Ciclo de palestras
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CICLO DE PALESTRAS. TEMA: MEIO AMBIENTE Prof. Sérgio Lemberck. Via Láctea: a nossa galáxia. Galáxias são conjuntos de planetas, estrelas e nebulosas que estão agrupados em razão da atração gravitacional, girando em volta de um centro de massa comum.

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CICLO DE PALESTRAS

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Presentation Transcript


Ciclo de palestras

CICLO DE PALESTRAS

TEMA: MEIO AMBIENTE

Prof. Srgio Lemberck


Via l ctea a nossa gal xia

Via Lctea: a nossa galxia

Galxias so conjuntos de planetas, estrelas e nebulosas que esto agrupados em razo da atrao gravitacional, girando em volta de um centro de massa comum.

Cada galxia pode abrigar bilhes de estrelas.


Conhecendo um pouco mais sobre a nossa gal xia

Conhecendo um pouco mais sobre a nossa galxia

  • O planeta Terra e todo sistema solar esto localizados dentro da galxia chamada de Via Lctea.

  • A Via Lctea tem o formato de espiral achatada, possuindo cerca de 200 bilhes de estrelas, tendo um dimetro aproximado de cem mil anos-luz.


Curiosidades

Curiosidades:

  • Somente trs galxias podem ser vistas a olho nu do nosso planeta. So elas: Andrmeda, Pequena Nuvem e Grande Nuvem.

  • Muitas galxias no podem ser vistas pelos telescpios. Isto ocorre pois elas so formadas por matria escura (sem luz).


Nosso sistema solar

Nosso Sistema Solar:

  • O nosso sistema solar consiste de uma estrela mdia, a que chamamos o Sol, os planetas, Mercrio, Vnus, Terra, Marte, Jpiter, Saturno, Urano, Netuno e Pluto. Inclui: os satlites dos planetas; numerosos cometas, asterides e meteorides; e o espao interplanetrio.


Ciclo de palestras

  • Os planetas, a maior parte dos satlites dos planetas e os asterides giram em volta do Sol na mesma direo, em rbitas aproximadamente circulares.

  • O sol a fonte mais rica de energia eletromagntica (principalmente sob a forma de calor e luz) do sistema solar;


O que biodiversidade

O que biodiversidade?


Ciclo de palestras

O termo biodiversidade - ou diversidade biolgica - descreve a riqueza e a variedade do mundo natural. As plantas, os animais e os microrganismos fornecem alimentos, remdios e boa parte da matria-prima.

A diversidade biolgica est presente em todo lugar: no meio dos desertos, nas tundras congeladas ou nas fontes de gua sulfurosas.


Ciclo de palestras

A diversidade gentica possibilitou a adaptao da vida nos mais diversos pontos do planeta. As plantas, por exemplo, esto na base dos ecossistemas.Como elas florescem com mais intensidade nas reas midas e quentes, a maior diversidade detectada nos trpicos, como o caso da Amaznia e sua excepcional vegetao.


Quantas esp cies existem no mundo

Quantas espcies existem no mundo?

No se sabe quantas espcies vegetais e animais existem no mundo. As estimativas variam entre 10 e 50 milhes, mas at agora os cientistas classificaram e deram nome a somente 1,5 milho de espcies. Entre os especialistas, o Brasil considerado o pas da "megadiversidade": aproximadamente 20% das espcies conhecidas no mundo esto aqui. bastante divulgado, por exemplo, o potencial teraputico das plantas da Amaznia.


Quais as principais amea as biodiversidade

Quais as principais ameaas biodiversidade?

A poluio, o uso excessivo dos recursos naturais, a expanso da fronteira agrcola em detrimento dos habitats naturais, a expanso urbana e industrial, tudo isso est levando muitas espcies vegetais e animais extino.

A cada ano, aproximadamente 17 milhes de hectares de floresta tropical so desmatados. As estimativas sugerem que, se isso continuar, entre 5% e 10% das espcies que habitam as florestas tropicais podero estar extintas dentro dos prximos 30 anos.


Ciclo de palestras

A poluio outra grave ameaa biodiversidade do planeta. Na Sucia, a poluio e a acidez das guas impede a sobrevivncia de peixes e plantas em quatro mil lagos do pas.A introduo de espcies animais e vegetais em diferentes ecossistemas tambm pode ser prejudicial, pois acaba colocando em risco a biodiversidade de toda uma rea, regio ou pas.


O que a conven o da biodiversidade

O que a Conveno da Biodiversidade?

A Conveno da Diversidade Biolgica o primeiro instrumento legal para assegurar a conservao e o uso sustentvel dos recursos naturais. Mais de 160 pases assinaram o acordo, que entrou em vigor em dezembro de 1993.


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O pontap inicial para a criao da Conveno ocorreu em junho de 1992, quando o Brasil organizou e sediou uma Conferncia das Naes Unidas, a Rio-92, para conciliar os esforos mundiais de proteo do meio ambiente com o desenvolvimento socioeconmico.

Contudo, ainda no est claro como a Conveno sobre a Diversidade dever ser implementada. A destruio de florestas, por exemplo, cresce em nveis alarmantes.


