Tipos de estudos epidemiol gicos
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TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS. Observacional Investigador apenas observa indivíduos com e sem o fator, sem intervir para que o fator aconteça nos indivíduos estudados. Experimental

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TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS

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Tipos de estudos epidemiol gicos

TIPOS DE ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS


Eixo de interven o

Observacional

Investigador apenas observa indivíduos com e sem o fator, sem intervir para que o fator aconteça nos indivíduos estudados.

Experimental

Investigador interfere nos processos em estudo, de maneira metódica e controlada, resultando em uma experimentação.

Eixo de intervenção.


Eixo de unidade de pesquisa

Individual

Unidade de estudo é um indivíduo, pois as informações sobre o fator em estudo e o desfecho clínico são cada indivíduo

Agregado

O fator em estudo e o desfecho clínico são descritos para grupos de indivíduos e não para cada um dos indivíduos.

Eixo de unidade de pesquisa


Eixo de unidade comparabilidade ou de grupo controle

Comparado

Os indivíduos nas quatro categorias: com fator e com desfecho; com fator e sem desfecho; sem fator e com desfecho; e sem fator e sem desfecho.

Não comparado

Estudo em que as variáveis básicas não são dicotomizadas, o caráter comparativo não fica aparente. Nesse caso, não apresenta um grupo controle

Eixo de unidade comparabilidade ou de grupo controle.


Estudos transversais estudo de preval ncia ou seccionais

Estudos Transversais (Estudo De Prevalência Ou Seccionais)

  • mede a prevalência de um agravo, ou de qualquer evento em um local definido, numa determinada população, no momento do tempo.

  • Há a observação de um grupo planejado de indivíduos em um só momento em um local definido


Estudos transversais estudo de preval ncia ou seccionais1

Estudos Transversais (Estudo De Prevalência Ou Seccionais)

Vantagens:

  • Rápidos, baratos, fáceis em termos logísticos

  • Não existe período de seguimento

  • Alto potencial descritivo (subsídio para planejamento)

  • Simplicidade analítica

  • Não tem perdas de seguimento

  • Permite calcular a prevalência das doenças e dos fatores de risco


Estudos transversais estudo de preval ncia ou seccionais2

Estudos Transversais (Estudo De Prevalência Ou Seccionais)

Desvantagens:

  • Vulnerabilidade a vieses (bias) (especialmente de seleção)

  • Impossibilidade de estabelecer relações causais

  • Pouco práticos no estudo de doenças raras

  • Só se poder medir a prevalência

  • Vieses de prevalência/incidência


Estudos transversais estudo de preval ncia ou seccionais3

Estudos Transversais (Estudo De Prevalência Ou Seccionais)


Estudos transversais estudo de preval ncia ou seccionais4

Estudos Transversais (Estudo De Prevalência Ou Seccionais)

Análise

  • Observação da exposição e da doença ao mesmo tempo:

  • Comparar a prevalência da doença nos expostos com a prevalência da doença

  • não expostos (razão de prevalência)

    Esse estudo é utilizado para analisar relações e não causalidades.


Estudos ecol gicos

Estudos Ecológicos

  • Caracteriza-se pela utilização de dados secundários e formação de agregados

  • Refere-se à população como um todo, e não a indivíduos

  • não é possível ligar fator de risco à ocorrência da doença na mesma pessoa


Estudos ecol gicos1

Estudos Ecológicos

Objetivos:

  • Gerar hipóteses a respeito da ocorrência de uma determinada doença

  • Testar hipóteses etiológicas (prejudicado pela dificuldade de controlar confundimento)

  • Avaliar efetividade de intervenções na população


Estudos ecol gicos2

Estudos Ecológicos

Desvantagens:

  • a qualidade dos registros,

  • a disponibilidade de banco de dados,

  • e o grau de comparabilidade entre eles.


Tipos de estudos epidemiol gicos

Cadernos de Saúde PúblicaPrint version ISSN 0102-311XCad. Saúde Pública vol.19 no.5 Rio de Janeiro Sept

ARTIGOARTICLE

Distribuição espacial da leptospirose no Rio Grande do Sul, Brasil: recuperando a ecologia dos estudos ecológicos

Christovam BarcellosI, II; Célia Beatriz LammerhirtII; Marco Antonio B. de AlmeidaII; Edmilson dos SantosII

IDepartamento de Informações em Saúde, Centro de Informação Científica e Tecnológica, Fundação Oswaldo Cruz. Av. Brasil 4365, Rio de Janeiro, RJ 21045-900, Brasil. [email protected] de Vigilância Ambiental, Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul. Rua Domingos Crescêncio 132, Porto Alegre, RS 90650-090, Brasil


Tipos de estudos epidemiol gicos

O principal objetivo desse trabalho é identificar áreas de maior risco e possíveis componentes ecológicos da transmissão da leptospirose por meio da agregação de dados epidemiológicos em unidades espaciais que representem a diversidade sócio-ambiental do Estado.

