Diabetes mellitus
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 52

Diabetes Mellitus PowerPoint PPT Presentation


  • 51 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

Diabetes Mellitus. Amanda de Gouvea Pettersen Bruna Grici Cascaldi Cássio Guedes Pelegrini UPP 4 – Faculdade de Medicina de Marilia. Conceito. O DM é um conjunto de desordens metabólicas relacionadas à hiperglicemia. A hiperglicemia ocorre:

Download Presentation

Diabetes Mellitus

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Diabetes mellitus

Diabetes Mellitus

Amanda de Gouvea Pettersen

Bruna Grici Cascaldi

Cássio Guedes Pelegrini

UPP 4 – Faculdade de Medicina de Marilia


Conceito

Conceito

O DM é um conjunto de desordens metabólicas relacionadas à hiperglicemia.

A hiperglicemia ocorre:

  • Por defeitos na secreção de insulina;

  • Por defeitos na ação da insulina.


Classifica o do dm

Classificação do DM

  • Diabetes tipo 1 ou imunomediado – destruição das células beta pancreáticas, levando à deficiência absoluta de insulina.

  • Diabetes tipo 2 – é o tipo mais comum. Defeito na secreção de insulina e um fator concomitante de resistência a ação desta.

  • Outros tipo específicos – induzido por drogas, doenças do pâncreas exócrino, etc.

  • Diabetes gestacional – qualquer grau de intolerância à glicose com inicio ou primeira detecção durante gravidez.


Secre o de insulina

Secreção de Insulina


A es da insulina

Ações da Insulina


Patogenia

Patogenia

  • DM tipo 1: linfócitos T atacam antígenos nas células beta, diminuindo a secreção de insulina.

  • DM tipo 2:

  • Resistência à insulina: anomalia na via de sinalização (receptores, intermediarios, GLUT4)

  • Disfunção das células beta: incapacidade de hiperplasia e de compensação secretória.


Complica es macrovasculares

Complicações macrovasculares


Complica es microvasculares

Complicações microvasculares

  • Reações não enzimáticas entre os derivados da glicose e grupo amina das proteínas intra e extracelulares

  • Microangiopatia: espessamento das membranas basais

  • Retinopatia, neuropatia e nefropatia


Quadro cl nico

Quadro clínico

  • Sede excessiva,

  • Poliuria,

  • Perda de peso,

  • Hiperglicemia de jejum


Complica es cr nicas

Complicações crônicas

OLHOS:

  • Retinopatia diabética

  • Hemorragia vítrea

  • Glaucoma

  • Catarata

  • Paralisia dos músculos oculares


Complica es cr nicas1

Complicações crônicas

RIM:

  • Glomeruloesclerose intercapilar

  • Insuficiência renal progressiva

  • Necrose papilar

  • Pielonefrite crônica

  • Doença renovascular


Complica es cr nicas2

Complicações crônicas

  • PELE E TECIDO CONECTIVO

  • Xantoma diabeticorum

  • Granuloma anular

  • Furunculose

  • Micoses


Complica es cr nicas3

Complicações crônicas

SISTEMA CARDIOVASCULAR

  • Doença isquêmica do coração, membros inferiores e cérebro

  • Cardiopatia diabética


Complica es cr nicas4

Complicações crônicas

  • NERVOS PERIFÉRICOS

  • Neuropatia periférica


Diagn stico do dm

Diagnóstico do DM


Tratamento do diabetes mellitus

Tratamento do Diabetes Mellitus


Tratamento do dm tipo 1

Tratamento do DM tipo 1


Tratamento do dm tipo 11

Tratamento do DM tipo 1

  • Objetivo: reduzir mortalidade e morbidade

  • Controle – Alvos glicêmicos

  • Dieta, álcool e exercícios físicos

  • INSULINOTERAPIA

    - hipoglicemia

    - outras intercorrências

    - fatores que influenciam a necessidade de insulina diária


Objetivos

Objetivos

  • INSULINOTERAPIA - Tratamento intensivo X Tratamento convencional

    - DCCT + outros estudos convencionais de metanálise = redução das complicações crônicas microvasculares:

    * Retinopatia - 12% (T.I.) x 54% (T.C.)

    * Nefropatia - 16% (T.I.) x 27% (T.C.)

