O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 13

O fenômeno da transferência na clínica freudiana PowerPoint PPT Presentation


  • 88 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

O fenômeno da transferência na clínica freudiana.

Download Presentation

O fenômeno da transferência na clínica freudiana

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

O fenômeno da transferência na clínica freudiana


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • “deve-se compreender que cada indivíduo, através da ação combinada de sua disposição inata e das influências sofridas durante os primeiros anos, conseguiu um método específico de se conduzir na vida erótica, isto é, nas pré-condições para enamorar-se que estabelece, nos instintos que satisfaz e nos objetivos que determina a si mesmo no decurso daquela. Isso produz o que se poderia chamar de um clichê estereotípico, constantemente repetido no decorrer da vida da pessoa”(Freud 1912)


Defini o de transfer ncia

Definição de transferência

  • Transferências são reedições, reproduções das moções e fantasias, que, durante o avanço da análise, despertam-se e tornam-se conscientes, sendo depositadas na figura do médico.

  • Toda uma série de experiências psíquicas prévia é revivida, não como algo passado, mas como um vínculo atual com a figura do médico. São reimpressões, reedições inalteradas;


Caracter sticas do fen meno transferencial

Características do fenômeno transferencial

  • A transferência é uma exigência indispensável na análise. Não podemos evitá-la, mas devemos trabalhar com ela;

  • Freud acredita que, assim como o sintoma, a transferência é uma criação da doença e por isso deve ser combatida;

  • Lidar com a transferência é a tarefa mais difícil do psicanalista: ele precisa percebê-la, apurá-la a partir de indícios;

  • A transferência pode atuar como uma poderosa resistência, impedindo o andamento da análise;


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • O tratamento psicanalítico não cria o fenômeno da transferência, ele simplesmente a revela;

  • Desde que percebida e interpretada a cada aparecimento, a transferência pode ser uma poderosa aliada ao tratamento;

  • A transferência é uma atuação de parte das lembranças e fantasias;


A transfer ncia no caso dora

A transferência no caso Dora

  • Freud não conseguiu perceber e lidar com a transferência a tempo: em função da solicitude de Dora que colocava na mão de Freud uma parte rica do material patogênico, ele esqueceu-se de prestar atenção a esta outra via de manifestação;

  • Na fantasia de Dora Freud substituía o pai e, algumas vezes, o próprio Sr. K ;

  • Freud foi surpreendido pela transferência: em função de alguma semelhança com o pai e com o Sr K, Dora se vinga de Freud e o abandona como foi abandonada por eles.


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • A angústia frente ao prolongamento do tratamento x angústia de Dora frente à espera pelo sr. K ou pelo pretendente que estava na Alemanha;

  • “já que todos os homens são detestáveis, prefiro não me casar. Esta é minha vingança”

  • As moções de crueldade e de vingança eram usados por Dora para sustentar seus sintomas. Durante o tratamento foram dirigidos à figura de Freud e demonstrados pela falta de empenho terapêutico;


A din mica da transfer ncia

A dinâmica da transferência

  • De acordo com Freud, apenas parte dos impulsos que determinam o curso da vida erótica passou por todo o processo de desenvolvimento psíquico

  • impulsos que passaram pelo processo de desenvolvimento psíquico dirigidos para a realidade;

  • impulsos que não foram retidos no processo de desenvolvimento psíquico encontram-se inconscientes;


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • A transferência corresponde então a catexia libidinal de alguém que se encontra parcialmente insatisfeito que é depositada na figura de outra pessoa (tanto da parte libidinal consciente quanto da inconsciente);

  • No trabalho analítico com neuróticos, a transferência aparece de maneira acentuada e se mostra como uma poderosa resistência;


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • Dentro do conflito psíquico que é travado na análise entre as forças que querem o restabelecimento do sujeito e as que fazem resistência a recordação do material reprimido surge à transferência atuando a serviço da repressão: quando nos aproximamos de um complexo patogênico, a parte deste complexo capaz de transferência é empurrada em primeiro lugar para a consciência , produzindo a próxima associação e desviando o curso antigo de associações ;


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • Somente após a superação da transferência é que se tem novamente acesso ao complexo patogênico;

  • A análise ocorre no campo da transferência. Mas será que toda transferência funciona enquanto resistência?

  • Não – transferência positiva x transferência negativa


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • Transferência positiva: sentimentos afetuosos, amistosos conscientes e seus prolongamentos inconscientes;

  • Transferência negativa: sentimentos inamistosos conscientes e inconscientes;

  • Ambivalência: comum nos neuróticos. Diz da aparição de transferências positivas e negativas dirigidas a mesma figura;


O fen meno da transfer ncia na cl nica freudiana

  • “tal como acontece aos sonhos, o paciente encara os produtos do despertar de seus impulsos inconscientes como contemporâneos e reais; procura colocar suas paixões em ação sem levar em conta a situação real. O analista tenta compelí-lo a ajustar estes impulsos emocionais ao nexo do tratamento e a história de sua vida, a submetê-los a consideração intelectual e compreendê-los à luz de seu valor psíquico”


  • Login