Atendimento odontol gico a pacientes com necessidades especiais defici ncias neuromotoras
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Atendimento Odontológico a Pacientes com Necessidades Especiais – Deficiências Neuromotoras PowerPoint PPT Presentation


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Atendimento Odontológico a Pacientes com Necessidades Especiais – Deficiências Neuromotoras. Faculdade de Odontologia UFMG Associação Mineira de Reabilitação AMR Novembro 2008. Deficiência Neuromotora.

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Atendimento Odontológico a Pacientes com Necessidades Especiais – Deficiências Neuromotoras

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Presentation Transcript


Atendimento odontol gico a pacientes com necessidades especiais defici ncias neuromotoras

Atendimento Odontológico a Pacientes com Necessidades Especiais – Deficiências Neuromotoras

Faculdade de Odontologia UFMG

Associação Mineira de Reabilitação AMR

Novembro 2008


Defici ncia neuromotora

Deficiência Neuromotora

  • Conceito- Paralisia cerebral. Falha na resposta motora por interrupção do impulso nervoso, resultante de lesão nos nervos motores do cérebro. A lesão pode atingir uma ou mais áreas do cérebro e, portanto, não são raros os problemas de motricidade acompanhados de outras deficiências, como alterações sensitivas, emocionais, visuais, intelectuais

  • Causa mais comum- prematuridade causando anoxia perinatal


Defici ncia neuromotora1

Deficiência Neuromotora

  • Lesão pré-natal: doenças metabólicas, orgânicas, infecções, trauma no ventre, fatores hereditários, rx abdominal, anoxia materna, anormalidades na placenta, hipotensão, anomalia do cordão umbilical


Defici ncia neuromotora2

Deficiência Neuromotora

  • Lesão perinatal: hemorragia cerebral provocando deficiência de oxigênio durante o parto por obstrução do cordão umbilical, alongamento da placenta, parto prolongado, fórceps, brusca descompressão na cesariana, com a abertura do útero e a rápida saída do líquido amniótico, provocando anoxia.


Defici ncia neuromotora3

Deficiência Neuromotora

  • Lesão pós-natal- infecções bacterianas ou viróticas (meningite, escarlatina, etc) e lesões traumáticas acidentais cranianas (tóxicas, tumores e acidentes vasculares cerebrais).


Defici ncia neuromotora4

Deficiência Neuromotora

  • Complicações- A deficiência auditiva ocorre em determinados grupos. A deficiência mental está presente em 40-50%, a epilepsia do grande mal (25%) e alterações da motricidade, distúrbio da fala e da linguagem.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal

  • Pacientes espásticos- Movimentos voluntários comprometidos um estado predominantemente de espasticidade. Hiper-reflexia, aumento do tônus muscular e plegia. Tem-se então a monoplegia, diplegia, tri e quadriplegia. Dificuldades de fonação e deglutição.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

Pacientes Espásticos- Os movimentos mandibulares devem-se a uma contração do grupo muscular e relaxamento do antagonista. Há uma alteração na força mastigatória, nos movimentos de abertura e fechamento, assim como nos de lateralidade, propulsão e retropulsão. Estes pacientes são hipercinéticos: movimentos exagerados e incontroláveis. Atenção com toques (metais) e jatos de ar!


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal1

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal

  • os dedos e os punhos que ficam bem flexionados, e os braços são fletidos ou curvados na altura do cotovelo

  • Cadeira odontológica- Posicionamento: A posição de Buda ou de pernas cruzadas facilita o relaxamento geral do corpo e elimina os reflexos violentos. As mãos voltadas para dentro, pois qualquer tentativa para modifica-las desencadeia um reflexo com movimentos desordenados, os quais impossibilitam imediatamente a nossa abordagem.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade1

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • Virando a cabeça para a direita, automaticamente o braço direito se estenderá para baixo e o esquerdo fleterá com violência e as pernas com menos intensidade.

  • Se tivermos que realizar esse movimento, aconselhamos a faze-lo vagarosamente, pois se a cabeça for rapidamente mudada de posição, haverá intensificação da resposta reflexa.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade2

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • Estímulos agressivos desencadeiam espasmos com repentina rotação da cabeça de um lado, além de aparecer rigidez desse mesmo lado e perda de equilíbrio do paciente.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade3

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • Os abridores de boca, de preferência com pontas de borracha, com adaptação com Optosil ou com material similar, têm consistência para amortização dos choques traumáticos sobre os órgãos dentais e tecidos moles.

  • O uso de abridor de boca merece atenção especial e proteção por parte do profissional pois o cerramento violento e involuntário da mandíbula tem força para decepar um dedo.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade4

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • Abridores de boca: Palito com gaze, dedais.

  • A auxiliar deve ficar atenta à eficiência dos dispositivos (abridor de boca, sugador, posicionamento da língua)

  • outros reflexos como o de morder, de vômitos


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade5

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • Contenção: método mecânico e drogas para a tranqüilização e sedação. A contenção química tem ainda a vantagem de potencializar os efeitos dos anestésicos locais.

