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Gestão de resíduos sólidos, reciclagem e sustentabilidade ambiental

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Gestão de resíduos sólidos, reciclagem e sustentabilidade ambiental. Resíduos sólidos.

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res duos s lidos
Resíduos sólidos

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) definiu de resíduos sólidos como: “são resíduos nos estados sólidos e semi-sólidos, que resultam de atividades da comunidade de origem, sendo ela urbana, agrícola, radioativa e outros, podendo ser perigosas ou tóxicas. Incluem-se também os lodos provenientes do sistema de tratamento de água.”

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Resíduos Sólidos

Tipos de resíduos sólidos

“Era dos descartáveis”

Não tratamento dos resíduos

Tipos de resíduos sólidos, quanto à natureza

Tipos de resíduos sólidos, quanto à origem

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Resíduos Sólidos

O destino dos materiais é norteado pelo mercado de absorção dos mesmos que depende dos galpões de triagem e pré-valorização.

No Brasil, infelizmente a maioria do lixo é jogada a céu aberto, causado a poluição do ambiente e facilitando o garimpo desumano que leva milhares de pessoas a uma situação insalubre sobrevivendo categorias do lixo.

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Resíduos Sólidos

O futuro da humanidade depende da relação estabelecida entre a natureza e o uso dos recursos naturais.

Uma das soluções adequadas para minimizar o problema de destino do lixo gerado pode ser os sistemas de coleta seletiva.

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Resíduos Sólidos
      • Papel e papelão: A reciclagem do papel é tão antiga como a sua própria descoberta, no ano 105 d.C. pois desde aquela época papéis usados eram transformados em polpa para gerar novamente.
  • O Brasil é o oitavo produtor mundial de pasta celulósica e o décimo primeiro de papel, sendo que em virtude de 46% o papel produzido no país ser para embalagem facilita o alto índice de reciclagem.
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Resíduos Sólidos

Para tanto vale saber que, uma tonelada de papel reciclado evita o corte de 16 a 26 árvores, diminui o consumo de água em % e de energia 23 a 74% (IPT/CEMPRE, 20000)

Metais- Os metais são divididos, quanto a sua composição, em dois grandes grupos: os ferrosos, onde os metais são produzidos a base de ferro e aço, e os não ferrosos, onde se destaca o alumínio, o cobre e suas ligas.

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Resíduos Sólidos

As características de reciclagem das latas e sucata contam com a durabilidade e resistência do material e as vantagens econômicas do processo, principalmente no que diz respeito a transformação do minério em metal. É de grande importância socioeconômica além do alumínio poder ser reciclado centenas de vezes sem perder a qualidade.

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Resíduos Sólidos
      • Plástico- É usado em diversos setores da economia brasileira.Sua utilização tem grande importância no setor das embalagens, onde todos os tipos de recipientes são produzidos através da industrialização deste material originado de resinas geralmente sintéticas e derivadas do petróleo.
  • O plástico também é conhecido como termoplástico devido a sua facilidade de moldagem. No Brasil aproximadamente 30% das resinas plásticas destinam-se à industria de embalagens. Veja a tabela;
tabela identifica o dos termopl sticos
Tabela Identificação dos termoplásticos

Identificação exemplo de utilização

PET- Polietileno Tereftalado frasco para refrigerante

PEAD (ou HDPE) - Polietileno de alta densidade utilidades domesticas e produtos de limpeza

PVC – Cloreto de Polivinila tubos e conexões, frascos de água mineral.

PEDB (ou LDPE) – Polietileno de baixa densidade sacos de lixo e embalagens flexíveis.

PP – Polipropileno autopeças, fios têxteis, potes em geral

Ps – Poliestireno copos descartáveis

Outros CDS e eletrodomésticos

Fonte: GRIPPI (2001)

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Resíduos Sólidos

As diversas famílias de plásticas, quando recicladas, apresentam grandes vantagens, pois geram uma economia de cerca de 80% de energia e de 50% de matéria-prima virgem não-renovável, em relação ao processo tradicional.

