NAPARTICULAS POLIMERICAS
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NAPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 4 QF-933-2008 PowerPoint PPT Presentation


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NAPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 4 QF-933-2008. Introdução. Liberação Controlada de Fármacos. Liberação de fármacos a uma velocidade e/ou numa localização indicada para a necessidade do corpo ou estado da doença em um período especificado de tempo:

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NAPARTICULAS POLIMERICAS PREPARAÇÃO E APLICAÇÃO AULA 4 QF-933-2008

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Presentation Transcript


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

NAPARTICULAS POLIMERICAS

PREPARAÇÃO E

APLICAÇÃO

AULA 4 QF-933-2008


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Introdução

Liberação Controlada de Fármacos

  • Liberação de fármacos a uma velocidadee/ou numa localização indicada para a necessidade do corpo ou estado da doença em um período especificado de tempo:

    • Liberação temporal: controle sobre a velocidade da liberação do fármaco

    • Liberação espacial: controle sobre a localização do fármaco

Hamid Ghandehari in <[email protected] >


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Introdução

= Molécula do fármaco

TUMOR

LIBERAÇÃO EXCLUSIVA DO FÁRMACO A TIPOS ESPECÍFICOS DE CÉLULAS

Liberação espacial

Hamid Ghandehari in <[email protected]>.


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Introdução

Liberação temporal

P

L

s

m

a

l

e

v

e

l

Convencional

Liberação ordem zero

Efeitos adversos

Níveis tóxicos

Faixa terapéutica

Concentração

Min. efetiva

Sem efeito

Tempo/dosagem administrada


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Sistema de Liberação Controlada

  • O comportamento do fármaco in vivo pode ser mudado drasticamente ao incorpora-lo num carregador. Os veículos de liberação de fármacos coloidais podem prover:

    • Liberação lenta de compostos as vezes tóxicos

    • Habilidade de guiar uma distribuição sistêmica

    • Habilidade de proteger fármacos de degradação ambiental

    • Habilidade de direcionar a alvos específicos diretamente em tecidos

  • Sistemas coloidais em uso são:

    • Nanopartículasd<1mm

    • Microesferasd>1mm

    • Emulsões100nm<d<5mm

    • Lipossomas20nm<d<2mm


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Micro/nanoesferas e capsulas

Monoliticas

NANOESFERAS

NANOPARTICULAS

Reservatorio

NANOCAPSULAS

Adapted of Lambert,G. Oligonucleotide and Nanoparticles Page, <http://perso.clubinternet.fr/ajetudes/nano/index. html> dez/ 2003.


Metodos de prepara o

METODOS DE PREPARAÇÃO

  • 1- Através de polimerização de monômeros

  • Problemas: obtidas induzindo-se a polimerização. Difícil controle da extensão da reação-massa molar não controlada. Purificação posterior. Interação do polímero com o ativo.

  • 2- Diretamente da macromolécula ou polímero pré-formado.


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Polímeros biodegradaveis

O

O

CH3

O

CH2

C

O

n

C

(CH2)5

O

n

O

CH

C

n

Poli(acido glicolico) ou PGA

Poli (-caprolactona) ou PCL

Poli(acido lactico) ou PLA

Poly(3-hydroxybutyrate-co-valerate) orPHBV


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

BIOPOLÍMEROS TÍPICOS

Polímeros biodegradáveis e bioabsorvíveis;Degradação depende de: MM, estrutura, solubilidade,composição da cadeia,grau de cristalinidade.

(PLGA)


Emulsifica o evapora o de solvente

EMULSIFICAÇÃO/EVAPORAÇÃO DE SOLVENTE

  • Trata-se de um método simples, de fácil transposição de escala e cuja realização em condições assépticas garante a esterilidade final do produto.

  • Em linhas gerais o polímero é dissolvido em solvente volátil em água, como CHCl3 ou CH2Cl2. Se dispersa em água por emulsificação com temnsoativo apropriado.

Algumas revisões: Couvreur et al. Eur. J. Pharm. 41, 2 (1995); Alonso. Nanoparticulate drug

carrier technology. In Cohgen (Ed). Microparticuate Systems for the delivery of proteins and

Vaccines. M. Dekkrt, N.Y. 2996, p. 203; Soppomath et al., J. Control. Rel. 70, 1 (2001).


