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Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 3 Prof.º Cleverson Luis

Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 3 Prof.º Cleverson Luis. FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Competências a serem trabalhadas nesta aula. Detalhar agentes biológicos e biossegurança na promoção da Segurança do Trabalho nos serviços de saúde.

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Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 3 Prof.º Cleverson Luis

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  1. Módulo de Hospitalar e Agroindústria – AULA 3 Prof.º Cleverson Luis FTSTFormação Técnica em Segurança do Trabalho

  2. Competências a serem trabalhadas nesta aula • Detalhar agentes biológicos e biossegurança na promoção da Segurança do Trabalho nos serviços de saúde.

  3. Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde AGENTES BIOLÓGICOS E BIOSSEGURANÇA NO AMBIENTE HOSPITALAR

  4. Considerações Iniciais Vimos nas aulas passadas, que os profissionais da área de saúde, têm exposição ocupacional a vários tipos de riscos (NR-32 ) e a agentes biológicos. Vários trabalhos comentaram sobre a falta de estrutura em SST nas unidades de saúde!

  5. Considerações Iniciais COMO DEVE ATUAR O TST PARA GARANTIR A SEGURANÇA E A SAÚDE NO TRABALHO PARA PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE?

  6. Considerações Iniciais IMPLEMENTANDO A NR-32

  7. SISTEMÁTICA DE IMPLANTAÇÃO NR-32 Utilização de Sistema de Gestão Administrativa no Setor de Saúde PDCA P = Plan = Planejar D = Do = Executar C = Check = Verificar A = Action = Agir

  8. PLANEJAR • Elaborar panorama da NR • Levantar itens não atendidos • Envolver/comprometer alta administração

  9. PLANEJAR • Comprometer lideranças e profissionais das áreas envolvidas • Envolver/comprometer as terceirizadas • Elaborar plano de ação para itens não atendidos

  10. SISTEMÁTICA DE IMPLANTAÇÃO DICA IMPORTANTE: Utilizar planilha sugerida na atividade da aula 1, para detalhamento dos tópicos e elaborar um panorama de atendimento da NR-32.

  11. EXECUTAR • Executar as ações planejadas • Observar prazos

  12. VERIFICAR • Aferir os resultados do planejamento das ações. • Aferir o envolvimento/comprometimento da administração, corpo écnico/operacional e terceirizadas • Aferir os índices de acidentes e incidentes • Aferir o índice de falhas do planejamento

  13. AGIR • Retomar o planejamento inicial, alterando todos os itens necessários, corrigindo as falhas • Elaborar novos planos de ação • Reiniciar o processo

  14. Agentes Biológicos (conceito) Consideram-se Agentes biológicos os microrganismos, geneticamente modificados ou não; as culturas de células; os parasitas; as toxinas e os príons. “Para fins de aplicação da NR - 32, considera-se Risco Biológico a probabilidade da exposição ocupacional a agentes biológicos”

  15. Riscos de contaminação por agentes biológicos • A utilização dos materiais perfurocortantes, inerentes a atividade dos profissionais de saúde . • A presença de matéria orgânica favorece a proliferação de microrganismos e aparecimento de insetos, roedores e outros, que podem veicular microrganismos. O combate ao risco de contaminação biológica nos hospitais é feito através do desenvolvimento da assepsia em todos os níveis.

  16. AMBIENTES HOSPITALARES FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A CONTAMINAÇÃO POR AGENTES BIOLÓGICOS • Aplicação incorreta ou ausente de germicida.   • Limpeza de área sem a devida divisão de áreas.  • Inadequado uso dos equipamentos.  • Uso de Equipamentos de Proteção Individual inadequadamente.   • Técnica de limpeza inadequada.

  17. AMBIENTES HOSPITALARES • Minimizar a poluição ambiental   • Preparar o ambiente hospitalar para suas atividades.   • Manter a organização e a ordem.   SERVIÇO DE LIMPEZA

  18. AMBIENTES HOSPITALARES Exemplo de falha clássica nos serviços de limpeza: • Balde com água suja para enxaguar piso ou peças sanitárias; • Mesmo pano de limpeza utilizado no vaso sanitário, na pia e outros locais; • Uso de produtos inadequados ao agente biológico.

  19. AMBIENTES HOSPITALARES FATORES QUE CONTRIBUEM PARA A CONTAMINAÇÃO POR AGENTES BIOLÓGICOS • Superfícies úmidas ou molhadas: favorecem a proliferação de germes gram-negativos e fungos.   • Áreas empoeiradas: favorecem a proliferação de germes gram-positivos, micro-bactérias e outros.   • Revestimentos com perda da integridade.  • Matéria orgânica sem rápida remoção. 