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Resíduos Sólidos
  • Vidro- o material em questão é obtido pela fusão a altas temperaturas e resfriamento rápido de produtos inorgânicos como areia, barrilha, calcário e feldspato. Apesar dessa base comum existem várias composições para cada situação na qual é utilizado. O vidro é considerado a embalagem mais higiênica, resistindo à temperatura até 150°c, podemos assim ser reutilizado várias vezes.
tratamento
Tratamento

Existem vários procedimentos para o tratamento dos resíduos sólidos urbanos, visto que cada um tem características físicas e químicas diferentes. As técnicas de tratamento são destinadas a reduzir o potencial dos mesmos, buscando minimizar os impactos do ambiente.

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Resíduos Sólidos

Materiais recicláveis – o armazenamento e triagem dos materiais recicláveis, geralmente feitos em locais chamados Centros de triagem.

Resíduos orgânicos – muitos resíduos orgânicos que são jogados fora podem ser aproveitados através da compostagem, que é a transformação da parte orgânico do lixo em composto orgânico do tipo “húmus”.

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Resíduos Sólidos

Resíduo da construção civil – Segundo Monteiro (2001), mas de 40% dos materiais oriundos de construções, reformas e demolições, podem ser reaproveitados na própria construção civil ou em atividades reaterros e recomposição de processos erosivos (voçorocas) na zona urbana ou rural.

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Resíduos Sólidos

Resíduos de serviços de saúde – o tratamento consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características biológicas ou a composição dos Resíduos de serviços de saúde, que leve à redução ou eliminação do risco de causar doença.

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Resíduos Sólidos

Lâmpadas fluorescentes – Para Monteiro (2001) por causa de sua elevada toxidade e da dificuldade em se proceder o seu controle ambiental, as lâmpadas fluorescentes devem ser recicladas como se fossem lixo tóxico.

Resíduos sólidos industriais – é comum proceder ao tratamento de resíduos industriais com vistas à sua reutilização ou, pelo menos, torná-los inertes.

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Resíduos Sólidos

A destinação final dos resíduos domésticos, comerciais, industriais e de serviços de saúde é um grande problema dos centros urbanos.

Na maioria das cidades brasileiras o lixo é acondicionado nos chamados lixões, geralmente localizados nas periferias das cidades afastado dos centros urbanos.

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Resíduos Sólidos

Os resíduos assim lançados acarretam problemas a saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos entre outros), geração de maus odores e principalmente, poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume

impactos s cio ambientais mais relevantes provocados pelos lix es
Impactos sócio-ambientais mais relevantes provocados pelos lixões

Poluição do lençol freático e contaminação dos cursos d`água pela percolação e carreamento do chorume no solo;

Riscos de explosões provocadas pelo acúmulo de biogás;

Emissão de material particulado (poeira e fumaça negra) provocado pelo tráfego de veículos pesados pela queima do lixo, respectivamente;

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Resíduos Sólidos

Disseminação de doenças através da ingestão de carne de animais que se alimentam nos lixões e de doenças transmitidas por insetos, ratos e aves que se abrigam e se alimentam nos lixões;

Risco de acidentes aéreos, provocados pela grande quantidade de aves (garças e urubus);

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Resíduos Sólidos

Diminuição do valor venal dos terrenos nas imediações do lixão;

Riscos de acidentes com pessoas que vivem da catação nos lixões, como cortes, atropelamentos por caminhões e máquinas;

Riscos de intoxicação pela ingestão de alimentos contaminados coletados em lixões;

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Resíduos Sólidos

Riscos de desastres causados por deslizamentos dos lixos podendo provocar o soterramento de pessoas de suas residências e de áreas de importância econômica e –ambiental;

Riscos de asfixia de morte de animais como bovinos, suínos, e equinos, provocados pela ingestão de sacos plásticos

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Resíduos Sólidos

Poluição estética para quem mora ou transita nas imediações do lixão;

Disseminação de odores desagradáveis causados pelo próprio lixo e por emanações de gases e contribuição ao efeito estufa causadas pelas emissões de metano, gás contido no biogas, produzido pela massa de lixo em decomposição no interior do lixão, entre os outros.