Os 1.274 casos confirmados de leptospirose ocorridos em 2001 foram georreferenciados por município de residência. Nessas áreas, a maior parte dos casos está associada à lavoura irrigada. Os resultados sugerem a existência de características ecológicas favoráveis à transmissão da leptospirose em locais de proliferação de roedores e de produção agrícola intensiva.


Estudos longitudinais estudo de coorte

Estudos Longitudinais (Estudo De Coorte)

  • identificar fatores associados a ocorrência de uma doença ou agravo em nível individual

  • observar mudanças em nível individual

  • álbum de fotografias


Estudos longitudinais estudo de coorte1

Estudos Longitudinais (Estudo De Coorte)

Limitações:

  • Não adequado para eventos raros;

  • Se prospectivo, seu custo é consideravelmente alto;

  • Resultados podem não estar disponíveis por um longo tempo;

  • Se retrospectivo, requer disponibilidade de registros adequados;

  • Dificuldade de seguimento devido a dinâmica das populações;

  • Perdas no seguimento levam a vieses importantes;

  • A observação do evento pode ser influenciada pelo conhecimento da exposição.


Tipos de estudos epidemiol gicos

O Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA) Brasil é um estudo pioneiro no país. Trata-se de uma pesquisa sobre doenças que acometem a população adulta, principalmente as doenças cardiovasculares e o diabetes. O estudo investiga fatores que podem levar ao desenvolvimento dessas doenças, ou ao seu agravamento, visando sugerir medidas mais eficazes de prevenção e tratamento. Entre os fatores investigados estão aspectos relacionados aos hábitos de vida, família, trabalho, lazer e saúde em geral, inclusive de origem genética.


Tipos de estudos epidemiol gicos

Com investimento público através do DECIT/Ministério da saúde, o projeto pretende estudar 15 mil servidores de 6 instituições de ensino e pesquisa do Brasil: UFBA, UFES, UFMG, FIOCRUZ, USP E UFRGS/HCPA. A meta aqui é selecionar 2 mil voluntários, servidores ativos e aposentados da UFRGS e do HCPA, com idades entre 35 e 74 anos, de todas as categorias funcionais para um exame inicial e um acompanhamento periódico ao longo dos anos.   Em todas as instituições que integram o consórcio ELSA, 13.394 servidores participam do estudo, o que representa quase 90% da meta global da pesquisa.


Estudo de caso controle

Estudo de Caso-controle

  • identificação de um grupo de doentes (casos) e um grupo um grupo de sujeitos sem a doença (=controles) semelhantes aos doentes em todos os aspectos

  • compara a exposição entre os casos com a exposição entre os controles


Estudo de caso controle1

Estudo de Caso-controle

Vantagens:

  • baixo custo, rápida execução

  • adequado para estudar doenças raras e/ou de latência prolongada

  • identificar múltiplos fatores de risco

  • alto potencial analítico


Estudo de caso controle2

Estudo de Caso-controle

Desvantagens:

  • sensível a viés (viés de informação, viés de seleção)

  • inadequado para investigar exposições raras

  • problemas com seqüência temporal

  • pode ser estudado somente um desfecho

  • complexidade analítica


Tipos de estudos epidemiol gicos

Revista Brasileira de OtorrinolaringologiaPrint version ISSN 0034-7299Rev. Bras. Otorrinolaringol. vol.74 no.1 São Paulo Jan./Feb. 2008doi: 10.1590/S0034-72992008000100020

ARTIGO DE REVISÃO

Telefones celulares: influência nos sistemas auditivo e vestibular

Aracy Pereira Silveira BalbaniI; Jair Cortez MontovaniII


Tipos de estudos epidemiol gicos

RESULTADOS: Os estudos sobre radiação do telefone celular e risco de neurinoma do acústico apresentam resultados contraditórios. Alguns autores não encontram maior probabilidade de aparecimento do tumor nos usuários de celulares, enquanto outros relatam que a utilização de telefones analógicos por 10 anos ou mais aumenta o risco para o tumor. A exposição aguda às microondas emitidas pelo celular não influencia a atividade das células ciliadas externas da cóclea, in vivo e in vitro, a condução elétrica no nervo coclear, nem a fisiologia do sistema vestibular em humanos. As próteses auditivas analógicas são mais suscetíveis à interferência eletromagnética dos telefones celulares digitais. CONCLUSÃO: Não há comprovação de lesão cocleovestibular pelos telefones celulares.


