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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL CURSO DE DIREITO FILOSOFIA GERAL 1º. Semestre A FILOSOFIA ANTIGA: FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS

UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL CURSO DE DIREITO FILOSOFIA GERAL 1º. Semestre A FILOSOFIA ANTIGA: FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS. Professora Selma Ap. Cesarin 2011. FILOSOFIA GERAL. Filosofia pré-socrática Escola de Mileto

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UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL CURSO DE DIREITO FILOSOFIA GERAL 1º. Semestre A FILOSOFIA ANTIGA: FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS

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Presentation Transcript


  1. UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SULCURSO DE DIREITO FILOSOFIA GERAL1º. SemestreA FILOSOFIA ANTIGA:FILÓSOFOS PRÉ-SOCRÁTICOS Professora Selma Ap. Cesarin 2011

  2. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Escola de Mileto A escola de Mileto, ou escola jônica, foi fundada na Jônia, região da Ásia Menor, por Tales de Mileto, no séc.Vl a.C.. Esta escola é considerada o início da filosofia na Grécia antiga. Anaximandro, discípulo de Tales de Mileto, Anaxímenes, Heráclito e Anaxágoras são outras figuras importantes dessa escola, cuja base filosófica consistia em explicar o universo a partir de um princípio primeiro ou fundamental, geralmente um dos quatro elementos: a água, para Tales, o apeiron (ilimitado, infinito, indeterminado), para Anaximandro; o ar, para Anaxímenes, o fogo , para Heráclito.

  3. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Tales de Mileto (640-c.548 a.C.) No dizer de Diógenes Laércio, Tales, chamado de Mileto, mas de origem fenícia, foi "o primeiro a receber o nome de sábio". Legislador de Mileto, geômetra, matemático e físico, Tales é considerado o "pai da filosofia grega". No dizer de Aristóteles, ele foi "o fundador" da filosofia concebendo como princípios das coisas aqueles que procedem "da natureza da matéria". Foi o primeiro pensador a indagar por que as coisas são e qual o princípio de suas mudanças e descobriu na água o princípio de composição de todas as coisas. Para ele, as coisas nada mais são do que alterações, condensações ou dilatações da água (ou do úmido). Eis o princípio de todas as coisas e de vitalidade de todos os viventes. Não deixou nada escrito. Tornou-se conhecido através de Diógenes Laércio, Heródoto e Aristóteles.

  4. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaximandro (611– 547 a. C.)

  5. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaximandro Anaximandro foi discípulo de Tales. Para ele tudo se explicava pelo apeiron (ilimitado, infinito indeterminado). Ele acreditava que acontecia a geração espontânea dos seres vivos. Anaximandro confeccionou um mapa do mundo habitado e introduziu, na Grécia, o uso do gnômon (relógio do Sol). Ele tentava fazer a medição das distâncias entre as estrelas e declarava que “...o ilimitado é eterno...” e “...o ilimitado é imortal e indissolúvel...”

  6. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaximandro Para ele, tudo provém dessa substância eterna e indestrutível, infinita e invisível que é o apeiron, o ilimitado, o indeterminado: "o infinito é o princípio" (anché); e o princípio é o fundamento da geração das coisas, fundamento que as constitui e as abarca pelo indiferenciado, pelo indeterminado. A ordem do mundo surgiu do caos em virtude desse princípio, dessa substância única que é o apeiron.

  7. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaxímenes (588 a 525 a.C.)

  8. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaxímenes Anaxímenes era aluno e companheiro de Anaximandro e teria os mesmos princípios. Entretanto, para Anaxímenes apeiron era o ar. Ele escreveu “Sobre a Natureza”, dedicou-se à meteorologia e foi o primeiro a afirmar que a luz da Lua é proveniente do Sol.

  9. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaxímenes Ele afirma que natureza é uma só e diz, como Anaximandro, que ela é ilimitada, mas não indefinida, e a define, dizendo que ela é ar. Para Anaxímenes, a natureza se diferencia nas substâncias, por rarefação e condensação. Quando se rarefaz, torna-se fogo; ao se condensar, torna-se vento, depois nuvem e, ainda mais, torna-se água; depois terra; depois pedras, e as demais coisas provêm destas. Também defendeu que o movimento pelo qual se dá a transformação é eterno e fez analogia entre o Ar divino que sustenta o Universo e o ar humano que dá vida aos homens.

