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Prescrição de Exercício Físico para IM e RM PowerPoint PPT Presentation


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Prescrição de Exercício Físico para IM e RM. www.metodomaisvida.com.br. PROF. WAGNER DANTAS [email protected] ETAPAS PARA A SOBREVIVÊNCIA . Suporte básico de vida para profissionais de saúde = BLS RCP/ Desfibrilação precoce/Atendimento avançado precoce

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Prescrição de Exercício Físico para IM e RM

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Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

Prescrição de Exercício Físico para IM e RM

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PROF. WAGNER DANTAS

[email protected]


Etapas para a sobreviv ncia

ETAPAS PARA A SOBREVIVÊNCIA

  • Suporte básico de vida para profissionais de saúde = BLS

  • RCP/ Desfibrilação precoce/Atendimento avançado precoce

  • Equipe Multiprofissional

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Plano de a o emergencial para pessoas com sinais de im

Plano de Ação Emergencial para pessoas com sinais de IM *

  • DC não diagnosticada

    - Reconhecer os sinais

    - Interromper as atividades

    - Esperar 5 minutos para ver se os sintomas persistem

  • DC diagnosticada

    - Reconhecer os sinais

    - Interromper as atividades

    - Tomar 1 cápsula de nitroglicerina de cada vez em intervalos de 3-5 mim, até 3 doses máximas

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Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

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Sinais de infarto do mioc rdio

SINAIS DE INFARTO DO MIOCÁRDIO *

  • Hiperventilação

  • Náuseas/ Vômitos

  • Sudorese

  • Fraqueza muscular generalizada

  • Alterações na FC ( taquicardia/fribrilação)

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Mulheres apresenta o cl nica do im

MULHERESApresentação Clínica do IM *

  • 50% das mulheres apresentam-se com quadro de angina pectoris

  • Dispnéia

  • Dor nas costas (entre as escápulas)

  • Náuseas/ Vômitos

  • Dor maxilar

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Angina pectoris e infarto do mioc rdio

Angina Pectoris e Infarto do Miocárdio *

Têm em comum a presença de doença cardiovascular isquêmica

Angina é causada por uma isquemia no miocárdio

Angina estável X Angina instável

- Infarto: dor de duração prolongada (20- 30 minutos)

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Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

ISQUEMIA

Diferença AV

O2

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Demanda

O2

Suprimento

O2

Distribuição

Reg miocárdio

Freqüência

Cardíaca

Fluxo sang

coronariano

Tensão

parede

RESUMO

Volume

ventricular

Resistência

Vasc coron

Pressão

aórtica

Pressão

VE


Testes realizados em hospital para determinar se um im

Testes realizados em hospital para determinar-se um IM

  • Eletrocardiograma

  • Exame de sangue

  • Cintilografia de perfusão miocárdica

  • Angiografia Coronária

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Cintilografia de perfus o mioc rdica

Cintilografia de Perfusão Miocárdica *

É um exame que avalia o fluxo sanguíneo pelas artérias que nutrem o coração (coronárias) e sua distribuição no músculo cardíaco. O exame é feito em duas etapas, uma etapa de repouso e outra de esforço, físico ou farmacológico, a critério médico. O material radioativo utilizado para fazer as imagens (SESTAMIBI-99mTc) não é contraste, não provoca reação, não é prejudicial à saúde e a exposição à radiação é muito pequena.


Cintilografia de perfus o mioc rdica como feito

Cintilografia de Perfusão Miocárdica: Como é feito? *

1ª etapa : REPOUSO!!

Após sua chegada à clínica, será feita uma entrevista médica e você será encaminhado para a sala de injeção. Uma pequena quantidade de material radioativo (traçador) será injetado na sua veia. Em seguida, é recomendado que aguarde em torno de 40 minutos a 1 hora para que o material se concentre satisfatoriamente no coração e o excesso seja eliminado pelo fígado e intestino. Para acelerar a eliminação, sugerimos também que o paciente se alimente. Isso melhora a qualidade da imagem. Após esse período, você vai ser encaminhado para a sala de exame e posicionado na maca onde permanecerá deitado por aproximadamente 15 minutos. Neste período o aparelho vai girar em sua volta.


Cintilografia de perfus o mioc rdica como feito1

Cintilografia de Perfusão Miocárdica: Como é feito? *

2ª etapa: EXERCÍCIO!!