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Resíduos Sólidos

Porém, um dos mais graves problemas encontrados nos lixões é a presença de catadores, pessoas que por falta de alternativa, tiram sua subsistência da catação de materiais recicláveis presentes no lixo, Vivendo nas imediações do lixão, em condições subumana

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Resíduos Sólidos

Outro método de disposição final dos resíduos sólidos é o aterro controlado, técnica utilizada para disposição dos resíduos sólidos no solo. É necessário critérios de engenharia e normas operacionais específicas, que permitam a confinação segura em termos de controles de poluição ambiente e proteção à saúde pública.

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Resíduos Sólidos

Um dos métodos considerados economicamente viáveis e ambientalmente corretos para a realidade brasileira é disposição em aterro sanitário. Segundo a lei, aterro sanitário é uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo sem causar danos a saúde pública e a sua segurança, minimizando os impactos ambientais.

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Resíduos Sólidos

É um método para confinar os resíduos sólidos a menor área possível reduzi-los ao menos volume permissível, cobrindo-os com uma cama de terra na conclusão de cada jornada de trabalho, ou a intervalos menores, se for necessário.

vantagens
Vantagens

Disposição do lixo de forma adequada e capacidade de absorção diária de grande quantidade de resíduos;

Condições especiais para a decomposição biológica da matéria orgânica, presente no lixo e limitação da procriação de vetores prejudiciais ao homem;

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Resíduos Sólidos

Limitação da ação dos catadores do lixo;

Possibilidade de recuperação de áreas degradadas de baixo valor comercial para fins de lazer e recreação pública;

Aceitação, sem qualquer inconveniente de todo o tipo de lixo.

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Resíduos Sólidos

No Brasil, a maioria do lixo gerado é jogado a céu aberto, causando a poluição do ambiente conforme o Instituto Brasileiro de Administração (IBAM) houve um avanço no sistema de coleta: Em 1989 eram coletados 100 mil toneladas de resíduos domiciliais e comerciais sendo que em 1999 já se coletavam 154 mil toneladas. Mas ainda existe um grande problema quanto à disposição final dos resíduos sólidos urbanos, pois, segundo dados do PMSB – Pesquisa Nacional sobre Saneamento Básico, realizado pelo IBGE em 2000, somente 13% dos municípios destinam seus resíduos em aterros sanitários, correspondendo a 47% da quantidade geral dos resíduos gerado, enquanto 59% dos municípios destinam seus resíduos em lixões que correspondem a 30,5% dos resíduos gerados.

gerenciamento de res duos s lidos perigosos e a legisla o ambiental aplic vel
Gerenciamento de Resíduos Sólidos Perigosos e a Legislação Ambiental Aplicável

"O Meio Ambiente sofreu, por muito tempo, com a atividade predatória do homem, que estimulado por sua ganância, retirou-lhe, de forma irresponsável, sem controle ou planejamento, as riquezas naturais, em busca de um lucro." (SECTMA/CPRH, 2008).

Consequentemente, milhões de toneladas de resíduos sólidos são gerados mundialmente, contribuindo assim para este cenário.

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Dentre estas classificações o Resíduo Perigoso, segundo CEMIG (2008) "É todo produto que por suas propriedades físicas ou químicas representa riscos para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o Meio Ambiente"

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Resíduo Industrial "todo aquele resíduo sólido, líquido, gasoso ou combinação destes, provenientes dos processos industriais e quer por suas características físicas ou químicas ou microbiológicas não poderem assimilar-se aos resíduos domésticos."

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A lei 6938/91 em seu Art3º define o conceito de poluidor "como pessoa física ou jurídica de direito público ou privado, responsável direta ou indiretamente por atividade causadora de degradação ambiental."

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A geração de Resíduos Sólidos no Brasil está intimamente ligada aos padrões de consumos da sociedade.

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O Brasil conta com a Política Nacional do Meio Ambiente regida por leis, resoluções, portarias e decretos no âmbito federal, estadual e municipal. Ela se constituiu a espinha dorsal do Direito Ambiental Brasileiro, definindo que o poluidor é obrigado a indenizar os danos ambientais que causar independente de culpa.

