Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp
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Epidemiologia e diagnóstico de Vibrio sp. e Shigella sp. Dalia dos Prazeres Rodrigues Laboratório de Enterobactérias Laboratório de Referência Nacional de Cólera e outras Enteroinfecções Bacterianas Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ. Vibrio sp. Família Vibrionaceae. Características.

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Presentation Transcript


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Epidemiologia e diagnóstico de Vibrio sp. e Shigella sp.

Dalia dos Prazeres Rodrigues

Laboratório de Enterobactérias

Laboratório de Referência Nacional de Cólera e outras Enteroinfecções Bacterianas

Instituto Oswaldo Cruz - FIOCRUZ


Vibrio sp

Vibrio sp.


Fam lia vibrionaceae

Família Vibrionaceae

Características

Taxonomia

Revisão: constante

Uso de métodosmoleculares

Número de espécies: >75 (?)

EspéciesPatogênicas

PatogeniaAnimal: 14 espécies

Peixes, moluscos, crustáceos, cnidários e corais

PatogeniaHumana: 12 espécies

Gerais:

  • Bastonetes Gram negativos

  • Fermentação da glicose

  • Redução de nitrato a nitrito

  • Produção de citocromo oxidade

    Ecológicas:

  • Habitat: ambiente aquático

  • Produção e quitinase

  • Temperatura: 17-35°C

  • Salinidade: 0.5 a 3.5 %

Áreas

poluídas


Esp cies patog nicas para o homem

Espécies patogênicas para o homem

+++: freqüente; ++: menos freqüente (6-100 casos);

+: menos freqüente (1-5 casos); (+) : não esclarecida


Vibrio parahaemolyticus caracter sticas cl nicas

Vibrio parahaemolyticus: características clínicas

Gastrentérica: período médio de incubação: 15h (4-96h)

Auto-limitada: média de 3 dias em imunocomprometidos

Infecções de ferimentos: podendo resultar em fascite necrotizante

Septicemia fatal: pacientes imunocomprometidos (rara)


Vibrio parahaemolyticus fatores de virul ncia

Vibrio parahaemolyticus: fatores de virulência

  • Associado a produção de TDH (Hemolisina Termoestável);

  • Composição protéica, resistente ao calor (100ºC/30 min.);

  • Atuação de TDH: epitélio intestinal formação de poros (equilíbrio iônico);

  • Quadro clínico: diarréia secretória;

  • Isolados clínicos: hemólise em Agar Wagatsuma (Kanagawa);

    caracterização do gene tdh:

  • Na década de 1980: gastrenterite - cepas Kanagawa e tdh negativo;

  • Caracterização de hemolisina TRH: 69% similaridade com TDH;

  • Amostras virulentas V.parahaemolyticus: TDH ou TRH ou ambos.

  • Operon VptoxRS: regula a produção dos genes tdh e trh.


Vibrio parahaemolyticus ocorr ncia

Vibrio parahaemolyticus: ocorrência

  • Presença de V.parahaemolyticus TDH +:

    90% isolados clínicos

    < 1% cepas ambientais.

  • Países tropicais: > 5% cepas isoladas no

    ambiente;

  • Brasil: 9-20% de cepas isoladas de ambiente;

hemisfério norte


Vibrio parahaemolyticus fatores de virul ncia1

Vibrio parahaemolyticus: fatores de virulência

  • Genoma: identificação do sistema de secreção tipo III (T3SS):responsável por acúmulo de fluido intestinal de amostras ambientais e clínicas (C+G indica ancestral na espécie);

  • Ilha de Patogenicidade: T3SS/Tdh-1/Tdh-2/fator necrotizante citotóxico/ exoenzima T/ 5 transpotases, semelhante as IP de E.coli, S.enterica e V.cholerae; (VPaI-7);

  • Região não encontrada em cepas virulentas isoladas antes de 1995:

    indica que não é essencial mais aumenta a virulência quando presente;

  • O gene tdh possui cinco tipos de seqüências (tdh1 a tdh5) entretanto tdh2 é que possui elevado nível de transcrição;

  • Cepas que não contem tdh ou deleção de tdh apresentam toxicidade em cultura de células;

  • Totalidade de fatores envolvidos na patogênese permanece desconhecido.