Estudos de interven o ensaios cl nicos

Estudos de Intervenção (Ensaios Clínicos)

  • variável - um efeito benéfico, positivo (um fármaco, um novo procedimento preventivo ou terapêutico)

  • definição dos casos ou das pessoas que poderiam se beneficiar com essa intervenção e estar em condições de participar desse estudo

  • O conjunto de casos é separado em dois grupos: os integrantes do grupo de intervenção que recebem uma substância ativa (fármaco ou vacina) e os que recebem um placebo, ou outra substância de efeito conhecido.


Estudos de interven o ensaios cl nicos1

Estudos de Intervenção (Ensaios Clínicos)

  • São o padrão ouro (melhor tipo) dos estudos de fatores porque diminuem muito o efeito de variáveis de confusão e permitem padronização da qualidade e quantidade dos fatores, tornando os resultados mais seguros.


Estudos de interven o ensaios cl nicos2

Vantagens:

Ser reconhecido como melhor tipo de estudo para fatores

Ser associado a muito pouco viés

Desvantagens:

Preço elevado;

Necessidade de muita liberdade ética;

Necessidade de rigor metodológico constante.

Estudos de Intervenção (Ensaios Clínicos)


Epidemiologia anal tica

Epidemiologia Analítica


Epidemiologia anal tica1

Epidemiologia Analítica

fatores ligados ao agente, ao hospedeiro e ao meio ambiente

história natural de uma doença

agente (microorganismo)

capacidade de transmissibilidade e a capacidade patogênica e a virulência


Epidemiologia anal tica2

Epidemiologia Analítica

Tipos de hospedeiros:

intermediário, que abriga o organismo patogênico

na fase larvar ou não adulta

definitivo, que abriga tal organismo na fase adulta

Fatores que alteram a susceptibilidade do homem (Hospedeiro)

Eliminação de Excretos - contaminação fecal

qualidade inadequada das águas e dos alimentos

pouca aeração ambiental

acumulação de resíduos e de água estagnada


Epidemiologia anal tica3

Epidemiologia Analítica

Fatores que interferem no contagio:

disponibilidade de serviços médicos

ambiente modifica hábitos de higiene pessoal

O contato direto ~ contato físico real reservatório e hospedeiro

contado indireto ~ hospedeiro e o reservatório (objetos, alimentos, água, ar insetos, vetores)


Epidemiologia objetivos

Epidemiologia - Objetivos

Descrever distribuição e a magnitude dos problemas de saúde nas populações humanas

Proporcionar dados essenciais para o planejamento, execução e avaliação das ações de prevenção, controle e tratamento das doenças,

Identificar fatores etiológicos na gênese das enfermidades.


Estrutura epidemiol gica

Estrutura Epidemiológica


Defini o

Definição

  • é o conjunto de fatores vinculados ao ambiente, ao agente etiológico e ao suscetível, dotado de uma organização interna definindo suas interações e é responsável pela produção da doença.

  • Alteração – doenças transmissíveis


Doen as transmiss veis

Doenças transmissíveis

Conceitos importantes


Agente etiol gico

agentes causais de enfermidades humanas ou de animais.

São os que agem na origem das doenças

Características intrínsecas:

Morfologia e composição bioquímica

Caráter antigênico

Agente Etiológico

Bactéria (Streptococcus)


Formas do agente estabelecer o est mulo doen a

FORMAS DO AGENTE ESTABELECER O ESTÍMULO-DOENÇA

Infecção

Infestação

Absorção


Absor o de produtos t xicos

ABSORÇÃO DE PRODUTOS TÓXICOS

Ingestão de toxinas, sem os agentes produtores.


Ve culos

Elementos ou objetos inanimados que veiculam (transportam) agentes infecciosos.

Alimentos (água, leite, etc.),

Perfourocortantes agulhas, seringas,

Material doméstico panos, etc.