  • Medicamentos mais usados: benzodiazepínicos (diazepan), como por exemplo o Valium e o Dienpax.


Defici ncia neuromotora les o do sistema piramidal espasticidade6

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Piramidal- Espasticidade

  • O tratamento medicamentoso na odontologia para os pacientes neuromotores é sintomático, utilizado para acalmar as contrações violentas, crises convulsivas e distúrbios comportamentais, diminuindo assim o estresse e a ansiedade.

  • Os pacientes com paralisia cerebral, geralmente, usam determinados anticonvulsivantes e barbitúricos a fim de impedir e desencadeamento de crises epilépticas.

  • Normalmente os medicamentos tranqüilizantes são ingeridos na noite anterior ao dia da intervenção e uma hora antes da consulta. Para as crianças, 2 mg de diazepan em xarope é suficiente e para os adultos, 5 a 10 mg na forma injetável ou em comprimidos.


Defici ncia neuropsicomotora les o do sistema extra piramidal ataxia

Deficiência NeuropsicomotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal-Ataxia

  • Pacientes Atáxicos- uma síndrome neurológica, significando falta de coordenação motora.

  • distúrbio no controle dos movimentos direcional e de equilíbrio

  • incapazes de agrupar objetos devido à perda do controle direcional. A lesão extrapiramidal interfere com regulação do sinergismo entre os músculos agonistas e antagonistas da fala tremor e, principalmente, da marcha.

  • Dificuldade em manter-se de pé

  • Olhos de boneca


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal ataxia

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal- Ataxia

  • As quedas repentinas podem causar fraturas nos ossos nasais, dos dentes anteriores, sofrendo serviços freqüentes da área odontológica, como dentística restauradora, endodontia, prótese ou cirurgia.

  • O atáxico entende bem e pode seguir as nossas orientações. Apenas não pratica uma boa higienização porque é um tanto preguiçoso, mas se preocupa demasiadamente com a estética. Isso realmente se torna uma arma positiva.


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal ataxia1

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal- Ataxia

  • Posição na cadeira: horizontal

  • O ruído da alta rotação ou do ultra-som provoca tontura, provavelmente por distúrbios no labirinto

  • Quase sempre não há necessidade de meios de contenção, a não ser o do condicionamento. Ele sente um certo temor, principalmente aquele paciente propenso a convulsões ou com distúrbios orgânicos, sendo obrigados a receber medicação.

  • O atáxico é quieto e bem comportado, provavelmente por ter dificuldade na linguagem, isto é, a qualidade vocal é monótona.


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal

  • Pacientes com atetose- espasmos musculares lentos, vagarosos, involuntáios e espontâneos, desencadeados por distúrbios nos núcleos estriados pertencentes ao sistema nervosos extra-piramidal


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal atetose

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal- Atetose

  • controle dos músculos lisos da boca, língua e extremidades articulares, fica prejudicado

  • A hipertonia distende os dedos das mãos, conhecidos como dedos em baioneta, e a palma da mão fica voltada para baixo

  • Respiração ruidosa

  • Dificuldade em engolir- auxílio da fonoaudiologia

  • Cuidado com aspiração


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal atetose1

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal- Atetose

  • Os sedantes ou tranqüilizantes menores diminuem ainda mais os reflexos e com isso aumenta o risco cirúrgico. Toda a atenção é pouca quando se trabalha com esses pacientes. Muitas vezes usamos até dois sugadores simultaneamente, sendo um de boca larga para aspirar material remanescente de restaurações e profiláticos e outro para a saliva.


Defici ncia neuromotora les o do sistema extra piramidal atetose2

Deficiência NeuromotoraLesão do Sistema Extra-Piramidal- Atetose

  • A anestesia geral deve ser indicada com muitas restrições, pois os atetóides têm problemas pulmonares e de ventilação devido ao comprometimento da musculatura diafragmática.


Altera es orais nos deficientes neuromotores

ALTERAÇÕES ORAIS NOS DEFICIENTES NEUROMOTORES

  • má oclusão musculatura facial, contratura e rigidez ocasiona pressão sobre as arcadas dentárias, provocando o estreitamento da mandíbula.

  • paciente espástico apresenta mordida cruzada, tanto uni como bilateral, definida por classe II, divisão 2 em 65% dos casos

  • atáxicos apresentam má oclusão variada, dependendo da intensidade da ataxia. Sua musculatura é flácida

  • atetóides apresentam também mordida cruzada classe II , divisão I


Altera es orais nos deficientes neuromotores1

ALTERAÇÕES ORAIS NOS DEFICIENTES NEUROMOTORES

  • hipotonia dos atetóides na musculatura facial combinada com a força intra-oral da língua contra superfícies linguais dos dentes também é responsável pela má oclusão

  • Deficiência na autolimpeza

  • Retardo na erupção dentária

  • Hipomineralizações

  • Trânsito do bolo alimentar


Tonicidade oral

Tonicidade Oral

  • Hipertonia- relaxamento por estimulação orofacial

  • língua hipotônica, massagens rápidas e vigorosas pro pressão de trás para a frente da língua fazem aumentar ou regular o tônus muscular

  • bochechas hipotônicas, as massagens têm de ser rápidas e vigorosas, associadas com jatos de ar contra as bochechas, até se obter um tônus adequado

  • bruxismo


Controle da baba

Controle da baba

  • babam por muito mais tempo ou para o resto da vida

  • mais espessa com bolhas que não escoa

  • incoordenação motora e a respiração bucal favorecem esta falta de controle da saliva

  • O descontrole do escoamento salivar pode-se agravar em presença de inflamação amigdaliana e gengival, cáries, aftas e ingestão de determinados medicamentos.