O que desenvolvimento sustent vel

O que desenvolvimento sustentvel?


Ciclo de palestras

A definio mais aceita para desenvolvimento sustentvel o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da gerao atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras geraes. o desenvolvimento que no esgota os recursos para o futuro.


O que preciso fazer para alcan ar o desenvolvimento sustent vel

O que preciso fazer para alcanar o desenvolvimento sustentvel?

Para ser alcanado, o desenvolvimento sustentvel depende de planejamento e do reconhecimento de que os recursos naturais so finitos.Esse conceito representou uma nova forma de desenvolvimento econmico, que leva em conta o meio ambiente.


Ciclo de palestras

Muitas vezes, desenvolvimento confundido com crescimento econmico, que depende do consumo crescente de energia e recursos naturais. Esse tipo de desenvolvimento tende a ser insustentvel, pois leva ao esgotamento dos recursos naturais dos quais a humanidade depende.


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O desenvolvimento sustentvel sugere, de fato, qualidade em vez de quantidade, com a reduo do uso de matrias-primas e produtos e o aumento da reutilizao e da reciclagem.


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Equilbrio da Terra

Homem

Agente: biolgicos

Meio Ambiente


Saiba mais sobre mudan as clim ticas

Saiba mais sobre Mudanas Climticas


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O que aquecimento global?

O aquecimento global resultado do lanamento excessivo de gases de efeito estufa (GEEs), sobretudo o dixido de carbono (CO2), na atmosfera. Esses gases formam uma espcie de cobertor cada dia mais espesso que torna o planeta cada vez mais quente e no permite a sada de radiao solar.


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O que efeito estufa?

O efeito estufa um fenmeno natural para manter o planeta aquecido. Desta forma possvel a vida na Terra. O problema que, ao lanar muitos gases de efeito estufa (GEEs) na atmosfera, o planeta se torna quente cada vez mais, podendo levar extino da vida na Terra.


Ciclo de palestras

Quais as causas das mudanas climticas?

As mudanas climticas, outro nome para o aquecimento global, acontecem quando so lanados mais gases de efeito estufa (GEEs) do que as florestas e os oceanos so capazes de absorver.


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Como so lanados os gases de efeito estufa?

Isso acontece de diversas maneiras. As principais so: a queima de combustveis fsseis (como petrleo, carvo e gs natural) e o desmatamento (no Brasil, o desmatamento o principal responsvel por nossas emisses de GEEs).


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Quais os efeitos do aquecimento global?

So vrias as conseqncias do aquecimento global. Algumas delas j podem ser sentidas em diferentes partes do planeta como o aumento da intensidade de eventos de extremos climticos (furaces, tempestades tropicais, inundaes, ondas de calor, seca ou deslizamentos de terra). Alm disso, os cientistas hoje j observam o aumento do nvel do mar por causa do derretimento das calotas polares e o aumento da temperatura mdia do planeta em 0,8 C desde a Revoluo Industrial. Acima de 2 C, efeitos potencialmente catastrficos poderiam acontecer, comprometendo seriamente os esforos de desenvolvimento dos pases. Em alguns casos, pases inteiros podero ser engolidos pelo aumento do nvel do mar e comunidades tero que migrar devido ao aumento das regies ridas.


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Como o desmatamento influencia na mudana do clima?

Ao desmatar, muitas pessoas queimam a madeira que no tem valor comercial. O gs carbnico (CO2) contido na fumaa oriunda desse incndio sobe para a atmosfera e se acumula a outros gases aumentando o efeito estufa. No Brasil, 75% das emisses so provenientes do desmatamento.


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Quais as solues para combater o aumento do efeito estufa?

Existem vrias maneiras de reduzir as emisses dos gases de efeito estufa. Diminuir o desmatamento, incentivar o uso de energias renovveis no-convencionais, eficincia energtica e a reciclagem de materiais, melhorar o transporte pblico so algumas das possibilidades.

O que eficincia energtica?

Eficincia energtica nada mais que aproveitar melhor a energia sem desperdi-la. Por exemplo, quando se diz que uma lmpada eficiente, isso quer dizer que ela ilumina o mesmo que as outras, consumindo menos energia. Ou seja, mesma iluminao, com menos gasto de energia.


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O que so energias renovveis no-convencionais?

So energias que no vm de combustveis fsseis (como petrleo e gs natural) e tambm no inclui a hidroeletricidade. As energias renovveis no-convencionais mais conhecidas so a solar, onde se aproveita a luz e o calor do sol para gerar energia, a biomassa, oriunda mais comumente do bagao da cana-de-acar e a elica, dos ventos.


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O que Protocolo de Quioto?

o nico tratado internacional que estipula redues obrigatrias de emisses causadoras do efeito estufa. O documento foi ratificado por 168 pases. Os Estados Unidos, maiores emissores mundiais, e a Austrlia no fazem parte do Protocolo de Quioto.


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O que Fundo de Adaptao?

