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ERGONOMIA E SUA APLICAÇÃO NO SETOR ELÉTRICO

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ERGONOMIA E SUA APLICAÇÃO NO SETOR ELÉTRICO. Belo Horizonte 20 a 23 de agosto de 2006. Apresentador. Willes de Oliveira e Souza Médico do Trabalho da Cemig Curso de Ergonomia em 1996 Ex-presidente da AMIMT – 1999 - 2001

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Presentation Transcript
ergonomia e sua aplica o no setor el trico

ERGONOMIA E SUA APLICAÇÃO NO SETOR ELÉTRICO

Belo Horizonte

20 a 23 de agosto de 2006

apresentador
Apresentador

Willes de Oliveira e Souza

Médico do Trabalho da Cemig

Curso de Ergonomia em 1996

Ex-presidente da AMIMT – 1999 - 2001

Atuação na Cemig, Maxion-Nacan, Othon Palace Hotel, Supermercados EPA e Champion (Carrefour)

27º Congresso ICOH (2003) – “Avaliação da Fadiga Física nos Eletricistas de Linha Viva”

[email protected]

demandas
Demandas
  • Fiscalização
  • Sistemas de Gestão (SGS, SGQ, SGI)
  • Queixas/Problemas
  • Melhoria das condições de trabalho
nr 17 ergonomia
NR 17 - Ergonomia
  • 17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho conforme estabelecido nesta NR.
manual de aplica o da nr 17
Manual de Aplicação da NR 17

(pág. 15):

  • “Este é o subitem mais polêmico da Norma. Ele foi colocado para ser usado quando o auditor-fiscal do trabalho tivesse dificuldade para entender situações complexas em que fosse necessária a presença de um ergonomista.

................................................................................................................

  • Têm-se pedido análises ergonômicas de uma forma rotineira e protocolar. Isso só tem dado margem a que se façam análises grosseiras e superficiais que em nada contribuem para a melhoria das condições de trabalho. Na solicitação da análise ergonômica, deve-se ter clareza de qual é a demanda, enfocando-se um problema específico.

.....................................................................................................................

  • Resumindo, não há análise em abstrato. Analisa-se algo para compreender um problema.”

A NR 17 – “ERGONOMIA” estabelece no seu item 17.1.2:

  • 17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho conforme estabelecido nesta NR.
avalia o ergon mica
Avaliação Ergonômica
  • Material
    • Necessário:
      • Lápis e papel
      • Fita métrica
      • Máquina fotográfica digital
      • Tempo, disposição e paciência
avalia o ergon mica1
Avaliação Ergonômica
  • Material
    • Opcional:
      • Câmera de vídeo
      • Cronômetro
      • Gravador
      • Goniômetro
      • Psicrômetro
      • Anemômetro
      • Medidor de Nível de Pressão Sonora
      • Luxímetro
      • Softwares
avalia o ergon mica2
Avaliação Ergonômica
  • Material
    • Eventual (em análises aprofundadas)
      • Eletromiógrafo de superfície
      • Dinamômetro manual de mola
      • Dinamômetro digital
slide9

ERGONOMIA

Métodos

Ferramentas e

Equipamentos

Tarefas

Trabalhador

Organização

do Trabalho

Meio ambiente

slide10

TRABALHADORES

TECNOLOGIA

Atitudes

Físicas

Psicológicas

Ferramentas

Máquinas

Equipamentos

Organização

TRABALHO

Carga Física

Carga Psicológica

Ambiente

carga f sica
Carga Física
  • Levantamento Manual de Cargas
    • CLT
    • NR 11
    • NR 17
carga f sica1
Carga Física
  • Levantamento Manual de Cargas
    • CLT

“Art. 198 - É de 60 (sessenta) quilogramas o peso máximo que um empregado pode remover individualmente, ressalvadas as disposições especiais relativas ao trabalho do menor e da mulher”.

carga f sica2
Carga Física
  • Levantamento Manual de Cargas
    • NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais
      • “11.2.2. Fica estabelecida a distância máxima de 60,00m (sessenta metros) para o transporte manual de um saco”.
carga f sica3
Carga Física
  • Levantamento Manual de Cargas
    • NR 17 – Ergonomia
      • “17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança”.
slide17
Equação revisada do NIOSH= ferramenta para avaliação do esforço físico em tarefas de levantamento de carga usando as duas mãos.

