 2.º Congresso Vocacional de 2 a 6 de setembro de 2005.

    2) Objetivo do Ano Vocacional (4-8)

  • Ajudar a Igreja a perceber-se como “assembléia dos vocacionados”. (4)

  • Todos os batizados são chamados pelo Pai (Jo 6,44.65), escolhidos pelo Filho (Jo 15,16) e enviados em missão pelo Espírito (At 13,1-3).

  • O sonho: tornar concreta a proposta de João Paulo II, ajudando a nossa Igreja a ter uma fisionomia vocacional. (6)

  • Todos os batizados são responsáveis pelas vocações.

    A dimensão vocacional éessencial para a vida da Igreja e para a sua ação evangelizadora (PDV, 34). (8)


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3) Tema e lema (9-12)

  • Tema – Batismo, fonte de todas as vocações – todos são chamados para a missão.

  • Pelo batismo fomos sepultados com Cristo na sua morte para sermos pessoas ressuscitadas, plenas de vida (cf. Rm 6,1-11).

  • 14. Pela água da fonte batismal todas as pessoas são enxertadas em Cristo (cf. Rm 6,3), inseridas no seu Corpo (cf. 1Cor 12,13) para, na diversidade de carismas (cf. 1Cor 12,4-31), servirem à comunidade e à humanidade.

  • A vocação é, antes de tudo, chamado para o seguimento de Cristo.

  • A Igreja precisa “dar espaço a todos os dons do Espírito. Fazer florescer, além do ministério ordenado, todos os demais ministérios. (11)

  • O lema “Avancem para águas mais profundas” é inspirado no texto de Lc 5,4.

  • Sua finalidade é provocar a Igreja a “fazer-se ao largo”, isto é, avançar, ousar, rompendo com toda acomodação. (12)


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4) Motivação (13-16)

  • o momento atual caracteriza-se pela desconfiança, pelo desânimo. Muitas lideranças estão cansadas. Como os Apóstolos: “Mestre, tentamos a noite inteira, e não pescamos nada...” (Lc 5,5).

  • O mundo: crise provocada pela globalização neoliberal e por outras situações difíceis. O lema é um convite a acreditar na Palavra do Senhor e tentar mais uma vez, indo para frente, arriscando, ousando: “lançar as redes”. Um dinamismo novo.

  • Proposta: estruturar em todas as dioceses e paróquias o SAV

  • incentivar um espírito de oração pelas vocações

  • promover, em toda a Igreja no Brasil, um novo e promissor despertar vocacional.


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O Rosto da Animação Vocacional- Realidade-Os sopros do Espírito (18-21)

  • Ação Católica.

  • Resgate do Concílio: renovação eclesial: Igreja “Povo de Deus”

  • Na América Latina a aplicação do Vaticano II se deu mais profundamente, graças as Conferência de Medellín (1968), em Puebla (1979) e em Santo Domingo (1992).

  • Puebla tratou explicitamente da temática da vocação e da missão, vendo-a na perspectiva da comunhão e participação.

  • Novo dinamismo na ação pastoral da Igreja no Brasil. Também o SAV passou por uma profunda transformação, tanto nos conteúdos quanto na sua prática.

  • animação vocacional que contemple melhor a realidade brasileira e os seus múltiplos desafios.

  • dinamizar a animação vocacional, fazendo chegar a todas as dioceses e comunidades. (21)


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b) Novo dinamismo: (22-28)

Momentos marcantes:

1. Ano Vocacional de 1983.

2. O Guia pedagógico ajudou na capacitação dos animadores e na estruturação da PV.

3. O Mês Vocacional , 1981.

4. Reestruturação do Setor Vocações e Ministérios e organização da PV nos Regionais.

5. Incentivo à criação das Equipes Vocacionais nas dioceses e nas paróquias.

6.Itinerário vocacional: despertar, discernir, acompanhar e cultivar

7. Escolas vocacionais e a publicação da coleção “Cadernos Vocacionais”.

8. Criação do Instituto de Pastoral Vocacional (IPV), 1993.

9. Publicações: Diretrizes Básicas para a formação dos Presbíteros (1995) e Missão e os ministérios dos cristãos leigos e leigas (1999).

