FAS, 29a, fem, bca, natural e procedente de SP
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FAS, 29a, fem, bca, natural e procedente de SP Paciente recebendo lítio cronicamente para tratamento de distúrbio bipolar. Há 3 dias com febre, tosse seca, coriza e irritabilidade. Confusa, sonolenta, voz pastosa

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Presentation Transcript


FAS, 29a, fem, bca, natural e procedente de SP

Paciente recebendo lítio cronicamente para tratamento de distúrbio bipolar. Há 3 dias com febre, tosse seca, coriza e irritabilidade.

Confusa, sonolenta, voz pastosa

Plasma: Uréia 50 (normal 20-45), creatinina 1,3 (normal 0,7 a 1,3), RFG estimado: 67 mL/min/1,73 m2 (normal 100), Na 149, K 4,5, Osmolaridade = 312 mOsm/L

Urina: Osmolaridade = 330 mOsm/L. Fluxo urinário = 3 L/dia


MSS, 59a, masc, bco, natural de Contagem, MG, e procedente de SP

Paciente com doença renal crônica pré-dialítica, em regime de restrição de água, ingeriu 1 melancia inteira em menos de 1/2 hora.

Confuso, sonolento, voz pastosa

Plasma: Uréia 180, creatinina 4,3, RFG estimado: 17 mL/min/1,73 m2 (normal 100), Na 126, K 5,5


PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS RINS NO ORGANISMO

  • Eliminação de excretas

  • Regulação do volume extracelular

  • Regulação da pressão osmótica

  • Regulação do equilíbrio ácido-base

  • Regulação da excreção de potássio

  • Regulação da excreção de cálcio e fósforo

  • Regulação da pressão arterial


PRINCIPAIS FUNÇÕES DOS RINS NO ORGANISMO

  • Eliminação de excretas

  • Regulação do volume extracelular

  • Regulação da pressão osmótica

  • Regulação do equilíbrio ácido-base

  • Regulação da excreção de potássio

  • Regulação da excreção de cálcio e fósforo

  • Regulação da pressão arterial


DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA CORPÓREA


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

INTERFACE: MEMBRANA CELULAR


PERFIL IÔNICO E ELÉTRICO DE UMA CÉLULA COMUM

+

+

+

Na

Na

Na

+

+

+

K

K

K

ATP

ATP

-

-

+

+

Filtração

10.000 mg/dia


Proteínas

Outros

HCO3-

HCO3-

-

-

Cl

Cl

K+

Na

+

+

K

Na

EXTRA

INTRA

COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO INTRA E DO EXTRACELULAR

mOsm/L

300

200

100

0


O SÓDIO É O PRINCIPAL CÁTION DO ESPAÇO EXTRACELULAR

mOsm/L

300

Proteínas

Outros

HCO3-

200

HCO3-

-

-

Cl

Cl

K+

Na

100

+

+

K

Na

0

EXTRA

INTRA


O SÓDIO É O PRINCIPAL CÁTION DO ESPAÇO EXTRACELULAR

+

+

+

Na

Na

Na

+

+

+

K

K

K

ATP

ATP

-

-

+

+

Filtração

10.000 mg/dia


O SÓDIO É O PRINCIPAL CÁTION DO ESPAÇO EXTRACELULAR

+

+

Na

Na


n

Posm (extracelular)

Posm=  [ Ce ]

1

Posm 2  [Na+]e + [Glicose]e + [Uréia]e+ [Outros]e

= 285-290 mOsm/L


A URÉIA ( ) E A GLICOSE ( ) ATRAVESSAM A MEMBRANA CELULAR. O SÓDIO ( ), NÃO.


n

Posm (extracelular)

Posm=  [ Ce ]

1

Posm 2  [Na+]e + [Glicose]e + [Uréia]e+ [Outros]e

= 285-290 mOsm/L


Posm ESTIMADA

= 280 mOsm/L

Posm  2  [Na+]e

+

~5-10 mOsm/L

= 285-290 mOsm/L


O SÓDIO É O PRINCIPAL CÁTION DO COMPARTIMENTO EXTRACELULAR.

