Epidemiologia das doen as periodontais
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 59

Epidemiologia das Doen ç as Periodontais PowerPoint PPT Presentation


  • 112 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

Epidemiologia das Doen ç as Periodontais. Gengiva Normal. Periodontite. Periodontite. Gengivite Sangramento a sondagem. Profundidade Cl í nica de Sondagem. Detec çã o apenas de bolsa periodontal. PCS. Periodonto sadio Periodontite. Perda de Inser çã o Cl í nica. JEC-MG. JEC-MG.

Download Presentation

Epidemiologia das Doen ç as Periodontais

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Epidemiologia das Doenças Periodontais


Gengiva Normal


Periodontite


Periodontite


GengiviteSangramento a sondagem


Profundidade Clínica de Sondagem

Detecção apenas

de bolsa periodontal

PCS


Periodonto sadio Periodontite


Perda de Inserção Clínica


JEC-MG

JEC-MG


O que aborda a epidemiologia das Doenças Periodontais?

  • A distribuição das doenças na população e também suas causas.


Vamos acompanhar a evolução dos estudos de doenças periodontais desde o século passado e, assim, tentar entender o que sabemos, ou o pouco que sabemos sobre essas doenças.


  • Na decada de 40-50 na Scandinavia , Waerhaug “fundava” uma escola, cujos alunos foram Löe, Lindhe, Ramfjord.

  • A escola preconizava o tratamento “da doença” através de raspagem e alisamento radicular”.


Para demonstrar cientificamente (empiricamente) o papel da placa bacteriana como agente etiológico da “doença periodontal”, o grupo desenvolveu o clássico experimento:

Gengivite Experimental em Humanos


Gengivite Experimental em Humanos

IG

11

10

09

08

07

06

05

04

03

02

01

0

20 15 10 5 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

Loe et all, 1965

 Dias sem higienização bucal

Dias de higienização bucal 


Paradigma

A periodontite se iniciava com inflamação gengival que atingia as estruturas de periodonto de suporte através da ação do biofilme inespecífico.


1950-1959

  • Índice Periodontal de Russell

    • Russell era um epidemiologista que aplicava seus conhecimentos técnicos aos estudos de odontologia.


Índice Periodontal de Russell

  • Considerava apenas aspectos visuais

    0 – genviva sadia

    1 – gengivite leve

    2 – gengivite

    6 – gengivite com bolsa avançada

    8 – periodontite avançada


Índice de Doenças Periodontais de Ramfjord (IPD)

  • Utilizava a medida de perda de inserção como parametro para a definição da periodontite.

  • Componente Gengival + Periodontal


IPD de Ramfjord

Componente Gengival

G0 – genviva sadia

G1 – gengivite leve a moderada

G2 – gengivite moderada a severa

G3 – gengivite com vermelhidão intensa, sangramento e ulceração


IPD de Ramfjord

  • Componente Periodontal

    4- Perda de inserção < = 3

    5- Perda de inserção 3 e < 6

    6 – Perda de inserção = 6


Os dentes de Ramfjord

Considerados representativos dadentição (sera?)

  • Superior

    16 , 21, 24

  • Inferior

    36, 41, 44


1970 - 1980

Foi uma época marcada por confusão, pois os conceitos formados na década passada estavam sendo derrubados rapidamente. O tratamento da doença, no entanto, não teve praticamente alterações.


Periodontite Experimental

  • Estudo de Lindhe et al , 1975, mostrou que nem toda gengivite evoluia para perdiodontite.

  • O estudo foi realizado em cães `beagle`, forcando-se o acúmulo de biofilme.


Desafio a Inespecificidade da Placa Bacteriana

  • Teoria da Placa Específica

    • Loesche , 1976


História Natural das Doenças Periodontais (1978 –2000)

  • Gengivite (11%)

  • Progressão moderada ( 81%)

  • Progressão rápida (8%)

Loe et al, 1989 – J Clin Periodontal


  • Ao mesmo tempo estudos comecavam a utilizar o Indice Periodontal Comunitário para Necessidades de Tratamento em levantamentos epidemiologicos, confirmando os achados dos estudos de Historia Natural das DP


Progressão da DP

“parece exitir períodos de progres-

são lenta e períodos nos quais o

processo de destruição se mostra

acelerado”

Goodson et all 1982


  • 22 pacientes 1 ano de observação

  • 88% sem alteração

  • 5% diminuição da profundidade

  • 7% aumento da profundidade


“Novos” Paradigmas

  • Nem toda gengivite se transforma em periodontite

  • Apenas uma pequena parte da população tem periodontite severa (cerca de 10%)

  • A periodontite tem caracter localizado, isto é, sítio especifica


Os fatores de risco daPeriodontite


“Marco Epidemiológico na Odontologia”

James D. Beck

Conferência

Risk Assessment in Dentistry - 1989


Fatores de Risco e Indicadores de Risco

  • Diabetes

  • Alcool

  • Carência de Cálcio

  • Osteoporose e Osteopenia

  • Idade

  • Biofilme

  • Raca/etnia

  • Fumo/tabaco

  • Fatores genéticos


Idade


Idade

  • Note que a periodontite aumenta com a idade, e se estabiliza após uma certa idade, resultando num plato. Isso se deve ao fato de que indivíduos com doença avançada perdem seus dentes e sobram apenas aqueles com melhor saúde bucal.


