Metodologia cient fica
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Metodologia Científica. Andréa Roloff Lopes. Avaliação da Disciplina. Nota. Exercício da ABNT. 2,0. Projeto de pesquisa. 8,0. Bibliografia Recomendada. BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa jurídica . Florianópolis: Fundação Boiteux, 2003.

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Presentation Transcript
Metodologia cient fica

Metodologia Científica

Andréa Roloff Lopes


Avalia o da disciplina
Avaliação da Disciplina

Nota

Exercício da ABNT

2,0

Projeto de pesquisa

8,0


Bibliografia recomendada
Bibliografia Recomendada

BARRAL, Welber. Metodologia da pesquisa jurídica. Florianópolis: Fundação Boiteux, 2003.

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1996.

MEZZAROBA, Orides; MONTEIRO, Claúdia Servilha. Manual de metodologia da pesquisa no Direito. 2. ed. rev. São Paulo: Saraiva, 2004.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 19. ed. São Paulo: Atlas, 2000.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Normas para a apresentação de trabalhos. Curitiba: UFPR, 2000. 10 v.



Leitura o bom leitor

Leitura: o bom leitor

Lê com objetivo determinado;

Lê unidades de pensamento;

Avalia o que lê;

Possui bom vocabulário;

Sabe quando ler um livro até o fim ou quando interromper a leitura definitiva ou periodicamente;

Discute freqüentemente o que lê com os colegas;

Adquire livro com freqüência e cuida de sua biblioteca particular;

Lê vários assuntos.

(SALOMON, 1999, p. 52-53.)


Ambiente de estudo

Ambiente ideal para estudo

Silêncio Interior

(RUIZ, 1996, p. 52-53.)

Ambiente de Estudo

Ambiente

Arejado

Amplo

Iluminado

Mat. Apoio

Bloco de notas

Lápis e borracha

Dicionário


Para um estudo produtivo do texto
Para um estudo produtivo do texto:

  • Faça uma leitura exploratória do texto;

  • Não sublinhe na primeira leitura;

  • Durante a leitura reflexiva sublinhar o que é realmente importante para o texto.

(RUIZ, 1996. p. 39-44.)


Para esquematizar
Para esquematizar:

  • O esquema é a distribuição gráfica do assunto, mediante divisões e subdivisões hierárquicas;

  • Pode ser feito por chaves de separação, listagem ou classificação numérica;

  • O esquema deve ser fiel ao texto original;

  • A estrutura do esquema deve ser lógica e compreensível.

(RUIZ, 1996, p. 39-44.)


Fases da leitura
Fases da Leitura

  • Análise Textual

  • Análise Temática

  • Análise Interpretativa

  • Problematização

  • Síntese Pessoal


An lise textual
Análise Textual

Preparação do texto:

  • estabelecer unidade de leitura;

  • ler rapidamente o texto completo (marcando palavras desconhecidas e pontos que necessitam ser esclarecidos);

  • esclarecer as suas dúvidas; (vocabulário, doutrinas, fatos e autores).

    A partir da visão de conjunto do texto é possível fazer o ESQUEMA.

(SEVERINO, 2000, p. 51-53.)


An lise tem tica
Análise Temática

Compreensão da mensagem do autor:

  • Tema;

  • Problema;

  • Tese;

  • Raciocínio;

  • Idéias secundárias.

(SEVERINO, 2000, p. 53-56.)


An lise interpretativa
Análise Interpretativa

Interpretação da mensagem do autor:

  • Situação filosófica e influências;

  • Pressupostos;

  • Associação de idéias;

  • Crítica:

    • coerência interna da argumentação;

    • validade dos argumentos empregados;

    • originalidade do tratamento dado ao problema;

    • profundidade de análise ao tema;

    • alcance de suas conclusões e conseqüências;

    • apreciação e juízo pessoal das idéias defendidas.

      É importante discutir o resultado obtido no estudo.

(SEVERINO, 2000, p. 56-58.)


Problematiza o
Problematização

Levantamento e discussão de problemas relacionados com a mensagem do autor.

(SEVERINO, 2000, p. 58.)


S ntese pessoal
Síntese Pessoal

Reelaboração da mensagem com base na reflexão pessoal.

(SEVERINO, 2000, p. 58.)


Sinopse resumo resenha cr tica
SinopseResumoResenha Crítica

As Formas Básicas de Texto Científico


Sinopse
Sinopse

  • É um pequeno texto (25 a 50 linhas) geralmente redigido pelo autor ou editor de uma obra. É uma apresentação concisa dos traços gerais da obra. Geralmente vem inserido no início de textos e é essencial para o levantamento bibliográfico.


Resumo
Resumo

  • É mais longo, (10 a 25% do texto original), levanta idéias essenciais do texto base, é feito por um terceiro mas deve manter o espírito do autor; o resumo deve se observar absoluta fidelidade ao texto original, sem juízo de valor.


Para um bom resumo
Para um bom resumo:

  • Levante o esquema e as anotações de leitura;

  • Redija o resumo em frases curtas, diretas, objetivas;

  • Não esqueça as referências bibliográficas;

  • Acrescente, se desejar, suas opiniões pessoais.

(RUIZ, 1996, p. 39-44.)


Resenha cr tica
Resenha Crítica

  • Exame e apresentação de obras prontas, acompanhado de avaliação crítica. É um exercício de autonomia intelectual, de compreensão e crítica. Constitui um passo importante para a produção científica.

  • Pode ser resenha bibliográfica ou revisão de literatura, quando procura demonstrar o estágio de desenvolvimento de um tema.


Itens de uma resenha
Itens de uma Resenha

  • Identificação da obra (notas bibliográficas)

  • Credenciais do autor (formação, publicações, atividades)

  • Conteúdo (idéias principais, pormenores, pressupostos para o entendimento do assunto)

  • Conclusões (localização e explicação das conclusões do autor)

  • Crítica (determinação histórica e metodológica, contribuições, estilo, forma, méritos, considerações éticas)



Nota

Traz novidades mas não permite que o leitor verifique tal informação. Informam o momento que o pesquisador esta no trabalho, são curtas.


Artigo cient fico
Artigo Científico

Visa publicar os resultados de um estudo. O artigo tem formato reduzido mas deve ser sempre um trabalho completo e integral (notas, revisões, citações). São publicados em revistas especializadas para divulgar conhecimentos, comunicar resultados e novidades, contestar, refutar ou apresentar soluções para uma situação controvertida.


Itens de um artigo
Itens de um Artigo

  • Título (subtítulo)

  • Autor(es)

  • Crédito dos autores (formação, atividades relacionadas com o assunto)

  • Sinopse ou resumo

  • Introdução

  • Corpo de relatório (com subtítulos, não com capítulos)

  • Conclusão

  • Referências bibliográficas (normas de ABNT)


Itens de artigo relat rio
Itens de Artigo-relatório

  • Título (subtítulo)

  • Autor(es)

  • Crédito dos autores

  • Sinopse ou resumo

  • Introdução

  • Corpo do relatório (referencial teórico, metodologia e materiais, apresentação dos resultados, análise e interpretação dos resultados, recomendações e sugestões)

  • Conclusões

  • Referências bibliográficas


Paper ou comunica o cient fica
Paper ou Comunicação Científica

Destina-se a comunicação oral em cursos, simpósios, etc. Contém de 2 a 10 páginas, estruturadas no modelo do artigo científico ou artigo-relatório, para posterior publicação em atas e anais dos eventos. Podem ser publicados na íntegra ou nos resumos e sinopses. Não apresenta subdivisões, é um texto unitário


Itens de um paper
Itens de um Paper

  • Título (subtítulo)

  • Autor (es)

  • Sinopse

  • Texto (sem subdivisões, embora tenha como conteúdo uma introdução, um corpo e uma conclusão)

  • Referências bibliográficas


Ensaio
Ensaio

  • É um texto científico que desenvolve uma proposta pessoal do autor a respeito de um assunto. É a expressão da visão do autor, que pode ser independente com relação ao pensamento científico comum a respeito do assunto.