Após o término da primeira etapa, você será encaminhado para realizar o teste ergométrico (esteira/bicicleta), acompanhado por um cardiologista. Inicia-se o exercício e no pico do esforço é injetada a segunda dose do mesmo traçador, numa veia previamente puncionada. Aproximadamente 1 hora após o término do teste ergométrico, será realizada a obtenção de novas imagens (o que chamamos de imagens de stress) no aparelho cintilográfico. Estas imagens também demoram em torno de 15 a 20 minutos para serem realizadas. Algumas pessoas não podem realizar exercício físico ou não conseguem atingir a freqüência cardíaca desejada. Nesses casos é feito o stress farmacológico, que consiste em injetar uma medicação (dipiridamol) na veia durante 4 minutos e em seguida, o traçador. Esta injeção simula o esforço físico.


Cintilografia de perfus o mioc rdica1

Cintilografia de Perfusão Miocárdica *


Angiografia coron ria

*

Angiografia Coronária

1-Tronco da Coronária Esquerda

      2-Ramo Descendente Anterior      3-Ramo Circunflexo      4-Ramo Diagonal      5-Ramo Marginal


Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

http://www.youtube.com/watch?v=zdOD5uvoRis&feature=related


Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

http://www.youtube.com/watch?v=MxM7FEgOAxs&NR=1


Indica o geral p s im

*

INDICAÇÃO GERAL PÓS IM

  • Atividade física

  • Controle dos fatores de risco

  • Antiplaquetário e nitratos

  • Beta-bloqueadores e estatinas

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Medicamentos mais utilizados

Medicamentos mais utilizados *

  • Nitratos: vasodilatadores coronarianos. Os efeitos farmacológicos e bioquímicos dos nitratos são idênticos aos do EDRF, que é o próprio óxido nítrico. Produzem relaxamento vascular em artérias e veias.

  • Isordil

  • Sorbitate

  • Monocordil

  • Nitrostat

  • Nitrolingual

  • Cincordil

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Endot lio

ENDOTÉLIO

Com os estudos de Furchgott e Zawadzki em 1980 demonstrou-se a importância do endotélio na alteração do tônus da célula muscular lisa vascular

Furchgott, R. F., and Zawadzki, J. V. (1980). The obligatory role of the endothelium in the relaxation of arterial smooth muscle by acetylcholine. Nature 288, 373-376.

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*

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Endot lio1

ENDOTÉLIO

NO:

  • Vasodilatação

  • Inibe a adesividade e migração de leucócitos;

  • Reduz a permeabilidade endotelial para lipoproteínas e macromoléculas

  • Inibe a proliferação e migração de CML

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  • O relaxamento (yoga e/ou alongamento melhora a vasodilatação em alunos com DAC?

  • Seu aluno começou o TF. Se ele interromper qual será o efeito na vasodilatação? Isso é dependente da modalidade de TF?


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TA

TR

COMB

CONTR

Vona M. et al., 2009. Circulation.; 119:1601-1608


Medicamentos mais utilizados1

Medicamentos mais utilizados *

  • Beta-bloqueadores: inibem os efeitos da estimulação adrenérgica, e consequentemente a FC, contratilidade miocárdica e o consumo de O2. Chamado de CARDIOPROTETOR farmacológico. São divididos em cardioseletivos e não-cardioseletivos.

  • Metoprolol

  • Propranolol

  • Atenolol

  • Carvedilol

  • Timolol

  • Tenoretic

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Antagonistas dos receptores

- adrenérgicos

Não seletivos (12)

Propranolol

Seletivos (1)

Atenolol

Metoprolol


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Propranolol

1

X

FC - DC - PA

NA

NA

1

X

exocitose

renina

X

2

Broncoconstrição

Vasoconstrição


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Atenolol

Metoprolol

1

X

FC - DC - PA

NA

NA

X

1

exocitose

renina


Resumo

Resumo ***

1 ) O ß-bloqueador foi feito para qual finalidade?

2) O O ß-bloqueador apresenta interferência na prescrição do exercício físico?


Medicamentos mais utilizados2

Medicamentos mais utilizados *

  • Inibidores da ECA: Promovem a remodelação ventricular, reduzindo a expansão do infarto, dilatação e hipertrofia ventricular.

