Diferentes vis es da concorr ncia
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Diferentes Visões da Concorrência. Clássicos, Marx, Neoclássicos: concorrência tem posição acessória na teoria econômica Noção Clássica da Concorrência A concorrência entre capitais é concebida como um processo em que o capital: Entra nas industrias com maior taxa de lucro

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Diferentes Visões da Concorrência

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Presentation Transcript


Diferentes vis es da concorr ncia

Diferentes Visões da Concorrência

  • Clássicos, Marx, Neoclássicos: concorrência tem posição acessória na teoria econômica

  • Noção Clássica da Concorrência

    • A concorrência entre capitais é concebida como um processo em que o capital:

      • Entra nas industrias com maior taxa de lucro

      • Sai das industrias com menor taxa de lucro

    • Tendência à igualação da taxa de lucro

    • Preço de equilíbrio

Kupfer e Hasenclever: 2002


Diferentes vis es da concorr ncia1

Diferentes Visões da Concorrência

  • Concorrência em Marx:

    • Livre mobilidade do capital

       Tendência à igualação da taxa de lucro.

    • Resulta na introdução do progresso técnico para reduzir custos.

  • A noção neoclássica da concorrência:

    • Empresas incapazes de afetar preço de mercado: empresas não possuem poder de mercado.

       Preço de mercado determinado pelo equilíbrio entre oferta e demanda: P = CMg

Kupfer e Hasenclever: 2002


A vis o de schumpeter

A visão de Schumpeter

  • Teoria da concorrência: inserida em uma visão da evolução do capitalismo baseada no processo de introdução e difusão de inovações

  • Agentes buscam criar lucro de monopólio através da diferenciação

    • Tecnológica: Processos de Produção, Produtos, Organização, Fontes de insumos,

    • De Mercados: Geográfica, Clientes, Serviços pós-venda

      Inovações: processos, produtos, insumos, organização, mercados.

Kupfer e Hasenclever: 2002


Concorr ncia schumpeteriana

Concorrência Schumpeteriana

  • Concorrência não é o contrário de monopólio.

    • Estratégia das empresas: inovar (criar diferenciação) para obter lucros de monopólio temporário

    • Outras empresas copiam inovação: difusão

      • Eliminação do monopólio não é garantida: retornos crescentes de escala tendem a consolidar as vantagens do monopólio.

  • Concorrência:

    • Processo Ativo: Inovação Diversidade

    • Processo Passivo: Difusão  Equilíbrio.

Kupfer e Hasenclever: 2002


Concorr ncia schumpeteriana1

Concorrência Schumpeteriana

  • Diversidade de formas (instrumentos) de concorrência:

    • Concorrência em preços

    • Diferenciação de produtos

    • Inovação: criação de novos espaços econômicos

  • Elementos centrais da análise da concorrência

    • Empresa: Define estratégias e se apropria do lucro

    • Mercado: determina se estratégias foram corretas ou equivocadas

Kupfer e Hasenclever: 2002


Concorr ncia schumpeteriana2

Concorrência Schumpeteriana

  • Interação entre:

    • estratégia das empresas: inovação, investimentos, preços...

    • Estrutura do mercado: barreiras à entrada, condições tecnológicas...

       dinâmica da industria:

    • produtos e processos, participação das empresas no mercado, rentabilidade, crescimento das empresas.

  • Estrutura do mercado modifica e é modificada pelas estratégia das empresas

Kupfer e Hasenclever: 2002


Concorr ncia schumpeteriana3

Concorrência Schumpeteriana

  • A concorrência é um processo de interação entre empresas buscando a apropriação de lucro.

    • Não conduz ao equilíbrio (igualação da taxa de lucro) mesmo com livre entrada

  • Monopólio criado por inovação

    • Não é anticompetitivo

    • É o objetivo da concorrência

  • Monopólio e concorrência não são incompatíveis

Kupfer e Hasenclever: 2002


Abordagem neoschumpeteriana

Abordagem Neoschumpeteriana

  • Enfoque evolucionário da análise microeconômica

    • Empresas: estratégias de inovação produzem mutações

    • Mercado: ambiente que seleciona mutações.

  • Microdinâmica:

    • Estratégias empresariais: busca por inovações, produtos, investimentos, preços.

    • Mercado: Seleção das inovações

       trajetória: mudança endógena da estrutura do mercado (produtos, tecnologias, concentração...)

    • Estratégias das empresas provocam mudança da estrutura do mercado

Kupfer e Hasenclever: 2002


S ntese

Síntese

  • Teoria da concorrência schumpeteriana:

    • Mais importante

      • Dimensão ativa da concorrência

      • Criação ativa de novas oportunidades lucrativas

    • Menos importante:

      • Dimensão passiva da concorrência

      • Eliminação passiva das diferenças entre os agentes

         Destaque para as inovações

  • Dinâmica ativa da concorrência

     Mudança qualitativa da economia capitalista é endógena (provocada pelas empresas).

Kupfer e Hasenclever: 2002


Competitividade

Competitividade

  • Nível da Empresa: define e implementa estratégia

  • Nível do Mercado: padrão de concorrência em cada setor da economia

    • As características técnico-produtivas e as características da demanda do produto definem os instrumentos de concorrência utilizados no setor:

      • Preços.

      • Diferenciação de produtos.

      • Inovação tecnológica: Processos de Produção, Produtos, Organização, Fontes de insumos.

      • Inovação de mercado: Geográfica, Clientes, Serviços pós-venda.

Kupfer e Hasenclever: 2002


Est mulo a competitividade

Estímulo a Competitividade

  • Nível da empresa

    • Estratégias inovativas: tecnológicas e de mercado.

    • Eficiência produtiva: cópia do padrão de técnicas, linha de produtos, e organização mais avançado.

  • Nível do Mercado

    • Pressões competitivas: Ameaça de Entrada

    • Fatores sistêmicos:

      • Disponibilidade de infra-estrutura e mão-de-obra qualificada

      • Condições macroeconômicas: crescimento econômico

      • Acesso a fontes de financiamento

      • Legislação: Marco Regulatório.

      • Política industrial: cambio, tarifas de importação, política comercial.

Kupfer e Hasenclever: 2002


Fortalecimento da concorr ncia

Fortalecimento da Concorrência

  • Competitividade

    • Deve ser construída pelas empresas e pela política econômica.

  • Fortalecer a concorrência

    • Significa criar ambiente intensamente competitivo com empresa:

      • inovadoras

      • Eficientes ao nível técnico, produtivo e organizacional.

Kupfer e Hasenclever: 2002


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