  • Por ser um conjunto de impressões de um especialista, seu valor depende do respeito que a comunidade científica tem por seu autor.


Monografia
Monografia

  • Relatório escrito de uma questão bem determinada e limitada, realizado com profundidade. É um trabalho sistemático e completo sobre um assunto particular, pormenorizado no tratamento e extenso no alcance. Exposição exaustiva de um problema ou assunto específico.


Itens de uma monografia
Itens de uma Monografia

  • Introdução (relevância, menção de outros trabalhos, exposição dos objetivos);

  • Corpo (capítulos, planejados e ordenados no projeto);

  • Conclusão (síntese das idéias desenvolvidas nos capítulos, parágrafo conclusivo).


Tipos de monografia
Tipos de Monografia

  • Monografia de Compilação

  • Monografia de Pesquisa de Campo


Monografia de compila o
Monografia de Compilação

  • Exposição do pensamento de vários autores sobre o assunto. É necessário examinar um número significativo de obras, organizar opiniões, apresentar um panorama de várias posições de maneira clara e didática.

  • O autor deve opinar sobre os pontos relevantes e apresentar uma conclusão pessoal


Monografia de pesquisa de campo
Monografia de Pesquisa de Campo

  • Pesquisa empírica, investigação não restrita apenas aos aspectos teóricos. A ênfase dar-se-á na análise de dados concretos, extraídos de observações de fatos ou indagações das pessoas envolvidas. Não é possível ir ao campo buscando premissas aleatórias, mas elas podem ser mudadas com a realização da pesquisa concreta.

  • Entrevista, questionário e formulário


Disserta o
Dissertação

  • É necessária para obtenção do grau de mestre. Apresenta-se na forma de relatório científico ou de monografia. Sua principal característica é o aprofundamento. O texto deve identificar, situar, tratar e fechar uma questão científica de maneira competente e profunda.

  • Pode ser expositiva ou argumentativa.


Caracter sticas da disserta o
Características da Dissertação

  • Deve estar veiculada a um programa de pós-graduação stricto senso;

  • situar-se numa área específica do conhecimento;

  • Desenvolver-se com a orientação de um doutor;

  • Revelar domínio e capacidade de síntese de conhecimentos específicos e aprofundados (dentro de sua área);

  • Ser apresentada e defendida publicamente (três doutores).


Tese

  • Condição para o doutoramento, título de catedrático ou livre-docência. A tese assume o formato de uma monografia ou de um relatório;

  • Uma boa tese identifica, situa, trata e fecha uma questão científica de maneira competente, profunda e inédita.

  • O inédito pode ser algo totalmente novo ou aspectos novos de algo já conhecido.


Caracter sticas da tese
Características da Tese

  • Ser elaborada por pós-graduandos de doutorado;

  • Restringir-se a uma área específica de concentração, definida pela instituição;

  • Ser produzida sob a tutela de um doutor;

  • Revelar o domínio e síntese de conhecimentos específicos e originais dentro da área de conhecimento/atuação em que é desenvolvida;

  • Ter texto apresentado e defendido publicamente, avaliado por uma banca de doutores (seis).



Caracteriza o das pesquisas
Caracterização das Pesquisas

  • Segundo os seus objetivos:

  • Exploratórias;

  • Descritivas;

  • Explicativas.


Segundo os procedimentos de coleta
Segundo os procedimentos de coleta

  • Experimento;

  • Levantamento;

  • Estudo de caso;

  • Pesquisa bibliográfica;

  • Pesquisa documental;


Projeto
Projeto

  • Escolha do Tema (gosto, preparo, tempo, utilidade, fontes);

  • Revisão de literatura (duplicidade);

  • problematização;

  • Seleção/delimitação;

  • geração das hipóteses.



Defini o de problema
Definição de Problema

  • Questão não solvida e que é objeto de discussão, em qualquer domínio do conhecimento.

  • É necessário inicialmente verificar se o problema levantado se enquadra na categoria de científico.


Problemas de engenharia kerlinger
Problemas de “engenharia” (Kerlinger):

  • “Como fazer para melhorar os transportes urbanos?”, “O que pode ser feito para melhorar a distribuição de renda?”

  • Não tem interesse em indagar a respeito de causas e conseqüências, mas sobre como fazer algo de forma eficiente.


Problemas de valor
Problemas de valor

  • São aqueles que indagam se se uma coisa é boa, má, indesejável, desejável, certa ou errada, melhor ou pior do que outra.

  • Ex: “A mulher deve realizar estudos universitários?”


Problemas cient ficos
Problemas científicos

  • O problema é científico quando envolve variáveis que possam ser testadas.

  • Ex:”A desnutrição determina o rebaixamento intelectual?”


Por que formular um problema
Por que formular um problema?

  • Os problemas podem ser de ordem prática ou intelectual.

  • Razões de ordem prática podem determinar a criação de um problema cuja a resposta seja necessária para subsidiar uma ação.

  • Ex: pesquisas eleitorais, propaganda, etc.


  • Também são inúmeras as razões de ordem intelectual que conduzem a formulação de problemas.

  • Ex: interesse num objeto pouco conhecido;exploração ou nova perspectiva sobre o já conhecido, descrição de um fenômeno, etc.

  • A escolha do problema sempre implica em algum tipo de comprometimento, de subjetividade.


  • Ex: pesquisa sobre o fenômeno da toxicomania: conduzem a formulação de problemas.

  • “Qual a relação entre o vício em entorpecentes e a estrutura da personalidade dos viciados?”

  • “Em que medida o vício em entorpecentes é influenciado pelo nível de frustração dos anseios sociais do indivíduo?



Como formular um problema
Como formular um problema? pesquisa são os valores pessoais do pesquisador e os incentivos sociais que ele recebe.

  • Não existem procedimentos rígidos e sistemáticos, mas algumas condições tornam essa tarefa mais fácil:

  • Imersão sistemática no objeto de estudo;

  • Estudo da literatura existente;

  • Discussão com pessoas que acumularam experiência prática no campo de estudo;


1 o problema deve ser formulado como pergunta
1. O problema deve ser formulado como pergunta. pesquisa são os valores pessoais do pesquisador e os incentivos sociais que ele recebe.

  • É a maneira mais fácil e direta de localizar e definir o problema;

  • Ex: Se alguém disser que vai pesquisar o problema do divórcio, não estará dizendo muito. Mas se propuser: “Que fatores provocam o divórcio?” terá um problema para pesquisar;


2 o problema deve ser claro e preciso
2. O problema deve ser claro e preciso. pesquisa são os valores pessoais do pesquisador e os incentivos sociais que ele recebe.

  • Se os problemas forem apresentados de maneira vaga ou desestruturada será impossível sua resolução.

  • Ex: “Como funciona a mente?”

  • Reformulando: “Que mecanismos psicológicos podem ser identificados no processo de memorização?”



3 o problema deve ser emp rico
3. O problema deve ser empírico carente de clareza.

  • Os problemas que conduzem a julgamentos morais devem ser evitados. As considerações subjetivas invalidam os propósitos da investigação científica e impedem a objetividade, uma das mais importantes características da ciência.