Placa Bacteriana

  • Actinobacillus actomycetemcomitans

  • Porphyromonas gingivalis

  • Bacteroides forsythus

  • Infecção de HPV – Papiloma virus

  • Infecção por Clamydia


Fatores Genéticos

  • Evidências de ocorrer em famílias

  • Estudo de Korman et all J Periodontol 1997

    • IL1-β

  • Estudo de Diehl - IL1-α J Periodontol 2001

    • IL-1 regula sistema de prostaglandinas e promove reabsorção óssea etc


Fatores Genéticos

  • Tai et all J Clin Periodontol 2002

    • IL-1 R (receptora)

  • Scarel-Caminaga et all J Clin Periodontol 2002

    • Polimorfismo ligado ao IL-2

      • Envolvido na ativação de celular B e “natural killers”


Fumo

  • Fumante primário

    • Aumentaria em cerca de 3 a 7 vezes a probabilidade de se aprensentar periodontite

  • Estudo do fumo secundário

    • Aumetaria em cerca de 2 a 3 vezes a probabilidade de se apresentar periodontite


Epidemia de Periodontite

Casos por 10.000

pessoas-ano

Hujoel 2003 Community Dent Oral Epid


Gênero e a Epidemia de Periodontite

Tendência Secular

Casos por 10.000

pessoas-ano

Hujoel 2003 Community Dent Oral Epid


Epidemia de Periodontite

Casos por 10.000

pessoas-ano

Hujoel 2003 Community Dent Oral Epid


“Raça”/etnia

  • Que os negros possuem mais doença periodontal que os brancos, pelo menos documentado pelos EUA é mais do que evidente. Porém a pergunta é se os indivíduos de pele escura –descendentes de africanos teriam realmente alguma maior susceptibilidade a periodontite ou seria apenas um reflexo posição socio-economica?


Levantamento do Estado de São Paulo, 1998

  • 35- 44 anos de idade

    Bolsa entre 4-5mm = 8.5%

    Bolsa > 6mm = 3.0%

  • 65-74 anos de idade

    • Bolsa entre 4-5mm = 3.7%

    • Bolsa > 6mm = 1.7%


Os fatores de risco da “Periodontite Juvenil” ou Periodontite de Progressão Rápida


Variação da Classificação

  • Periodontite Juvenil Localizada/Generalizada

  • Periodontite de Instalação Precoce (1989)

  • Periodontite de Progressão Rápida (1999)


Prevalência de “PJL”


Prevalência de PJL

  • Tinoco et all. Eur J Oral Sci 1989

    • Rio de Janeiro

    • Votorantin

    • Belo Horizonte

    • Prevalência de 0.3% (IC 99% 0.16 – 0.47)


Resultado do Levantamento do Estado de São Paulo - 1998

  • Aos 18 anos de idade

    Necessidade de Tratamento

    Bolsa entre 4-5mm = 1.4%

    Bolsa > 6mm = 0.1%

    • Quanto a perda de inserção o documento fornece dados apenas por sextantes. No entanto a variação em relação a sextantes e em torno de 1%.


O que parece se saber hoje sobre “PJL” ?

  • Atinge cerca de 1% da população

  • Parece se concentrar em alguns grupos populacionais (genético ou meio ambiente)

  • Em alguns locais esta associado ao Aa em 80%.

  • Parece haver cepas mais agressivas de Aa que estariam associadas a PJL.


Associação da Periodontite e Doenças Sistêmicas

  • Doenças cardiovasculares

  • Baixo peso ao nascer/ RCIU/pretermo

  • Doenças pulmonares


  • Até o momento, abril de 2008, nenhuma evidência causal existe entre doença periodontal (periodontite) e doenças sistêmicas. O fato de periodontite levar especificamente a endocardite é outra história, porque é um foco infeccioso em possivelmente placas ja existentes no coração.

  • A melhor hipótese até o momento, é que periodontite e outras doenças têm mesma origem inflamatória.


Periodontite e Doença Cardio-vasculares

  • Extração dentária e diminuição de marcadores. Taylor et al. J Dent Res,2006

    • Quase experimento


Taylor et al. J Dent Res,2006


Periodontite e Doença Cardio-vasculares

Spahr et al, Arch Inter Med, 2006


Spahr et al, Arch Inter Med, 2006


Hujoel et al Eur J Oral Science 2006


IMPORTANTE!


IMPORTANTE!

  • Cuidados são necessários antes de se iniciar intervenções como clinical trials para reduzir o risco de baixo peso na ausência de consistente evidência epidemiológica em não fumantes.

  • Atenção inadequada ao fumo como potencial fator de confusão levou a vários estudos randomizado de atibioticoterapia e doença cardiovascular ou vitaminas e câncer de pulmão que não apenas mostraram ineficazes como tambem levaram a danos como no caso da ingestão de beta-caroteno é deletéria para fumantes.


  • Klebanoff et all 2001 – falta de efeito do metronidazol em previnir prematuros.

  • Metronidazol não é efetivo para infecções de clamydia e pode aumentar a infecção!


  • Login