SUA CONCENTRAÇÃO PODE SER USADA PARA ESTIMAR A OSMOLALIDADE EXTRACELULAR.


 Pressão osmótica, mmHg

Osmolaridadeextra - Osmolaridadeintra , mOsm/L


Variações relativamente pequenas da concentração de sódio (e portanto da osmolaridade) extracelular podem levar a deformações catastróficas do sistema nervoso central


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] = 10 mmol/L

[Na+] = 140 mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] =160mmol/L

[Na+] = 10 mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] =160mmol/L

[Na+] = 10 mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] = 10 mmol/L

[Na+] = 140 mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] = 10 mmol/L

[Na+] =120mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

[Na+] = 10 mmol/L

[Na+] =120mmol/L

[K+] = 150 mmol/L

[K+] = 4 mmol/L


~42 L

H2O TOTAL

~28 L

VOL. INTRACELULAR

~14 L

VOL. EXTRACELULAR

ECosm= Posm

 2  140 mmol/L =

280 mOsm/L

ICosm 280 mOsm/L


BALANÇO

NORMAL DE

ÁGUA

2.2 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

1.5

0.1

0.7


BALANÇO

NORMAL DE

ÁGUA

2.2 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

1.5

0.1

0.7


  • O volume extracelular e o intracelular são iguais com relação:

  • ao volume (em litros)

  • à concentração de sódio

  • à concentração de potássio

  • À pressão osmótica


  • O volume extracelular e o intracelular são iguais com relação:

  • ao volume (em litros)

  • à concentração de sódio

  • à concentração de potássio

  • À pressão osmótica


PROCESSAMENTO DE ÁGUA NO NÉFRON


PROXIMAL

PORÇÃO FINA

DESCENDENTE

PORÇÃO FINA

ASCENDENTE

PORÇÃO ESPESSA

TÚBULO DISTAL

CONEXÃO +

COLETOR

RFG = 170 L/dia

67 %

23 %

ÁGUA

9 %

<1 %


PROXIMAL

PORÇÃO FINA

DESCENDENTE

PORÇÃO FINA

ASCENDENTE

PORÇÃO ESPESSA

TÚBULO DISTAL

CONEXÃO +

COLETOR

RFG = 170 L/dia

67 %

23 %

TÚBULO PROXIMAL

9 %

<1 %


ABSORÇÃO INTENSA DE SÓDIO

P

P

osm

osm

HIPOOSMOLARIDADE LUMINAL

I

L

PROXIMAL SEGMENTOS S1/S2/S3


+

Na

A ÁGUA SEGUE O SÓDIO

P

P

osm

osm

+

+

+

+

+

K

Ca

Mg

AQUAPORINA 1

HIPOOSMOLARIDADE LUMINAL

I

L

PROXIMAL SEGMENTOS S1/S2/S3


TÚBULO PROXIMAL: ABSORÇÃO ISOTÔNICA DE H2O E Na+

67 % do RFG


PROXIMAL

PORÇÃO FINA

DESCENDENTE

PORÇÃO FINA

ASCENDENTE

PORÇÃO ESPESSA

TÚBULO DISTAL

CONEXÃO +

COLETOR

RFG = 170 L/dia

67 %

23 %

PORÇÃO FINA DA

ALÇA DE HENLE

9 %

<1 %


600 mOsm

NÉFRONS SUPERFICIAIS (MAIORIA)

1300 mOsm

NÉFRONS JUSTAMEDULARES (MINORIA)


600 mOsm

NÉFRONS SUPERFICIAIS (MAIORIA)

1300 mOsm

NÉFRONS JUSTAMEDULARES (MINORIA)