  • Captopril (Capoten)

  • Enalapril (Vasotec)

  • Lisinopril (Zestril)

  • Benazepril (Lotensin)

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*

ANGIOTENSINOGÊNIO

RENINA

ANGIOTENSINA I

ECA / CININASE II

ANGIOTENSINA II

. Maior ANS

. Menor sensibilidade baroreflexa

. Maior liberação de vasopressina

. Maior liberação de catecolaminas

Secreção de aldosterona

Vasoconstrição

Maior Na+/ H20

Maior RVP


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*

A combinação do Treinamento Aeróbio com o Treinamento Resistido pode induzir remodelamento ventricular negativo?

CONCLUSÃO: O TR pode ser oferecido com segurança para pacientes com infarto do miocárdio recente e o TR não promoveu dilatação do VE durante 1 ano de seguimento. Diferente do que ocorre no exercício isométrico, o TR não promove um aumento desproporcional da FC e da PA sendo o duplo produto semelhante ao TA.

Schmid J. P. et al. Eur J Cardiovascular Prev Rehabil 15: 341-346 ., 2008


Medicamentos mais utilizados3

Medicamentos mais utilizados *

  • Estatinas: Têm estrutura esteróidal e inibem a enzima HMG-coA reductase (3-hidroxi-3-metil-glutaril-Coenzima A reductase), a enzima limitadora da formação de colesterol no fígado. A HMG-reductase também é importante na formação de lipoproteínas plasmáticas, sendo daí derivado os seus outros efeitos.

  • Atorvastatina (Liptor)

  • Lovastatina (Mevacor)

  • Sinvastatina (Zocor)

  • Rosuvastatina (Crestor)

  • Ezetimibe (Zeta e Vytorin)

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Medicamentos mais utilizados4

Medicamentos mais utilizados *

  • Antiplaquetário: são os fármacos usados para prevenir a formação de trombos sanguíneos.

  • Clopidogrel (Plavix)

  • Dipiridamol (Persantine)

  • Pentoxifilina (Trental)

  • Ticlopidina (Ticlid)

  • Warfarina (Coumadin)

  • Heparina

  • Marevan

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Quem pode e quem não pode fazer exercícios físicos na presença de Doença Cardiovascular Isquêmica?

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Estratifica o de risco para inclus o de pacientes na rcpm

Estratificação de Risco Para Inclusão de Pacientes na RCPM

  • ALTO

  • - Angina recorrente com altera-ções isquêmicas no segmento ST além das 24h seguintes a admissão hospitalar

  • - Sinais e sintomas de ICC

  • FEVE = 35%

  • Ectopias ventriculares complexas

  • Capacidade funcional = 5 METs em TE limitado por angina, infradesnível de segmento ST ou resposta inadequada da PA

  • Diminuição ou incapacidade de aumento da PAS durante esforço

  • Alterações isquêmicas persistentes no segmento ST e/ou angina durante exercício

BAIXO

- Capacidade Funcional = 7 METs

- Ausência de isquemia miocárdica em repouso ou no TE com intensidade < 6METs

- FEVE = 50%

- Ausência de ectopia ventricular significante após 3º dia pós-IAM

- Resposta adequada da PA ao esforço

- Capacidade de auto-monitorizar a intensidade com que se exercita

MODERADO

- Presença de isquemia miocárdica

- Depressão do segmento ST = 2 mm

- Anormalidades reversíveis, durante o exercício, na cintilografia miocárdica com tálio

- FEVE = 35-49%

- Ausência de ectopias ventriculares complexas

- Ausência de queda na PA durante o exercício


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Contra-indicações Absolutas *

  • Angina Instável

  • Tromboflebite

  • Embolia Recente

  • Infecção Sistêmica Aguda

  • Bloqueio AV de 3º grau(sem marcapasso)

  • Pericardite ou miocardite aguda

  • Arritmia não-controlada

  • Insuficiência ou estenose mitral ou aórtica graves sem tratamento

  • ICC descompensada

  • HAS descontrolada (PAS≥200mmHg, PAD≥110mmHg)

  • Depressão do segmento ST > 2mm

  • Problemas ortopédicos e neurológico graves

  • DM descontrolada

  • Doença sistêmica aguda ou febre de origem desconhecida

  • Outros problemas metabólicos descompensados

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Riscos associados ao exerc cio a import ncia do tf supervisionado