  • Os valores podem ser estudados, mas objetivamente, como fatos ou coisas.


  • Ex: “Por que existem maus professores?” carente de clareza.

  • Essa questão é possível ser estudada se definirmos mau como aquele que segue uma prática autoritária, não prepara aulas ou adota critérios arbitrários de avaliação.


4 o problema deve ser limitado a uma dimens o vi vel
4. O problema deve ser limitado a uma dimensão viável carente de clareza.

  • Ex: “Em que pensam os jovens?”

  • Necessário delimitar a população dos jovens (faixa etária, localidade) e também quais os aspectos do pensamento dos jovens se busca analisar.


Fontes de hip teses
Fontes de Hipóteses carente de clareza.

  • Observação;

  • Resultados de outras pesquisas;

  • Teorias;

  • Intuição.


Fun es do projeto de pesquisa
Funções do projeto de pesquisa carente de clareza.

  • Define, planeja, disciplina e organiza a pesquisa;

  • Permite que os orientadores avaliem melhor a pesquisa;

  • Subsidia a discussão e a avaliação para a banca examinadora aprovar ou aceitar o aluno em cursos de mestrado ou doutorado;

  • Serve para solicitação de bolsas de estudo;


Roteiro do projeto
Roteiro do Projeto carente de clareza.

  • 1- Apresentação;

  • 2 - Objetivos;

  • 3 - Justificativa;

  • 4 - Revisão bibliográfica;

  • 5 - Metodologia;

  • 6 - Cronograma;

  • 7 - Levantamento bibliográfico inicial;

  • 8 - Instrumentos de pesquisa;


1 apresenta o
1 APRESENTAÇÃO carente de clareza.

  • Momento fundamental, de explicitação detalhada do tema e da problemática a ser estudada. Pode ser composta por:

  • gênese do problema;

  • abordagem do problema;

  • limites dentro dos quais a pesquisa irá se desenvolver;


2 objetivos
2 OBJETIVOS carente de clareza.

  • OBJETIVO GERAL

  • Deve expressar claramente o que pesquisador quer com a investigação.

  • É o objetivo geral que delimita e dirige os raciocínios a serem desenvolvidos.

  • Estes objetivos podem ter diferentes graus de complexidade. São eles: conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação.


Construir o objetivo geral
Construir o objetivo geral: carente de clareza.

  • Na prática para montar o objetivo geral deve-se antepor à hipótese um verbo que expresse a ação intelectual escolhida pelo pesquisador.


Objetivos espec ficos
Objetivos específicos carente de clareza.

  • O problema criado deve ser dividido em quantas partes forem necessárias para sua resolução satisfatória.

  • Geralmente os objetivos específicos transformam-se em capítulos da monografia.


  • Para fazer isso pode-se seguir quatro passos: carente de clareza.

  • 1. Levantamento dos aspectos componentes importantes do problema;

  • 2. Transformação de cada um destes aspectos num objetivo;

  • 3. Verificar se eles são suficientes para resolver o objetivo geral;

  • 4. Decidir sobre a melhor seqüência lógica.


3 justificativa
3 JUSTIFICATIVA carente de clareza.

  • São os motivos relevantes que levaram a abordagem do problema;

  • As justificativas podem ser científicas ou sociais;


4 revis o bibliogr fica
4 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA carente de clareza.

  • Resgate das principais obras ou correntes que trataram do assunto estudado no projeto;

  • É importante explicitar a relação dos autores com a resolução dos objetivos;

  • Também é o momento de definição precisa de termos ou conceitos utilizados na pesquisa. O quadro teórico é uma diretriz, não deve aprisionar a pesquisa;


5 metodologia
5 METODOLOGIA carente de clareza.

  • Explicita o método, qual o “caminho” seguido pelo pesquisador na elaboração do trabalho;

  • “Que devo fazer para obter as informações necessárias para o desenvolvimento de cada objetivo específico?”


M todos de abordagem gerais
Métodos de abordagem (gerais) carente de clareza.

  • Dedutivo;

  • Indutivo;

  • Dialético;


M todos de procedimentos espec ficos
Métodos de procedimentos (específicos) carente de clareza.

  • Experimento;

  • Levantamento;

  • Pesquisa bibliográfica;

  • Pesquisa documental;

  • Histórico;

  • Comparativo;

  • Monográfico ou estudo de caso;

  • Estatístico;


6 cronograma
6 CRONOGRAMA carente de clareza.

  • É a elaboração de um cronograma onde as tarefas da pesquisa devem ser distribuídas durante o tempo existente para elaboração da pesquisa.


7 levantamento bibliogr fico inicial
7 LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO INICIAL carente de clareza.

  • É a bibliográfica básica, dos textos fundamentais para problemática em questão e os que foram consultados para a elaboração do projeto.


8 instrumentos de pesquisa
8 INSTRUMENTOS DE PESQUISA carente de clareza.

  • Questionário;

  • Entrevista;


Etapas da monografia
Etapas da monografia: carente de clareza.

  • Delimitação do tema ;

  • Primeira consulta bibliográfica;

  • Escolha do orientador e redefinição do tema;

  • Seleção das fontes;

  • elaboração do projeto de pesquisa;

  • Tratamento das fontes;

  • Redação;

  • Revisão;

  • Entrega.


Pesquisa bibliogr fica

Pesquisa Bibliográfica carente de clareza.

Uso da biblioteca: consulta inicial aos três fichários básicos (autores, títulos e assuntos);

Usar as normas da ABNT para fazer referência dos textos;


Classifica o das fontes
Classificação das fontes carente de clareza.

  • livros de leitura corrente: literatura, obras de divulgação (científicos, técnicos ou de vulgarização);

  • livros de referência;

  • periódicos;

  • impressos diversos (publicações do governo, boletins informativos, etc.);

  • obras de estudo: monografias, teses, etc.


Fontes prim rias e secund rias
Fontes primárias e secundárias carente de clareza.

  • Fontes primárias: obras e textos originais e que são essenciais para o tema;

  • Fontes secundárias: é a literatura necessária para esclarecer as fontes primárias;

  • Dependendo da pesquisa é que se define o critério de primário e secundário;


Cr tica das fontes
Crítica das Fontes carente de clareza.

  • A compreensão do texto é necessária, mas esta fase também implica em juízo de valor, no julgamento das fontes.


Cr tica externa
Crítica externa carente de clareza.

  • a) crítica do texto: significa averiguar se o texto sofreu alterações ou não, interpretações ou falsificações.

  • B) crítica de autenticidade: implica verificar a procedência do texto;


Cr tica interna
Crítica interna carente de clareza.

  • a) crítica de interpretação: quando analisa o sentido exato que o autor quis expressar. O conhecimento do vocabulário e da linguagem são essenciais para essa crítica;

  • B) critica do valor interno do conteúdo: quando aprecia a obra e forma juízo de valor.


Roteiro para auxiliar a cr tica
Roteiro para auxiliar a crítica carente de clareza.

  • Quando?

  • Onde?

  • O quê?

  • Quem?

  • Por quê?

  • Para quem?


Fichas
FICHAS carente de clareza.

  • Fichas de indicações bibliográficas

  • Geralmente de tamanho pequeno, são essenciais para o levantamento bibliográfico e auxiliam na organização da bibliografia.


Fichas de transcri o
Fichas de transcrição carente de clareza.

  • durante a leitura das fontes, convém selecionar trechos de autores que poderão ser usado como citações no trabalho ou servir para destacar idéias fundamentais de determinados autores.