Porção fina da alça de Henle: somente transporte passivo


PROXIMAL

PORÇÃO FINA

DESCENDENTE

PORÇÃO FINA

ASCENDENTE

PORÇÃO ESPESSA

TÚBULO DISTAL

CONEXÃO +

COLETOR

RFG = 170 L/dia

67 %

23 %

PORÇÃO ESPESSA

DA ALÇA DE HENLE

9 %

<1 %


+

+

+

Na

Na

Na

-

+

+

+

+

K

K

K

-

-

Cl

Cl

ATPase

PORÇÃO ESPESSA DA ALÇA DE HENLE


+

+

+

Na

Na

Na

-

+

+

+

+

K

K

K

-

-

Cl

Cl

H O

2

ATPase

PORÇÃO ESPESSA DA ALÇA DE HENLE


PORÇÃO ESPESSA DA ALÇA DE HENLE

Intenso transporte ativo

Impermeável à água


MECANISMO DE CONCENTRAÇÃO URINÁRIA

  • Sistema de contracorrente medular

  • HAD


POR QUE É IMPORTANTE CONCENTRAR A URINA?


Solutos a serem eliminados pela urina:

Sódio: 150 mOsm/dia

K: 50 mOsm/dia

Outros cátions: 50 mOsm/dia

Ânions: 275 mOsm/dia

Uréia: 350 mOsm/dia

Total: 850 mOsm/dia

Excreção sem concentrar a urina

(a ~300 mOsm/L)

Excreção concentrando a urina

(a ~1300 mOsm/L)

850 mOsm/dia

850 mOsm/dia

= 0,57 L/dia

Vur =

= 2,8 L/dia

Vur =

1300 mOsm/L

300 mOsm/L


FAS, 29a, fem, bca, natural e procedente de SP

Paciente recebendo lítio cronicamente para tratamento de distúrbio bipolar. Há 3 dias com febre, tosse seca, coriza e irritabilidade.

Confusa, sonolenta, voz pastosa

Plasma: Uréia 50 (normal 20-45), creatinina 1,3 (normal 0,7 a 1,3), RFG estimado: 67 mL/min/1,73 m2 (normal 100), Na 149, K 4,5, Osmolaridade = 312 mOsm/L

Urina: Osmolaridade = 330 mOsm/L. Fluxo urinário = 3 L/dia


MECANISMO DE CONCENTRAÇÃO URINÁRIA

  • Sistema de contracorrente medular

  • HAD


O FUNCIONAMENTO DE UM SISTEMA DE CONTRACORRENTE


$100

$100

$100

$100

$100

$100

$100

$100

$100

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$100

$100

$100

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$$

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UM SISTEMA DE AQUECIMENTO EM CONTRACORRENTE


20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC


20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC

20 oC


30 oC

20 oC

20 oC

30 oC

20 oC

30 oC

20 oC


30 oC

20 oC

20oC

30 oC

20 oC

30 oC

20 oC


30 oC

20 oC

24 oC

30 oC

20 oC

30 oC

20 oC


30 oC

20 oC

24 oC

30 oC

29 oC

30 oC

20 oC


30 oC

20 oC

24 oC

30 oC

29 oC

30 oC

20 oC


30 oC

20 oC

24 oC

30 oC

29 oC

30 oC

29 oC


22 oC

20 oC

24 oC

29 oC

29 oC

40 oC

29 oC


25 oC

20 oC

60 oC

65 oC

140 oC

145 oC

140 oC


A CONTRACORRENTE MEDULAR


Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+


Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+


A porção espessa da alça de Henle é a principal responsável pela geração de energia para o funcionamento do sistema de contracorrente medular e para a formação de uma urina hipertônica em relação ao plasma


MECANISMO DE CONCENTRAÇÃO URINÁRIA

  • Sistema de contracorrente medular

  • HAD


O PAPEL DO HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


AQUAPOR 3

AQUAPORINA 2


  • Para concentrar a urina, os rins necessitam:

  • do hormônio antidiurético

  • do arranjo em contracorrente das alças de Henle

  • do transporte ativo na porção espessa da alça de Henle

  • de todas as anteriores


  • Para concentrar a urina, os rins necessitam:

  • do hormônio antidiurético

  • do arranjo em contracorrente das alças de Henle

  • do transporte ativo na porção espessa da alça de Henle

  • de todas as anteriores


O PAPEL DA URÉIA


~60%


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


~60%


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


A recirculação de uréia entre o final do túbulo coletor e a porção ascendente fina da alça de Henle é essencial à formação de uma medula hipertônica e à excreção de uma urina concentrada ao máximo

+


DILUIÇÃO URINÁRIA

Por que é importante?