Um mecanismo financiado pelos pases desenvolvidos para que os pases em desenvolvimento possam lidar com os efeitos das mudanas climticas. Hoje, cada projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) paga 2% do seu valor para este Fundo, mas o dinheiro ainda no est sendo empregado.


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O que MDL?

Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) um instrumento criado para reduzir as emisses de gases causadores do efeito estufa. Mas, para compreender melhor o que isso significa preciso voltar ao ano de 1997, quando a comunidade internacional fechou um acordo para reduzir as emisses de gases causadores do efeito estufa, o Protocolo de Quioto. Neste mecanismo da Conveno do Clima, os pases desenvolvidos tm at 2012 para reduzir suas emisses em 5,2% tomando como base o ano de 1990. Alm de cortar localmente suas emisses, os pases desenvolvidos podem tambm comprar uma parcela de suas metas em crditos de carbono gerados em projetos em outros pases. A Implementao Conjunta garante crditos obtidos de pases desenvolvidos e o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) permite que estes crditos venham de pases em desenvolvimento, como o Brasil.


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SUSTENTABILIDADE

AR

GUA

SOLO/

SUBSOLO

SERES HUMANOS

ORGANIZAO

ENERGIA

FAUNA

FLORA

Fonte: Sindicel, 2006, modificado.


O pr sal e o meio ambiente uma vis o social economica pol tica e ambiental

O PR-SAL E O MEIO AMBIENTEUma Viso Social, Economica, Poltica e Ambiental


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O petrleo um lquido formado basicamente por hidrocarbonetos e poucos compostos e contm oxignio, enxofre e nitrognio. O petrleo e o gs esto geralmente confinados a grandes profundidades, tanto abaixo dos continentes como dos mares. Em geral, o petrleo esta disperso em cavidades e em fraturas de formaes rochosas. O petrleo mais valioso, conhecido como leve, contm poucas impurezas de enxofre e grande quantidade de compostos orgnicos facilmente refinveis em gasolina.


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Quanto menor for a quantidade de enxofre, menor a quantidade de dixido de enxofre (SO) lanado na atmosfera. O petrleo menos valioso chamado de pesado. Esse tipo possui muitas impurezas e exige maiores recursos de refino para obteno de gasolina.Uma vez retirado do poo, o petrleo enviado para as refinarias. Na refinaria, ele aquecido e destilado para separar a gasolina, o leo combustvel, o leo diesel e outros componentes.


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Os produtos petroqumicos so utilizados como matria-prima em indstrias de produtos qumicos, de fertilizantes, de pesticidas, de plsticos, de fibras sintticas, de tintas, de remdios e de muitos outros produtos. Cerca de 3% do petrleo mundial utilizado na indstria petroqumica.


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Pr-sal a denominao da faixa de petrleo considerado de alta qualidade que se localiza em uma rea de 112 mil km na costa marinha entre os estados do Esprito Santo e Santa Catarina abaixo de uma camada de sal, a cerca de 7000 metros de profundidade.


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O anncio da descoberta das reservas do pr-sal em 2008 tem provocado grandes debates em todo o pas. Muitos defendem novos modelos de regulao para preservar uma parte maior desta riqueza para o pas, j que o marco legal vigente para a explorao de petrleo no Brasil ainda lei n 9478 de 1997.


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Um problema a ser enfrentado pelo pas diz respeito ao ritmo de extrao de petrleo e o destino desta riqueza. Se o Brasil extrair todo o petrleo muito rapidamente, este pode se esgotar em uma gerao. Se o pas se tornar um grande exportador de petrleo bruto, isto pode provocar a sobrevalorizao do cmbio, dificultando as exportaes e facilitando as importaes. Hoje, mais de 80% do leo brasileiro vm do fundo do mar.


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Com as reservas do pr-sal, as preocupaes sobre o futuro do pas tambm esto na pauta de vrios setores da sociedade e principalmente das entidades que atuam na defesa socioambiental desse territrio e do planeta terra. Como justificar uma atividade econmica, em tempos de aquecimento global e mudanas climticas cujos impactos j se manifestam nas vrias regies do pas, que tenha alto potencial de contribuir ainda mais com o aumento da temperatura da terra?


Ciclo de palestras

Enfrentar esta realidade ser o grande desafio que teremos pela frente com relao s atividades do pr-sal. Inmeros so os exemplos de como estamos aqum do almejado para lidar com as conseqncias que j estamos sofrendo com relao s mudanas climticas no planeta, decorrente no apenas pelo uso de combustveis fsseis, mas principalmente pela emisso de gases do efeito estufa oriundos do desmatamento e mudanas no uso do solo no bioma amaznico e demais biomas do pas.


Ciclo de palestras

  • Para pensar!!!

  • Que mundo queremos deixar para os nossos filhos?

  • Que filhos queremos deixar para o nosso mundo?


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"No dia em que o homem compreender ser filho da natureza, irmo dos demais humanos, dos bichos, da terra, das plantas, dos pssaros, do cu e dos peixes do mar, neste dia ele compreender a si mesmo, a prpria razo de viver.

Ser mais humano, mais simples e solidrio.

Prof. Srgio Lemberck


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OBRIGADO,

PROF. SRGIO LEMBERCK

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