  • A transcrição deve ser feita entre aspas e com as indicações bibliográfica e o número da página.


Fichas de aprecia o
Fichas de apreciação carente de clareza.

  • Durante a pesquisa bibliográfica é de grande utilidade fazer anotações a respeito de algumas obras, no que se refere a seu conteúdo ou estabelecendo comparações com outras da mesma área.

  • Anotam-se críticas, comentários e opiniões sobre o que se leu. Esse procedimento poupa tempo no exame das fontes bibliográficas.


Fichas de esquemas
Fichas de esquemas carente de clareza.

  • os esquemas das fichas podem ser de resumos de capítulos ou de obras.


Fichas de resumos
Fichas de resumos carente de clareza.

  • Podem ser de resumos descritivos ou informativos.

  • Os resumos descritivos não dispensam a consulta do original, mas apontam as principais partes da obra, facilitando a seleção de bibliográfica.

  • O resumo informativo dispensa a leitura do original é importante para ter acessível o conteúdo de obras consultadas em bibliotecas.


Fichas de id ias sugeridas pela leitura
Fichas de idéias sugeridas pela leitura carente de clareza.

  • As idéias que surgem no decorrer da pesquisa (para complementar a pesquisa, desenvolver raciocínio ou exemplificar) podem ser anotadas em fichas também.



Estrutura o do documento

Elementos segundo a ABNT

Pré-textuais

Capa

Folha de rosto

Dedicatória*

Agradecimentos*

Epígrafe*

Sumário

Lista de Ilustrações

Lista de Tabelas

Lista de Siglas

Resumo

Estruturação do Documento


Estrutura o do documento1

Elementos Textuais segundo a ABNT

Introdução

Desenvolvimento

Conclusão

Estruturação do Documento


Estrutura o do documento2

Elementos Pós-textuais segundo a ABNT

Glossário*

Referencias

Apêndices*

Anexos*

Estruturação do Documento


Formata o

Formato do Papel segundo a ABNT

Margens

A4 (210 x 297 mm).

Impresso apenas no anverso da folha.

superior de 3 cm;

inferior de 2,7 cm;

esquerdo de 3 cm;

direita de 2 cm.

Os parágrafos devem seguir o espaçamento 1,5 e as citações e notas o espaçamento simples.

Formatação


Letra segundo a ABNT

A letra adotada deve ser a Times New Roman 13 ou a Arial 12 para a digitação de títulos e parágrafos (letra normal).

Citações longas, notas, tabelas devem ser digitadas em letras Times New Roman 11 ou a Arial 10 (letra menor).


Folha de rosto
Folha de Rosto segundo a ABNT

  • A folha de rosto deve ser feita com entrelinhamento normal, exceto a nota acadêmica que deve ser feita com entrelinhamento simples.

  • nome do autor em letras maiúsculas e negritadas, centralizada na primeira linha do texto.

  • Título e subtítulo devem ser centralizados, posicionados a partir da 13º linha após o nome do primeiro autor em letras maiúsculas e negritadas.


Nota acad mica da folha de rosto
Nota Acadêmica da Folha de Rosto segundo a ABNT

  • Deve explicar a disciplina, a unidade de ensino, sendo escrita da seguinte forma:

    • deixando uma linha em branco após a última linha do título;

    • com margem esquerda a partir da metade da folha e margem direita normal;

    • alinhada ou não à margem direita;

    • com entrelinhamento menor;

    • com letras maiúsculas e minúsculas negritadas.

    • o nome do professor/orientador é separado da nota por uma linha em branco, escrito em maiúsculas e minúsculas negritadas, mantendo o entrelinhamento menor.


Cita o
Citação segundo a ABNT

  • É a utilização de um texto, extraído de outra fonte, para esclarecer, sustentar ou ilustrar o assunto estudado.

  • As citações podem ser diretas ou indiretas.

  • Podem ser feitas pelo sistema autor-data (AUTOR, ano, p. 00) ou numérico.


Cita o longa
Citação Longa segundo a ABNT

  • Citações até cinco linhas devem constar do corpo do texto e estar entre aspas.

  • Citações com mais de cinco linhas devem se iniciar no recuo do parágrafo, sem deslocamento para primeira linha, e terminar na margem direita. Devem ser utilizado o entrelinhamento e letra menores. Deve-se também deixar uma linha em branco entre a citação e os parágrafos anteriores e posteriores.


Omiss es em cita es
Omissões em Citações segundo a ABNT

  • São permitidas quando não alteram o sentido do texto. São indicadas pelo uso de reticências no inicio ou final da citação. Quando a omissão acontecer no meio da citação as reticências devem estar entre parênteses


Interpola o em cita o
Interpolação em Citação segundo a ABNT

  • São acréscimos, explicações ou comentários inseridos em citações. Aparecem entre colchetes.


Incorre es ou incoer ncias
Incorreções ou incoerências segundo a ABNT

  • Os erros ortográficos ou lógicos no texto são indicados pela expressão sic, entre colchetes, logo após a sua ocorrência


Nfase ou destaque
Ênfase ou Destaque segundo a ABNT

  • Se o objetivo é enfatizar algum trecho da citação pode-se colocar o ponto de exclamação, entre colchetes, imediatamente após o que se pretende enfatizar.

  • Quando faz-se necessário destacar palavras ou frases em citações elas devem ser negritadas, seguidas das expressões sem grifo no original, grifo meu ou grifo nosso entre colchetes.

  • Se a citação já apresenta destaque no original, usa-se a expressão grifo do autor entre colchetes.


D vida
Dúvida segundo a ABNT

  • Para indicar dúvida é usado o ponto de interrogação entre colchetes, logo após a palavra ou frase que gerou dúvida.


Cita o indireta
Citação Indireta segundo a ABNT

  • É um texto redigido pelo autor do trabalho com base na idéia de outros autores.

  • Pode aparecer na forma de paráfrase ou condensação e nunca dispensa a citação da fonte.

  • A paráfrase e a condensação estão inseridas no corpo do texto, com o mesmo tipo e tamanho de letra.


Cita o autor data
Citação autor-data segundo a ABNT

  • na citação deve constar, entre parênteses, o último sobrenome do autor em caixa alta, o ano da publicação e a página onde se encontra.

  • Ex: (WAMBIER, 1994, p. 269.)


Cita o no sistema num rico
Citação no sistema numérico segundo a ABNT

  • A fonte da citação é indicada na nota de rodapé.


Apresenta o das fontes num ricas no rodap
Apresentação das fontes numéricas no rodapé segundo a ABNT

  • iniciam com o indicativo numérico;

  • o indicativo numérico é separado da nota com um espaço;

  • são escrita com letra e entrelinhamento menor do que o texto;

  • a primeira linha deve seguir o recuo do parágrafo e a segunda linha e as seguintes respeitam a margem esquerda;

  • devem começar e terminar na mesma página em que a nota foi inserida.


Mais de uma nota do mesmo documento
Mais de uma Nota do mesmo Documento segundo a ABNT

  • A primeira citação de um autor é feita de maneira completa, as seguintes devem ser feitas de forma abreviada.


Express es utilizadas no rodap
Expressões Utilizadas no Rodapé segundo a ABNT

  • apud (citado por, junto a, em): citação de segunda mão;

  • cf. (confer: compare, confira): confrontar, refere-se a;

  • et seq. (sequentia: seguinte ou que se segue): quando menciona-se somente a primeira página em que aparece a citação, porém refere-se também as demais;

  • ibid. (ibidem: na mesma obra): do mesmo autor, mesmo documento, mas em diferentes páginas. Ex.: Ibid., p. 234;

  • Id. (idem: do mesmo autor): do mesmo autor, obra e página. Escreve-se apenas Id., sem indicação de página. Ex.: Id.

