Download
1 / 38

NO ES DE ARQUIV STICA E ORGANIZA O DE ARQUIVOS HIST RICOS AULA IV DESCRI O ARQUIV STICA - PowerPoint PPT Presentation


  • 117 Views
  • Uploaded on

NOÇÕES DE ARQUIVÍSTICA E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS HISTÓRICOS AULA IV DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA . CONCEPÇÃO: CACILDA MAESIMA – CDPH/DH/UEL EDSON JOSÉ HOLTZ LEME - CDPH /DH/UEL JOSÉ MIGUEL ARIAS NETO – DH/UEL. DESCRIÇÃO.

loader
I am the owner, or an agent authorized to act on behalf of the owner, of the copyrighted work described.
capcha
Download Presentation

PowerPoint Slideshow about 'NO ES DE ARQUIV STICA E ORGANIZA O DE ARQUIVOS HIST RICOS AULA IV DESCRI O ARQUIV STICA' - bond


An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
Presentation Transcript
No es de arquiv stica e organiza o de arquivos hist ricos aula iv descri o arquiv stica

NOÇÕES DE ARQUIVÍSTICA E ORGANIZAÇÃO DE ARQUIVOS HISTÓRICOSAULA IV DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA


Concep o cacilda maesima cdph dh uel edson jos holtz leme cdph dh uel jos miguel arias neto dh uel

CONCEPÇÃO: HISTÓRICOSCACILDA MAESIMA – CDPH/DH/UELEDSON JOSÉ HOLTZ LEME - CDPH /DH/UELJOSÉ MIGUEL ARIAS NETO – DH/UEL


Descri o

DESCRIÇÃO HISTÓRICOS

“Conjunto de procedimentos que leva em conta os elementos formais e de conteúdo dos documentos para a elaboração de instrumentos de pesquisa”.

(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005, p.67)


Instrumento de pesquisa
INSTRUMENTO DE PESQUISA HISTÓRICOS

“Obra de referência, publicada ou não, que identifica, localiza, resume ou transcreve, em diferentes graus e amplitudes, fundos, grupos, séries e peças documentais existentes num arquivo permanente, com a finalidade de controle e de acesso ao acervo.”

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996, p.45)


“Meio que permite a identificação, localização ou consulta a documentos ou a informações neles contidas. Expressão normalmente empregada em arquivos permanentes”.

(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005, p.108).

O processo da descrição consiste na elaboração de instrumentos de pesquisa que possibilitem um encontro satisfatório entre o documento e o pesquisador/usuário.


Tipos de instrumentos de pesquisa

TIPOS DE consulta a documentos ou a informações neles contidas. Expressão normalmente empregada em arquivos permanentes”.INSTRUMENTOS DE PESQUISA

Guias;

Inventários;

Catálogos;

Catálogo seletivo;

Índices.


GUIA consulta a documentos ou a informações neles contidas. Expressão normalmente empregada em arquivos permanentes”.

“Instrumento de pesquisa que oferece informações gerais sobre fundos e coleções existentes em um ou mais arquivos”.

(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005, p.102)


“...tem por finalidade dar uma visão de conjunto dos serviços de arquivo de modo a permitir ao pesquisador saber quais são seus recursos, a natureza e o interesse dos fundos que ele abriga, os instrumentos de pesquisa de que dispõe, quais as fontes complementares”.

(Bellotto, 1991)


Invent rio

INVENTÁRIO serviços de arquivo de modo a permitir ao pesquisador saber quais são seus recursos, a natureza e o interesse dos fundos que ele abriga, os instrumentos de pesquisa de que dispõe, quais as fontes complementares”.

“Instrumento de pesquisa em que a descrição exaustiva ou parcial de um fundo ou de uma ou mais de suas subdivisões toma por unidade a série, respeitada ou não a ordem da classificação”

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


“...são, pela ordem hierárquica dos níveis de classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

(Ancona Lopes, 2000)


Cat logo

CATÁLOGO classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

“Instrumento de pesquisa em que a descrição exaustiva ou parcial de um fundo ou de uma ou mais de suas subdivisões toma por unidade a peça documental, respeitada ou não a ordem de classificação”.

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


Cat logo seletivo

CATÁLOGO SELETIVO classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

“Catálogo que toma por unidade documentos previamente selecionados, pertencentes a um ou mais fundos ou arquivos, segundo um critério temático”.

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


Ndice

ÍNDICE classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

“Relação sistemática de nomes de pessoas, lugares, assuntos ou datas contidos em documentos ou em instrumentos de pesquisa, acompanhados das referências para sua localização”.

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


Cat logos e ndices

CATÁLOGOS E ÍNDICES classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

“... Constituem-se em instrumentos voltados para a localização específica de unidades documentais. O catálogo dará continuidade à descrição da série iniciada com o inventário, detendo-se, agora, em cada documento, respeitando ou não a ordenação destes dentro da série.”

