Produtosestéreis:
This presentation is the property of its rightful owner.
Sponsored Links
1 / 86

Produtosestéreis: S ão formas farmacêuticas isentas de microorganismos viáveis. PowerPoint PPT Presentation


  • 114 Views
  • Uploaded on
  • Presentation posted in: General

Produtosestéreis: S ão formas farmacêuticas isentas de microorganismos viáveis. Todos os componentes e processosenvolvidos no preparo devem ocorrer de modo a eliminar contaminações.

Download Presentation

Produtosestéreis: S ão formas farmacêuticas isentas de microorganismos viáveis.

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Produtosestéreis:

São formasfarmacêuticas isentasde microorganismos viáveis.

Todos oscomponenteseprocessosenvolvidosno preparo devem ocorrer de modo a eliminar contaminações.

„Parenterais(Injetáveis):Soluções(SPGV e SPPV), emulsões, suspensões, pós estéreis, pós liofilizados.

„ Preparaçõesoftálmicas: Soluções e suspensões (Colírios), Semi-sólidos (Pomadas e emulsões). Partículas < 10µm

„ Implantes: Sólidos


Col rios

Colírios

Luiz Fernando Chiavegatto


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Definição:

Medicamentos aplicados nos olhos para produzirem efeitos localizados sobre a superfície ou em seu interior.

Tipos:

  • Soluções Aquosas

  • Suspensões

  • Pomadas

  • Implantes de liberação contínua


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Classificação

  • Gotas oftálmicas: Soluções aquosas ou oleosas ou suspensão para a instilação no saco conjuntival.

  • Loções oculares: Soluções aquosas para banho ocular nos 1os socorros e em casa.

  • Soluções para lentes de contato: Lubrificação, lavagem e hidratação.

  • Pomadas oftálmicas: Pomadas para a colocação no saco conjuntival ou aplicadas nas margens do olho.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Anátomo fisiologia

Córnea

  • Transparente

  • Não vascularizada

  • Regeneração rápida

  • Com enervação

  • Caráter anfifílico


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Conjuntiva

  • Fina membrana que recobre a esclera (parte branca do olho)

  • Mucosa que forma a junção entre as pálpebras e a córnea

  • Ricamente vascularizada

  • São duas folhas Reveste o interior das pálpebras;

    Branco dos olhos


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Absorção

  • Via transcorneana

  • Via conjuntival Pode levar a absorção sistêmica


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

PROCEDIMENTOS DE FABRICAÇÃO

Os seguintes fatores devem ser observados na manipulação de gotas oftálmicas:

a)Esterilidade

b)Partículas Estranhas

c)Tonicidade e pH

d)Concentração em PA

e)Viscosidade

f)Tensoativos


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

a)Esterilidade

Considerações:

As gotas oftálmicas contaminadas causam sérios danos.

Proteção Epitélio da córnea

Lágrimas (contém lisozima, enzima antibacteriana e levam contaminantes da superfície do olho para a cavidade nasal via duto lacrimal)

Se o epitélio da córnea estivar inteiro, as infecções são confinadas à conjuntiva.

Danos acidentais ou cirúrgicos tornam a córnea uma rota de invasão para o tecido não vascular que tem baixa resistência para ataque de microorganismo e portanto pode ser terrivelmente ulcerado


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

MO potencialmente perigosos:

  • Bactérias:Stafilococcus aureus ; Proteus vulgaris ; Bacillus subtilis ;

    Pseudomonas aeruginosa.

  • Fungos:Aspergilus fumigatus

  • Virus: Adenovirus

    Nota: O mais perigoso. Pode desenvolver-se em soluções salinas e em água destilada mal armazenada. Produz severa ulceração da córnea-perda da visão (produção de enzima de destruição da córnea)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Procedimento exigido

1.Esterilização final pelo calor

2. O uso de substância conservadora por se tratar de multidose

3. Filtração esterilizante - Filtros de acetato de celulose

4. Manipulação asséptica - Uso de fluxos laminares

A esterilidade é um procedimento

obrigatório e o mais importante em colírios


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Conservadores utilizados em colírios

  • Rapidamente efetivo frente a um largo espectro de bactérias (incluindo P. aeruginosa) e fungos a temperatura ambiente.