  • op. cit. (opere citato: na obra citada): é usado quando o autor vai se reportar a um documento já citado, mas há outro intercalado; Ex.: WAMBIER, op. cit., p. 23.


Refer ncia
Referência segundo a ABNT

  • Conjunto de elementos que permitem a identificação de um documento, no todo ou em partes.

  • AUTORIA. Título. Edição. Local: Editora, ano.


Autor
Autor segundo a ABNT

  • Nome deve ser transcrito pelo último sobrenome em caixa alta, e pelos prenomes, seguidos de ponto.

  • KÖCHE, J. C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 1997.


Observa es
Observações segundo a ABNT

  • os nomes estrangeiros devem obedecer a grafia original;

  • incluir, após o último sobrenome, os distintivos como Júnior, Filho, Neto, Sobrinho.

  • dar entrada pelo composto quando o sobrenome for composto.


Observa es1
Observações segundo a ABNT

  • dar entrada sem a partícula se o último sobrenome for precedido de partículas como de, da, e;

  • títulos de formação profissional e cargos não fazem parte do nome.

  • títulos de ordem religiosa devem ter entrada pela primeira parte do nome na ordem direta, seguida do título religioso.


Observa es2
Observações segundo a ABNT

  • quando o documento apresentar dois autores, a entrada deve ser feita pelo nome do primeiro mencionado, separando do segundo por ponto e vírgula.

  • se o documento apresentar mais de três autores, menciona-se o primeiro, seguida da expressão latina et al., que significa e outros (as).


Observa es3
Observações segundo a ABNT

  • se o autor escrever sob pseudônimo, a entrada deve ser por ele, mas conhecendo-se o nome verdadeiro este deve ser indicado entre colchetes.


Entidades coletivas
Entidades Coletivas segundo a ABNT

  • Órgãos da administração governamental direta (ministérios, secretarias e outros) tem entrada pelo nome geográfico que indica a esfera de subordinação (país, estado ou município)

  • Ex: BRASIL. Ministério da Economia. Secretaria de contabilidade.

  • Entidades conhecidas por suas siglas podem ter entrada por estas.

  • Ex.: IBGE


Entidades coletivas1
Entidades Coletivas segundo a ABNT

  • Sociedades, organizações, instituições, entidades de natureza científica artística ou cultural tem entrada pelo próprio nome. Em caso de ambigüidade, deve-se acrescentar a unidade geográfica a que pertencem, entre parênteses.

  • Ex: UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

  • BIBLIOTECA NACIONAL (BRASIL)

  • BIBLIOTECA NACIONAL (PORTUGAL)


  • Eventos científicos (congressos, reuniões, simpósios e conferências) têm entrada pelo nome do evento, com indicação do respectivo número do evento em algarismos arábicos, ano e local de realização. Ex.:

  • ENCONTRO BRASILEIROS SOBRE INTRODUÇÃO AO ESTUDO DE HISTÓRIA, 1., 1968, Nova Friburgo.


  • Nas coletânea a entrada deve ser feita pelo responsável em destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • COUTINHO, A. (Dir.);

  • (Ed.); (Comp.); (Coord.); (Org.).

  • Não havendo a indicação de responsabilidade a entrada deve ser feita pelo título.


Autoria desconhecida
Autoria Desconhecida destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Deve-se entrar pelo título da obra.

  • A primeira palavra do título, inclusive os artigos, deve ser transcrita em maiúscula.

  • Ex: O FILÓSOFO Inglez ou a história de Monsieur Cleveland.


T tulo
Título destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Deve aparecer com alguma forma de destaque tipográfico: negrito, itálico ou sublinhado.

  • Usar letras maiúsculas somente para a inicial da primeira palavra ou em nomes próprios.


Subt tulo
Subtítulo destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • deve ser transcrito após o título, quando necessário para esclarecer e completar o título. Deve ser precedido de dois pontos e não deve ser destacado.


Edi o
Edição destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • A edição é indicada apenas quando mencionada no documento.

  • A primeira edição não deve ser mencionada.

  • O número deve ser transcrito em algarismos arábicos, seguidos de ponto final e um espaço e da abreviatura da palavra edição. AUTOR. Título. 5. ed.

  • Indica-se de forma abreviada as emendas e acréscimos à edição, tal com aparecem no documento.

  • 2. ed. rev.; 4. ed. rev. e atual.; 3. ed. reimp. , etc.


Local
Local destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Em caso de cidades homônimas, acrescenta-se o estado ou país (Ex: Viçosa, MG; Viçosa, RN);

  • Quando existe a indicação de mais de um local, para um só editor, transcreve-se o mais destacado.

  • Quando o nome da cidade não consta, mas é possível ser identificado, ele aparece entre colchetes.

  • Quando faz parte do título de um periódico não é necessário repeti-lo.

  • Quando não é possível determinar o local, adota-se a abreviatura S.l., entre colchetes. Vem do latim sine loco, que significa sem local.


Editora
Editora destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Os elementos que designam a natureza jurídica ou comercial e que são dispensáveis à sua identificação são suprimidos. Ex.: José Olympio Editora : J. Olympio

  • Quando um editor for também o autor, seu nome não deve ser repetido.

  • Havendo mais de uma casa editora ou produtora, indica-se apenas a primeira ou a que estiver em destaque.

  • Quando o editor não é mencionado pode-se indicar o impressor do documento. Na falta desses elementos, adota-se a expressão s.n., entre colchetes, do latim sine nomine, que significa sem editora.

  • Quando o local e o editor não aparecem na publicação indica-se entre colchetes [S.l.: s.n.].


Datas
Datas destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Indica-se o ano da produção em algarismos arábicos, sem espaçamento ou pontuação.

  • Não sendo possível determinar a data, registra-se uma data aproximada entre colchetes.


  • [1981?] para data provável destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • [ca 1960] para data aproximada

  • [197-] para década certa

  • [197?] para década provável

  • [18 __] para século certo

  • [18__?] para século provável


Descri o f sica
Descrição Física destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Quando o documento só tem um volume, indica-se o número de páginas, seguidos da abreviatura p. ou f.

  • Quando o documento tem mais do que um volume, indica-se o número destes seguidos da abreviatura v. (3 v.)

  • Quando utilizado apenas um volume, só o número deste é referenciado. (v. 1)


Cap tulos de livros
Capítulos de Livros destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • AUTORIA DA PARTE DA OBRA. Título da parte. In: AUTORIA DA OBRA. Título da obra. Local: Editora, ano. página inicial-final da parte. Ex:

  • KÖCHE, J. C. Ciência e Método: uma abordagem histórica. In:_____. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 19. ed. Petrópolis: Vozes, 1997. p. 41-88.


Verbete de enciclop dia e dicion rio
Verbete de Enciclopédia e Dicionário destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • FARMACOLOGIA. In: ENCICLOPÉDIA Barsa: Rio de Janeiro: Encyclopaedia Brittannica, 1965. v. 6, p. 136-138.


Tese disserta es e monografias
Tese, Dissertações e Monografias destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • AUTORIA. Título. Local, ano. número de folhas. Tese, Dissertação, Monografia (Grau e Área) - Unidade de Ensino, Instituição.

  • ANDRÉ, E. Avaliação do edema inflamatório causado pelo veneno da Loxosceles instermedia (aranha marrom). Curitiba, 1998. 66 f. Monografia (especialização em Fisiologia) - Setor de Ciências Biológicas, Universidade Federal do Paraná.