(Ancona Lopes, 2000)


Rela o de cada tipo de ip e o n vel da descri o
RELAÇÃO DE CADA TIPO DE IP classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”E O NÍVEL DA DESCRIÇÃO


Descri o multin vel
DESCRIÇÃO MULTINÍVEL classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

“Descrição que, levando em consideração a estrutura de organização de um acervo, permite a recuperação das informações dos documentos que o integram em diferentes níveis, do mais genérico ao mais específico, estabelecendo relações verticais e horizontais entre eles.”

(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005, p.67)


Isad g international standard archival description general

ISAD(G) classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”INTERNATIONAL STANDARD ARCHIVAL DESCRIPTION (GENERAL)

Propõe padronizar a descrição arquivística a partir de uma estruturação multinível, isto é: do geral ao particular, inserindo cada item da descrição na estrutura geral do fundo de arquivo, em uma relação hierárquica.

(Ancona Lopes, 2000)


Sistema multin vel

SISTEMA MULTINÍVEL classificação, os instrumentos de pesquisa que se seguem ao guia. Eles buscarão dar um quadro sumário de um ou mais fundos ou coleções. O objetivo é descrever as atividades de cada titular, as séries integrantes, o volume de documentos, as datas-limite e os critérios de classificação e ordenação.”

Permite descrever unidades ou conjuntos documentais sem o risco de perda de sua relação orgânica com o fundo do qual faz parte, desde que sua classificação obedeça ao princípio da proveniência.


“... por pretender ser internacional, aplicável a todos os tipos de materiais arquivísticos, utilizável tanto em sistemas manuais quanto automatizados de descrição, tem um alto grau de generalidade, definindo apenas a macroestrutura da descrição, deixando a definição quanto a procedimentos específicos para outras esferas de decisão, nacionais ou institucionais.”

(BRASIL. CONARQ, 2006, p.8)


Nobrade norma brasileira de descri o arquiv stica
NOBRADE os tipos de materiais arquivísticos, utilizável tanto em sistemas manuais quanto automatizados de descrição, tem um alto grau de generalidade, definindo apenas a macroestrutura da descrição, deixando a definição quanto a procedimentos específicos para outras esferas de decisão, nacionais ou institucionais.”NORMA BRASILEIRA DE DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA

Objetivo: “consiste na adaptação das normas internacionais à realidade brasileira, incorporando preocupações que o Comitê de Normas de Descrição do Conselho Internacional de Arquivos (CDS/CIA) considerava importantes, porém, de foro nacional.”

(BRASIL. CONARQ, 2006, p.9)


Estabelece, no Brasil, diretivas para a descrição de documentos arquivísticos, em consonância com as normas ISAD(G) e ISAAR(CPF), no intuito de facilitar o acesso e o intercâmbio de informações em nível nacional e internacional.

A NOBRADE é aplicável em todas as fases etárias do arquivo.

(BRASIL. CONARQ, 2006, p.10)


Pressupostos b sicos respeito aos fundos e a descri o multin vel
PRESSUPOSTOS BÁSICOS: documentos arquivísticos, em consonância com as normas ISAD(G) e ISAAR(CPF), no intuito de facilitar o acesso e o intercâmbio de informações em nível nacional e internacional.RESPEITO AOS FUNDOS E A DESCRIÇÃO MULTINÍVEL

Princípios adotados:

  • “Descrição do geral para o particular – com o objetivo de representar o contexto e a estrutura hierárquica do fundo e suas partes componentes;

  • Informação relevante para o nível de descrição – com o objetivo de representar com rigor o contexto e o conteúdo da unidade de descrição;”

    (BRASIL. CONARQ, 2006, p.10)


  • “Relação entre descrições – com o objetivo de explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;

  • Não repetição da informação – com o objetivo de evitar redundância de informação em descrições hierarquicamente relacionadas.”

    (BRASIL. CONARQ, 2006, p.11)


Estrutura
ESTRUTURA explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;

  • Área de identificação, onde se registra informação essencial para identificar a unidade de descrição;

  • Área de contextualização, onde se registra informação sobre a proveniência e custódia da unidade de descrição;

  • Área de conteúdo e estrutura, onde se registra informação sobre o assunto e a organização da unidade de descrição;

    (BRASIL. CONARQ, 2006, p.18)


  • Área de condições de acesso e uso explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;, onde se registra informação sobre o acesso à unidade de descrição;

  • Área de fontes relacionadas, onde se registra informação sobre outras fontes que têm importante relação com a unidade de descrição;

  • Área de notas, onde se registra informação sobre a unidade de descrição que não tenha lugar nas áreas anteriores;


  • Área de controle da descrição explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;, onde se registra informação sobre como, quando e por quem a descrição foi elaborada;

  • Área de pontos de acesso, onde se registra os termos selecionados para a localização e recuperação da unidade de descrição.