  • Fisiologicamente compatível com a mucosa não produzindo nem dor ou irritação.

  • Compatível com os medicamentos e outros excipientes tais como espessantes ou estabilizantes.

  • Estável durante a esterilização e estocagem

  • Solúvel. Evitar cristalização em baixa temperatura.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Conservadores sugeridos pela literatura:

  • Cloreto de benzalcônio a 0,01 %

  • é o mais utilizado

  • não é tóxico, não é irritante, não volátil e estável em solução

  • sua ação é rápida

  • deve ser associado ao quelante EDTA que aumenta a permeabilidade da membrana ao bactericida

  • É um composto catiônico e não pode ser usado com medicamentos aniônicos ( fluoresceína e sulfonamida)

  • também é incompatível com: Nitrato e salicilato (pilocarpina e fisostigmina)

  • É adsorvido e parcialmente inativado por suspensões de acetato de hidrocortisona.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Acetato de clorhexidine 0,01 % p/v

  • é um bactericida não irritante de baixa toxicidade

  • a toxicidade para Proteus e Pseudomonas é baixa mas pode aumentar na presença de EDTA

  • altíssima atividade é mostrada em pH neutro ou fracamente alcalino

  • sais pouco solúveis são formados com bicarbonatos, carbonatos, cloretos, citratos, fosfatos e sulfatos

  • nesta concentração ocorre a precipitação com sulfatos

    sulfato de atropina, neomicina, fisostigmina e zinco

  • O aquecimento causa lenta degradação para 1,4 cloroanilina (irritante). Este deve ser feito em temperaturas de 100 oC por 30’


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Hidroxibenzoatos

  • atividade bactericida baixa

  • nipagin 0,02 %

  • nipazol 0,01 %

  • Tiomersal - 0,01 %

  • baixa atividade

  • alta absorção pela borracha.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

b)Partículas Estranhas

  • O olho inflamado é muito sensível a partículas, pois causam desconforto e podem abrasar o epitélio córneo, facilitando a contaminação

  • As soluções oftálmicas serão clareadas para a remoção de fibras e outras partículas

  • A melhor filtração é obtida por filtração Milipore GS 0,22 u

  • Medicamentos em suspensão deverão estar em estado ultrafino (90% não deve exceder 5 u)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

c) Tonicidade e pH

  • Soluções com pressão osmótica e pH desfavoráveis podem causar dor e irritação

  • O fuido lacrimal é isosmótico com a solução a 0,9 % p/v de cloreto de sódio

  • A isotonia é um problema relativo pois o olho suporta variações na faixa de 0,5 a 2%.

  • A BPC ignora este procedimento em colírios.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Se a membrana semipermeável estiver separando soluções de concentrações diferentes, o solvente permeará, atravessará, a membrana na direção da solução menos concentrada.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

A pressão osmótica de uma solução relaciona-se com o número de partículas do soluto em solução. (para não eletrólitos como sacarose)

Se o soluto for um eletrólito (NaCl) o número de partículas que contribui para pressão osmótica dependerá da concentração das moléculas presentes e do grau de ionização

Quanto mais ionizada for à substância química, maior será o número de partículas em solução


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Hipotônica – Solução com pressão osmótica inferior a dos fluidos corporais ou a da solução de NaCl 0,9%.

Uma solução hipotônica induz a hemólise dos eritrócitos.

Hipertônica - Solução com pressão osmótica maior que a dos fluidos corporais

Uma solução hipertônica pode ocasionar crenação (plasmólise)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Propriedades coligativas – Conjunto de fenômenos físicos que dependem do número de partículas, moléculas ou íons dissolvidas num determinado volume de solvente

Pressão osmótica (x)

Abaixamento do ponto de congelamento ou abaixamento crioscópico (∆Tc)

Aumento do ponto de ebulição (∆Te)

Princípio : Qualquer solução que apresente as mesmas propriedades coligativas que os líquidos orgânicos (soro, líquido lacrimal, muco nasal) será isotônica com os mesmos.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Ajustamento da Tonicidade

1) Diminuição do ponto de congelamento ou abaixamento crioscópico.