10. I Congresso Continental Latino-americano de Vocações, 1994, em Itaici,: “A Pastoral Vocacional no Continente da Esperança”.

11. I Congresso Vocacional do Brasil,1999.

Lema “Coragem. Levanta-te, Ele te chama!”


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a) Pesquisa feita em 2001 - (30-31) Vendo o presente

  • - efeitos e repercussão do 1.º Congresso - reforçou a dimensão vocacional das pastorais,

  • - reforçou a compreensão teológica da vocação,

  • - ajudou a ver a importância da formação dos animadores vocacionais,

  • - chamou a atenção para a questão da ministerialidade da Igreja,

  • - deu impulso para um serviço mais organizado, melhor coordenado e articulado,

  • - contribuiu para a reestruturação da pastoral vocacional em muitas dioceses.

    b) O rosto da animação vocacional (32-37)

  • importância dos ministérios e dos leigos.

  • evangelização inculturada.

  • resgatar a dimensão humana, o valor da liberdade, a experiência e a maturidade da fé (experiência de Deus).

  • Cultura urbana: a abertura à cidade.

  • O novo rosto da animação vocacional


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c) Temas a serem aprofundados e novas questões (38-41)

A teologia da vocação; a integração do SAV com as pastorais; a formação dos vocacionados;

  • animação vocacional e família; mística e espiritualidade; SAV e juventude, catequese;

  • questões de gênero; celibato e castidade.

    d) Novas questões (41)

    - as vocações adultas;

  • a animação vocacional e paróquias;

  • os novos paradigmas sociais;

  • animação vocacional e sexualidade do clero;

  • animação vocacional e questões antropológicas;

  • as vocações indígenas e itinerário vocacional inculturado;

  • formação permanente das equipes

  • animação vocacional e cultura midiática.

    e) Desafios (42-43)

  • afetividade e a sexualidade;

  • a organização e a articulação da PV;

  • a formação dos animadores e animadoras;

  • o itinerário vocacional;

  • a ação dos movimentos eclesiais;

  • a mística inculturada.


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f) A causa dos problemas (43):

  • a crise da liberdade;

  • a clareza na opção vocacional;

  • o investimento na preparação;

  • formação humano-afetiva dos animadores e animadoras;

  • necessidade de uma animação vocacional mais madura, articulada, organizada e integrada.

    g) Pistas de ação (44-50)

    Principais propostas assumidas:

  • 1) apoio aos ministérios dos cristãos leigos

  • 2) estruturação do SAV

  • 3) aumento da consciência vocacional

    Metas:

  • a) a inculturação em relação às etnias

  • b) diálogo com a cultura urbana

  • c) o aprofundamento da teologia da missão.

    O despertar vocacional é variado(47):

  • estudos e encontros de formação, retiros e semanas vocacionais, sensibilização do clero,

  • visitas, fortalecimento das Equipes, celebrações, vigílias, grupos de oração.

  • plantões e atendimento vocacional.

    Constatação: não há muita novidade; continua a se fazer as mesmas coisas e sempre do mesmo jeito!


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Cresceu a integração (48):

  • A dimensão Vocacional do Ano Litúrgico,

  • A interação com as pastorais afins: a Juventude, a Família e a Catequese,

  • Meios de comunicação,

  • A Integração com a Educação.

    Desafios que permanecem:

  • a animação no meio universitário;

  • a pastoral do adolescente

  • o despertar vocacional na família;

  • animação vocacional e a política;

  • o SAV ainda está nas mãos dos padres, religiosos e religiosas.

    Com relação aos serviços e recursos:

  • A presença da animação vocacional na Internet ainda é reduzida.

  • Investimento financeiro pelas dioceses é pequeno.

    Parecer global (51-53):

  • Há um rosto mais encarnado;

  • Existe um crescimento da consciência vocacional da Igreja;

  • Melhor organização, formação ou reestruturação das equipes;

  • Melhor acolhida do itinerário vocacional;

  • Interação com outras pastorais, e organização .


