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Fatores secundários

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Presentation Transcript


Fatores secund rios

O termo “mal-estar” refere-se, segundo o Dicionário da Academia Real da Língua, a um “desolamento ou incômodo indefinível”. A dor é algo determinado e que podemos localizar. A doença tem sistomas manifestos. Quando usamos o termo “mal-estar” sabemos que algo não vai bem, mas não somos capazes de definir o que não funciona e por quê.


Fatores secund rios

Dizia Toffler que a mudança desaba como uma avalanche sobre nossas cabeças. O que faremos quando o cenário mudar em períodos cada vez menores? Nosso sistema de ensino deverá aceitar uma dinâmica de renovação permanente.


Fatores secund rios

INDICADOREES DO MAL-ESTAR DOCENTE

Fatores secundários

Modificação no papel do professor e dos agentes tradicionais de socialização.


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Nesse sentido, Goble e Porter (1980) assinalam o aparecimento de dificuldades evidentes devidas à transferência, por parte da comunidade social e da família, de algumas de suas atividades sociais e protetoras anteriores à escola, sem que essa transferência tenha sido acompanhada das necessárias mudanças na formação profissional dos educadores, preparando-os para enfrentá-los com êxito, nem dos meios de que dispunham para responder às novas exigências; nem, por último, das necessárias mudanças estruturais para adaptar-se às novas circunstâncias.


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No momento atual, os professores se encontram com uma nova fonte de mal-estar ao pretender definir o que devem fazer, que valores vão defender; porque na atualidade perdeu-se o antigo consenso, ao que se sucedeu um processo de socialização conflitivo e fortemente divergente. Em primeiro lugar, como assinala o “Report of the Fact-Finding Commission” (1980), intitulado: Un sistema en conflicto, diminuiu-se o apoio aferecido aos educadores, tanto interna com externamente à comunidade escolar, enquanto se produziu uma transformação social muito rápida do contexto social, gerando nos professores “dificuldades sem precedentes”.


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A acelerada mudança do contexto social acumulou as contradições do sistema de ensino. O professor, como figura humana desse sistema, queixa-se de mal-estar, cansaço, desconcerto. A mudança não fez senão começar, pois, como assinala o relatório Faure (1973), a educação está agora empenhada, pela primeira vez em sua história, em preparar os homens para um tipo de sociedade que ainda não existe.


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MODIFICAÇÃO DO APOIO DO CONTEXTO SOCIAL

No momento atual, muitos professores se queixam de que os pais não só despreocupam-se de infundir em seus filhos valores mínimos, convictos de que essa é uma obrigação que só cabe aos professores, como também estão de antemão dispostos a culpar os professores, colocando-se ao lado da criança, com o último álibi de que, no final das contas, se o filho é um mal-educado a culpa é do professor que não soube educá-lo (Amiel et al., 1970).


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Modificou-se o status social do professor. Ainda nos anos quarenta e cinqüenta se atribuía tanto ao mestre, e muito mais ao professor de bacharelado com título universitário, um status social e cultural elevado. Estimava-se neles , como assinala Ranjard (1984), seu saber, abnegação e vocação. Não obstante, no momento atual, nossa sociedade tende a estabelecer o status social com base no nível de renda salarial. A idéia de saber, abnegação e vocação caiu pro terra na valorização social.


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OS OBJETIVOS DO SISTEMA DE ENSINO E O AVANÇO DO CONHECIMENTO

Agora, muitos professores vão ter de renunciar a conteúdos que vinham explicando durante anos e terão de incorporar outros de que nem sequer se falava quando começaram a ser professores.


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Assumir as novas funções que o contexto social exige dos professores supõe o domínio de uma ampla série de habilidades pessoais que não podem ser reduzidas ao âmbito da acumulação de conhecimento. Não obstante, nosso sistema de ensino continua selecionando professores exclusivamente a partir de sua capacidade para acumular e reter conhecimento.