Especificamente, a equação foi projetada para atender critérios específicos relacionados ao levantamento.

slide18
A Equação revisada não se aplica:
  • Levantar/abaixar com uma mão;
  • Levantar/abaixar por mais de 8 horas;
  • Levantar/abaixar assentado ou ajoelhado;
  • Levantar/abaixar em espaço de trabalho limitado;
  • Levantar/abaixar objetos instáveis;
  • Levantar/abaixar enquanto estiver carregando, empurrando ou puxando;
slide19
A Equação revisada não se aplica:
  • Levantar/abaixar com carrinho de mão ou usando uma pá;
  • Levantar/abaixar com movimento em alta velocidade (mais rápido do que cerca de 75 cm /segundo);
  • Levantar/abaixar com aderência ruim dos pés com o piso (coeficiente de atrito entre o solado do calçado e o piso < 0,4);
  • Levantar/abaixar em ambiente desfavorável (ex.: temperatura significativamente fora da faixa 19-26o C; umidade relativa fora da faixa entre 35-50%).
slide20
1º Passo: Levantar os Dados Variáveis da Tarefa:
  • H= Distância Horizontal
  • V= Altura vertical na origem e no destino
  • D= Distância Vertical Percorrida
  • A= Ângulo de Assimetria
  • F= Freqüência do Levantamento
  • P= Qualidade da Pega
slide22
Outras definições:
  • Posição Neutra do Corpo: descreve a posição do corpo quando as mãos estão diretamente em frente ao corpo e a torção das pernas, tronco ou ombros é mínima.
slide23
Outras definições:
  • Limite de Peso Recomendado (LPR): definido como o peso da carga que quase todos os trabalhadores sadios poderão carregar por um período de tempo substancial (ex.: até 8 horas), sob determinadas condições das tarefas, sem aumentar o risco de desenvolvimento de lombalgia.
slide24
Outras definições:
  • Índice de Levantamento (IL): é um termo que oferece uma estimativa relativa do nível de estresse físico associado a uma tarefa de levantamento manual.
  • É dado pela fórmula:
slide25
Outras definições:
  • Duração do Levantamento: A duração é classificada como curta (1 hora), moderada (1-2 horas), ou longa (2-8 horas), dependendo do padrão do trabalho, determinado pela distribuição do tempo de trabalho e do tempo de recuperação.
slide26
Outras definições:
  • Controle motor significativo: é definido como uma condição que requer um ajuste de precisão da carga no destino do levantamento. Este é o caso quando:
    • 1) o trabalhador tem de reposicionar as mãos na carga, próximo ao destino do levantamento;
    • 2) o trabalhador precisa sustentar o objeto, momentaneamente, no seu destino;
    • 3) o trabalhador precisa guiar ou posicionar cuidadosamente a carga no destino.
slide28
Fórmula do LPR:

LPR= Cc X FDH X FAV X FDVP X FA X FFL X FQP

LPR= 23 X(25/H) X [1-(0,003V-75)] X [0,82 +(4,5/D)] X [1-(0,0032A)] X FFL X FQP

slide37

18,0 kg

90,0 cm

37,5 cm

Dist. Horizontal: 45 cm

carga f sica4
Carga Física
  • Fatores Biomecânicos
    • “ não existe DORT sem uma grande demanda biomecânica, mas os fatores de risco de DORT não se limitam somente a estes fatores” (Malchaire e Col.,1997).
carga f sica5
Carga Física
  • Fatores Biomecânicos
    • Força
    • Repetitividade
    • Compressão Mecânica
    • Posturas inadequadas
    • Posturas estáticas
    • Vibração
carga f sica6
Carga Física
  • Repetitividade
    • Silverstein e col. (1987): consideram repetitividade elevada quando o tempo de ciclo é inferior à 30 segundos ou quando mais de 50% do tempo de ciclo é composto pela mesma seqüência de gestos.
carga f sica7
Carga Física
  • Repetitividade
    • Kilbom, 1994:
carga f sica8
Carga Física
  • Compressão Mecânica
carga f sica9
Carga Física
  • Compressão Mecânica
carga f sica10
Carga Física