Caracter sticas v paraemolyticus epid mica

Características:V.paraemolyticus epidêmica

  • Caracterização antigênica de V. parahaemolyticus: > 13 Ag O e 71 Ag K;

  • <1995: gastrenterite por diferentes sorotipos, predominância por região;

  • Em 1995, surto determinado por V. parahaemolyticus O3:K6em Calcutá;

  • Disseminação global - países da Ásia, Américas, África e Europa;

  • Na América do Norte (EUA) em 1998 no Texas, Nova York e New Jersey;

  • Na América do Sul em 2005 no Chile >1.000 casos

  • Sorotipo pandêmico: O3:K6 e O4:K68, O1:KUN e O1:K25 (tipagem molecular) ;

  • Informações prévias: presença confinada em águas de clima tropical

  • Conhecimento atual: isolamento no sul do Chile e Alaska sugere adaptação em diferentes nichos, resultante de novas características genômicas reguláveis nos diferentes nichos;

  • Aquecimento global que determina alterações microbianas interferindo em sua distribuição e ocorrência.


Distribui o mundial de o3 k6 e sorotipos relacionados

Distribuição mundial de O3:K6 e sorotipos relacionados

O3:K6 strains that were tdh positive were shown to demonstratean enhanced ability to swarm over agar surface plates, and thepresence of magnesium appeared to further stimulate swarming(105). There were, however, no significant differences betweensurvival rates under the same environmental stresses, such asextreme temperatures, low pH, and high salinity, for O3:K6 andnon-O3:K6 strains of V. parahaemolyticus (69, 101).The V. parahaemolyticus phage f237 is similar to the CTX filamentousphage of V. cholerae O1 (94), but instead of the ctxAB genes,f237 has ORF8, and therefore it was thought that ORF8 may playa significant role (like the profound role that cholera toxinhas in the disease cholera) in increasing the virulence of O3:K6isolates.


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

V. parahaemolyticus, cepas de origen clínico recibidas por el Lab. de Referencia, ISP 1992- Mayo 2008.

Maldonado, A B., Wally Silva, W. S.C.,Fernández, A. R.

Instituto de Salud Pública de Chile, ISP-Chile


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Vibrio sp. :espécies isoladas

de diferentes fontes no Brasil

*Janeiro a Julho/2008


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características feno e genotípicas

V. parahaemolyticus (BRASIL)


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características feno e genotípicas

V. parahaemolyticus (BRASIL)

Teste de Kanagawa


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Multiplex-PCR para a caracterização dos genes

tlh,tdh e trh de V.parahaemolyticus

tdh: 270 pb , trh: 500pb; tlh: 450 pb

Theophilo, G.N.D., Amorim, S.D., Rodrigues, D.P. 2008


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Perfil -PFGE V. parahaemolyticus O3:K6, isoladas no Brasil


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Vibrio sp. em infecções cutâneas


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Distribuição de

Vibrio sp em

moluscos

Região

digestiva

Branquias

Musculo

adutor

Manto

Hemolinfa


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Infecções cutâneas

  • Espécies mais freqüentes: V.vulnificus,

    V.cholerae não O1, V.damsela, V.alginolyticus

  • Infecçõescutâneas:

    Ferimentos:pré-existentes comexposição

    à água.

    Ferimentos: por manipulação de pescado;

  • Septicemia x População de risco:

    Infecções das vias hepato-biliares;

    Infecções crônicas (nível de Fe sérico elevado);

    Pacientes imunodeprimidos;


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Infecções cutâneas


Infec es cut neas

Infecções cutâneas

O CDC reportou 134 casos/2005, aumento de 51 % nos últimos cinco anos. 

EUA estima 1.900 infecções cutâneas/ano.

Entre1997 e 2003 foram notificados 813 casos, 77 mortes ou 9.6 vitimas/ano;

National Geographic reportou seis mortes por ataque de tubarão;

Mortalidade: infecções por Vibrio é maior que por ataques de tubarão.


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Vibrio sp. :espécies isoladas

de amostras clínicas e de alimentos no Brasil

*Janeiro a Julho/2008


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características de espécies de Vibrio

em diferentes meios de cultivo (isolamento)

Agar TCBS

Agar Sangue

KIA LIA


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características de espécies de Vibrio

em diferentes meios de cultivo (identificação)

1

2

3

4

1- controle negativo; 2- arginina dehidrolase positiva;

3- lisina descarboxilase negativa;

4- ornitina descarboxilase positiva

TSI LIA MIO

Halofilismo

Soroaglutinação

Agar uréia

Christensen


Shigella sp

Shigella sp.