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A IMAGEM DO PROFESSOR

Nos referidos meios de comunicação, observam-se duas linhas contrapostas nos enfoques do professor: de um lado, apresenta-se a profissão docente como uma profissão conflitiva; de outro, divulga-se na imprensa, mas sobretudo no cinema e na televisão, que têm maior força de penetração social, o enfoque que apresenta a profissão docente como uma atividade idílica, centrada quase exclusivamente na relação interpessoal com os alunos.


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Na mesma imprensa e nos meios de comunicação, encontramos já uma contradição básica, muitíssimo importante para entender os conflitos dos professores. Refiro-me à idealização da profissão docente, concebida quase exclusivamente com uma atividade de relação individual, quando de fato, na prática educativa o exercício da docência aparece frequentemente relacionado a situações grupais conflitivas, muito distantes dessa visão ideal.


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Em um primeiro momento, a formação inicial dos professores tende a estimular o estereótipo ideal, que representaria o pólo positivo da imagem do professor. Isso ocorre em todas aquelas circunstâncias em que se recorre a um enfoque normativo da formação do professorado, destacando o que o professor “deve” fazer ou o que o professor “deve” ser; sem que, ao mesmo tempo, ele seja adequadamente preparado para a prática do ensino. O professor iniciante ficará desarmado e desconcertado ao perceber que a prática real do ensino não responde aos esquemas ideais com os quais ele foi formado.


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FATORES PRINCIPAIS

RECURSOS MATERIAIS E CONDIÇÕES DE TRABALHO

Além da falta de recursos, cabe igualmente citar nesse tópico a presença de limitações institucionais que interferem frequentemente na atuação prática dos professores.


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VIOLÊNCIA NAS INSTITUIÇÕES ESCOLARES

Se antes se definia o “mal-estar docente” como efeito permanente produzido pelas condições psicológicas e sociais em que se exerce a docência, o tema da violência nas instituições de ensino constitui um claro exemplo do mecanismo com que de forma e atua.


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No plano real, o problema da violência é minoritário, isolado e esporádico. No plano psicológico, o efeito do problema – como vimos – multiplica-se por cinco, levando a um grande número de professores, que nunca foram agredidos e que provavelmente nunca o serão, a um sentimento de intranqüilidade, se mal-estar mais ou menos difuso que, em conjunção aos fatores contextuais que viemos estudando, produz esse emaranhado cognitivo, intencional e subjetivo que Polaino (1982) situa com causa do estresse dos professores.


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O ESGOTAMENTO DOCENTE E A ACUMULAÇÃO DE EXIGÊNCIAS SOBRE O PROFESSOR

“O professor queimado é um fenômeno demasiado familiar para qualquer adulto que trabalhe na escola pública atual. Os sintomas incluem um alto índice de absentismo, falta de compromisso, um desejo anormal de férias, baixo auto-estima, uma incapacidade de levar a escola a sério – os problemas do professor separam-no cada vez mais de seus alunos. Alguns professores citam o aumento do mau comportamento de seus alunos como causa de seu sentimento de estar queimado”


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Esse “ciclo degenerativo da eficácia docente” de que falava Blase (1982, p. 99). O “esgotamento”apareceria como conseqüência do “mal-estar docente”, sendo correspondente a este último termo na amplitude daquilo a que se refere, pois viria designar o conjunto de conseqüências negativas que afetariam o professor a partir da ação combinada das condições psicológicas e sociais em que se exerce a docência. Com efeito, nos tópicos anteriores tentou-se descrever a evolução negativa do contexto social e psicológico da profissão docente. Não obstante, essa evolução negativa do contexto não afeta igualmente a todos os professores


Estrat gias para evitar o mal estar docente

Estratégias para evitar o mal estar docente.

  • Seleção inicial do professorado

  • Formação de professores: substituição dos enfoques normativos por enfoques descritivos; adequação dos conteúdos iniciais à realidade prática do magistério.

  • Identificação de sí mesmo por parte do professor.


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