    * Neuropatia - 5% (T.I.) x 13% (T.C.)


Mecanismo de a o da insulina

Mecanismo de ação da INSULINA

  • Insulina se liga ao seu receptor

  • Dimerização de 2 moléculas receptoras

  • Atividade tirosina-quinase intrínseca (autofosforilação)

  • Fosforilação em cadeia de outras proteínas intracelulares

  • Estimula à translocação dos transportadores de glicose GLUT 4 para membrana celular (captação de glicose)

A

Insulina

B


Controle alvos glic micos

Controle – alvos glicêmicos

  • Aquisição de dispositivo capaz de monitorar a glicemia capilar (mínimo de 4 vezes ao dia)

  • Glicemia pré-prandiais e mais uma antes de dormir

  • Ajuste da insulina com base nos valores mensurados


Controle glic mico correla o entre os n veis de hb glicada e glicemia

Controle Glicêmico – correlação entre os níveis de Hb glicada e glicemia


Alvos glic micos para o diabetes mellitus

Alvos Glicêmicos para o Diabetes Mellitus


Modifica o terapeutica obrigat ria

Modificação terapeutica OBRIGATÓRIA:

  • Glicemias pré-prandiais muito baixas (<70 mg/dl) ou muito altas (> 140 mg/dl); OU/E

  • Glicemias ao deitar estiverem <100 mg/dl ou > 160 mg/dl; OU/E

  • Hemoglobina glicosilada A1c > 7% repetidamente.


Dieta lcool e exerc cio f sico

Dieta, álcool e exercício físico

  • Pacientes diabéticos tipo 1 geralmente são magros e necessitam aporte calórico adequado

  • Desencorajar uso de álcool

  • Avaliar situação nutricional, valores de glicemia em manutenção, para recomendação da prática de exercícios físicos, sendo uma medida promotora de saúde, mais importante para diabéticos tipo 2


Insulinoterapia

INSULINOTERAPIA

  • Inicio da terapia: 0,3 a 0,5 U/Kg/dia

  • Dose média para um adulto: 0,5 a 1,0 U/Kg/dia

  • Três esquemas mais utilizados:

    - Esquema 1: duas aplicações

    - Esquema 2: múltiplas aplicações (três ou quatro)

    - Esquema 3: infusão continua


Insulinoterapia tipos de insulina

Insulinoterapia – tipos de Insulina


Insulinoterapia locais de aplica o

Insulinoterapia – locais de aplicação

  • As aplicações podem ser feitas em qualquer um dos locais indicados, no tecido subcutâneo.


Esquema 1

Esquema 1

  • Primeira tomada: 2/3 da dose diária de manhã

  • Segunda tomada: 1/3 da dose diária à noite

  • NPH/regular na primeira tomada: 70%/30%

  • NPH/regular na segunda tomada: 50%/50%

  • Níveis altos de insulina durante inicio da madrugada/ níveis baixos de insulina no inicio da manhã


Esquema 2

Esquema 2

  • Esquema mais aceito atualmente: glargina (ação lenta) pela manhã, regular ou lispro antes do café, almoço e jantar

  • Quatro aplicações diárias: NPH + regular pela manhã, com dose pequena da NPH, regular antes do almoço e do jantar, NOH antes de dormir

  • Três aplicações diárias:

    - 2/3 da dose pela manhã NPH/regular 70%/30%

    - 1/3 da dose (50%/50%) dividindo o regular para antes do jantar e o NPH para antes de dormir


Esquema 3 e 4

Esquema 3 e 4

  • Esquema 3: infusão continua. Dispositivo bombeia continuamente a insulina, através de agulha instalada no subcutâneo ou utilizando insulinas estáveis. O outros 40% são providos com insulina de ação rápida antes das refeições.

  • Esquema 4: uso exclusivo de bomba. As insulinas pré-prandias são fornecidas também pelo dispositivo (pré-programado, trocado a cada três dias).


Insulinoterapia complica es

Insulinoterapia - Complicações

  • Hipoglicemia: irregularidade dietética, exercício físico não programado, erro acidental ou intencional nas dosagens de insulina.

  • Outros problemas: reação no local de infusão - lipo-hipertrofia, ou também a lipoatrofia (insulina bovina). Esta insulina também pode causar reação anafilática.