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

  • MÉTODOS MAIS IMPORTANTES DE

  • PREPARAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS

  • Maria I. Rê e M.F.A. Rodrigues-IPT-2004

  • 1-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO/EVAPORAÇÃO DE SOLVENTE

  • FASE AQUOSA

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico

  • Homogenizaçào Polímero

  • Sonicação Agente ativo

  • EMULSÃO

  • Óleo em água

  • Extração do solvente

  • Evaporação do solvente

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Sanchez et al. Int. J. Pharm. 99, 263

(1993); Zambaux et al. J. Control.

Rel. 50, 31 (1998); Verrechia et al.,

J. Biom. Mater. Res. 27, 1019 (1993)

Após a formação da nanoemulsão, o solvente

se difunde para a fase externa (extração para

a fase aquosa) até saturação da mesma. Com a

evaporação das moléculas do solvente que

atingem a interfase fase aquosa-ar, reestabelece-se

o gradiente de concentração, ou seja, a força motriz

para a difusão do solvente orgânico das nanogotas para

a fase aquosa. Ao ser eliminado o solvente, o polímero

precipita levando a formação das nanoesferas.


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PREPARAÇÃO

Evaporação de solvente modificado(nanoesferas).

2 solventes solúveis entre si(um é não-solvente para o polímero)

SEI, 22.000x, 20 kV, topografia

Laboratório - Preparação: 10% (surfatante), 0,8% (polímero), 40%etanol/acetona

SEI, 2.300 x, 20 kV, topografia


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APLICAÇÃO

1- Formação de nanoesferas para substâncias lipofílicas. Este método

tem sido modificado para uma emulsão múltipla do tipo água/óleo/água.

2- Limitações: a) Emulsão óleo/água deve ter uma fase dispersa (óleo)

bastante fina e homogênea (requer bastante tensoativo e técnicas de

agitação elevada). b) Solventes orgânicos (clorados) e tensoativos usados

(álcool polivinílico, p.ex.) não são compatíveis com aplicações biológicas.

3- Alternativas: Uso de tensoativos como albumina de soro humano.

4- Propriedades otimizadas: diâmetro médio e distribuição de tamanho;

re-suspensão num veículo aquoso sem agregação; teor de fármaco; taxa

de liberação, taxa de degradação; esterilidade; apirogenecidade; e teor de

solvente residual.

5- Variáveis: Volume da fase aquosa para a fase orgânica; concentração

do polímero na fase orgânica; concentração do fármaco na fase orgânica;

presença de tensoativo em ambas fases (orgânica e aquosa); solubilidade

do fármaco na fase aquosa (nível de saturação); método e velocidade de

agitação.


2 m todo de emulsifica o espont nea difus o de solvente

-2-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO ESPONTÂNEA/DIFUSÃO DE SOLVENTE

(Niwa et al. J. Pharm. Biopharm. 25, 89 91993).

Um solvente miscível em água (acetona, etanol ou

metanol) é misturado ao solvente immiscível (CHCl3,

ou CH2Cl2). A difusão espontânea do solvente miscívil

no meio aquoso cria uma turbulência interfacial entre

as duas fases levando a formação de partículas menores.

Fase aquosa

Fase

orgânica

Difusão rápida do

solvente miscível

com água

Nanopartículas

Quanto maior a proporção do solvente miscívil na mistura

menores as partículas formadas.


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  • 3-MÉTODO DE NANOPRECIPITAÇÃO

  • FASE AQUOSA

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico Solvente orgânico

  • Óleo Polímero

  • Polímero Agente ativo

  • Agente ativo

  • Agitação

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Envolve o uso de um solvente orgânico que é completamente solúvel na fase

aquosa externa consequentemente a extração e a evaporação do solvente

não são nescesárias para a precipitação do polímero.

p.ex. acetona

nanoesferas

nanocapsulas

Fessi et al. Eur Pat. 0275796 B1 (1987).