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Perspectivas (53):

  • necessidade da elaboração de um plano ou de um guia para os animação vocacional,

  • a inserção do SAV no plano diocesano

  • Ano Vocacional (2003) e ao 2.º Congresso Vocacional (2005).

    1.3. Fazer animação vocacional a partir da realidade

    O mundo no qual vivemos (55-57)

  • Mundo marcado pela globalização

  • Concentração de renda

  • A globalização difunde a insensibilidade, levando as pessoas a se tornarem indiferentes diante dos problemas e dos sofrimentos.

  • Passa a vigorar a lei da concorrência,

  • A globalização “mata a noção de solidariedade.

  • A falta de sensibilidade, acompanhada do cinismo, do desprezo e do preconceito Crise muito forte da dimensão espiritual.

  • Falta de ética, ou ética utilitarista.

  • Faz as pessoas voltarem-se para si mesmas, Manipulando as informações, confundindo as cabeças através da poderosa mídia.


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b) A situação do Brasil (58-59)

  • Conseqüências: a “financeirização da economia”. investe-se no mercado financeiro; “cultura da corrupção”; novas tecnologias, a informática, geram a precarização do trabalho; êxodo rural.

  • Conseqüências da exclusão social: caos nos serviços públicos, inexistência de políticas públicas, desemprego, déficit habitacional, violência, pessoas vivendo na rua e nos lixões, prostituição, crime organizado e o narcotráfico, milhões vítimas da fome.

  • A animação vocacional terá que considerar a globalização: ela é imoral, interfere na dinâmica do itinerário vocacional, Gera o individualismo, a arrogância e pretensão de eficiência; favorece o espírito de concorrência

    c) Um mundo novo é possível (60-62)

    Utopia: globalizar a solidariedade

  • Mobilizações sociais: Fóruns Sociais Mundiais - instrumentos privilegiados depersuasão.

  • Crescimento da consciência dos Direitos Humanos;

  • A sede de participação, sobretudo das mulheres e dos jovens;

  • A luta contra toda a forma de discriminação O respeito ao ecossistema e à vida.


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Atuação de novos atores sociais, conscientes da responsabilidade que têm “como cidadãos protagonistas de um mundo novo”(61):

  • Cresce a articulação na sociedade civil, envolvendo pessoas e grupos.

  • Movimentos significativos em favor de muitas causas: reforma agrária...

  • Aumentam os Conselhos Municipais, a fiscalização dos governos e dos parlamentares. - Intensifica-se a luta contra a corrupção eleitoral, através da lei 9.840.

  • Nota-se maior atuação do Ministério Público, agindo com firmeza na defesa das instituições democráticas.

  • Alguns meios de comunicação estão mais comprometidos com a defesa da verdade.

  • A Igreja lança mutirões, plebiscitos e outras iniciativas...

    Toda vocação é um chamado à vida.


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d) O SAV situado em uma realidade urbana (63-64)

  • O fenômeno da urbanização: mais de 75% da população brasileira .

  • O urbano determina o ritmo da vida, inclusive daquelas pessoas que estão no campo.

  • A problemática não gira tanto em torno da localização da população, mas de que continuamos a utilizar “uma linguagem rural nos centros urbanos”.

    1.4. Lendo a história e a pesquisaa) As luzes (66-72)

  • Estão contribuindo para dar um novo rosto á animação vocacional:

  • a ministerialidade da Igreja –

  • a necessidade de caminharmos juntos

  • a consciência “de que todos somos animadores vocacionais. “aumento da catolicidade” do SAV.

  • a multiplicação de “subsídios, encontros, cursos e escolas vocacionais...

  • os leigos e as leigas “assumindo, com entusiasmo, sua missão.”

  • Cuidado: a pesquisa revelou a ausência de uma teologia do Batismo, (72)


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b) Questões emergentes(73-77)

Sombras que atrapalham a caminhada:

  • A falta de uma pastoral orgânica.

  • Falta de testemunho.