* Riscos Associados ao Exercício A Importância do TF Supervisionado

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Riscos associados ao exerc cio a import ncia do tf supervisionado1

* Riscos Associados ao Exercício A Importância do TF Supervisionado

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Riscos associados ao exerc cio a import ncia do tf supervisionado2

* Riscos Associados ao Exercício A Importância do TF Supervisionado

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Riscos associados ao exerc cio a import ncia do tf supervisionado3

Riscos Associados ao Exercício A Importância do TF Supervisionado

  • Incidência

    ~1/60.000 pessoa-horas( até 1/888.000 supervisionado)

  • Morte Súbita

    < 40 anos = doenças cardíaca congênita

    > 40 anos = doença arterial coronariana

  • Infarto do Miocárdio

    - 7x morte súbita

    - 20% ocorre logo após a cessação do exercício

    - Maior incidência na prática de exercício irregular (107x exercício regular)

    (AHA, 2001)

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Porque alunos com Doença Coronariana Isquêmica DEVEM fazer exercícios físicos?

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Aspectos econ micos

Aspectos Econômicos

  • Intervenção coronária percutânea(ICP) = R$ 16.000,00

  • RCPM = ~R$400,00(+ 4 anos de tratamento)

    Custo-efetividade de Intervenções terapêuticas/Vidas Salva por Ano(VSA)

  • Cirurgia de RM = U$ 26.579,00

  • Ativador de Plasminogênio Tecidual (t-PA) = U$35.275,00

  • Redução Lipídica (Sinvastatina) = U$ 9.630,00

  • RCPM = U$ 4.950,00

    (Carvalho et al, 2006)

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Comparando o TF com a ANGIO em termos de efetividade clinica. Quem sai na frente?


Grau de recomenda o n vel de evid ncia e nnt number need to treat

Coronariopatias, recomendação grau A, evidência de nível 1

Insuficiência Cardíaca, recomendação grau A, evidência de nível 1

Pneumonia Crônica, recomendação grau A, evidência de nível 1

HAS, recomendação grau A, evidência de nível 1

Doença arterial periférica, obesidade, diabete melito e pacientes com escore elevado de risco para doença cardiovascular, pulmonar e metabólica, recomendação grau A-B, evidência de nível 2-3

RCPM: NNT= 112-187 (Oldridge et al, 2002),

Betabloqueadores: NNT = 84 (Freeemantle et al, 1999)

Antiadesivo Paquetário: NNT = 306 (Antiplatelet Trialists´Collaboration, 1994)

Estatina (Sinvastatina): NNT = 164 (Scandinavian Simvastatin Survival Study,1994)

Estatina (Prevastatina): NNT = 197 (LIPID Study Group, 1998)

(Carvalho et al, 2006)

Grau de Recomendação, Nível de Evidência e NNT(Number Need to Treat)


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Preven o prim ria da dac pelo exerc cio f sico

*

Prevenção PRIMÁRIA da DAC pelo Exercício Físico

  • EFEITOS ANTIATEROGÊNICOS

    (FLETCHER GF, BALADY GJ, AMSTERDAM EA et al. AHA scientific statement. Exercise standards for exercise and training. Circulation. 2001; 104: 1694-1740) .

    O exercício regular possui efeito no grau de aterosclerose coronária e nos fatores de risco coronário que incluem: redução da adiposidade, redução da PAS e PAD, ↓ dos níveis de triglicérides, ↑ HDL e ↑ a sensibilidade à insulina. A maioria dos estudos demonstram que o exercício isolado acarreta discretas reduções no peso corporal( ~ 2 a 3 kg). Entretanto, a associação da dieta ao treinamento físico leva a reduções médias de 8,5 kg, afetando a gordura corporal. Pertinente ao efeito anti-aterosclerótico, a grande variabilidade no achados de estudos relacionando exercício físico e níveis de lipídios. DURSTINE e THOMPSON (2001) relatam:

  • os triglicerídeos plasmáticos diminuíram após TF

  • colesterol plasmático inalterado pelo TF

  • LDL algumas vezes diminuem pelo TF, mas, normalmente o TF não diminui

  • O HDL é modificado pelo TF. O TR não altera os níveis citados.