  • Fatores que alteram a necessidade diária de insulina: insuficiência renal (diminui necessidade) e infecções, trauma, Cushing (aumentam necessidade , por aumentar nível dos hormônios contra-reguladores).


Tratamento do dm tipo 2

Tratamento do DM tipo 2


Tratamento do dm tipo 21

Tratamento do DM tipo 2

  • Objetivos

  • Alvo glicêmico

  • Dieta e exercício físico

  • Medicamentos antiobesidade

  • Cirurgia bariátrica

  • Medicamentos hipoglicemiantes orais

  • Insulinoterapia no DM tipo 2


Objetivos1

Objetivos

  • Controle dos fatores de risco para aterosclerose, ou seja, tratar HAS, corrigir a obesidade e dislipidemia, estimular paciente a parar de fumar e sair do sedentarismo.


Controle glic mico

Controle glicêmico

  • Estudo UKPDS – tratamento intensivo com hipoglicemiantes orais X tratamento conservador com dieta, utilizando hipoglicemiantes apenas nos casos sintomáticos

  • Este e outros estudos recomendam controle glicêmico rígido na prevenção das nefropatias, neuropatias e retinopatias.

  • Os alvos glicêmicos e de hemoglobina glicosilada são os mesmo para diabetes tipo 1.


Dieta e exerc cio f sico

Dieta e exercício físico

  • Controle rígido da dieta, com combate à obesidade fundamental

  • Relação obesidade/resistência periférica à insulina

  • Exercícios físicos regulares são fundamentais no combate à obesidade e redução do risco cardiovascular.


Medicamentos antiobesidade

Medicamentos antiobesidade

  • Aprovados na terapia adjuvante em pacientes com IMC > 30 Kg/m2 ou IMC > 27 Kg/m2 na presença de comorbidades

  • Fármacos disponíveis:

    - Redutores do apetite ou noradrenérgicos

    - Indutores da saciedade

    - Redutores da absorção intestinal de gorduras.


Medicamentos antiobesidade1

Medicamentos antiobesidade

  • Noradrenérgicos:

    - Dietilpropiona (amfepramona), fenproporex e mazindol.

    Mecanismo de ação: aumento da noradrenalina nas sinapses hipotalâmicas, reduzindo apetite.

  • Serotoninérgicos.

    Mecanismo de ação: bloqueio da recaptação de serotonina e noradrenalina pelas terminações no SNC, culminando na reduçaõ de apetite. Também diminui o LDL-colestrol e os TGL´s.

  • Orlistat

    Mecanismo de ação: inibe a lipase intestinal, retardando a absorção das gorduras ingeridas.


Cirurgia bariatrica

Cirurgia bariatrica

  • Considerada em indivíduos com

    - IMC > 40 Kg/m2

    - IMC entre 35 e 40 Kg/m2 com comorbidades associadas


Hipoglicemiantes orais

Hipoglicemiantes orais

  • Indicação: pacientes que não atingiram alvo glicêmico com dietoterapia e exercício físico regular após 2-3 meses

  • Classes disponíveis:

    - Sulfoniluréias

    - Biguinidas

    - Acarbose

    - Glinidas

    - Tiazolidinedionas (glitazonas)

    - Incretinomiméticos


Sulfonilur ias

Sulfoniluréias

  • Estimulam diretamente a secreção basal de insulina pelas células beta-pancreáticas, pelo bloqueio doas canais de potássio, que promove a despolarização e influxo de cálcio, estimulando a degranulação. Necessitam de células beta funcionantes para sua ação.

  • Drogas preferidas em pacientes não obesos, onde predominam as disfunções das células beta à resistência periférica à insulina

  • Principal efeito adverso: hipoglicemia. Hiponatremia e efeito dissulfiram com clopropramida.

  • Principais fármacos: primeira geração: clorpropramida, tolbutamida, tolazamida. Segunda e terceira geração: glibenclamida, glipizida, glicazida, glimepirida.


Biguanidas

Biguanidas

  • Inibe a gliconeogênese hepática, melhora da sensibilidade periférica à insulina, redução do turnover de glicose no leito esplâcnico.

  • Preferível nos obesos com resistência à insulina predominante à disfunção das células beta pancreáticas.

  • Principal efeito adverso: sintomas gastrointestinais.

  • Fármaco disponível: Metformina.