MSS, 59a, masc, bco, natural de Contagem, MG, e procedente de SP

Paciente com doença renal crônica pré-dialítica, em regime de restrição de água, ingeriu 1 melancia inteira em menos de 1/2 hora.

Confuso, sonolento, voz pastosa

Plasma: Uréia 180, creatinina 4,3, RFG estimado: 17 mL/min/1,73 m2 (normal 100), Na 126, K 5,5

Urina: Fluxo = 2,5 L/dia. Osmolaridade = 310 mOsm/L


MECANISMO DE DILUIÇÃO URINÁRIA


Na+

Na+

Na+

Na+

Na+


A PORÇÃO ESPESSA DA ALÇA DE HENLE É O PRINCIPAL SEGMENTO DILUIDOR DO NÉFRON


H O

Na+

2

Na+

HAD

H O

2

Na+

Na+

H O

2

Na+

H O

2

H O

2


AQUAPOR 3

AQUAPORINA 2


NA AUSÊNCIA DO HAD, OCORRE POUCA REABSORÇÃO DE ÁGUA NOS TÚBULOS DISTAL E COLETOR, MAS A REABSORÇÃO DE SOLUTO CONTINUA, RESULTANDO NA EXCREÇÃO DE UMA URINA DILUÍDA


A DILUIÇÃO URINÁRIA OCORRE POR REJEIÇÃO NO TÚBULO DE CONEXÃO/COLETOR

PROXIMAL

PORÇÃO FINA

DESCENDENTE

PORÇÃO FINA

ASCENDENTE

PORÇÃO ESPESSA

TÚBULO DISTAL

CONEXÃO +

COLETOR

RFG = 170 L/dia


H O

2

NA AUSÊNCIA PROLONGADA DO HAD, O GRADIENTE CÓRTICO-MEDULAR GERADO PELO SISTEMA DE CONTRA-CORRENTE SE DISSIPA, EM GRANDE PARTE DEVIDO À PERDA DA RECIRCULAÇÃO DE URÉIA

HAD

H O

2

H O

2

H O

2

H O

2


BALANÇO

NORMAL DE

ÁGUA

2.2 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

1.5

0.1

0.7


8.7

10 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

0.1

0.7


H O

Na+

2

Na+

HAD

H O

2

Na+

Na+

H O

2

Na+

H O

2

H O

2


0.6

1.3 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

0.1

0.7


H O

H O

H O

H O

H O

Na+

2

2

2

2

2

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

Na+

HAD


AQUAPOR 3

AQUAPORINA 2


Vmin

20

18

16

14

12

Volume Urinário

10

8

6

4

2

0

0

3

6

9

12

15

18

HAD


1500

1200

900

Osmolalidade urinária, mOsm/L

600

300

0


ESTÍMULOS À SECREÇÃO DE HAD


Variação da Posm


18

16

14

12

10

[HAD]

8

6

4

2

0

200

250

300

350

400

450

Posm


Redução da volemia arterial efetiva


O HAD É INSUFICIENTE PARA GARANTIR O BALANÇO DE H2O


0 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = -1.3 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


20

18

16

14

12

Volume Urinário

10

8

6

4

2

Vmin

0

0

3

6

9

12

15

18

HAD


O PAPEL FUNDAMENTAL DA ...


...SEDE !