Temp. de congelamento do plasma = - 0,52

“Toda substância com este valor de T

também é isotônica com a lágrima “.

Soluções hipotônicas tem um ponto de congelamento mais alto que a lágrima. Para ajustar teríamos que verificar a diferença.

Procaína HCl a 1% -  T = -0,122 oC

0,52 - 0,122= 0,398 oC Conc. de subst. necessária com este T

Cálculo: Sol a 1 % de NaCl = 0,58 oC

x = 0,398 x 1 / 0,58 = 0,69% x = 0,52- A / B

Fórmula de Lumière e Chevrotier


Calcular a quantidade de nacl para isotonisar o seguinte col rio

Calcular a quantidade de NaCl para isotonisar o seguinte colírio:

Colírio de Dexametasona

Fosfato de sódio e dexametasona.......0,02 g

Fosfato dissódico.................................0,03 g

Edetato dissódico................................0,001g

Agente isotonisante ........................... qs

Água destilada ......................qsp........10 mL


Dados

DADOS

Fosfato de sódio e dexametasona........ (∆Tc 1% = 0,095 )

Fosfato dissódico................................. (∆Tc 1% = 0,126 )

Edetato dissódico................................ (∆Tc 1% = 0,132 )


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Fosfato de sódio e dexametasona........0,02 g . 10 . 0,095 = 0,019

Fosfato dissódico.................................0,03 g . 10 . 0,126 = 0,0375

Edetato dissódico................................0,001g . 10 . 0,132 = 0,00132

0,019 + 0,0375 + 0,00132 = 0,05782

0,52 – 0,05782 =0,46218oC


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Calculo do Na Cl necessário para isotonizar o colírio

∆Tc 1% do NaCl = 0,576º

1 g NaCl................... 0,576º

x g ...........................0,46218º

x = 0,8 g (100 mL)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

2) Pelo Equivalente em Cloreto de Sódio

É o peso de NaCl que produzirá a mesma pressão

osmótica que uma unidade de peso da droga

Eq.NaCl p/ ác. bórico = 0,50

0,50 g de NaCl = 1 g de ác. bórico

Ex: EpinefrinaHCl .........................................2 g

Clorobutanol...........................................0,5 g

Cloreto de Sódio......................................q.s

Água destilada...............qsp.....................100ml

2 x 0,3 = 0,6 / 0,5 x 0,24 = 0,12

0,6 + 0,12 = 0,72 0,9 - 0,72 = 0,18g


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Ajustamento do pH

O pH de colírios pode ser ajustados por três razões

a) reduzir o desconforto

b) manter a estabilidade química

c) aumentar a resposta clínica

Soluções tampões de fosfatos isotônicos não são irritantes para a faixa entre 7.4 e 9.6

O líquido lacrimal corrige para 7,4 - 3,5 a 10,5 (s/sist.tam)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

d) Concentração em PA

  • Mecanismo de absorção por difusão passiva

    e) Viscosidade

  • agentes viscosos

  • viscosidade ideal = 25 a 55 cp

  • aumento do tempo de contacto = aumento da atividade

    i) Fabricação de lágrimas artificiais

    ii) Aumento da viscosidade da formulação


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

f) Tensoativos

  • Atividade microbiana dos agentes quaternários

  • poder molhante

  • não devem irritar – lágrimas

  • não iônicos são melhor tolerados ( tween 20)


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

POMADAS OFTÁLMICAS

„A base utilizada é, em geral, a vaselina branca

uma base solúvel em água(PEGs ou gomas).

Em geral mistura de vaselina sólida e líquida e, se necessário, adição de lanolina (miscível com água).

„ 

„

Em geral a base é esterilizada por calor seco e a formulaçãoé composta, assepticamente, com os fármacoestéril e os demais aditivos, também estéreis.