Trabalho acad mico
Trabalho Acadêmico destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • AUTORIA. Título. Local, ano. número de folhas. Trabalho acadêmico (Disciplina) - Curso ou Departamento, Unidade de Ensino, Instituição.

  • AZEVEDO, L. A. Produção gráfica: tecnologia, processos e aplicações. Curitiba, 1989. 20 f. Trabalho de graduação (Disciplina Projeto de Produto IV) - Curso de Desenho Industrial, Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Paraná.


Peri dicos
Periódicos destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

Considerados no todo:

  • TÍTULO DO PERIÓDICO. Local: Editor, ano de início-término da publicação.

  • Ex.: ANUÁRIO INTERNACIONAL. São Paulo: AGEV, 1968-1978.

  • No caso de título genérico incorpora-se o nome da entidade:

  • INFORMATIVO MENSAL [do] Banco Central do Brasil. Brasília: 1980.


Considerados em parte: destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • TÍTULO DO PERIÓDICO. Título do fascículo, suplemento ou número especial Local: Editora, número do volume, número do fascículo, data. número total de páginas do fascículo, suplemento ou número/edição especial. Nota indicativa do tipo de fascículo.

  • CONJUNTURA ECONÔMICA. As 500 maiores empresas do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, v. 38, n. 9, set. 1984. 135 p. Edição especial.

  • VEJA. São Paulo: Abril, v. 31, n. 24, jun. 1998. 154 p.


Peri dicos cient ficos
Periódicos Científicos destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • Artigos de periódicos:

  • AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do periódico, local de publicação, número do volume, número do fascículo, pagina inicial-final do artigo, data.

  • MOURA, A. S. de. Direito de habitação às classes de baixa renda. Ciência & Trópico, Recife, v.11, n.1, p. 71-78, jan./jun. 1983.


Leis e decretos
Leis e Decretos destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Título e número da lei ou decreto, data. Ementa. Dados da publicação que divulgou o documento.

  • BRASIL. Decreto-lei n.2.423, de 07 de abril de 1988. Estabelece critérios para o pagamento de gratificações e vantagens pecuniárias aos titulares de cargos e empregos na Administração Federal direta e autárquica e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, v. 126, n. 66, p. 6009. 08 de abr. 1988. Seção 1, pt.1.


Ac rd os decis es e senten as de cortes ou tribunais
Acórdãos, Decisões e Sentenças destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.de Cortes ou Tribunais

  • NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da corte ou tribunal. Ementa ou acórdão. Tipo e número do recurso. Partes litigantes (agravo, apelação, embargo, habbeas corpus). Relator: nome. Data. Dados da publicação que divulgou o acórdão, decisão ou sentença.

  • BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição. Extradição n. 140. Estados Unidos da América e José Antônio Hernadez. Relator: Ministro: Rafael Mayer. 21 mar. 1984. Revista Trimestral de Jurisprudência, Brasília, v. 109, p. 870-879, set. 1984.


Pareceres resolu es e indica es
Pareceres, Resoluções destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.e Indicações

  • AUTORIA (Instituição ou Pessoa). Tipo (parecer, resolução, indicação), número e data. Ementa. Relator ou consultor: Nome. Dados da publicação que a divulgou.

  • CONSELHO FEDERAL DE EDUCAÇÃO. Resolução n. 16 de 13 de dezembro de 1984. Dispõe sobre reajustamento de taxas, contribuições e semestralidades escolares e altera a redação do artigo 5 da Resolução n.1 de 14/01/1983. Relator: Lafayette de Azevedo Pondé. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 13 dez. 1984. Sec. 1, p. 190-191.


Artigos de jornais
Artigos de Jornais destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do jornal. Local de publicação, data (dia, mês, ano). número ou título do caderno, seção, suplemento, etc., página(s) do artigo referenciado, número de ordem da(s) coluna(s). Ex:

  • SIMÕES, J. M. Camilo, autor e personagem. O Estado de São Paulo, 26 maio 1990. Cultura, v. 7, n. 512, p. 4-5.


Fontes eletr nicas online
Fontes eletrônicas ( destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.online)

  • AUTORIA. Título. Fonte (se for publicado). Disponível em: <endereço eletrônico> Acesso em: data (dia, mês, ano).

  • MOURA, G. A. C. de M. Citação de referências e documentos eletrônicos. Disponível em: <http://www.elogica.com.br/users/gmoura/refere.html> Acesso em: 09 out. 1996.


Entrevistas
Entrevistas destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

Entrevistas não publicadas

  • AUTORIA (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data.

  • DECOURT, E. Entrevista concedida pelo diretor do Centro de Processamento de Dados da Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro. Curitiba, 04 abr. 1990.


Entrevista Publicada destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • FERREIRA, J. I. A carta da Vitória. Veja, São Paulo, n. 1586, 24 fev. 1999. p. 11-13. Entrevista concedida a Consuelo Dieguez.


Obras in ditas documentos n o publicados
Obras inéditas destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.(documentos não publicados)

  • AUTORIA. Título. Nota indicativa do documento (palestra, notas de aulas e outros).

  • TAVARES, M. H. G. Acesso a bases de dados estrangeiras. Palestra proferida na UFPR, Curitiba, 28 nov. 1998.

  • SEYFERTH, G. A liga pan-germânica e o perigo alemão no Brasil: análise sobre dois discursos éticos irredutíveis. No prelo.

  • PARANHOS, W. M. M. R.; CARVALHO, C. A. Política de automação para bibliotecas universitárias brasileiras. Trabalho apresentado no 6. Seminário Nacional de Bibliotecas Universitárias, Belém, 1989.


Relat rios
Relatórios destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Relatório anual de atividades 1995. Curitiba, 1996.


O que é uma monografia? destaque na folha de rosto. A sua função editorial deve vir indicada entre parênteses, na língua da publicação, com inicial maiúscula.

  • A terminologia é variável

  • Monografia: "mono" + "graphos"

    (estudo de um único tema)

  • Passou, também, a ser entendida, comumente, como o estudo por um único pesquisador a fim de demonstrar seu conhecimento

    Ex.: TCC - Trabalho de Conclusão de Curso

    Trabalho de conclusão de especialização

    (pós-graduação lato sensu)



Ciência e conhecimento acadêmica;

Conhecimento científico (base real)

#

ficção (sem base real)

Conhecimento científico (verificação/demonstração)

#

teologia (dogma/fé)

Conhecimento científico (organiza a informação)

#

informação


Senso Comum: acadêmica;

  • Alheamento quanto às causas dos fenômenos

  • Transmissão pela tradição, a partir da experiência subjetiva;

  • Despreocupação com a validade da informação

  • Caráter opinativo (restringe-se à intuição)

    #

    Conhecimento técnico:

  • Grau médio de sistematização

  • Pragmatismo/preocupação imediata em resolver problemas;

  • Caráter pouco crítico;

  • Geralmente preocupado com a capacitação profissional;


Conhecimento Científico acadêmica;

a) Sistematização de produção e transmissão

- deve ser utilizado um método aceito pela comunidade científica;

b) Possibilidade de verificação

- o enunciado afirmado deve se confirmar quando proposto para circunstâncias iguais;

c) Contingência

- é passível de mudanças

- possui limitações espaciais e temporais


d) acadêmica;Antidogmatismo

- questionamento contínuo;

e) Racionalidade

- coerência interna entre proposições e conclusões;

f) Base fática

- nem sempre será empírico ou será um estudo de caso;