SEDE (unidades arbitrárias)

200

250

300

350

400

Posm


18

16

14

12

10

[HAD]

SEDE (unidades arbitrárias)

8

6

4

2

200

250

300

350

400

0

Posm

200

250

300

350

400

450

Posm


DESENCADEIAM A SENSAÇÃO DE SEDE:

  • Ingestão insuficiente de água

  • Perdas de água

  • Hipovolemia

  • Ingestão de sal sem água


CONSEQÜÊNCIA:

Em condições habituais, a ingestão de sal acompanha-se sempre de ingestão de água


  • Em um indivíduo com função renal normal:

  • A ingestão continuada de uma grande quantidade de sal (duas vezes o normal) leva a uma hipernatremia

  • A ingestão continuada de uma grande quantidade de água (duas vezes o normal) leva a uma hiponatremia

  • A ingestão continuada de quantidades muito baixas de água (1/10 do normal) leva a uma hipernatremia

  • A ingestão continuada de quantidades muito baixas de sódio (1/10 do normal) leva a uma hiponatremia


  • Em um indivíduo com função renal normal:

  • A ingestão continuada de uma grande quantidade de sal (duas vezes o normal) leva a uma hipernatremia

  • A ingestão continuada de uma grande quantidade de água (duas vezes o normal) leva a uma hiponatremia

  • A ingestão continuada de quantidades muito baixas de água (1/10 do normal) leva a uma hipernatremia

  • A ingestão continuada de quantidades muito baixas de sódio (1/10 do normal) leva a uma hiponatremia


FISIOPATOLOGIA DO METABOLISMO DA ÁGUA


AS POLIÚRIAS


AS POLIÚRIAS

  • Por excesso de ingestão de H2O


AS POLIÚRIAS

  • Por excesso de ingestão de H2O

  • Por perda renal de H2O


AS POLIÚRIAS

  • Por excesso de ingestão de H2O

  • Por perda renal de H2O


8.7

10 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

0.1

0.7


AS POLIÚRIAS

  • Por excesso de ingestão de H2O

  • Por perda renal de H2O


DIABETES INSÍPIDO

Hipotalâmico

Nefrogênico


DIABETES INSÍPIDO

Hipotalâmico

Nefrogênico


DIABETES INSÍPIDO HIPOTALÂMICO


20

18

16

14

12

Volume Urinário

10

8

6

4

2

0

0

3

6

9

12

15

18

HAD


H O

2

HAD

H O

2

H O

2

H O

2

H O

2


TRATAMENTO DO DIABETES INSÍPIDO HIPOTALÂMICO: dDAVP


H O

2

HAD

H O

2

H O

2

H O

2

H O

2

ddAVP


H O

2

ddAVP

HAD

H O

2

H O

2

H O

2

H O

2


DIABETES INSÍPIDO

Hipotalâmico

Nefrogênico


DIABETES INSÍPIDO NEFROGÊNICO


18

16

14

12

10

[HAD]

8

6

4

2

0

200

250

300

350

400

450

Posm


20

18

16

14

12

Volume Urinário

10

8

6

4

2

0

0

3

6

9

12

15

18

HAD


AQUAPORINA 3

AQUAPORINA 2

HAD


DIABETE INSÍPIDO (Nefrogênico ou hipotalâmico)

SEDE

2.2 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = -6.5 L/dia

8

0.2

0.1

0.7


DIABETE INSÍPIDO (Nefrogênico ou hipotalâmico)

SEDE

8,7 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

8

0.2

0.1

0.7


DIABETE INSÍPIDO (Nefrogênico ou hipotalâmico)

8,7 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

FAZ SENTIDO ADMINISTRAR HAD A PACIENTES COM DI NEFROGÊNICO?

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

8

0.2

0.1

0.7


  • Para tratar o DI nefrogênico deve-se:

  • Administrar DdAVP (análogo do HAD)

  • Restringir a ingestão de água para diminuir a poliúria

  • Restringir sódio para diminuir a poliúria

  • Nenhuma das anteriores


  • Para tratar o DI nefrogênico deve-se:

  • Administrar DdAVP (análogo do HAD)

  • Restringir a ingestão de água para diminuir a poliúria

  • Restringir sódio para diminuir a poliúria

  • Nenhuma das anteriores


TRATAMENTO DO DIABETES INSÍPIDO NEFROGÊNICO:

DIURÉTICOS TIAZÍDICOS (!!!)