Veículos


Tipos de estudos epidemiol gicos

Exemplos:

alta ( vírus -sarampo, varíola, varicela) ; e baixa ( bacilo da hanseníase, tuberculose e esquistossomose)


Defini es importantes

Definições Importantes

  • Período de incubação: ocorrência da infecção (ou infestação) – aparecimento das primeiras manifestações de doença

  • Período prodrômico: manifestações inespecíficas, desde o aparecimento dos primeiros sinais e sintomas da doença até o surgimento dos característicos da mesma

  • Período de transmissibilidade: eliminação de um agente etiológico de uma fonte de infecção para o meio ambiente

  • Suscetível: são espécies capazes de serem penetradas por fatores ambientais, permitindo-lhes atuar como geradores de doença

  • Transmissão: ao modo de difusão de doença infecciosa em uma população


Mal ria

Fonte: Adaptado da OMS 1997

Malária

No Brasil, a área endêmica é conhecida como Amazônia Legal. Esta área é composta pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.


Transmiss o femea anopheles

Transmissão – femea Anopheles


Dengue

Dengue

  • Doença febril aguda de curta duração, de gravidade variável,sendo conhecidos quatro tipos (sorotipos): 1, 2, 3 e 4.

  • Sintomas: febre, dor de cabeça, dores no corpo e juntas, dor retroorbicular, náuseas, vômitos, manchas vermelhas na pele, hemorragia

  • Período de incubação: Varia de 3 a 15 dias, sendo em média 5 a 6dias.


Doen as

Doenças

Vias De Penetração:

Digestiva

Respiratória

Cutânea

Ocular


Vias de penetra o

1- Pele.

Vias de penetração


Vias de penetra o1

Vias de penetração

  • 2 - Digestiva.


Vias de penetra o2

3- Pulmonar.

Vias de penetração


Medidas profil ticas referentes fonte de infec o

Medidas profiláticas referentes à fonte de infecção

  • descoberta das fontes de infecção

  • notificação compulsória – obrigatória por lei

  • destruição do agente infeccioso

  • isolamento

  • Outras medidas:

    higiene individual

    limitações profissionais para as fontes de infecção


Medidas profil ticas referentes s vias de transmiss o e penetra o

I – Transmissão por contágio:

destruição ou desinfecção de secreções

Medidas profiláticas referentes às vias de transmissão e penetração


Medidas profil ticas referentes s vias de transmiss o e penetra o1

II – Transmissão por vetores:

a . vetores mecânicos: destruir moscas, baratas

b.vetores biológicos:

impedir a multiplicação do vetor.drenagem de águas

destruição dos animais onde vive o vetor. Ex: o rato albergador da pulga - peste bulbônica

combate às formas larvárias. Ex.: inseticidas colocados nos criadouros aquáticos ou não;

impedir o acesso do vetor à fonte ou ao suscetível , como roupas, mosquiteiros, repelentes, telagem para habitações.

Medidas profiláticas referentes às vias de transmissão e penetração


Medidas profil ticas referentes s vias de transmiss o e penetra o2

III – ar e poeiras: desinfecção do ambiente onde está alojada a fonte de infecção. Não deve varrer o chão e sim passar pano úmido.

IV – água e alimentos:

água: tratamento domiciliar ou coletivo.

Alimentos: leite – ferver sempre.

as carnes bovinas e suínas devem ser inspecionadas antes de serem vendidas;

evitar a ingestão de hortaliças cruas;

Medidas profiláticas referentes às vias de transmissão e penetração


Medidas profil ticas referentes s vias de transmiss o e penetra o3

IV – Alimentos:

evitar assados porque não se consegue destruir as bactérias no interior de um pernil ou de um peru, mesmo parecendo totalmente assado.

Exceção: forno de microondas;

proteger alimentos contra moscas e mosquitos

V – solo:

proteção individual

evitar a contaminação do solo por excretas afastando-os da superfície do solo e evitando fossas negras.

Medidas profiláticas referentes às vias de transmissão e penetração


Medidas profil ticas referentes ao novo hospedeiro

Medidas Complementares: evitar aglomeração, usar preservativos nas relações sexuais.

Educação Sanitária: além de educadores sanitários, este papel cabe a toda equipe multiprofissional da área da saúde

Medidas profiláticas referentes ao novo hospedeiro


O meio ambiente

Físico: condições geográficas: - latitude/longitude.

condições climática

condições geológicas: - composição do solo. Ex.: as larvas de ancylostoma vivem melhor em terrenos mais permeáveis

O MEIO AMBIENTE


O meio ambiente1

biológico:

Flora – abriga vetores

Fauna – abriga vetores.

social: bio-psico-sócio-econômico-cultural.