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Metodo – Encapsulação de agente ativo

“Nanoprecipitação” – método de deslocação de solvente

1,2% PLURONIC (1)3% (PLGA / acetona) + 4 mg de agente ativo (2)(2) colocado em (1)


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PLGA nanoesferas – Encapsulamento de violaceina

PLGA-PLURONIC-PVA system


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

  • 4-MÉTODO DE SALTING-0UT

  • FASE ORGÂNICA

  • Solvente orgânico

  • Polímero

  • Agente ativo

  • FASE AQUOSA

  • (sal)

  • Água destilada

  • Agitação Tensoativo (PVA)

  • EMULSÃO

  • Água em óleo

  • Água destilada

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Esta é baseada na formação de uma emulsão pela incorporação, sob agitação, de uma

solução aquosa saturada de alcool polivinílico (PVA) em uma solução de polímero dissolvido

em acetona. O PVA tem o papel de estabilizar a dispersão. Aqui a miscibilidade das duas

fases é impossibilitada pela saturação da fase aquosa com PVA. A precipitação do polímero

ocorre quando uma quantidade

adicional de água é adicionada

permitindo então a difusão

da acetona para a fase aquosa.

Este método é adequado quando

ativo e polímeros são solúveis em solventes

polares como acetona ou etanol.

Ibrahim et al. Int. J. Pharm.

87, 239 (1992); Allemann et

al., Int. J. Pharm. 87, 247 (1992).


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  • 5-MÉTODO DE EMULSIFICAÇÃO/DIFUSÃO DE SOLVENTE

  • FASE AQUOSA (saturada em solvente orgânico)

  • Água destilada

  • Tensoativo

  • FASE ORGÂNICA

  • (saturada em água)

  • Agitação Solvente orgânico

  • Polímero

  • Agente ativo

  • EMULSÃO

  • Óleo em água

  • Água destilada

  • SUSPENSÃO DE NANOPARTÍCULAS

Envolve o uso de um solvente parcialmente miscível em água, que é previamente saturado

em água para garantir o equilíbrio termodinâmico inicial de ambas as fases. A precipitação

Ocorre quando uma quantidade adicional de água é adicionado ao sistema, permitindo

então a difusão do solvente para a fase aquosa.

Leroux et al. Eur. J. Pharm.

Biopharm. 41, 14 (1995).

Quintanar-Guerreo et al.

Pharm Res. 15, 1056 (1998).

Formada a emulsão do tipo

óleo/água e o tensoativo é

adsorvido na superfície das

gotas da fase orgânica

dispersas na fase aquosa

A adição de água ao sistema

desestabiliza o estado de equilíbrio

e promove a difusão do solvente

na fase aquosa levando à formação

das nanopartículas


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VANTAGENS

Este método apresenta algumas vantagens sobre

o método de nanoprecipitação como a possibilidade

de controle do tamanho das nanopartículas. Estas

apresentam tamanhos superiores àquelas

preparadas por nanoprecipitação, normalmente

entre 250-600 nm, dependendo de vários

parâmetros como tipo e concentração do

tensoativo e do polímero, tempo e velocidade

de agitação.


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Métodos para a preparação de nanopartículas carregadas com fármacos convencionais

--------------------------------------------------------------

MétodoPolímeroFármacoTamanho(nm)

o/w PLA, PLA-b-PEG Lidocaine 247-817

o/w PLA-PEG-PLA Progesterone 193-335

o/w PLGA Dexamethasone109-155

o/w PEO-b-PBLA Doxorubicin 37

solv-disp PMLAiPr Halofantrin 150-160

solv-disp PMLAnHe Halofantrin 90-190

solv-disp PLGA Vancomycin 160-170

solv-disp PLGA Procaine Hydr. <210

solv-disp PCL, PLA, Nimodipine 81-132

PCL-co-PLA

o/w PEO-b-PCL Enalapril maleate 50

o/w PLA Lidocaine 115-123b

aPBLG = poly(g-benzyl L-glutamate); PBLA = poly(b-benzyl L-aspartate); PMLAiPr = poly(b-malic acid isopropil ester); PMLAnHe = poly(b-malic acid neohexil ester). b Dimension of unloaded particles.


