Atomistas Gregos
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Atomistas Gregos : A matéria é formada por átomos e vazio. “Existem alhures dispersas outras massas de átomos como esta que o éter cobre com ciumenta vigilância. Não é maravilha que onde a matéria está pronta, onde está aberto o espaço aí novas coisas se formem.”

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Atomistas Gregos : A matéria é formada por átomos e vazio

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Presentation Transcript


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Atomistas Gregos:

A matéria é formada

por átomos e vazio

“Existem alhures dispersas outras massas de átomoscomo esta que o éter cobre com ciumenta vigilância.

Não é maravilha que onde a matéria está pronta, onde está aberto o espaço aí novas coisas se formem.”

Lucrécio in “De rerun natura” Sec II dC

Demócrito:

átomos diferentes,

formas diferentes!


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

John Dalton

A noção de PESO

(MASSA) ATÔMICO

Átomos iguais,

massas iguais.

A matéria é

descontínua:

Átomos e vazio!


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Para Dalton as Leis Ponderais eram

evidências empíricas da noção atômica.

Lei de Lavoisier: Massa dos reagentes = Massa dos produtos

Conservação da massa

Hidrogênio reage com Oxigênio produzindo Água

1,0 g 8,0 g 9,0 g

5,0 g 40,0 g 45,0 g

Para Dalton a massa se conserva devido que os átomos que

estão nos reagentes são os mesmos que estão nos produtos!

Uma reação pode ser entendida como um rearranjo de átomos


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Para Dalton as Leis Ponderais eram

evidências empíricas da noção atômica.

Lei de Proust:

Proporção constante (fixa) entre massas de reagentes e produtos

Lei das proporções constantes

Hidrogênio reage com Oxigênio produzindo Água

1,0 g 8,0 g 9,0 g

5,0 g 40,0 g 45,0 g

Para Dalton a massa do oxigênio deve ser 8 vezes a massa do

hidrogênio, o que permite compreender a proporção constante.

1ª Tabela de massa atômica


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

400

H O

2

Ponto de Ebulição (K)

300

HF

H Te

2

NH

H Se

200

3

2

H S

2

CH

100

4

Ne

16

20

40

10

60

nº total de elétrons

PONTOS DE EBULIÇÃO

CINCO SUBSTÂNCIAS ISOELETRÔNICAS

E HIDRETOS DO GRUPO VIA


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Novas descobertas feitas nessa época, principalmente sobre a natureza elétrica da matéria, a eletrização, a pilha de Volta, a condução de corrente elétrica, as descargas elétricas em gases levaram a necessidade de aprimorar o modelo atômico de Dalton.


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Modelo de Thomson

No final do sec XIX, em 1897, tendo demonstrado que os elétrons eram comuns a todas as substâncias, e que possuíam carga negativa e massa extremamente pequena, a imaginação desse cientista o levou a concluir que o átomo seria constituído, também, por cargas positivas e massa consideravelmente maior do que a do elétron. Só assim seria possível justificar a neutralidade elétrica da matéria. Com esse raciocínio ele propôs um modelo no qual o átomo seria como uma bola de massa uniforme de carga positiva, com elétrons distribuídos, tal como passas em um bolo. Este modelo ficou conhecido como “pudim de passas”.

O átomo

é divisível!

Elétron com MHS

Freqüência própria


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Marie Curie

A descoberta da radioatividade e o estudo das suas características, isto é, as emissões alfa, beta e gama, levaram aos cientistas a relacionarem com possíveis características atômicas.


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Experimento do espalhamento de partículas α


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

Núcleo

Elétrons

Átomo nuclear de Rutherford

MODELO NUCLEAR DE RUTHERFORD

A conclusão tirada por Rutherford a partir dessas observações era de que esse “obstáculo” que produzia os grandes desvios na trajetória das partículas alfa deveria corresponder a uma região central no átomo, muito pequena e de grande concentração de matéria carregada positivamente. A essa região central ele chamou de núcleo. A maior parte do espaço, em volta desse núcleo, era praticamente vazia, onde orbitariam os elétrons, de carga negativa e massa desprezível. Por essa região “vazia” a maioria da partículas alfa passava como se a lâmina de ouro não existisse.

As conclusões de Rutherford conduziram ao modelo planetário do átomo, no qual os elétrons descrevem um movimento ao redor do núcleo assim como os planetas se movem ao redor do Sol.


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

O fenômeno que o modelo de Rutherford não explicava: O espectro descontínuo!


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

  • Espectroscópio de caixa de fósforo

Material

Uma caixa de fósforos das grandes,

Um CD (compact-disc o CD-rom) não mais utilizado.

Pegue seu espectroscópio e oriente-o para a luz proveniente, por exemplo, de uma lâmpada incandescente comum. O que você observa?

Experimente agora com uma lâmpada fluorescente. Que diferença você pode observar?

Experimente agora observar o espectro solar (espectro de absorção). Tome cuidado para não focalizar diretamente o Sol. Procure identificar com cuidado as linhas mais características.

Você poderá também observar os espectros de emissão de algumas lâmpadas para iluminação pública (branca, de mercúrio, de sódio etc.) e aquele de alguns anúncios luminosos (gás néon etc.).

No laboratório de Química, seu professor poderá 'queimar' pedaços de cobre, zinco, alumínio etc. ou sais sobre o bico de Bunsen; as luzes emitidas poderão ser observadas e analisadas com seu espectroscópio.

http://www.feiradeciencias.com.br/sala09/09_21.asp


Atomistas gregos a mat ria formada por tomos e vazio

  • O modelo de Bohr se baseia nos seguintes postulados:

  • O elétron gira em torno do núcleo em órbitas circulares de energia constante (estados estacionários), também chamadas camadas ou níveis energéticos.

  • Por absorção de uma quantidade suficiente de energia, o elétron pode passar para uma nova órbita mais afastada do núcleo.

  • Por emissão desta energia absorvida o elétron poderá retornar a uma órbita mais próxima do núcleo (menor energia), mas nunca abaixo de sua órbita de origem (estado fundamental)

  • As diferenças de energia entre as várias órbitas correspondem às energias da luz associadas às linhas espectrais emitidas pelo átomo.

O elétron ao receber energia suficiente “pula” de camada.

O elétron ao retornar á sua camada libera energia na forma de “luz”.


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