Fármaco insolúvel é dispersado na base finamente micronizado.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

O tempo de contato com o olho é 2 a 4 vezes maior do que a solução,

porém borram a visão.

Devem ser tixotrópicas

„Envasadasemtubosestéreispequenos(emgeral 3,5g)

metálicos ou plásticos com bico fino.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

SUSPENSÕES OFTÁLMICAS

Sólidos (microfinos - 10µm) são suspensos em veículo aquoso.

Ajustar a tonicidade com cloreto de sódio.

O veículo pode conter, agente de superfície, agente

antimicrobiano e de viscosidade.

Esterilização: O fármaco é esterilizado separadamente por calor seco (ou já é estéril). O veículo por autoclavação.

A fórmula é manipulada

em condições assépticas.


Solu es de aplica o nasal

SOLUÇÕES DE APLICAÇÃO NASAL

  • A mucosa NASAL é usada para AÇÃO TÓPICA

  • AÇÃO DESCONGESTIONANTE e DESINFETANTE

  • FÁRMACOS UTILIZADOS

  • Antibióticos

  • Sulfas

  • vasoconstritores


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Os formuladores devem ter em conta os métodos naturais de defesa das vias aéreas.

    • Mecanismo imunológico

    • Movimento dos cílios – eficazes para partículas superiores a 1 u. Os batimentos ciliares são feitos no seio de um filme de mucus que recobre toda a parede das vias aéreas. Este conjunto de cílios e mucus forma uma espécie de tapete que assegura a eliminação das partículas

      .

  • Movimentos ciliares importantes.

  • -


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Pode ser inibido por diversos fatores:

  • Irritações locais – Fumo, afecções virais ( gripe )

    , Reações alérgicas

Ph do muco - 7 – 8


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Formulações com pH variando entre 6 e 9 para evitar parada ciliar.

  • A osmolaridade deverá ser respeitada

  • Paradas reversíveis

  • Irreversíveis – uso de vasoconstritores – mucosa se atrofia – vasodilatação secundária permanente


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Veículos – Devem ser compatíveis com a fisiologia local : pH = 6 - 8 ; isotônicos; não mudar a viscosidade do muco; ser estéril.

  • Agentes conservantes - Bases de amônio quaternário ( cloreto de benzalcônio), clorobutanol


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Efeito dos fármacos sobre os cílios

  • Cloreto de sódio a 0,9 % - nenhum efeito

  • EDTA, Citratos, oxalatos – parada reversível do movimento ciliar

  • Propilenoglicol- perigo se aplicado não diluído

  • Álcool a 10 % em soro fisiológico – sem dano apreciável

  • Álcool e glicerina ( 4% e 4 % ) em soro- sem dano apreciável


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Óleos neutros vegetais – muito viscosos dificultam os movimentos dos cílios.

  • Nitrato de prata e sulfato de zinco – destroem os cílios.

  • Cânfora , timol, eucaliptol, mentol – menor que 0,1 % podem provocar problemas em especial o timol.

  • Tirotricina – param os movimentos ciliares

  • Atropina – diminuem a produção de muco

  • Agentes tensoativos não iônicos - são os melhores tolerados.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • VIA AURICULAR

  • Via que provoca menos problemas ; não tem contato com líquidos biológicos e não tem cílios.

  • É PRECISO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O ESTADO DOS TÍMPANOS-

  • Este pode estar mais ou menos lesado


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • AÇÃO PESQUISADA – USO LOCAL

  • Medicamentos normalmente utilizados: Antibióticos ; Antissépticos – Só ou associados ;

  • Corticóides e anestésicos locais

  • Dissolução do cerumem e a limpeza do duto auditivo


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

  • Glicerina

  • Propilenoglicol

  • surfactantes – polissorbatos

  • Óleos

  • Para gotas auriculares no caso da água temos interesses em aumentar a viscosidade (metilcelulose) e um molhante para facilitar o contato. Os solventes glicerina e propilenoglicol apresentam poder solvente mais extenso e por sua higroscopicidade facilitam as exudações.