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PREPARAÇÃO DE MICRO E NANOPARTICULAS CARREGADAS COM FÁRMACOS PROTEÍCOS.a

Método Polímero ProteinaTamanho (nm)

w/o/wPLGA L-asparaginase 196-226

w/o/wPLGA BSA ms

w/o/wPLGA BSA 100-200

w/o/wPLGA, PLA BSA ms

w/o/wPLGA/PLA blend BSA ms

w/o/wPLGA, PCL BSA 20-1000

w/o/wPLA Protein C230-340

w/o/wPLGA FITC-BSAms

FITC-HRP

w/o/wPLGA TRH 250-800

w/o/wPLGA IL-1a+BSAms

o/wPLGA Rism. porcinems

o/wBiod. polym. Peptides-

PLGA BSA 300-600

w/o/wPLGA rhBMPms

w/o/wPEG-PLGA BSA-

w/o/wPEG-co-PBT BSA ms

w/o/w PLGA-b-PEO BSA ms

ams = microsize; CP = coprecipitation; FITC-BSA = fluorescein isothiocyanate-labeled BSA; FITC-HRP = fluorescein isothiocyanate-labeled horseradish peroxidase; IL-1a = recombinant human interleukin-1a; rhBMP = recombinant human bone morphogenetic protein-2


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Spontaneous emulsification solvent diffusion (SESD) method


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METODOLOGIA

No método original SESD, PLGA é dissolvido na mistura de solventes orgânicos consistindo em diclorometano e acetona, que são os solventes orgânicos menos miscíveis em água e um solúvel livremente em água, respectivamente. A solução polimérica obtida acima é lentamente vertida no emulsificante contida na fase aquosa com agitação mecânica. As nanopartículas são formadas via dos seguintes passos: quando a solução polimérica é agregada, gotículas do emulsificante são formadas na fase aquosa; acetona rapidamente difunde para fora de cada gotícula de emulsificante, reduzindo drasticamente seu tamanho a ordem-nano e consequentemente processo de evaporação do solvente, no qual o diclorometano remanescente é removido do sistema, fazendo que as gotículas solidifiquem para finalmente formar as nanopartículas poliméricas.


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COMENTÁRIOS

Este processo parece bastante razoável, baseado num fenômeno físico-químico interessante. Entretanto, devido a quantidade considerável de diclorometano residual, as partículas tendem a se agregar durante o processo de evaporação do solvente.

Logo, quando uma grande quantidade de solução polimérica é usada, a agregação não pode ser prevenida devido a que a probabilidade de colisão entre partículas na fase aquosa poderia aumentar. Alem disto, o processo de recuperação e purificação no método SESD original deverá ser melhorado, já que a ultra-centrifugação ( 156200 x g, 1 h) é inaceitável para processos industriais em grande escala de produção. Também que se evitar o uso de solventes clorados tais como diclorometano devido a sua toxicidade.


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No processo modificado-SESD, a mistura de dois solventes orgânicos miscíveis em água, tais como etano:acetona ou metanol:acetona foram empregados em vez de usar a mistura de diclorometano e acetona. Esta alteração previne a agregação de partículas ainda em condições de alta quantidade de solução do polímero, resultando na melhora do rendimento aceitável para propósitos industriais. Esta alteração também permite alguma vantagens adicionais; por exemplo o uso de solventes tóxicos como o diclorometano o processo de purificação e recuperação podem ser simplificados usando ultrafiltração para omitir processos de evaporação do solvente; e nanopartículas uniformes podem ser obtidas sempre por agitação suave.


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Figura 2. Efeito de quantidade adicionada de PLGA sobre o

rendimento de nanopartículas. (●) método modificado SESD

(Etanol:acetonas 4:6); (O)SESD original (DCM:acetona 4:96)

Figura 3. Efeito da concentração de PLGA no rendimento

de nanopartículas preparadas por etanol:acetona 4:6.


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Tabela 1. Diametro e polidispersidade de nanopartículas de PLGA preparadas

pelo método modificado-SESD.


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Tabela 2. Diâmetro médio e PVA residual nas

nanopartículas de PLGA após lavagem e

ultrafiltração

Figura 3. Efeito da concentração de PVA

no rendimento da nanopatícula preparada

por etanol:acetona 4:6. PLGA 8%.


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Galindo-Rodriguez et al. Pharm. Res. 21, 1428 (2004)


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Preparação de nanopartículas

Salting-out. Tipicamente, 50 g de solução aquosa de cloreto de magnésio hexahidratado (30,4%, p/p) e PVAL (5- 21%, p/p) são agregados sob agitação mecânica a 30 g de fase orgânica contendo 9,0% (p/p) de E L100-55 (polímero eudragit) em acetona. A agitação foi mantida a 2000 rpm por 15 min. Após emulsificação, 50 g de água pura foram adicionados para induzir a difusão do solvente orgânico na água e a formação das nanopartículas.