- todavia, deve poder ser demonstrável a partir da realidade

(ainda que seja somente uma análise bibliográfica)


A postura do pesquisador acadêmica;

1) Organização e disciplina

  • Não se faz ciência, em regra, com idéias súbitas e geniais (a ciência, neste aspecto, é contrária à arte)

  • É necessário:

    • preparação

    • planejamento

    • demarcação de horários

    • rotina

    • dedicação


2) acadêmica;Interesse pela prova

  • Demonstração de como se produziu tal conhecimento e de como ele pode ser verificado

  • Faticidade, senso de realidade

  • Rompimento com o "achismo" (opinião sem fundamento ou explicação)


3) acadêmica;Espírito Crítico

  • Tudo pode ser questionado

  • Autonomia intelectual

  • Busca por novas idéias

    4) Honestidade Intelectual

    - Reconhecimento dos próprios limites

    - Reconhecimento do trabalho alheio

    - Tratamento adequado das fontes


5) acadêmica;Humildade Intelectual

  • Reconhecimento dos limites do trabalho (embora relevante, não será suficiente ou completo)

  • Não deve implicar "pena de si mesmo"

  • Deve-se ter orgulho sem arrogância

    6) Postura Ética

    - impedimento de divulgar dados confidenciais

    - respeito aos autores e às fontes


A construção de uma teoria pelo pesquisador acadêmica;

  • Coerência + Espírito crítico

  • Não há pesquisa vã. Não há necessidade de utilidade imediata.


Os registros da pesquisa acadêmica;

  • Desta forma, tornam-se importantes os registros de pesquisa:

    - Não se deve fazer a pesquisa somente para provar que consegue fazê-la.

    - Deve-se "escrever para lembrar"

    • O que não se escreve é esquecido

    • Ou pior, será lembrado errado

      - Deve-se "escrever para entender"

    • Ver com melhor clareza as nossas idéias

    • Organizar os argumentos


- acadêmica;Deve-se "escrever para ter perspectiva"

  • Aumento do espírito crítico

  • Alterar nossa personalidade

  • Ver nossas idéias como elas realmente são e não como queremos que elas sejam

  • Torna o pesquisador mais exigente com os outros



Análise e Crítica de Texto pesquisa?

1) A análise de texto:

Análise: estudo detalhado de qualquer coisa para dar conta dela.

#

Comentário: exame crítico do conteúdo e da forma de um texto

(há maior liberdade pessoal)

  • Um comentário só é digno de fé quando acompanhado de uma análise bem feita.



Observações Práticas para Autocrítica pesquisa?

  • a) Evite a repetição de palavras

  • b) Os parágrafos devem ter mais de uma frase

  • c) Evite a linguagem pessoal

  • e) Evite a tautologia

  • f) Preocupe-se com a lógica da frase

  • g)Não use senso comum e evite as expressões vulgares


Outras Advertências Importantes pesquisa?

- o sumário deve ser equilibrado;

- o título do orientador não deve ser esquecido e deve ser colocado corretamente;

- o título da monografia não deve ser muito longo, nem fugir do assunto;

- não deixe faltar fontes (é melhor que sobrem);


- Elementos básicos das pesquisa bibliográfica: pesquisa?

  • Biblioteca

  • Fichamentos

  • Pesquisa na internet


a) Biblioteca: pesquisa?

- não se restrinja, você deve ultrapassar a sua Instituição;

- seja um pesquisador autônomo;

b) Fichamentos:

- use o método que melhor lhe convier

- mantenha um sistema único

- anote de imediato as referências - - não tenha preguiça

c) Internet:

- é muito útil e prática

- é essencial na atualidade

- tem problemas com a credibilidade


  • Bases de Dados: pesquisa?

    www.senado.gov.br

    www.usp.br

    www.cnpq.br

    www.capes.gov.br

    www.mec.gov.br


  • Estabeleça tópicos específicos: pesquisa?

    • Gaste tempo lendo e pesquisando

    • Reúna perguntas sobre os textos lidos

    • Reúna dados para poder responder as perguntas

    • Organize os dados na forma de argumento

    • Redija um rascunho (escreva o máximo que puder)

    • Escreva sobre as fontes simultaneamente à pesquisa


  • Procure transformar a leitura em um diálogo pesquisa?

  • Procure se fazer entender

  • Não escreva o texto para você mesmo

  • Evite imaginar algo e achar que os outros irão obter a mesma imagem com o texto (o texto tem vida própria)

  • Otimize o trabalho em grupo, quando for possível ou necessário


O planejamento do projeto e a utilização das fontes pesquisa?

  • Não mantenha as idéias na cabeça por muito tempo

  • O projeto precisa ser planejado, antes de ser executado

  • Utilize, efetivamente, as fontes selecionadas


  • Identifique e separe as idéias de suas fontes pesquisa?

  • Cuidado com o plágio consciente ou inconsciente

  • Diferencie suas idéias das idéias dos outros autores

  • Lembre-se que o tempo vinga-se daquilo que é feito sem a sua colaboração

  • Fuja da tentação em permanecer nas idéias vagas e confusas



A problematização e a argumentação colocação dos argumentos:

  • Há uma tendência de somente ser reunido o óbvio em um texto monográfico.

    (A + B + C)

  • Neste caso, não há verdadeira reflexão, mas mera descrição, empobrecendo o texto.

  • Acaba-se, simplesmente, reunindo as idéias dos outros.

  • Há justaposição de dados. Falta um método de organização que proceda de perguntas e respostas.


  • Bom pesquisador: colocação dos argumentos:

    • Sustenta suas razões através de EVIDÊNCIAS.

      LEITORES questionam EVIDÊNCIAS

      VOCÊ deve explicar com ARGUMENTO

      VOCÊ deve dividir AFIRMAÇÕES

      SUBORDINADAS

      VOCÊ deve usar MICRO-EVIDÊNCIAS

      LEITORES vão fazer OBJEÇÕES

      LEITORES vão propor ALTERNATIVAS


  • Você precisa sustentar seu discurso; colocação dos argumentos:

    • Fazendo AFIRMAÇÕES e as FUNDAMENTANDO com EVIDÊNCIAS

      • AFIRMAÇÃO: aquilo em que você quer que os leitores acreditem

      • EVIDÊNCIA: razões pelas quais eles deveriam acreditar na afirmação

    • Ex.: "Houve um acidente"

      (afirmação)

      "Há dois carros tombados na beira da estrada"

      (evidência)


  • Além da Afirmação e da Evidência, o discurso científico, em regra, precisa de FUNDAMENTOS e RESSALVAS.

    Fundamentos: ponte de ligação entre a afirmação e a evidência

    Ressalvas: limitam a abrangência da afirmação ou do fundamento

    OBS: Em uma conversa casual, em regra, não precisamos de fundamento, mas são comuns as ressalvas.


  • Ex.: científico, em regra, precisa de FUNDAMENTOS e RESSALVAS.

    Objeção:

    Por que o simples fato de dois carros estarem tombados leva à conclusão de que realmente houve um acidente?

    Fundamento:

    "Os carros devem estar transitando na estrada e não parados. Ademais, sua posição invertida em relação ao solo oferece um indicativo de anormalidade que conduz à idéia de uma colisão como motivo do fato."


Objeção: científico, em regra, precisa de FUNDAMENTOS e RESSALVAS.

"Mas porque o simples fato de haver dois carros em situação fisicamente anormal [o fundamento torna-se micro-evidência] indica que houve um acidente? Tal fato não poderia ter sido causado pelo homem propositalmente?"