Cada elemento de descrição apresenta: explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;

  • Título;

  • Objetivo;

  • Regra(s) geral(is) aplicável(is);

  • Comentários, em que são fornecidas informações sobre a importância e o funcionamento do elemento de descrição;

  • Procedimentos, que detalham a(s) regra(s) geral(is);

  • Exemplos ilustrativos de maneiras de uso do elemento e de interpretação de sua(s) regra(s)


Elementos de descri o
ELEMENTOS DE DESCRIÇÃO explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;

Dos 28 elementos de descrição disponíveis, 7 são obrigatórios, a saber:

  • Código de referência;

  • Tìtulo;

  • Data(s);

  • Nível de descrição;

  • Dimensão e suporte;

  • Nome(s) do(s) produtor(es);

  • Condições de acesso (somente para descrições em níveis 0 e 1).


N vel de descri o
NÍVEL DE DESCRIÇÃO explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;


Nota o
NOTAÇÃO explicitar a posição da unidade de descrição na hierarquia;

“Identificação das unidades de arquivamento, feita através de números, letras ou combinação de números e letras, para permitir sua localização nos depósitos”.

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


“Código de identificação que permite a ordenação ou localização das unidades de arquivamento. Também chamado cota. Se em vigor e formulado de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística – ISAD(g), equivale a código de referência.”

(Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística, 2005, p.125)


Ex guia parcial do acervo do cdph
EX: GUIA PARCIAL DO ACERVO DO CDPH localização das unidades de arquivamento. Também chamado cota. Se em vigor e formulado de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística – ISAD(g), equivale a código de referência.”________________________________________

Cód. De Referência: BR CDPH ABRA

Título: Associação Brasileira de Reforma Agrária.

Data(s) crônicas: 1967-1997 (produção)

Nível de descrição: (1) Fundo

Dimensão e suporte: bibliográficos: 50,5 m; filmográficos: 2 fitas VHS; iconográficos: 140 cartazes, 16 slides; textuais: 18 m; tridimensionais: 1 objeto cerimonial.

Nome do Produtor: Associação Brasileira de Reforma Agrária.

Condições de acesso: Sem restrição de acesso.


Ex verbete n vel 5 item documental
EX: VERBETE localização das unidades de arquivamento. Também chamado cota. Se em vigor e formulado de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística – ISAD(g), equivale a código de referência.”NÍVEL (5) – ITEM DOCUMENTAL

Cód. de Referência: BR NA, RIO Q6.LEG.ADM, MGU. 1032/3

Título: Relação nominal dos presos políticos recolhidos à Fortaleza da Conceição, Niterói, por ordem do Ministro da Guerra.

Autor: Otávio Gonçalves da Silva

Destinatário: Bibiano Sérgio Macedo da Fontoura Costallat, Ministro da Guerra.

Data(s): [Rio de Janeiro – RJ] Data: 9/3/1984

Dimensão e suporte: 3f.; 3p. ms./avulso

(BRASIL. CONARQ, 2006, p.92)


An lise document ria
ANÁLISE DOCUMENTÁRIA localização das unidades de arquivamento. Também chamado cota. Se em vigor e formulado de acordo com a Norma Geral Internacional de Descrição Arquivística – ISAD(g), equivale a código de referência.”

É uma importante etapa do processo de descrição. Constitui-se num “conjunto de procedimentos efetuados com o fim de expressar o conteúdo de documentos, sob formas destinadas a facilitar a recuperação da informação”.

(CUNHA, 1987)


Na análise documentária identificamos dois tipos de representação:

  • Condensação intensiva do texto original, que evidencia a informação específica, particularizada.

    Ex: Resumos (síntese do documento original);


2. Linguagem documentária, que é um código comutador, cuja função é “a normalização das unidades significantes ou conceituais presentes no texto original, a partir de elementos que constituem, de alguma forma, uma condensação das áreas de assunto” (LARA, 1993), ou seja, normalizar a extração das palavras-chaves, dos descritores. Assim, não corre-se o risco de perder as informações, devido ao emprego desregrado de sinônimos, sem as respectivas remissivas e controle de vocabulário.

Ex: Tesauros, vocabulários controlados, etc.


Indexa o

INDEXAÇÃO cuja função é “a normalização das unidades significantes ou conceituais presentes no texto original, a partir de elementos que constituem, de alguma forma, uma condensação das áreas de assunto” (LARA, 1993), ou seja, normalizar a extração das palavras-chaves, dos descritores. Assim, não corre-se o risco de perder as informações, devido ao emprego desregrado de sinônimos, sem as respectivas remissivas e controle de vocabulário.

Processo pelo qual se relacionam de forma sistemática descritores ou palavras-chave que permitem a recuperação posterior do conteúdo de documentos e informações.

(Dicionário de Terminologia Arquivística, 1996)


ad