Preparados parenterais injet veis

PREPARADOS PARENTERAIS INJETÁVEIS


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

DEFINIÇÃO

São soluções, suspensões, raramente emulsões e pós que, em condições estéreis, são aplicadas nas diversas vias parenterais.

CLASSIFICAÇÃO:

Segundo a via – Modificações tecnológicas dependendo da via a que se destina.

Segundo a forma – Soluções , suspensões , emulsões e pós. A tecnologia semelhante ao uso oral.

Segundo a natureza – Químico ou biológico


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

VANTAGENS : 

Permite a aplicação em um ponto desejável do organismo

Permite a alimentação do paciente

Dose exata, uniforme

Estéril

DESVANTAGENS :

Dor e mal estar acidental

Risco de acidentes ( overdose )

Custo elevado

Necessidade de terceiros


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

FLUXOGRAMA

PESADA DAS MATÉRIAS PRIMAS verificar exatidão das pesadas e medidas

DISSOLUÇÃO,SUSPENSÃO em água destilada isenta de pirogênio

OU EMULSIONAMENTO  acertar pH e isotonia em outros solventes

FILTRAÇÃO esterilização

DISTRIBUIÇÃO Por máquina

FECHAMENTO a fogo e por tampa de borracha

ESTERILIZAÇÃO

REVISÃO EMBALAGEM


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

VEÍCULOS

ÁGUA DESTILADA

uso de água recentemente destilada

VEÍCULO DE ESCOLHA:por ser solvente universal, ser de baixo custo e ser reconhecida pelo organismo.

Características da água para injeções :

BAIXO TEOR DE CO2 – pH próximo da neutralidade

AUSÊNCIA DE METAIS

AUSÊNCIA DE MATÉRIA ORGÂNICA

RELATIVA ESTERILIDADE


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Conservação por tempo superior a 24 horas

Manter em temperatura de 80°C em recipientes de vidro ou aço.

Manter em tanques em paralelo


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

OUTROS VEÍCULOS

Condições ideais :

Atóxico

Não irritante

Sem ação farmacológica

Sem sinergismo e antagonismo

Ser estável

Viscosidade ideal

Alto ponto de ebulição

Solubilidade na água e fluidos orgânicos

Elevado poder dissolvente


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Veículos miscíveis com a água

Álcool benzílico – conservador e bacteriostático – 1% a 4%

Propilenoglicol – dissolução de barbitúricos e vitamina D

Glicerina – usada c/ água e álcool por ser muito irritante


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

VEÍCULOS OLEOSOS

Glicérides de ácidos graxos

Ácidos com dupla ligação – Fluidez ác. comum – ác. oléico

 Óleos : oliva , girassol, milho, algodão etc...

Índice desaponificação que 200 – ác. de cadeias curtas– irritantes

( 185 – 200 )  que 185 – ác. de cadeias longas – duros

Índice deiodo 128 – muitas duplas – óleos secantes

( 79 – 128 )  79 - poucas duplas – baixa fluidez


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Definição

Composição Química

PIROGÊNIOS

São substâncias que quando injetadas por via endovenosa provocam febre

Fração tóxica é um lipídio que pode estar ligado a um polissacarídio e/ou a uma proteína e a um lipídio inerte.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Propriedades

São hidrossolúveis e arrastáveis pelo vapor d’água

Destruídos pelo calor

Passíveis de serem fixados por adsorção

Destruídos por agentes oxidantes

Destruídos por soluções alcalinas fortes (fosfato trissódico)


Mat ria prima ve culo material empregado forma o durante a execu o

Origem dos Pirogênios

Matéria prima

Veículo

Material empregado

Formação durante a execução


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Ensaio

A) Verificação da hipertermia em coelhos – verificação de febre

B) In Vitro – Lisado de cels. sanguíneas de um caranguejo


Lumulus poliphemus

Lumuluspoliphemus


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

DETERMINAÇÃO DE ENDOTOXINAS BACTERIANAS

Atualmente a determinação de endotoxinas bacterianas (fragmentos da parede celular de bactérias gram-) é feita in vitro utilizando na maioria dos casos a técnica do gel clot.