Dieta

Dieta

  • Consistência

  • Textura

  • balanço negativo de água provocando desidratação; e de proteínas, ferro, vitaminas A, B, C P por deficiência na absorção de alimentos.

  • terapia anticonvulsivante com hidantoinatos levam a deficiências de vitamínicas D e C


Comunica o

Comunicação

  • tipo espástico -fala vagarosa, pausada, sem tonalidade devido às distorções anatomofisiológicas que levam a distúrbios articulatórios

  • atáxicos têm uma fala monótona, sem intervalos regulares e com intensidade forte e fraca

  • Atetóides- voz que se mistura com o som de ar inspirado. A incoordenação pneumônica ou mesmo alterações do palato mole e espasmos da laringe são as causas da afonia. A correção é realizada pela fonoaudiologia

  • Falha auditiva atrasando o desenvolvimento da linguagem


Epilepsia

Epilepsia

  • conjunto de manifestações convulsivas com contrações musculares generalizadas ou parciais.

  • Fenômenos iniciais da crise epiléptica- aura

  • A aura pode ser sensitiva, sensorial ou motora


Epilepsia focal

Epilepsia focal

  • descarga neuronal em um ponto cerebral, precedida de um aviso, a aura. Esse alerta, pode ser auditivo, visual, gustativo, olfativo, psíquico, motor, visceral. Os pacientes percebem também que a crise vai ocorrer por meio de sintomas como cefaléias, distúrbios circulatórios, mioclonais, alterações de humor e outros.


Epilepsia pequeno mal

Epilepsia Pequeno Mal

  • Controlada por medicamentos

  • ausência simples;

  • pequeno mal mioclônico;

  • pequeno mal acinética.


Epilepsia pequeno mal1

Epilepsia Pequeno Mal

  • A ausência simples ou pcnolepsia é a perda da consciência com duração de segundos

  • Na puberdade pode desaparecer ou surgir como crise do grande mal

  • crise mioclonal ou pequeno mal mioclônico - pequenos abalos musculares e generalizados, bilaterais e de curta duração (pescoço), sem perda da consciência e o paciente levanta-se rapidamente.


Epilepsia pequeno mal2

Epilepsia Pequeno Mal

  • pequeno mal acinético - na perda brusca do tônus muscular e o indivíduo cai como se “desmoronasse”.

  • crises psicomotoras ou automatismos psicomotores- São perturbações pronunciadas, da consciência, acompanhadas de execução de movimentos automáticos de complexidade variável. O paciente descreve como se estivesse em outro mundo.


F rmacos usados no tratamento da ansiedade

Fármacos usados no Tratamento da Ansiedade

  • Benzodiazepínicos- também usados como hipnóticos e sedativos

  • Hidroxizina- Anti-histmínico usado como pré-anestésico devido aos seus efeitos sedativos, anticolinérgicos e antieméticos


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Atuam diretametne nos neurônios patologicamente alterados ou...

  • Reduzem a descarga excessiva através da redução de disseminação da excitação dos focos da crise.

  • Reação médica adversa (RAM) preocupante: anemia aplástica


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias1

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Hidantoínas- usadas para todos os tipos de crises exceto de ausência.

  • RAM mais comum: hiperplasia gengival (20%) por alteração no metabolismo de colágeno. Pode ser atenuada com boa higiene oral.


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias2

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Fenobarbital: atividade anticonvulsivante em dose menor do que a usada para hipnose.

  • Percepção à dor e a reação a ela: pouco afetadas. Pequenas doses originam hiperalgesia e exacerbam a reação a estímulos dolorosos.

  • RAM- depressão grave : interação com etanol, anti-histamínicos, inibidores da MAO.


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias3

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Carbamazepina: usada para todas os tipos exceto crise de ausência. Sob uso prolongado as RAM mais freqüentes são: sonolência , ataxia, visão turva e vertigem. Metabolismo inibido pela eritromicina e propoxifeno.


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias4

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Ácido Valpróico: usado em crise de ausência e crises tônico-clônicas generalizadas.

  • RAM´s: náuseas, vômitos, anorexia, sedação, ataxia e tremor.


Drogas eficazes no tratamento das epilepsias5

Drogas eficazes no tratamento das epilepsias

  • Benzodiazepínicos: apenas clonazepan e clorazepan são usados para este fim.

  • Emergências convulsivas associadas a intoxicação por droga ou crises causadas por drogas em pacientes não-epilépticos (ex. anestésicos locais) podem ser controladas por diazepan, fenobarbital ou outro barbiturato


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