Posturas inadequadas

Trabalho com :

pescoço em flexão

pescoço em extensão

mãos acima da cabeça;

braços no nível dos ombros (sem apoio)

“asas abertas”;

punho em flexão

punho em extensão

punho com desvio ulnar

punho com desvio radial

carga f sica11
Carga Física
  • Posturas inadequadas
carga f sica12
Carga Física
  • Posturas inadequadas
carga f sica13
Carga Física
  • Posturas inadequadas
carga f sica14
Carga Física

Posturas

inadequadas

carga f sica15
Carga Física
  • Posturas inadequadas
carga f sica16
Carga Física
  • Posturas estáticas
carga f sica17
Carga Física
  • Posturas estáticas
carga f sica18
Carga Física
  • Vibração
carga f sica19
Carga Física
  • Vibração
fatores psicossociais1
Fatores Psicossociais
  • Monotonia
  • Falta de autonomia e controle
  • Relação com colegas e/ou superiores
  • Estresse
fatores psicossociais2
Fatores Psicossociais

CONDIÇÕES NO TRABALHO

  • Concepção da tarefa:
    • sobrecarga de trabalho sem pausas,
    • tarefas monótonas,
    • isolamento,
    • falta de oportunidade de desenvolvimento das capacidades e habilidades dos trabalhadores;
fatores psicossociais3
Fatores Psicossociais

CONDIÇÕES NO TRABALHO

  • Organização do trabalho:
    • falta de participação dos trabalhadores nas decisões,
    • tarefas fragmentadas,
    • falta de autonomia e controle
    • para escolher o ritmo de trabalho e tomar decisões,
    • duração das tarefas,
    • trabalho sob pressão
fatores psicossociais4
Fatores Psicossociais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

  • TRABALHO NOTURNO E EM TURNOS
  • HORÁRIO DE TRABALHO
    • Flexibilidade
  • ROTAÇÃO DE TRABALHADORES
    • Rodízio
    • Pausas
    • Turnover
  • RITMO E ESFORÇOS DE TRABALHO
fatores psicossociais5
Fatores Psicossociais

ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

FATORES RELATIVOS AO PRÓPRIO TRABALHO

  • CONTEÚDO DO TRABALHO
      • A organização de equipe
      • A organização do trabalho
      • O fluxo e o layout da produção
      • O ambiente do trabalho
      • O desenvolvimento de competência
      • As tecnologias empregadas
fatores psicossociais6
Fatores Psicossociais

CONDIÇÕES NO TRABALHO

  • Insatisfação no trabalho:
    • salário, insegurança no emprego
    • oportunidade de promoção,
    • mudanças na administração.
fatores psicossociais7
Fatores Psicossociais

CONDIÇÕES NO TRABALHO – POSSÍVEIS SOLUÇÕES

  • Administração de Estresse: informação e treinamento
  • Mudanças organizacionais: identificação das causas, medidas e estratégias para mudança
ferramentas
Ferramentas

CRONOMETRAGEM DE DIA TÍPICO

Função:______________________________ Data: / /

Tarefa: ______________________________________________

ferramentas1
Ferramentas

Questionários

PESQUISA MÉDICA – parte I

Esta é uma pesquisa médica sobre o trabalho na área de produção

NÃO ASSINE, NEM COLOQUE O SEU NOME.

DATA: / / Idade: Altura: Peso:

Função atual: __________________________________ Setor:________________________

Tempo na função atual: _______________ Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino

Nos últimos 12 meses, você sentiu, no seu corpo, alguma coisa que você julga ter sido causado pelo trabalho?