  • A mulher “não é suficientemente valorizada na Igreja”

    Alguns entraves (76):

  • o clericalismo

  • a falta de profecia na Igreja;

  • o “proselitismo vocacional” de algumas congregações, dioceses e movimentos;

  • a falta de preocupação com a qualidade; formação distante da realidade;

  • a fragilidade da experiência cristã de muitos jovens;

    f) a sobrecarga e o despreparo dos animadores e animadoras vocacionais;

    g) a falta de adultos preparados para o acompanhamento aos grupos de jovens.

    h) necessidade de uma evangelização inculturada.

    Cabe à animação vocacional:

    Lançar asemente. Um dia vai dar frutos (cf. Hb 10,35-36). Gerar vida.


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2. NOVOS TEMPOS REFLEXÃO BÍBLICA A PARTIR DA REALIDADE“Sentado, desde o barco, ensinava as multidões” (Lc 53b)2.1.“Jesus veio de Nazaré da Galiléia e foi batizado...” (Mc 1,9).

a) O Batismo de Jesus (80-83)

  • Jesus revelou-nos pelo seu batismo, identidade,autoridade e a sua missão.

  • Jesus, recebendo um batismo destinado a pecadores, se solidariza com eles.

  • “Tu és meu Filho amado; em ti está o meu agrado” (Mc 1,9). Todo aquele que é submergido nas águas batismais, é também chamado de “filho amado”, é ungido pelo Espírito e é enviado.


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  • O batismo de Jesus revela a existência de três características:

  • 1. a sua própria vinda, de Nazaré ao Jordão, é um sinal indicativo do seu chamado a salvar a humanidade: “Jesus veio...”, livremente;

  • 2. a voz vinda do alto – sinal de que Deus volta a falar – é um indicativo da sua divindade e identidade vocacional: “Jesus é o Filho Amado de Deus”;

  • 3. é sinal indicativo da sua autoridade: “nele está o meu agrado”, porque executará o projeto de Deus.

    O batismo faz de Jesus o primeiro vocacionado

    b) O nosso batismo (84-89)

  • Pelo batismo somos incorporados e configurados a Jesus Cristo.

  • Pelo mergulho somos sepultados com Cristo na sua morte para ressuscitarmos plenos de vida Pela água da fonte batismal as pessoas são enxertadas em Cristo (cf. Rm 6,3), inseridas no seu Corpo (cf. 1Cor 12,13) para, na diversidade de carismas (cf. 1Cor 12,4-31), servirem à comunidade e à humanidade


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  • Quando se diz: “ características:eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo...” o cristão é inserido não somente na Igreja, mas na comunhão trinitária.

  • O cristão, pelo batismo, é vocacionado, chamado a ser ouvinte da Palavra: é chamado pelo Pai e adotado como filho bem amado e justificado dos seus pecados; é incorporado a Jesus Cristo; é ungido pelo Espírito para a missão; e é irmanado à sua Igreja.

  • No batismo, a mesma voz que um dia foi ouvida declarando Jesus Filho amado, é ouvida por nós; o mesmo Espírito que o ungiu e o enviou em missão (cf. Lc 4,18-19), nos unge e nos consagra para vivermos uma vida nova (At 2,17). Á mesma missão que impulsiona o envio missionário do cristão ao mundo (Mt 28,19-20).


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  • Jesus ordena aos seus discípulos: " características:Ide, portanto...e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Os discípulos, partem para a missão e batizam em nome de Jesus.

  • Jesus se fez batizar para mostrar o seu compromisso de amor com toda a humanidade.

  • O batismo de Jesus manifesta a sua vocação profética e a sua relação amorosa com o Pai. O batismo é o alicerce da vida cristã e permite compreender a Igreja como a comunidade dos batizados, seguidores de Jesus, abertos à luz do Espírito que nos conduz na missão evangelizadora.

    Batismo: fonte de todas as vocações (90-91)

  • Todos, ao serem batizados, recebem o mesmo Espírito que animou a vida de Jesus;

  • Neste ano vocacional avancemos para águas mais profundas, transformando as nossas pias batismais em fontes de todas as vocações. O Batismo está na origem de todas as vocações.