Fundamento:

"O bom senso e a aspiração pela sobrevivência, típicos do ser humano, indicam que o homem não deseja tombar nem colidir seu veículo, pois pode causar prejuízo e danos físicos a ele mesmo e a seu semelhante. Em decorrência deste fundamento, parece lógico, ao menos em regra [ressalva], pressupor que não foi proposital [nova afirmação]."



  • As afirmações devem ser: que ser feitas.

    • Substantivas:

      • interessantes, relevantes ao leitor, não meramente descritivas ou informativas de um conhecimento já pressuposto

        Ex.: "Os homens não são mulheres."

        "A sala da direita não fica à esquerda."

    • Contestáveis:

      • devem comportar algo que possa demandar oposição

        Ex.: "Há um grande número de leis constitucionais no Brasil."

        "No Brasil há uma Constituição Federal, que foi publicada em 1988."


  • Exatas e precisas: que ser feitas.

    • deve-se evitar generalizações e erros por aproximações indevidas

      Ex.: "Nenhuma evidência demonstra que pode haver vida em um outro planeta, portanto, não deve haver vida fora da Terra".

      "Nenhuma evidência demonstra que não pode haver vida em um outro planeta, portanto, deve haver vida fora da Terra."

      "Muitos juristas contestam esta posição, já alguns discordam deles."

      "Os políticos do Brasil, na sua "imensa maioria",são corruptos".


Função das citações que ser feitas.

- são a transcrição de um dado

- poder servir para:

a) esclarecimento

- clareamento das idéias

b) confirmação

- corroboração da afirmação


  • Ex.(a): que ser feitas.

    "O Direito possui um caráter científico, isto é, ele segue o método lógico adequado às ciências sociais, como bem descreve João da SILVA."

  • Ex. (b):

    "O Direito possui um caráter científico. Nesse sentido, pondera José de SOUZA que o Direito é uma ciência social, desde os primórdios da modernidade até a atualidade."



  • Observações: que ser feitas.

    • Nem toda citação é uma transcrição literal

    • Deve-se evitar a citação por via de Apud

    • A paráfrase deve indicar a fonte ao final das idéias (dispostas segundo suas palavras)

    • Citações em língua estrangeira deve ser traduzidas no corpo do trabalho com a transcrição do original no rodapé

      (exceção: língua espanhola)

      Deve-se evitar citações extensas


Função das notas de rodapé que ser feitas.

- Servem para:

a) indicar fontes das citações

b) inclusão de referências bibliográficas de reforço

c) inclusão de versão original de texto estrangeiro

d) indicação de explicações internas


Falácias na Apresentação de um Texto que ser feitas.

a) Falácia da Autoridade

- já visto

b) Falácia da Força

- ocorre quando não é relevante a veracidade da informação, mas o poder do autor

Ex.: "Penso que o Direito não é uma ciência, pois tenho bastante experiência no assunto"

"Mude seu argumento, pois ele é contrário ao meu, que sou seu orientador."


c) Falácia da Popularidade que ser feitas.

- quando apela-se para a opinião popular

Ex.: "A música sertaneja é ótima pois é a preferida do povo".

d) Falácia do Argumento não-científico

- quando apela-se para o senso comum

Ex.: "A adoção da pena de morte deve ser deliberada por plebiscito, pois a voz do povo é a voz de Deus"

"O aborto é inconstitucional, pois afronta os princípios básicos de qualquer moral humana."


c) Falácia da Piedade que ser feitas.

- quando apela-se para as emoções do interlocutor

Ex.: "O réu desviou dinheiro do INSS pois estava falido e desesperado, portanto, não teve culpa".

"Eu preciso de mais prazo para a entrega da monografia, pois minha avó ficou doente, minha mãe tem que cuidar dela, meu pai fugiu com a empregada, meu cachorro morreu e eu estou com asma."


c) Falácia da Causação que ser feitas.

- quando pretende-se que um fato seja conseqüência do outro, sem ser demonstrado o nexo

Ex.: "Quando as mulheres não votavam, havia menos corrupção no Congresso".

"Na época da ditadura, os brasileiros viviam melhor".


d) Falácia da Falsa Dicotomia que ser feitas.

  • Ocorre quando divide-se a realidade em duas alternativas antagônicas

    Ex.: "Ou você apóia a reforma política ou é a favor da corrupção."

    e) Utilização de Ataques à Fonte

  • Ocorre quando a pertinência do argumento é menos importante que sua fonte

    Ex.: "O conceito de moralidade administrativa de Pedro da SILVA não pode ser considerado, pois ele, na realidade, sempre foi corrupto."


e) Falácia do Pragmatismo que ser feitas.

  • Ocorre quando toma-se por verdadeiro algo em razão de suas conseqüências

    Ex.: "A reforma da previdência é constitucional pois o governo não terá dinheiro para pagar as aposentadorias se o sistema continuar o mesmo."


Estilística que ser feitas.

- Cada um deve impor o seu BOM SENSO

- Deve ser relevado quem é o público leitor

- Os acadêmicos se comunicam com formalidade, em regra

- A monografia deve ser um texto CLARO, OBJETIVO e DIDÁTICO

- O texto deve ser escrito sempre no IMPESSOAL


- Deve-se ter cuidado com expressões vulgares ou impróprias

- Deve-se evitar a contundência exagerada

- É importante relevar o "politicamente correto"

- Não se deve escrever de forma "romântica" ou "emocional" (não deve ser utilizado ponto de exclamação)

- Deve-se evitar as ironias e o sarcasmo

- Deve-se ter cuidado com os lugares-comuns e as expressões ideológicas


- Deve-se suprimir os elogios impróprias

(saudoso, inolvidável, venerando, ilustríssimo)

- Não deve ser usada terminologia técnica em sentido figurado, nem o inverso


Reda o t cnico cient fica
Redação Técnico-científica impróprias

Objetividade e coerência

  • A redação científica deve ser tratado de forma simples e direta, numa seqüência lógica e ordenada de idéias, evitando desviar do assunto ou fazer considerações irrelevantes.

  • A argumentação deve se apoiar em dados e provas e não em opiniões pessoais, não confirmadas.


Clareza e precis o
Clareza e Precisão impróprias

  • Para facilitar o entendimento do texto deve-se:

  • Apresentar as idéias de modo claro, coerente e objetivo;

  • Usar um vocabulário preciso (evitando ser prolixo ou rebuscado);

  • Usar nomenclatura científica;


  • Evitar expressões que não indiquem claramente as proporções e quantidades;

  • Evitar adjetivos, advérbios, locuções e pronomes que indiquem tempo, modo ou lugar de forma imprecisa. Ex: aproximadamente, antigamente, em breve, em algum lugar, em outro lugar, adequado, inadequado, nunca, sempre, raramente, às vezes, melhor, provavelmente, talvez, algum, vários, tudo, nada e outros termos similares.


Imparcialidade
Imparcialidade proporções e quantidades;

  • O autor do texto científico não deve fazer prevalecer sua opinião e preconceitos. Ao mesmo tempo, deve evitar idéias preconcebidas ou subestimar as contrárias ao seu ponto de vista.


Uniformidade
Uniformidade proporções e quantidades;

  • A uniformidade deve se mantida ao longo do texto (forma de tratamento, pessoa gramatical, utilização de números, símbolos, unidades de medida, datas, horas, siglas, abreviaturas,...etc).


Conjuga o verbal
Conjugação Verbal proporções e quantidades;

  • Deve-se usar a forma impessoal dos verbos.


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