Esta técnica deve ser validada para cada produto (pelo menos 3 lotes)

Teste: 100μL da amostra à tubo contendo previamente 100 μL do reagente de LAL, incubação por 60min±2 à 37°C±1°C e posterior rotação do tubo em 180°: resultado positivo = formação de gel que não escorre do tubo após a inversão. O teste é pH dependente, é crítico que o pH da amostra esteja entre 6 e 8,0.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Conservadores

Recipientes de dose múltipla

Não ter garantia da esterilidade

Facilmente alteráveis pelo calor– redução da temperatura

ou do tempo

NÃO USAMOS CONSERVADORES

Incompatibilidade química

Via de administração

Volume injetado


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

EXIGÊNCIAS

Ser eficaz nas concentrações utilizadas

Ser compatível com a fórmula

Não ser tóxico

CONSERVADORES USADOS

Fenol a 0,5% / cresol a 0,3% / p-cloro-m- cresol a 0,1 % /

clorobutanol a 0,5%

Nipagin a 0,18% / nipazol a 0,02 % / timerosal a 0,01 % ( vacinas - RE/ANVISA 528/01).) /

álcool benzílico a 1 %

ABSORÇÃO DOS CONSERVADORES PELA BORRACHA


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

AJUSTADORES DE pH

Fosfato monossódico e dissódico - pH 5.4 a 8

Ác. Cítrico e citrato de sódio - pH 3 a 6

Ác. Acético e acetato de sódio – pH 3,6 a 5,6

Carbonato monossódico e carbonato dissódico pH 9,2 a 10,7

São usados para estabilizar uma solução contra a degradação que pode ocorrer se o pH muda apreciavelmente.

Devem ter uma capacidade tampão menor possível, para não perturbar os sistemas tampões do organismo.

Algumas vezes é necessário o uso de tampões isotônicos.


Isotonizantes mais usado cloreto de s dio processos utilizados para a determina o da isotonia

Abaixamento crioscópico

Fórmula de Lumière e Chevrotier

ISOTONIZANTES

MAIS USADO- cloreto de sódio

Processos utilizados para a determinação da isotonia

Método do equivalente em NaCl

Controle de isotonia com a ajuda de hemácias


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

ENCHIMENTO DE PÓS EXTEMPORÂNEOS

Razões do uso :

Impossibilidade de o produto ser estabilizado em solução ou suspensão em virtude de alterações várias. Melhor garantia de longa conservação no estado de pó.


M quinas para enchimento de p s

MÁQUINAS PARA ENCHIMENTO DE PÓS


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Liofilização: processonoqualaáguaéremovidadoProduto após o seu congelamento e submetida a vácuo, permitindo que o gelo (água) mude diretamente da fase sólida para vapor sem passar pela fase líquida.

Principal vantagem: melhorar estabilidade (produtos termolábeis ou instáveis em soluções aquosas).

Principais desvantagens: aumento do tempo de processo e do manuseio do produto; necessidade de uso de diluente estéril para reconstituição; custo e complexidade do equipamento.

Utilizada para desidratação de materiais e produtos sensíveis ao calor e de alto custo. Ex vacinas.


Liofilizadores

Liofilizadores


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

TECNOLOGIA – ESTERILIZAÇÃO

1. Pós solúveis e insolúveis com esterilização posterior

Calor seco - 120 oC a 150 oC

2. Pós solúveis e esterilização prévia

Óxido de etileno

Recristalização por solvente – álcool (secagem em ambiente estéril)

Dissolução em solventes voláteis – álcool, éter, clorofórmio etc.. Divisão do produto após filtração a vácuo = Seitz – evaporação em ambiente estéril.