Habitação - condições de insolação, ventilação, materiais e tipo de construção e conforto não favorecem a transmissão de tuberculose, doença de Chagas e peste bulbônica

Água - contaminação

destinação adequada dos excretas e lixo - contaminação dos mananciais e do solo

poluição do ar - coeficientes de morbidade e mortalidade de doenças das vias aéreas

hábitos culturais:tabagismo e etilismo - bronquite, enfisema pulmonar, cirrose hepática

migração

O MEIO AMBIENTE


O novo hospedeiro

O NOVO HOSPEDEIRO

  • Suscetibilidade :é a falta de defesa de um hospedeiro

  • Resistência: é o conjunto de fatores ligados às defesas hospedeiro contra a penetração, multiplicação e ação lesiva de um agente etiológico

  • Mecanismos de Defesa:

  • Anatômicos: pele e anexos (glândulas sudoríparas e sebáceas); camada gordurosa e aparelho músculo-esquelético;

  • Fisiológicos: reflexos (tosse, espirro, secreção lacrimal).


Vigil ncia epidemi logica

VIGILÂNCIA EPIDEMIÓLOGICA

  • “o conjunto de atividades capazes de proporcionar a informação indispensável para conhecer, detectar ou prever qualquer mudança a ocorrer nos fatores condicionadores do processo saúde-doença, recomendar e adotar oportunamente as medidas indicadas levando a prevenção e controle da doença”.

  • informação para ação.


Vigil ncia epidemiol gica

Aplicabilidade:

doenças transmissíveis e não transmissíveis e também, à outros agravos.

Funções:

coletar as informações necessárias.

Processar , analisar e interpretar as informações obtidas; e

Fazer recomendações de ações com vistas ao controle dos agravos.

Vigilância Epidemiológica


Vigil ncia epidemiol gica1

Vigilância Epidemiológica

Níveis de atuação:

Local

Regional

Nacional

Criação do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica- Decreto nº. 78.231 de 12/08/76 regulamentou a lei n. 6.259 de 30/07/75


As atividades da vigil ncia epidemiol gica

As atividades da Vigilância Epidemiológica

I – coleta

II – processamento

III – análise e interpretação de dados

IV – recomendação ou execução de ações pertinentes

V – divulgação de ações relevantes

VI – se outras pessoas podem ter sido infectadas pela mesma fonte de infecção;

VII – a quem o caso em questão, pode haver transmitido a infecção.


Outras observa es e dados da vigil ncia epidemiol gica

Outras observações e dados da Vigilância Epidemiológica

I – associação do “caso” com outros casos patológicos ou concomitantes;

II – condições sócio-econômicas do paciente;

III – investigação dos comunicantes;

IV – medidas de controle adotadas;

V – evolução do quadro clinico;

VI – tratamento; e

VII – encerramento do caso quando possível.


Instrumentos usados pela vigil ncia epidemiol gica

Instrumentos usados pela Vigilância Epidemiológica

  • inquérito epidemiológico

  • levantamento epidemiológico

  • investigação epidemiológica


Inqu rito epidemiol gico

INQUÉRITO EPIDEMIOLÓGICO

  • Estudo transversal tipo amostral,

  • Problemas informações inadequadas, devido aos seguintes fatores: diagnóstico deficiente, dificuldade de se avaliar coberturas vacinais ou eficácia da vacina


Levantamento epidemiol gico

LEVANTAMENTO EPIDEMIOLÓGICO

  • dados existentes nos registros de saúde

  • comportamento epidemiológico de doenças na população

  • coeficientes e de coberturas vacinais registradas, com vistas à consolidação e análise dos dados existentes


Investiga o epidemiol gica

INVESTIGAÇÃO EPIDEMIOLÓGICA

  • É um estudo realizado - doenças transmissíveis a partir de um caso clinicamente declarado.

  • Atividade dinâmica da Vigilância Epidemiológica

  • é fundamental para o esclarecimento da real ocorrência das doenças transmissíveis

  • É utilizada para os casos de óbitos declarados, aparecimento de surtos e de portadores

  • finalidade de detectar a fonte da infecção e desencadear as medidas profiláticas adequadas.


Roteiro

Roteiro

  • Roteiro de Investigação

    Entrevista

  • De quem foi contraída a infecção? (fonte de contágio)

  • Qual a via de disseminação da infecção, da fonte ao doente?