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Os gerenciamentos impróprios dos resíduos acarretam aos seus responsáveis ao pagamento de multas e a sanções penais e administrativas; e o dano causado ao meio ambiente, como poluição de corpos hídricos, contaminação de lençol freático e danos à saúde, devendo ser reparados pelos responsáveis geradores destes resíduos

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A partir da lei de Crimes Ambientais nº. 9.605/98, a pessoa jurídica, autora ou co – autora da infração ambiental pode ser penalizada chegando à liquidação da empresa e pena de prisão até quatro anos e/ou multa de R$1000 a R$50.0000.00.

Diariamente, vários tipos de resíduos produzidos nos domicílios brasileiros são destinados incorretamente

reciclagem
Reciclagem

O governo e sociedade devem compartilhar a responsabilidade com ações de melhoria ao ambiente global e práticas de produção e consumo sustentáveis com o objetivo de utilizar essa estratégia para minimização dos impactos gerados pela destinação incorreta dos resíduos perigosos.

minas gerais ganha pol tica de res duos s lidos
Minas Gerais ganha política de resíduos sólidos

A lei pretende ser norteadora das políticas públicas da área, reunindo as normas sobre o assunto em um único texto legal.

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Atualmente 45,90% da população urbana de Minas é atendida com o tratamento e a disposição adequada de resíduos sólidos, por meio de aterros sanitários e usinas de triagem e compostagem. São 7,5 milhões de pessoas. De acordo com os dados da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), a meta para 2009 é atingir o índice de 50%.  

Fonte: ALMG

situa o do manejo de res duos s lidos no brasil
SITUAÇÃO DO MANEJO DE RESíDUOS SÓLIDOS NO BRASIL

63,3% usam lixões

18,4% usam aterros controlados

13,8% usam aterros sanitários

caminho dos res duos s lidos
CAMINHO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS

Geração

Descarte

Coleta

Tratamento

Disposição Final

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Dificuldade com recursos envolvidos devido:

Aumento considerável na produção per capita de resíduos

Aglomeração urbana acelerada

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Necessidade de altos investimentos para:

Aquisição de equipamentos

Treinamento

Capacitação

Controle

Custeio

instrumento fundamental para o setor
INSTRUMENTO FUNDAMENTAL PARA O SETOR

Implantação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) previsto pelo artigo 12 do Protocolo de Quioto.

cr ditos de carbono
CRÉDITOS DE CARBONO

Disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos

Diminuição da Emissão de Biogás pela implantação de aterros sanitários

Tratamento dos gases produzidos

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Lei nº 11.145 de 05/01/2007

Respaldo legal consistente para a melhoria do manejo dos resíduos sólidos no país

gest o integrada de res duos s lidos
GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Conceber, implementar e administrar sistemas de manejo de resíduos urbanos

Desenvolvimento sustentável

Baseada em princípios que possibilitem sua implantação garantindo um desenvolvimento sustentável ao sistema.

plano de gest o integrada de res duos s lidos pigrs
Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PIGRS)

Diversos setores da administração pública e da sociedade

Implantação e manutenção de um sistema sustentável que atenda de fato às demandas da comunidade.

matriz de produ o
MATRIZ DE PRODUÇÃO

Melhoria da qualidade dos produtos e a otimização das embalagens

Diminuir a quantidade de materiais desnecessários agregados na cadeia produtiva

matriz de consumo
MATRIZ DE CONSUMO

Usuários podem fazer uma grande diferença, tratando e se relacionando com seus resíduos de forma responsável

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Consumo com objetivo ecológico

Produtos com selo verde ou selo social

Garantia de pouca ou nenhuma geração de resíduos

benef cios do mdl
BENEFÍCIOS DO MDL

Não se limitam à implantação de aterros sanitários

Melhoria de aterros existentes e remediações de lixões

Redução da emissão de GEE (Gases de Efeito Estufa)