( ) SIM ( ) NÃO

Responda as questões 4 a 10 apenas se você respondeu “SIM” na questão 3; se respondeu “NÃO”,vá direto para a questão 11

O quê você sentiu? Descreva de modo resumido:

_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

Qual a atividade no seu trabalho que você acha que causou o problema?

Marque, no desenho abaixo, a região ou regiões do corpo em que você sentiu o problema:

De frente.

De costas.

ferramentas2
Ferramentas
  • Entrevistas informais
  • Entrevistas semi-estruturadas
  • Reuniões com Gerentes e Supervisores
  • Reuniões com empregados
ferramentas3
Ferramentas
  • Check lists

Sempre complementados com:

  • Análise das tarefas
    • ferramentas,
    • equipamentos e materiais utilizados para realizar o trabalho;
    • lay-out do local de trabalho e as condições ambientais, e
    • a demanda das tarefas e o clima organizacional
ferramentas4
Ferramentas

Nível de Ação em Ergonomia (“caution action job”): na atividade, os riscos listados ocorrem mais do que em 01 dia por semana e mais do que em 01 semana por ano

ferramentas5
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

ferramentas6
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA

ferramentas7
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

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Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

ferramentas9
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

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Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

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Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

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Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

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Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA

ferramentas14
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

ferramentas15
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

ferramentas16
Ferramentas

NÍVEL DE AÇÃO EM ERGONOMIA (*)

(*)”Caution zone job” - WAC – 296-62-051 – Washington Department of Labor and Industries

ferramentas17
Ferramentas

RULA – Rapid Upper Limb Assessment

  • registro das diferentes posturas de trabalho observadas que são classificadas através de um sistema de escores.
ferramentas18
Ferramentas
  • GRUPO A: Braços, Antebraços e Punhos
  • Escores para o braço:
    • 1 para 15° de extensão até 15° de flexão,
    • 2 para extensão maior que 15° ou entre 15º e 45° de flexão;
    • 3 entre 45° a 90° de flexão;
    • Ombro elevado - adicionar 1 ao escore da postura;
    • Antebraço em abdução - adicionar 1;
    • Reduzir 1 do escore da postura se o operador ou seus braços estão apoiados.
ferramentas19
Ferramentas
  • REBA – “Rapid Entire Body Assessment
  • Moore & Garg
  • INRCT- Institut National de Recherche sur des Conditions de Travail
  • Rodgers Muscle Fatigue Analysis
  • TOR-TOM (Taxa de Ocupação Real – Taxa de Ocupação Máxima)
modelo de relat rio
MODELO de RELATÓRIO
  • IDENTIFICAÇÃO
  • ANÁLISE DA DEMANDA- definição do problema
  • ANÁLISE DA ATIVIDADE – descrição da atividade, organização do trabalho, condições ambientais,
  • ANÁLISE DO TRABALHO – mobiliário e layout, fatores biomecânicos, situações encontradas
  • CONCLUSÃO
  • SUGESTÕES – RECOMENDAÇÕES
postura correta frente ao computador
Postura correta frente ao computador

1- Dorso apoiado

2- Pés apoiados e ângulo dos joelhos > 90°

3- Mesa firme, ajustada

4- Monitor e teclados em frente ao operador

5- Suporte de teclado ajustável

6- Ângulo de cotovelo > 90° e punhos retos

7- Braços juntos ao corpo

8 – Borda superior da tela na altura dos olhos

8

4

1

7

6

3

5

2

exemplos do setor el trico9
Exemplos do Setor Elétrico

Limites de cargas recomendadas para transporte em carrinhos manuais:

  • De 2 rodas: 114kg (Distância máxima percorrida: 16 m)
  • De 4 rodas: 227kg (Distância máxima percorrida: 33 m)
  • Paleteiras: 682 kg (Distância máxima percorrida: 33 m)
  • (Força máxima a ser exercida para mover um carrinho ou paleteira: 225,0 N)
willes@cemig com br
[email protected]

MUITO OBRIGADO PELA PACIÊNCIA!!

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