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2.2. Em atenção à Palavra características:

  • a) O texto (Lc 5,1-11) - 93

  • b)À beira do lago (94-96)

    • Jesus chega à beira do lago Genesaré. Ele está acompanhado pela multidão que se comprimia ao redor dele.

    • O Mestre não espera, mas vai lá onde as pessoas se encontram.

    • Nesta atitude do Mestre percebe-se também a sua vontade de convocar pessoas diferentes.

      c) O Mestre anuncia a Palavra de Deus (97)

      A narrativa apresenta os três momentos que compõem o itinerário vocacional dos quatro primeiros discípulos:

  • a) Jesus anuncia a Palavra de Deus.

  • b) Simão atende a essa Palavra que pede para lançar as redes.

  • c) Os discípulos reconduzem os barcos à terra, deixando tudo para seguir o Mestre.

  • Pedro e seus companheiros não apenas cumprem a ordem de lançar as redes de dia, contrariando a própria experiência de pescar à noite, mas também deixam tudo para seguir o Mestre”(Lc 5,10).


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d) Os pescadores seguem Jesus (98-99) características:

  • Lucas narra a vocação dos quatro pescadores, após a série de milagres que Jesus realizou em Cafarnaum;

  • Lucas observa a lógica segundo a qual ninguém segue alguém sem antes conhecê-lo.

  • Após a pesca milagrosa, Pedro dirige-se a Jesus com um título pascal. Ele, que antes chamara Jesus de "Mestre" (Lc 5,5), depois da pesca milagrosa, manifesta sua fé chamando-o de "Senhor". Esse título aponta a vitória de Jesus sobre a morte.

  • A experiência vocacional traz uma dimensão pascal;

    e) O jeito de Jesus (100)

  • Jesus sobe na barca de Simão, pede para afastar-se. O Mestre busca novas formas de se comunicar com a multidão.

  • O jeito de Jesus chamar é livre, espontâneo, criativo e sensível. A barca simboliza o lugar concreto onde a vida acontece. A animação vocacional deve ser inculturada.


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2.3. características:A vocação dos pescadores

a) O chamado a lançar as redes (101)

  • Avançar para as águas mais profundas, significa uma proposta corajosa, um pedido para que vejamos mais longe, além dos horizontes, buscando novas formas, novos métodos, novo ardor.

  • O convite de Jesus é um desafio a nos lançarmos para o futuro, entusiasmo, superar toda “sensação de saciedade”

    b) A disponibilidade dos vocacionados (102)

  • A atitude de Pedro, de Tiago e de João manifesta a disponibilidade para seguir Jesus (Lc 5,11).Eles nunca deixaram de ser pescadores. Eles terão novas redes e barcas.

    c) “Não tenhas medo!”(103-104)

  • Jesus ordena a Simão e seus companheiros a lançarem as redes em pleno dia.

  • “Não tenhas medo!” (Lc 5,10). O Mestre nos garante que vai estar conosco “até o fim dos tempos” (Mt 28,20). Para a animação vocacional isso significa ter audácia para enfrentar os novos desafios.


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d) A identidade do discípulo (105) características:

  • Jesus propõe uma nova missão e manifesta a necessidade de pessoas dispostas a deixar tudo para assumir a causa do Reino.

    e) A reação dos vocacionados pescadores (106-107)

  • Os primeiros vocacionados são pessoas simples que acolhem progressivamente o chamado de Jesus. Inicialmente eles estão no meio da multidão (Lc 5,1). Eram pessoas do povo.

  • Deixar as barcas, para Pedro e seus companheiros, significava deixar tudo, inclusive o estabelecido, o rotineiro, o costumeiro, mas também o mais agradável e o mais seguro.

  • Do mesmo modo, a animação vocacional terá que ter a audácia de romper com os preconceitos, com a rotina e com certos programas previamente projetados.

    f) Jesus, animador vocacional (108-111)

  • A presença de Jesus junto ao lago ensinam-nos a pescar com novos métodos: a quantidade de peixes, as redes lançadas, a barca e o auxílio apontam-nos para o nosso agir vocacional.