Emulsificação-Difusão. Para este método, 30 g de uma solução aquosa de PVAL (7–21%, p/p) foi adicionado sob agitação a 21 g de uma solução orgânica de polímero em álcool benzílico (14.3%, p/p). A emulsificação resultante o/w foi agitada continuamente a 2000 rpm por 15 min, e logo, 660 g de água foram introduzidos para permitir a difusão do solvente orgânico para a água. levando a formação das nanopartículas.

Nanoprecipitação. A fase orgânica foi preparada por dissolver E L100-55 (360–810 mg) em 25 ml de solvente orgânico (acetona, dimetil sulfoxido, álcool isopropílico, etanol, ou lactato de etila). A solução orgânica foi adicionada na fase aquosa (50 ml) contendo PVAL (0.4%, p/p) e agitada magneticamente.


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Tabela 1. Influencia da

concentração de PVA na

fase aquosa no tamanho

da nanoparticula

preparada por salting-

out e emulsificação-

difussão


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Para copolímero como PVA na interfase da gotícula, além da redução da tensão interfacial outro citério de estabilização inclui: (1) coberta total da gota, (2) uma forte fixação na interfase, (3) formação de um filme grosso e (4) uma conformação ótima das cadeias do polímero na fase externa. Estes fenômenos tem sido pesquisados para o PVA na interfase solvente orgânico/água. De fato, dois importantes conclusões foram concluídos destes estudos: (i) interpenetração é o mecanismo proposto para explicar a ligação do PVA na interfase da gotícula da emulsão, e(ii) a forte interação do PVA na interfase leva a uma adsorção irreversível do PVA na superfície da nanopartícula. Dados dp PVA residual na nanopartícula, que estão presente, demonstram a presença de PVA não- removivel na nanopartícula. Isto sugere que PVA-E L100-55 interpenetração deveria ocorrer na interfase da gotícula durante a emulsificação (Figura 2). Logo, é assumido que o pacote de cadeias compactada resultam desde uma interpenetração levando a formação de filmes rígidos na interfase da gotícula que resiste cortes e confere estabilidade mecânica para as gotículas da emulsão durante a emulsificação.


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Tabela II mostra os valores solvente-água que aumentam na seguinte ordem: etanol < dimetil sulfoxido < álcool isopropilico < etillactato < acetona. Comparando a mesma concentração de polímero (p.ex. 14.4 mg/ml), o tamanho médio da NP preparado usando estes solventes aumenta quase na mesma ordem: etanol < dimetil sulfoxido <álcool isopropil < acetona < etillactato. Etanol, mostrando o valor menor (27.0 MPa1/2), produz a menor NP. Inversamente, acetona, com o valor mais alto (34.4 MPa1/2), deu a NP com o tamanho médio maior. Em geral, esta primeira aproximação sugere que a afininidade solvente-água, correspondendo ao menor valor solvente-água, poderia melhorar a difusão do solvente na fase aquosa externa e logo permitir obter a menor NP.


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CONCLUSIONS

Os tamanhos por salting-out (123–710 nm) e emulsificação-difusão (108–715 nm) foram maiores que os de nanoprecipitação (147–245 nm). Para os método o tamanho das naniopartículas foram associados as propriedades físico-químicas do solvente e da fase aquosa usadas para suas preparações. Tanto para salting-out como para emulsificação-difusão a nanoemulsão formada foi analisada por MEV e o papel do PVA como emulsificante durante o processo de emulsificação foi amplamente descrito (teoria de emulsificação). Vários mecanismos de estabilização fora, envolvidos: (i) na interfase da gotícula na cadeia polimérica pode não somente reduzir a tensão superficial mas também induzir uma estabilização mecânica como estérica, e (ii) na centro da solução as cadeias de PVA podem aumentar a viscosidade da fase externa induzindo uma estabilização hidrodinâmica. As características do solvente como solubilidade e parâmetros de interação foram considerados para relacionar as propriedades do solvente na formação das nanopartículas (fenômeno de difusão dirigida)(diffusion-stranding phenomenon). Em geral, estas foram encontrada proporcionais a o tamanho das nanopartículas. de outra maneira, usando E L100-55 como polímero, solventes com um  (interação de solvente-água) ≈ 11 (ou Δ (solubilidade solvente-água) ≈ 27 MPa1/2) permitem nanopartículas com um faixa larga para obter tamanhos médios.