  • Que outras pessoas podem ter sido infectadas pela mesma fonte de contágio?

  • Quais as pessoas a quem o caso pode haver transmitido a doença?

  • A quem o caso ainda pode transmitir a doença? Como evitá-lo?


Roteiro1

Roteiro

B) Andamento da Investigação

COLETA DE AMOSTRA

LABORATORIO

BUSCA ATIVA NOVOS CASOS

BUSCA DE PISTAS

PROCESSAMENTO E ANALISE DE DADOS


Obten o das informa es

Obtenção das informações

  • investigação de casos notificados

  • relatórios semanais ou mensais


Legisla o

Legislação

Vigilância Epidemiólogica


Decreto n 78 231 de 12 08 76 regulamentou a lei n 6 259 de 30 07 75

Decreto nº. 78.231 de 12/08/76 regulamentou a lei n. 6.259 de 30/07/75

  • instituído o Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica

  • coordenação do Ministério da Saúde, observadas as diretrizes gerais do Sistema Nacional de Saúde

  • responsabilidade institucional do Ministério da Saúde e das Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal e dos Territórios Federais


Decreto n 78 231 de 12 08 76 regulamentou a lei n 6 259 de 30 07 751

Decreto nº. 78.231 de 12/08/76 regulamentou a lei n. 6.259 de 30/07/75

As ações de Vigilância Epidemiológica serão de responsabilidade imediata de uma rede especial de serviços de saúde, cujas unidades disporão de meios para:

I – coleta de informações;

II – diagnostico das doenças sob regime de notificação compulsória;

III – averiguação da disseminação da doença notificada e a determinação da população sob risco;

IV- proposição e execução das medidas de controle pertinente; e

V – adoção de mecanismo de comunicação e coordenação do sistema.


Portaria n 314 858 de 27 08 76

Portaria nº. 314.858, de 27/08/76

  • especificou as doenças de Notificação Compulsória em todo Território Nacional

  • Cólera-Coqueluche

  • - Dengue- Difteria - Doença Meningocócica-Febre Amarela

  • Febre tifóide – Menigite – tétano – Sarampo - Raiva


Portaria n 314 858 de 27 08 761

Portaria nº. 314.858, de 27/08/76

  • Doenças sujeitas ao Regulamento Sanitário Internacional:

  • Cólera

  • Febre amarela

  • Peste

  • Varíola


Portaria n 314 858 de 27 08 762

Portaria nº. 314.858, de 27/08/76

  • Em áreas especificas

    Esquistossomose (Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Pernambuco e Sergipe).

    Filariose.

    Malária.


A vigil ncia epidemiol gica

A VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

  • Constituição Federal /1988 – Política Nacional de Saúde - Artigo 198

  • “as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:

  • I – descentralização com direção única em cada esfera de governo;

  • II – atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas sem prejuízo dos serviços assistenciais;

  • III – participação da comunidade.”


A vigil ncia epidemiol gica base legal no brasil

A VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA - Base Legal no Brasil

  • Constituição Federal /1988 – Política Nacional de Saúde - Artigo 200

  • artigo 200, item II ao Sistema Único de Saúde competeNo :

    II – executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador..”


Sistema nico da sa de

Sistema Único da Saúde

  • Lei 8080 de 19 de setembro de 1990 .

    Art 6° - atuação do Sistema Único da Saúde – SUS:

    I – a execução de ações

    de vigilância sanitária

    de vigilância epidemiológica

    “2° - Entende-se por Vigilância Epidemiológica um conjunto de ações proporcionadoras do conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores individual ou coletivo, com finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle da doença ou agravos.”


Sistema nico da sa de1

Sistema Único da Saúde

  • No Capitulo II, Nos Princípios e Diretrizes exatamente no item VII do artigo 7° ficou enfatizada a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridade, a alocação de recursos e a orientação programática.


Funda o nacional de sa de

Fundação Nacional de Saúde

  • Decreto N° 100 de 16 de abril de 1991 publicado no DOU de 17 de abril

  • assumindo as atividades do Sistema de Vigilância Epidemiológica anteriormente integrando a extinta Secretaria Nacional de Ações Básicas de Saúde.

  • Na estrutura básica da Fundação Nacional de Saúde inseriu-se como órgão singular o Centro Nacional de Epidemiologia.


Muito obrigada

Muito Obrigada!!!


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