  • O jeito de Jesus chamar os pescadores no lago de Genesaré, questiona o serviço de muitos animadores vocacionais .

    Hoje, os pescadores são todas as pessoas batizadas, vocacionadas a chamar, a evangelizar, a proteger, a estimar e a amar o dom da vocação.


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3. AVANÇOS À LUZ DA VOCAÇÃO BATISMAL características:“Avança mais para o fundo, e ali lançai vossas redes para a pesca” (Lc 5,4b)

3.1. Avanços na compreensão vocacional

  • Teologia da vocação (113-116)

    A Importância da Teologia da Vocação para a Animação Vocacional.

  • A ausência de uma verdadeira teologia da vocação leva a pensar a questão vocacional apenas em vista das necessidades manutenção da instituição.

  • A correta teologia da vocação brota de uma autêntica teologia do batismo.

  • Faz-se necessário aprofundar a vocação batismal, o chamado à santidade destacar a dimensão trinitária do chamamento divino.

  • b) A vocação é amar (117-118)

  • A vocação é amar. A pessoa humana é um ser no amor e para o amor. Só quem ama, porque foi amado primeiro (cf. 1Jo 4,10), pode ser capaz de uma plena oblatividade.

  • A percepção do amor é o critério decisivo para o discernimento vocacional.


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c) A vocação à vida ( características:119-121)

  • o primeiro chamado - vocação à vida. À realização, à felicidade.

  • - promover “a vocação natural”;

  • - pensar a eleição divina no contexto da criação, do chamado à comunhão.

  • - despertar para a vivência plena da natureza social do ser humano: desenvolvimento da história da humanidade...

  • - contribuir para que os homens e as mulheres atuem em projetos que gerem vida.

  • - compromisso em defesa da vida.

  • - a nossa vocação há de ser a da inclusão, do respeito profundo a cada vida, sem exclusões.

  • - a vocação cristã precisa ser apresentada sempre como serviço ao mundo.

  • - a animação vocacional deve apontar para o seguimento de Jesus Servidor dos pobres.

  • - a animação vocacional deve ser um espaço de gestação de verdadeiros discípulos e discípulas Daquele que veio não para ser servido, mas para servir (cf. Mc 10,45).


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d) A eclesiologia da vocação (122-129) características:

  • O 1°. Congresso Vocacional percebeu as mudanças pelas quais passava a Igreja.

  • Desafio: o SAV deverá ser capaz de, com a ajuda do Espírito do Senhor, colaborar para a construção de “uma Igreja, onde todos os aspectos essenciais para a sua vida e para a sua missão sejam bem integrados”.

  • É preciso pensar numa animação vocacional que desperte para a diversidade.

  • Toda animação vocacional feita a partir da experiência da Igreja “Povo de Deus”, deve ter a audácia de propor um seguimento de Jesus que seja, de fato,diaconal.

  • Precisamos insistir no princípio de “que todos somos animadores vocacionais” ou seja, responsáveis uns pela vocação dos outros.

  • A comunidade é a mediadora da vocação e o lugar de sua manifestação. Precisamos propor uma autêntica espiritualidade, capaz de dar ânimo e coragem aos vocacionados, mesmo diante dos inúmeros desafios que aparecem.

  • Os animadores serão capazes de comunicar o chamado divino na medida em que forem pessoas profundamente marcadas pelo amor da Trindade e pela compaixão.


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3.2. Animação vocacional corajosa – Pistas de ação características:3.2.1. Propostas mais amplasa) Considerar o fenômeno da urbanização (

  • Sensoriamentodo real: fazer uma leitura interpretativa da realidade.

  • Procurar ser mais realista, não pensar ou projetar um tipo de atividade vocacional para pessoas que, na verdade, não existem mais.

  • Atenção aos sinais dos tempos: existe uma nova concepção do ser humano: a pessoa e a sua corporeidade, as questões de gênero tomadas a sério, o homem e a mulher não mais como “donos” do mundo.

  • Urgência de uma nova pedagogia para dialogar com os jovens.