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Isto demonstra que interação de água com solvente e assim movimento de difusão do solvente, joga um papel importante na explicação da variação do tamanho das nanopartículas pelo método de nanoprecipitação. Finalmente, estes experimentos mostram não somente o papel de cada componente básico (solventes, polímeros, e sais) nas propriedades físico-químicas das fases aquosa e orgânica (viscosidade, tensão superficial e solubilidade), mas também o efeito de tais propriedades na formação das nanopartículas. Isto é importante já que este conhecimento é importante no controle racional de parâmetros ou variáveis que influenciam a formação das nanopartículas permitindo o desenho de nanopartículas com determinados tamanho, características especificas para alvos dirigidos para atingir células ou órgãos.


Aplica es e alvos dirigidos

APLICAÇÕESE ALVOS DIRIGIDOS


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MOLECULAR PHARMACEUTICS. 2, 373-383 (2005)

A função mais importante da transferina (Tf), uma glicoproteína encontrada abundantemente na sangue, é transportar ferro através da sangue a células através de receptores (TfR). Como os receptores TfR são sobre-expressados em tecidos malignos comparados com os normais, Tf é também pesquisado intensamente como ligante para fármacos com alvos dirigido.


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Formulação de NPs:

NPs contendo Tx foi preparada pelo método de emulsão-evaporação. Em breve: PLGA e Tx em cloroformio e logo emulsificado em 5% de PVA. A emulsificação foi feita na presença de um sonicador. Após agitação por 12 h e evaporação do solvente as NPs foram lavadas com água para eliminar o PVA e logo liofilizadas.


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Figure 3. Internação celular de nanopartículas com Tf-conjugado e não-conjugado em células MCF-7. Uma suspenssão de NPs (100 ug/mL) foi incubado com MCF-7 (5 x 104 células) por 1 h, as células foram lavadas e o nível de NPs na célula foi determinado por HPLC. Para determinar a competitividade na inibição de internalização das NPs-Tf conjugadas, um excesso de Tf livre (50 ug) foi adicionado ao médio antes de incubar as células com NPs de Tf-conjugado.


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Atividade anti-proliferativa do Tx ( ▄ ), Tx-NPs(●) e Tx-Tf-NPs (▲)


Reten o intracelular por fluorescencia confocal

RETENÇÃO INTRACELULARPORFLUORESCENCIA CONFOCAL


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MICROSCOPIA DE LASER CONFOCAL


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PCL/ microesferas de violaceina– Confocal Laser

Scanning Microscopy (CLSM)

Violaceina dispersa em matriz polimérica

Barra = 10 m

Durán e De Azevedo, 2005


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Microscopia Confocal: gel e nanopartículas

Nanoparticulas + violaceina

Matriz do gel

Gel+ nanoparticulas

(multitracking)

Duran e De Azevedo, 2005


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Retenção intracelular do Taxol (Tx) por flurescência confocal

fluoroforo: 6-cumarina


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

Conclusões

Foi demonstrado que a conjugação a Tf nas nanopartículas resulta em maior internação do fármaco na célula, sustentando uma retenção intracelular do fármaco e assim melhorar o efeito anti-proliferativo do agente antineoplásico encapsulado nas células cancerosas. Os dados com Tf-conjugado a NPs numa cultura celular resistente ao fármaco sugere que a resistência pode ser sobre passado por retenção intracelular do fármaco. É possível que a liberação do fármaco das NPs poderia influenciar ainda mais o efeito anti-proliferativo da formulação e isto poderia ser otimizado. Seria de interesse determinar como outros ligantes, tais como ácido fólico ou fator de crescimento epidermal, para os quais os receptores são sobre expressados na maioria das células cancerosas, seguindo sua conjugação a NPs influenciariam a retenção celular do fármaco e sua eficácia terapêutica.


Naparticulas polimericas prepara o e aplica o aula 4 qf 933 2008

AGRADECIMENTOS

REDE NANOTUB0S

DE CARBONO

CNPq/MCT

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