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SEMINÁRIO TEMÁTICO O PRESIDENTE BOSSA-NOVA: QUAL A HERANÇA ECONÔMICA DOS “50 ANOS EM 5 ”?

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semin rio tem tico o presidente bossa nova qual a heran a econ mica dos 50 anos em 5

UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETOCentro de Educação Aberta e a Distância – CEADCurso de Administração Pública – Polo São José dos Campos

SEMINÁRIO TEMÁTICOO PRESIDENTE BOSSA-NOVA: QUAL A HERANÇA ECONÔMICA DOS “50 ANOS EM 5”?

EAD365 - ECONOMIA BRASILEIRA

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  • GRUPO 2:
  • ANA PAULA DA SILVA COSTA – RA 09.2.9429
  • FERNANDA CARMES VALLEJO – RA 09.2.8354
  • JULIANA MIUKI – RA 09.2.XXXX
  • PAULO ROBERTO MOREIRA – RA 09.2.XXXX
  • RICHARD NAKAZATO – RA 09.2.XXXX
  • WGLANESTONIO ALVES TORRES – RA 09.2.8857
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  • CONTEÚDO DA APRESENTAÇÃO: (Ana Paula)
    • O MODELO ECONÔMICO “50 ANOS EM 5” (Paulo)
    • O BRASIL DE JK (Fernanda)
    • O PLANO DE METAS (Juliana)
    • A POLÍTICA ECONÔMICA
    • (Torres)
    • PRÓS E CONTRAS (Ana Paula)
    • CONCLUSÃO (Richard)
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  • O MODELO ECONÔMICO “50 ANOS EM 5”
  • Diferentemente do governo anterior, o modelo econômico adotado por JK, entre 1955 e 1960, predominavam as seguintes características:
  • O FAVORECIMENTO À INDÚSTRIA DE BENS DE CONSUMO DURÁVEIS
  • Automóveis, geladeiras, eletrodomésticos em geral. O Brasil passou a ser moderno. Os bens de consumo eram destinados à classe média em ascensão;
  • 2. A ACUMULAÇÃO DE CAPITAL PASSOU A SER FEITA NUMA CONJUNTURA FAVORÁVEL A INVESTIMENTOS EXTERNOS
  • Foram abertas as portas para o capital estrangeiro, o país se internacionalizou. Antes de 1955, 85% da população morava no campo. A partir de 1955 isto começou a mudar e a população passou a ser predominantemente urbana.
  • No Governo de Juscelino prevaleceu a manutenção das bases da indústria brasileira, setorizada e distribuída entre: o capital privado nacional era destinado à produção de bens de consumo correntes; o capital estrangeiro ligado ao setor de bens de consumo duráveis e o capital estatal alocado aos bens de produção. O Estado servia de mediador para que houvesse um convívio harmonioso entre as partes.
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  • O MODELO ECONÔMICO “50 ANOS EM 5”
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  • 2. O BRASIL DE JK
  • O Brasil, na época do governo JK, passava por um período marcado pela estabilidade política, favorável à implantação de seus projetos. Sob o lema dos “50 anos em 5”, o governo de Juscelino Kubitschek fica marcado como um dos períodos mais “festejados” da história econômica do país.
  • Sustentado pela competência de um esquema de comunicação bem elaborado, JK fica conhecido por agregar diferentes e amplos setores da população, entusiasmando a nação com suas propostas de modernização; desta forma, o período de seu governo fica registrado, na história, como o ápice do desenvolvimentismo.
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  • 2. O BRASIL DE JK
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  • 3. O PLANO DE METAS
  • As Metas do Programa:
  • O programa consistia em 30 metas, agrupadas em 5 setores:
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  • 3. O PLANO DE METAS
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  • 3. O PLANO DE METAS
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  • 3. O PLANO DE METAS
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  • 4. A POLÍTICA ECONÔMICA
  • O governo de Juscelino foi marcado pelas políticas cambial e de comércio exterior bem como pela política industrial, delineada pelo Plano de Metas e apoiada num complexo sistema cambial e numa nova tarifa alfandegária. Essas políticas provocaram grandes mudanças na sociedade e na economia brasileira.
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  • 4. A POLÍTICA ECONÔMICA
  • Os dois primeiros anos do governo JK ficam marcados pela atuação do Ministério da Fazenda, do Conselho de Desenvolvimento e do BNDE como “os elementos mais importantes na política econômica brasileira”; ao passo que, nos anos seguintes, o cenário econômico começa a refletir a insatisfação gerada pelo crescimento da inflação, pela desvalorização da moeda e pela fragilidade da economia provocados, em grande parte, pela “ambição” chamada Brasília.
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  • 5. PRÓS E CONTRAS
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  • 6. CONCLUSÃO
  • O crescimento econômico e a manutenção da estabilidade política, apesar do aumento da inflação e das consequências daí advindas, deram ao povo brasileiro o sentimento de que o subdesenvolvimento não deveria ser uma condição imutável. Era possível mudar, e o Brasil havia começado a fazê-lo. É inegável a contribuição de Juscelino Kubitschek para a transformação do Brasil.
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  • 6. CONCLUSÃO
  • Apesar do desenvolvimento promovido, podemos concluir que a herança econômica que o governo de JK, com o slogan “50 ANOS EM 5”, JK legou ao seu sucessor foi uma economia que crescia à média de 8,2% ao ano, mas que passara a conviver com taxas de inflação anuais da ordem de 23% e com um progressivo descontrole das contas externas.
  • A euforia do progresso trazido por um novo Brasil industrializado tomou conta dos brasileiros, também contagiados pelo carisma do “presidente Bossa-Nova”. E esse sentimento caiu por terra, pois a população mais carente sofreria os efeitos da política econômica implantada por JK, que favorecia o cumprimento de metas físicas que resultariam em recessão e desemprego.
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