Mecanismo de ação: contração do VEC

???


TIAZÍDICO

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR


TIAZÍDICO

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR


TIAZÍDICO

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR


?

TIAZÍDICO

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR


AQUAPOR 3

TIAZÍDICO

AQUAPORINA 2

HAD


AQUAPOR 3

TIAZÍDICO

AQUAPORINA 2

HAD


SÍNDROME DA SECREÇÃO INAPROPRIADA DE HAD


CAUSAS DE SECREÇÃO INAPROPRIADA DE HAD

Trauma craniano

Tumores intracranianos

Hipovolemia arterial efetiva: ICC, cirrose, choque

Tumores brônquicos (produção ectópica)

Drogas anestésicas

Cirurgias extensas


18

16

14

12

10

[HAD]

8

6

4

2

0

200

250

300

350

400

450

Posm


1500

1200

900

Osmolalidade urinária, mOsm/L

600

300

0


SECREÇÃO

INAPROPRIADA

DE HAD

2.2 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = +0.9 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


SECREÇÃO

INAPROPRIADA

DE HAD

2.2 L/dia

[Na+] =

120 mmol/L

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = +0.9 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


SECREÇÃO

INAPROPRIADA

DE HAD

2.2 L/dia

[Na+] =

120 mmol/L

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = +0.9 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


SINTOMAS NEUROLÓGICOS

SECREÇÃO

INAPROPRIADA

DE HAD

2.2 L/dia

[Na+] =

120 mmol/L

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = +0.9 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


TRATAMENTO DA SIHAD

Tratamento da causa básica

Restrição hídrica

Diurético + NaCl

Drogas que inibem a ação renal do HAD

Dimetilclortetraciclina

Antagonista V2 (aquarético)


DISTÚRBIOS DA SEDE

Polidipsia primária

Hipodipsia/Adipsia


DISTÚRBIOS DA SEDE

Polidipsia primária

Hipodipsia/Adipsia


8.7

10 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = 0 L/dia

0.2

0.1

0.7


DISTÚRBIOS DA SEDE

Polidipsia primária

Hipodipsia/Adipsia


0 L/dia

[Na+] =

140 mmol/L

0.3 (endógena)

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR

 H2O = -1.3 L/dia

0.2

0.6

0.1

0.7


  • Em qual dos casos abaixo é necessário restringir a ingestão de líquidos?

    • Síndrome da secreção inapropriada de HAD

    • Diabetes insípido nefrogênico

    • Baixa ingestão de sódio

    • Todos os anteriores


  • Em qual dos casos abaixo é necessário restringir a ingestão de líquidos?

    • Síndrome da secreção inapropriada de HAD

    • Diabetes insípido nefrogênico

    • Baixa ingestão de sódio

    • Todos os anteriores


Fatal hyponatremia in a young woman after ecstasy ingestionNat Clin Pract Nephrol. 2006 May;2(5):283-8

Uma estudante de 20 anos, previamente sadia, deu entrada no Pronto Socorro em coma e insuficiência respiratória. Sódio plasmático inicial de 117 mEq/L. Tomografia computadorizada revelou edema cerebral. Foi tratada com 6,8 litros de soro fisiológico e 0,245 litros de solução salina 3%. Óbito 12 horas após a admissão.


DESIDRATAÇÃO

HIPERTÔNICA:

ECSTASY

[Na+] =

140 mmol/L

VOL. INTRACELULAR

VOLUME EXTRACELULAR


ECSTASY

SECREÇÃO INAPROPRIADA DE

HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO


ECSTASY

POLIDIPSIA


ECSTASY

Desidratação

+

Polidipsia

Secreção inapropriada de HAD

Hiponatremia aguda e morte cerebral


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