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PATOLOGIA II. CASO. Caso Clínico. Mulher de 56 anos, branca, brasileira. Paciente internada com dispnéia progressiva, perda de peso e queda do estado geral durante os últimos seis meses.

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Presentation Transcript

Caso cl nico
Caso Clínico

Mulher de 56 anos, branca, brasileira. Paciente internada com dispnéia progressiva, perda de peso e queda do estado geral durante os últimos seis meses.

Ao exame físico apresentava estado geral regular, hipocorada (+/4+). Sinais vitais: PA: 110x80mmHg, FR: 20irpm, FC: 110bpm. Tórax com expansibilidade diminuída, com murmúrio vesicular abolido nos dois terços inferiores do hemitórax direito e submacicez à percussão. A radiografia de tórax evidenciou velamento na base direita com aspecto de derrame pleural sem evidências de atelectasia.

Fez punção torácica sendo drenado líquido amarelo citrino (cor de urina clara).

Quatro semanas depois retornou ao Hospital com quadro similar e sendo constatada a recidiva do derrame.


Caso cl nico1
Caso Clínico

Abdomen tenso com aparente aumento de volume, com contratura voluntária, fígado palpável a cerca de 1cm do rebordo costal, de superfície aparentemente lisa. Foi palpada uma massa anexial uterina do lado direito. No exame ultrassonográfico transvaginal notou-se uma massa anexial sólida de 8 X 7 cm, de limites imprecisos no lado direito da pelve.

O CA 125 sérico estava elevado. Foi realizada uma laparotomia Com diagnóstico pré-operatório de carcinoma ovariano, a paciente foi submetida a laparotomia exploradora, que revelou um tumor ovariano. A biópsia de congelação mostrou um tumor fibroso formado por células fusiformes, de natureza benigna.

Realizou-se uma histerectomia total abdominal com salpingo-ooforectomia bilateral. Dois anos após a cirurgia a paciente encontrava-se assintomática e o CA 125 estava normal.


Quest es
Questões

  • Cite as situações nas quais os níveis de “CA 125" (CancerAntigen 125) estariam elevados.

  • A dosagem do CA 125 é útil para o rastreamento de neoplasia ovariana?

  • O derrame pleural, pelas características, seria um exsudato ou um transudato?

  • Qual é o mecanismo de formação do derrame neste caso?

  • A que se dá o nome de Quilotórax?

  • Qual é o mecanismo de formação do Quilotórax?

  • Um tumor com as características descritas pode corresponder a quais tumores?


S ndrome de meigs
Síndrome de Meigs

  • In 1954, Joe V. Meigs, then chief of the Gynecological Serviceat Massachusetts General Hospital, reviewed 122 cases of abdominalor pelvic lesions associated with ascites and hydrothorax andfound 84 cases of what became known as Meigs' syndrome.13 Hedescribed the syndrome as featuring a benign, solid ovariantumor with the gross appearance of a fibroma (e.g., an actualfibroma, a thecoma, or a granulosa-cell tumor) accompanied byascites and hydrothorax, in which removal of the tumor resultedin cure.


S ndrome de meigs1
Síndrome de Meigs

  • This syndrome occurs in association with only 1 to2 percent of fibromas.Since the original description by Meigs, ascites and hydrothoraxhave been reported in a variety of other gynecologic conditionsincluding fibroids,14 degenerative ovarian changes, mature cysticteratomas, and ovarian-hyperstimulation syndrome. These casesare usuallycalled "pseudo-Meigs' syndrome."


S ndrome de meigs2
Síndrome de Meigs

  • The main theory is that the transudation mechanism through the tumor surface exceeds the capacity for peritoneal reabsorption. Another mechanism implicates the congestion of the peritoneal lymphatic vessels and regional veins caused by the tumoral mass itself or vasoactive substances released by the tumor.1 It is thought that the occurrence of hydrothorax is secondary to the passage of ascitic fluid to the pleural space through the diaphragm or diaphragmatic lymphatic vessels, or alternatively because of congenital defects, which are more common on the right side.3

1 Abad A, Cazorla E, Ruiz F, et al. Meigs’ syndrome with elevated CA 125: case report and review of the literature. Eur J ObstetGynecolReprodBiol 1999;82(1):97-9.

3 Agranoff D, May D, Jameson C, Knowles GK. Pleural effusion and a pelvic mass. Postgrad Med J 1998;74(871):265-7.


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