  10. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaxímenes Para Anaxímenes, a Terra teria sido formada primeiro, e dela teriam se erguido as estrelas. Além disso, a Terra seria plana e boiaria no ar e o Sol seria plano e largo como uma folha, e caminharia através do ar. O Sol desaparecia da vista e produzia a noite porque a Terra era levada para o Norte.

  11. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Anaxímenes Para ele, o ar estava em eterno movimento e, assim, trazia o pensamento e a noção de que o ar possuía a vida. Esta ideia/crença era bastante razoável no contexto primitivo que associava vida com sopro. Além disso, fazia constantes comparações entre o micro e o macrocosmos.

  12. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito de Éfeso (500 a.C.) Nascido em Éfeso, Heráclito é um dos filósofos mais importantes dos pré-socráticos, sendo considerado o primeiro representante do pensamento dialético*. Concebia a realidade do mundo como algo dinâmico, em permanente transformação. Por isso, sua escola filosófica foi chamada de mobilista (de movimento). * Dialética: originalmente, quer dizer a arte do diálogo, da contraposição de idéias que leva a outras idéias. Embora apareça com este nome só em Platão, Heráclito já a utilizava em sua forma de filosofar.

  13. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito de Éfeso (500 a.C.)

  14. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito Para ele, a vida era um fluxo constante, impulsionado pela luta de forças contrárias: a ordem e a desordem, o bem e o mal, o belo e o feio, a construção e a destruição, a justiça e a injustiça, o racional e o irracional, a alegria e a tristeza. Concebia a realidade do mundo como algo dinâmico, em permanente transformação, onde tudo muda, nada permanece como está, tudo é um constante vir-a-ser, chamado de devir.

  15. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito Assim, afirmava que a guerra é a mãe, rainha e princípio de todas as coisas. É pela luta das forças opostas que o mundo se modifica e evolui. O mundo é como o fogo com chamas vivas e eternas, governando o constante movimento dos seres. Por causa deste movimento contínuo que defendia é que dizia não ser possível entrar duas vezes no mesmo rio, pois suas águas se movem a cada instante, e quando entrarmos novamente no mesmo rio, no mesmo local, já é outro fluxo de água e nós também já somos outra pessoa.

  16. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito Segundo Heráclito, a dinamicidade do Universo se expressa no fenômeno das estações do ano, no dia e na noite, nas fases da lua, nos sentimentos das pessoas que um dia estão tristes, outro alegres, nos pássaros que sempre fazem seus ninhos em lugares diferentes etc... O fogo usado nos jogos olímpicos seria o símbolo do movimento das coisas. Para ele, aquilo que eu era ontem, hoje não sou mais, porque a cada instante mudam meus pensamentos, sentimentos, desejos, vontades...Eu sou um eterno vir-a-ser.

  17. FILOSOFIA GERAL Filosofia pré-socrática Heráclito Assim, sua ideia essencial foi o devir universal. “Tudo passa, nada subsiste... Nada existe, mas tudo se transforma.”

  18. FILOSOFIA GERAL Referências BITTAR, E. C. B.; ALMEIDA, G. A. Curso de Filosofia do Direito. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicola; PASQUINO, Gianfranco. Tradução de Carmem C. Varriale et al. Dicionário de política. Versão Eletrônica. 6.ed. Brasília: UNB, 1998. BORNHEIM, G. A. Os filósofos pré-socráticos. São Paulo: Cultrix, 2001. BURNET, J; O despertar da Filosofia Grega. São Paulo: Siciliano, 1994. CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. 13.ed. São Paulo: Ática, 2005. CORBISIER, R; Enciclopédia Filosófica. Petrópolis: Vozes, 1974. DIMENSTEIN, G. Aprendiz do futuro: cidadania hoje e amanhã. 9.ed. São Paulo: Atlas, 2004. JAPIASSÚ, Hilton; Marcondes, Danilo . Dicionário Básico de Filosofia. 3.ed. rev. ampl. Versão eletrônica digitalizado por TupyKurumi MARCONDES, D. Iniciação à Filosofia. 6. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. REALE, Giovani. História da Filosofia Antiga. São Paulo: Loyola, 1994. REALE, Miguel. Introdução à Filosofia. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2008. SÁ, Ana Cristina de. Morte do Mito. s.ed. Apresentação power point. s.d.

  19. Obrigada!

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