  • Não estimulação da secreção de insulina associado a um pequeno efeito anorexígeno leva a contribuição para redução de peso.


Glitazonas

Glitazonas

  • Sensibilizadores periféricos de insulina. Ação maior no estimulo da captação celular periférica pelo musculoesquelético do que no bloqueio da gliconeogênese. Esta ação se deve ao aumento da expressão dos receptores GLUT 4 através da ativação do receptor nuclear PPAR-gama.

  • Efeito adverso mais comum: aumento de peso e edema.

  • Fármacos: Rosiglitazona, Pioglit


Inibidores da alfa glicosidase

Inibidores da alfa-Glicosidase

  • Inibem ação das enzimas digestivas do tipo alfa-glicosidades presentes na borda em escova do enterócitos, que clivam polissacarídeos em monossacarídeos. Com isso, lentificam a absorção intestinal de glicose, reduzindo glicemia pós-prandial.

  • Indicado nos casos de glicemias levemente alteradas.

  • Principal efeito adverso: flatulência, diarréia, desconforto abdominal. (fermentação dos carboidratos não digeridos).

  • Fármacos: Acarbose, miglitol, voglibose.


Glinidas

Glinidas

  • Mecanismo semelhante ao das sulfoniluréias, porém em receptores diferentes, reduzindo a secreção de insulina pancreática.

  • Controle da glicemia pós-prandial – meia-vida curta.

  • Fármacos: Repaglinida, Nateglinida.


Incretinomim ticos

Incretinomiméticos

  • Efeito incretina – otimizam a produção de insulina pancreática ao mesmo tempo que inibem a liberação de glucagon. Efeito ocorre através do GLP-1.

  • Inibe a apoptose da célula beta pancreática e auxilia na perda de peso.

  • Principal efeito adverso: náuseas.

  • Fármacos: Exenatide, sitagliptina, vidagliptina.


Prescri o dos h o

Prescrição dos H.O.

  • Clorpropramida 125-500 mg VO/dia em 1 tomada

  • Gliblenclamida 2,5-20 mg VO/dia em 2 tomadas

  • Glipizida 5-20mg VO/dia em 2 tomadas

  • Glicazida 80-320 mg VO/dia em 2 tomadas

  • Glimepirida 1-8 mg VO/dia em 1 tomada

  • Metformina 1000-2550 mg VO/dia em 2 tomadas

  • Rosiglitazona 4-8 mg VO/dia em 1 tomada

  • Pioglitazona 15-45 mg VO/dia em 1 tomada

  • Acarbose 150-300 mg VO/dia em 3 tomadas

  • Repaglinida 1-4 mg VO/dia em 3 tomadas

  • Nateglinida 120 mg VO/dia em 3 tomada


Terapia combinada

Terapia Combinada

  • Indicação: monoterapia + dieta + exercícios físicos não atingem alvos glicêmicos.


Insulinoterapia no dm tipo 2

Insulinoterapia no DM tipo 2

  • Indicações: falência no uso de hipoglicemiantes orais; hiperglicemia > 270 mg/dl na primeira consulta, especialmente naqueles com história e cetonúria ou cetonemia e de perda ponderal; emagrecimento progressivo atribuído ao diabetes; durante gestação quando os hipoglicemiantes orais são contra-indicados; em situações de estresse agudo (traumas, cirurgias, infecções graves, AVE, IAM, etc)

  • Adicionar uma dose de insulina NPH à terapia oral prévia, com aplicação antes de dormir, iniciando com 10 U.


Tratamento da dm associado com uso de anti hipertensivos

Tratamento da DM associado com uso de anti-hipertensivos

  • Recomendações recentes da ADA, preconizam que a primeira escolha seja por inibidores de ECA, antagonistas da angiotensina II e os antagonistas de cálcio.


Bibliografia

Bibliografia

  • Diabetes Mellitus: Classificação e Diagnóstico. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Projeto Diretrizes [Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina] 4 de junho de 2004.

  • RODRIGUEZ LAY, Giovanna. Insulinoterapia. Rev Med Hered, set. 2003, vol.14, no.3, p.140-144. ISSN 1018-130X. Quadro número 01.

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, 2008.

  • Tratamento e acompanhamento de Diabetes mellitus, SBD – 2007.


  • Login