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características

  • Gram negativo, aeróbio facultativo, imóvel

  • Fermenta glicose s/ gás – (exceção em S.flexneri);

  • Acapsulados (exceção: alguns sorotipos S.flexneri e S.boydii)

    Classificação: sorogrupos ou espécies

  • S.dysenteriae (grupo A) 13 sorotipos

  • S.flexneri (grupo B) 8 sorotipos

  • S.boydii (grupo C) 18 sorotipos

  • S.sonnei (grupo D) 1 sorotipo/2 variantes

    Mecanismo de Transmissão:

  • Contato direto: pessoa-pessoa

  • Alimentos e água contaminada

  • População de risco: crianças e idosos

  • Vetores mecânicos

  • Principais fatores para disseminação: ausência de saneamento, falhas de higiene no preparo de alimentos;


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características clínicas

  • Sintomas: diarréia, febre e cólicas abdominais;

  • Caracteristicas menos freqüentes: cefaléia,

    náuseas

  • Gravidade depende: paciente, sorogrupo e

    número de células (>S.dysenteriae <S.sonnei);

  • Quadro autolimitado à morte

  • Incidência elevada em pacientes HIV+

    • Período de incubación: (1-5 dias)

    • Dose infectante: ≤100 bacterias

    • População de risco: crianças e idosos


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Características clínicas em 8 surtos de shigelose


Aspectos de relev ncia

Identificação do agente etiológico através de cultura;

Presença nas fezes: pode se manter até 4 semanas após

fim do quadro clínico;

Não devem ser utilizados medicamentos anti-diarréicos;

É indicado o tratamento com antimicrobianos;

A resistência aos antimicrobianos leva a necessidade de avaliação laboratorial;

Complicações: Anorexia, perda de peso, hipoproteinemia, hiponatremia, desidratação, desnutrição, bacteremia,

síndrome de Reiter e complicações renais (HUS).

Severidade determinada pelo sorogrupo infectante: A → D

Aspectos de relevância:


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Ocorrência mundial de Shigella sp.


Shigella sp caracter sticas laboratoriais

Shigella sp.:características laboratoriais


Epidemiologia e diagn stico de vibrio sp e shigella sp

Distribuição de Shigella sp no Brasil (1997-2000)

S.dysenteriae

S.flexneri

S.boydii

S.sonnei

TOTAL

Norte

1997

5

2

3

10

1998

11

4

15

1999

6

2

1

9

2000

6

2

8

Nordeste

1997

1

10

4

15

1998

19

3

2

24

1999

8

1

11

20

2000

8

8

Sudeste

1997

8

5

13

1998

11

3

8

22

1999

2

1

7

10

2000

4

6

10

CentroOeste

1997

10

2

12

1998

17

2

19

1999

1

5

3

9

2000

3

1

4

TOTAL

2

133

13

60

208


Distribui o de shigella sp

Distribuição de Shigella sp.


Sorotipos de shigella flexneri

Sorotipos de Shigella flexneri


Patogenicidade

Patogenicidade

  • Produção da “toxina de Shiga” (>S.dysenteriae <S.sonnei);

    • Quantidade variável dependendo da cepa;

    • Proteica, termolábil, citotóxica, necrosante e neurotóxica

    • União com as glicoproteinas da célula hospedeira

    • Inativa 60S, inhibe sintese proteica e leva a morte celular

  • Invasão:

    • Proliferação na luz intestinal, invasão da mucosa do íleo terminal e colon, necrose e hemorragia

    • Multiplicão no interior das células

    • Confinada nas células epiteliais.


Patogenicidade1

Patogenicidade

  • Invasão:

    • Proliferação na luz intestinal, invasão da mucosa do íleo terminal e colon, necrose e hemorragia

    • Multiplicão no interior das células

    • Destroe as microvilosidades intestinais sem posterior invasão

    • A adesão interfere no transporte eletrolítico;

    • Não ocorre produção de toxinas (limitada: SLT)


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