Tratamento dos resíduos sólidos

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Disposição adequada

Degradação dos solos

Problemas de saúde pública

Inclusão social dos catadores dos lixões

Disposição inadequada de resíduos

reciclagem1
Reciclagem
  • Reciclagem: “designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto”
  • Papel, vidro, plástico e metal
  • Vantagens: minimização da utilização de fontes naturais e minimização da quantidade de resíduos que precisam de tratamento final
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Reciclagem
  • Conceito de reutilização
  • Recycle, (re = repetir, e cycle = ciclo).
reciclagem cores
Reciclagem - cores
  • Azul: papel/papelão
  • Vermelho: plástico
  • Verde: vidro
  • Amarelo: metal
  • Preto:madeira
  • Laranja: resíduos perigosos
  • Branco: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde
  • Roxo: resíduos radioativos
  • Marrom: resíduos orgânicos
  • Cinza: resíduo geralmente não reciclável, misturado ou contaminado, não sendo passível de separação.
reciclagem3
Reciclagem
  • Reciclagem do aço
  • Reciclagemdo alumínio
  • Reciclagem do papel
  • Reciclagem do plástico
  • Reciclagem de embalagem longa vida
  • Reciclagem de baterias
  • Reciclagem do vidro
  • Reciclagem de equipamentos eletrônicos
reciclagem constru o civil
Reciclagem – Construção civil

O entulho da construção civil tornou-se um grande problema na administração das grandes cidades brasileiras, devido à enorme quantidade gerada (chegando a responder, em alguns casos, por 60% da massa dos resíduos sólidos urbanos produzidos) e à falta de espaço ou soluções que absorvam toda essa produção.

solu es
Soluções

Há algum tempo, soluções para o emprego do entulho reciclado vêm sendo pesquisadas e desenvolvidas, e algumas delas já estão sendo utilizadas com sucesso em algumas cidades brasileiras como Belo Horizonte e Ribeirão Preto. A seguir, estão listadas algumas possibilidades de reciclagem para este resíduo que, cada vez mais, se apresenta como um material de construção com desempenho satisfatório em aplicações específicas como abaixo listado.

reciclagem constru o civil1
Reciclagem – Construção civil

* Pavimentações: É a forma mais simples de reciclagem de resíduos utilizados como base, sub-base, revestimento primário, na forma de brita corrida ou ainda em mistura do resíduo com solo.

* Agregado para concreto: Os resíduos processados pelas usinas de reciclagem podem ser utilizados como agregado para concreto não estrutural, a partir da substituição dos agregados convencionais (areia e brita).

* Agregado para confecção de argamassa: Após processado por equipamentos denominados argamasseiras, que moem o entulho na própria obra, em granulometrias semelhantes as da areia, ele pode ser utilizado como agregado para argamassas de assentamento e revestimento.

reciclagem constru o civil2
Reciclagem – Construção civil

Tendo ainda, outros usos como, cascalhamento de estradas, preenchimento de vazios em construções, preenchimento de valas de instalações e reforços de aterros (gabiões).

Os equipamentos utilizados no processamento de reciclagem dos resíduos da construção civil são geralmente produzidos de maneira artesanal são compostos por moinhos, esteiras seletivas, entre outros, assim não tendo como avaliar o seu custo médio no mercado.

Algumas prefeituras (Belo Horizonte, Ribeirão Preto, etc), estão implantando locais apropriados para receber o resíduo. "São as usinas para reciclagem de entulhos", constituídas basicamente por um espaço para deposição do resíduo, uma linha de separação (onde a fração não mineral é separada), um britador que processa o resíduo na granulometria desejada e um local de armazenamento, onde o entulho já processado aguarda para ser utilizado.

sustentabilidade ambiental
Sustentabilidade Ambiental
  • Associado à necessidade de preservar os recursos ambientais
  • Numa visão econômica, considera-se o retorno financeiro
  • Definimos "Mecanismos de sustentabilidade" como formas utilizadas para conseguir a sustentabilidade de alguns aspectos do desenvolvimento ou produzir alguns recursos necessários ao desenvolvimento.
sustentabilidade ambiental1
Sustentabilidade Ambiental
  • Qualidade em movimento e não um produto parado no tempo
  • Sofre de falta de continuidade
  • Estratégias concretizadas em mecanismos
o pl stico oxi biodegrad vel
O plástico oxi-biodegradável

Grande parte desse plástico se acumula em aterros sanitários e lixões. Outra parte cai nos bueiros, é arrastada pelos rios até os oceanos, onde se acumula cada vez mais. Espécies ameaçadas, como as tartarugas marinhas, confundem o plástico (sacolinhas de supermercado convencionais) com algas e, ao comê-las, morrem asfixiadas.

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