  20. CCIH Comissão de Controle Infecção Hospitalar MINISTÉRIO DA SAÚDE   PORTARIA N. 930, DE 27 DE AGOSTO DE 1992  DOU, de 4/9/92 

  21. CCIH A CCIH deverá ser composta, atendidas as peculiaridades do hospital, por técnicos e por representantes de nível superior de, pelo menos, os seguintes serviços: a) serviço médico; b) serviço de enfermagem; c) serviço de farmácia; d) laboratório de microbiologia; e) administração;

  22. BIOSSEGURANÇA Biossegurança é o conjunto de estudos e procedimentos que visam a evitar ou controlar os riscos provocados pela exposição aos agentes químicos, agentes físicos e agentes biológicos à biodiversidade ( homem, animais e meio ambiente ).

  23. BIOSSEGURANÇA APLICADA AO AMBIENTE HOSPITALAR: “Conjunto de medidas técnicas, administrativas, educacionais, médicas e psicológicas, empregadas para prevenir acidentes em ambientes biotecnológicos". Está centrada na prevenção de acidentes em ambientes ocupacionais. Costa, 1996

  24. CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES HOSPITALARES Quanto ao Risco Biológico: 1. Críticas: Áreas onde há o maior número de pacientes, procedimentos invasivos e, portanto maior número de infecções. São elas: • UTIs • Centro Cirúrgico • Isolamentos   •  Laboratórios • Berçário

  25. CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES HOSPITALARES Quanto ao Risco Biológico:  2. Semi-críticas: Onde se encontram pacientes internados, mas o risco de infecção é menor. São elas: • Enfermaria  • Ambulatório   •  Banheiro

  26. CLASSIFICAÇÃO DOS AMBIENTES HOSPITALARES Quanto ao Risco Biológico:  3. Não-críticas:   Setores onde não há risco de transmissão (não há pacientes). São eles: • Almoxarifado • Escritório • Secretaria • Administração

  27. Público alvo quanto ao Risco Biológico: Profissionais que atuam nas áreas: • Críticas • Semi-críticas

  28. NR 32 PPRA/ PCMSO/ PPR/ PGR PROGRAMAS RISCO BIOLÓGICO CAPACITAÇÃO EPC/ EPI/ DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA MEDIDAS DE PROTEÇÃO

  29. MEDIDAS DE PROTEÇÃO Uso de materiais perfuro cortantes com dispositivo de segurança (Comissão Tripartite Permanente Nacional)

  30. MENSAGEM FINAL... Transportai um punhado de terra todos os dias e fareis uma montanha. (Confúcio)

  31. ATIVIDADE • Tendo em vista a unidade de saúde caracterizada na atividade da aula 1, verifique a existência da CCIH e comente sua estrutura e principais ações preventivas a infecção hospitalar. Caso a unidade não possua a CCIH, apresente uma proposta alternativa para o controle das infecções hospitalares.

  32. ATIVIDADE 2. Pesquise sobre a epidemiologia da sua cidade ou região, e verifique se junto a CCIH da unidade de saúde estudada, quais as principais patologias registradas nos últimos 3 anos nesta unidade de saúde.

  33. ATIVIDADE 3. Desenvolva o tema: “ A atuação do profissional em SST na área hospitalar e o desafio da implementação da NR-32” Máximo 2 páginas, mínimo 1 página.

  34. DICAS PARA SUA ATIVIDADE SER SFO!!! • Nossa atividade deve ter os seguintes tópicos: • Capa: + Nome do Aluno + Nome do Polo • + Nome do Tutor + Módulo + Disciplina + Nome do Professor + Nº da Atividade. • Sumário: Tópicos da atividade e sua localização na atividade (nº da página). • Introdução: Suas considerações sobre a atividade. • Desenvolvimento: Apresentação de todos os tópicos da atividade, atendendo • ao solicitado pelo Professor, sempre mostrando sua própria produção. • Lembrando que cada tópico corresponde a um subtítulo, que deve estar • destacado no texto. • Conclusão: Suas considerações finais. Devem ser exclusivamente suas! • Bibliografia/Fonte de Pesquisa: Links e livros consultados • (Revistas técnicas também são uma ótima opção de pesquisa!) • Utilize o Guia “Minha Atividade é SFO!” • Disponível no AVA

  35. Dúvidas • Acesse o Fórumde Dúvidas e Discussões.

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