  • Pedagogia que tenha flexibilidade. Superar os moralismos e rigorismos, mas sem nenhuma ingenuidade. Ssaber escutar, acolher, “perder” tempo com as pessoas, rever o seu jeito de ser.

  • Promover uma animação vocacional verdadeiramente inculturada, tornar inteligível a mensagem evangélica para as pessoas do nosso tempo.

  • Levar em conta as características próprias do povo brasileiro, investindo “em ações concretas inculturadas”.


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b) Alimentar a mística características:(141-143)

  • intensificar a mística e a oração .

  • A mística e a oração são fontes que redefinem a dimensão profética e sócio-transformadora da pastoral vocacional.

  • A oração é indispensável. Ela alimenta a mística e sustenta a caminhada.

  • A oração é uma atitude permanente de vida, de escuta da vontade de Deus

  • c) Usar de criatividade (144)

  • Urge criar, inventar, encontrar saídas rápidas e soluções realistas. Entre as propostas de criatividade, destacar atenção à questão dos ministérios na Igreja.

  • d) Valorização da pessoa (145)

  • Valorizar a pessoa dos vocacionados.


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e) Outras propostas características:(146-150)

  • Formação das equipes vocacionais.

  • Alegria no seguimento de Jesus. É a regra de ouro da animação vocacional (VC, 64).

  • Investir na formação dos animadores e animadoras vocacionais.

  • Itinerário vocacional: cuidado com a pressa e precipitação.

  • Necessidade da elaboração de um itinerário vocacional para os cristãos leigos e leigas, com tempo necessário e a metodologia apropriada.

    3.2.2. As propostas mais específicas a) Eclesialidade e formação (152-159)

  • Sensibilização da comunidade.

  • Faz-se necessário pensar no acompanhamento e na formação teológica.

  • Preocupação:

    - falta de acompanhamento vocacional sério.

  • A formação dos cristãos leigos e leigas

  • D dimensão missionária da Igreja.

  • Preocupação com a reflexão sobre a teologia da missão e no discernimento da vocaçãocomo missão.

  • Dimensão missionária -inserção no meio dos excluídos.Investimento nas escolas vocacionais. Motivar a partilha e a solidariedade.


B itiner rio vocacional l.jpg
b) Itinerário vocacional características:

  • Vida consagrada: sensibilização dos membros de suas comunidades para as vocações.

  • Envolvimento da comunidade no discernimento

  • Fazer acompanhamento personalizado e grupal nas suas famílias e comunidades

    c) Interação com outras pastorais e dimensões (163-168)

  • Interação com as Pastorais da Juventude, a Familiar, Catequese...

  • meio universitário

  • dimensão vocacional da Liturgia.

  • pastoral vocacional e a realidade política, em vista da libertação integral da pessoa.

    d) Os serviços e os recursos (169-173)

  • Mídia e viabilização financeira

  • Quando o acesso aos grandes meios não for possível, fazer uso dos recursos alternativos.

  • Previsão orçamentária.

  • Cuidado com a aplicação do dinheiro nas comunidades.


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CONCLUSÃO características:

  • O Ano Vocacional de 2003 quer ser apenas o início de mais um período fecundo para o serviço vocacional da Igreja no Brasil.

  • Buscar caminhos novos.

  • Por exemplo:

    1) O Mutirão para a superação da miséria e da fome;

  • 2) A criação de grupos de reflexão em todos os ambientes;

  • 3) A Campanha da Fraternidade, com a sua preocupação pela vida;

  • 4) Dia Mundial de Oração pelas Vocações;

  • 5) Mês Vocacional;

  • 6) Mês da Bíblia;

  • 7) Grito dos Excluídos;

  • 8) Mês Missionário;

  • 9) Dia Mundial das Missões;

  • 10) Dia Nacional da Juventude ;

  • 11) Dia Nacional dos Cristãos Leigos e Leigas;

  • 12) O diálogo ecumênico;

  • 13) Outras atividades regionais, diocesanas e locais.

  • Preparação para o 2.º Congresso Vocacional que realizaremos em setembro de 2005.

  • Não devemos esquecer que temos ainda “um longo caminho a percorrer”.


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