Liofilização

3. Pós insolúveis com esterilização prévia

Procurar solvente onde o pó seja solúvel


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

SUSPENSÕES INJETÁVEIS

Objetivos:

1. Obter uma medicação de efeito prolongado por depósito no local da injeção.

2. Administrar um P.ª insolúvel no reduzido número de veículos injetáveis.

Os excipientes devem ser estáveis mesmo em armazenamento prolongado ou em altas temperaturas de esterilização

A Droga deve ser micronizada

Manipulação asséptica – Pó e Veículo esterilizados separadamente


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Tamanho das partículas – 0,1 a 5 

Uso de agentes molhantes – Tween 80 – não iônico

Uso de colóide protetor - CMC – conc. baixas não alterando a

viscosidade - TIXOTROPIA

Reduzir a velocidade de sedimentação facilitando a

ressuspensão por ligeira agitação


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

PLANEJAMENTO DE UMA FORMA INJETÁVEL

SOLUBILIDADE

Solubilidade em água a temperatura ambiente

Solubilidade em água a pH entre 4 e 9

Se é insolúvel – solubilidade em outros solventes e óleos ou dispersão com tensioativos ( HLB elevado – pseudossolução)

Suspensão – técnicas assépticas e excipientes adequados

Pós – Dessecados e liofilizados.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

ESTABILIDADE

Verificar sua estabilidade no envase definitivo após esterilização. Produto a 4ºC . T.A ( 25 º C ) . 60 º C – Isto a diferentes valores de pH.

Determinar parâmetros físicos – Cristalização a baixa temperatura, polimorfismo. Efeitos da luz natural e artificial.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

CONDIÇÕES EXTREMAS DURANTE 5 DIAS

1. Determinar os parâmetros químicos – Hidrólise, Oxidação

2. Se a droga é instável – Verificar estabilidade após liofilização

COMPATIBILIDADE

Determinar se existe incompatibilidade com os adjuvantes, conservadores, dextrose, cloreto de sódio, etc......

Determinar se existem incompatibilidades com os envases de vidro, plástico, tampas de borracha etc...


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

EXCIPIENTES ESPECIAIS

Necessidade de agente oxidante ou redutor

Uso de ampolas especiais

Troca de ar por gás inerte

CONSERVADORES

Observar via de introdução

Processo de esterilização pouco eficiente

Injetável multidose

Verificar incompatibilidades


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

AJUSTADOR DE pH

Observar via de introdução

pH ótimo de estabilidade

Compatibilidade com o sistema tampão

ISOTONIZANTE

Compatibilidade do isotonizante


Recipientes

RECIPIENTES

Vidros:

Classificação:Os vidros são classificados em 4 tipos, segundoa USP. Cada tipo deve responder a testes de limitesespecíficos de resistência química. (Resistência à liberação de óxidos).

Tipo I – maior resistência química (preferido para preparações estéreis);

Tipos II e III – podem ser usados desde que testes comprovemque o produto é estável em contato com estes tipos de vidro;

NP – NOT FOR PARENTERALS.


Tampas de borracha but licas

Tampas de Borracha (Butílicas)

São usados de vários ingredientes:

Borracha natural (látex);

um polímero sintético (ou combinação de ambos);

um agente vulcanizador (enxofre);

acelerador (como o 2-mercaptobenzotiazol);

um ativador (óxido de zinco);

enchimento (carvão preto ou pedra calcárea);

anti-oxidantee lubrificante.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Tampas de Borracha (Butílicas)

„As tampas de borracha devem´permitir sua esterilização, de preferência com vapor a pressão.

As tampas para osfrascos de múltipla-dosedevem


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

INSTALAÇÕES

As instalações devem ser planejadas para assegurar níveis mínimos de contaminantes, nas condições reais de operação.


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Requisitos gerais para a produção de estéreis

Produção em áreas limpas

Antecâmaras para entrada pessoale materiais

Áreas separadas para:

Preparo dos materiais:

Preparo do produto

Envase

Nível de limpeza

Ar filtrado


Produtos est reis s o formas farmac uticas isentas de microorganismos vi veis

Fontes de Contaminação: Mecanismos de Controle

Áreas Limpas

Áreas Controladas

Fluxo Unidirecional Classe 100

Capelas de Segurança Biológica

Isoladoras

Sistemas de Filtragem


  • Login