Preven o prim ria da dac pelo exerc cio f sico1

*

Prevenção PRIMÁRIA da DAC pelo Exercício Físico

  • EFEITOS ANTITROMBÓTICOS

    ( IMHOF A., KOENIG W. Exercise and Thrombosis, Cardiology Clinics. 2001: 3; 389-400)

    Os efeitos antitrombóticos pelo TF são bem estabelecidos na literatura. Tanto a resposta aguda como a crônica parece modular marcadores do sistema hemostático. A maioria das evidências atuais mostram uma considerável diminuição do fibrinogênio plasmático (alta correlação aterotrombose-fator de risco independente) associado com TF de alta intensidade, mas com trabalhos demonstrando com intensidade moderada. A viscosidade sanguínea diminui com o TF e aumenta na sessão aguda.


Preven o prim ria da dac pelo exerc cio f sico2

*

Prevenção PRIMÁRIA da DAC pelo Exercício Físico

  • EFEITOS NA FUNÇÃO ENDOTELIAL

    (HAMBRECHT R. et al. Regular Physical Activity improves endothelial function in patients with CAD by increasing the phosphorylation of endothelial nitric oxide synthase. Circulation. 2003: 107; 3152- 3158)

    Os efeitos do TF na função endotelial está relacionado: relaxamento das fibras musculares lisas, inibição da adesão e agregação plaquetária e células inflamatórias a superficie vascular, diminuição da apoptose endotelial e neutralização dos radicais livres (portanto, neutralizando ação inflamatória). Todos esses acontecimentos ocorrem por conta do shear stress via eNOS.


Preven o prim ria da dac pelo exerc cio f sico3

*

Prevenção PRIMÁRIA da DAC pelo Exercício Físico

  • EFEITOS ELETROFISIOLÓGICOS

    ( BUSCH NA et al. Mortality, cardiac vagal control and physical training: What’s the link?. Experimental Physiology. 2002: 87; 423-435)

    Sobre os efeitos eletrofísiológicos, o TF parace proteger individuos sadios e cardiopatas contra eventos cardiovasculares. Provavelmente, esse efeitos está relacionado com uma maior atividade vagal (relacionada com ANG II e eNOS). O aumento da atividade simpática parece estar relacionado com maior risco de morte súbita, principalmente em cardiopatas. A redução do tônus simpático e produção de catecolaminas reduz o risco de fibrilação ventricular.


Prescri o do tf para im e rm

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM

  • Resposta AGUDA no TR: Exercício Estático

    - Contração permanente da musculatura esquelética exercitada: ↑da pressão intramuscular e, portanto, ↑da compressão dos vasos arteriais da musculatura ativa.

    - A partir da intensidade de 15% da CVM já é possível verificar impedimento progressivo do fluxo sanguíneo muscular e, em intensidades superiores a 70% da CVM, ocorre oclusão vascular COMPLETA o que promove deficiência no fornecimento de O2 para o músculo ativo

    ( EDWARDS RHT e WILES CM. Energy exchange in human skeletal muscle during isometric contraction. Circulation Research. 1981: 48; 111).

    ( MIAYACHI M. et al. Unfavorable effectos of resistance training on central arterial compliance : A randomized intervention study. Circulation. 2004: 110; 2858-2863)

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Prescri o do tf para im e rm1

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM

  • Resposta AGUDA no TR: Exercício Dinâmico

    - Em contrapartida, TR em alta intensidade (dinâmico) parece ter o mesmo efeito do exercício estático, obtendo grandes valores de PA durante a execução. MacDougall et. Al (1985) demonstram que o pico de PA médio atingido durante a realização de uma série de Leg Press duplo a 90% da CVM até a exaustão foi de 320/250 mmHg. Nesse estudo, os autores estudaram halterofilistas sendo que um deles atingiu 480/350 mmHg (McDOUGALL JD et al. Arterial blood pressure response to heavy resistance exercise. Journal Apllied Physiology. 1985: 58; 785-790).

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Prescri o do tf para im e rm2

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM

  • Regras Gerais:

  • Prescrição baseada em DIRETRIZES

  • A natureza da Prescrição do TF

  • Informações necessárias para a prescrição do TF

  • Viabilidade da Prescrição do TF

  • Execução e Avaliação da Prescrição do TF

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Prescri o do tf para im e rm3

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM *

  • Observar:

  • resposta da FC ao exercício e 1 minuto após o exercício

  • resposta da PA ao exercício

  • resposta da PSE ao exercício

  • resposta do ECG ao exercício (caso possível)

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Porque devemos verificar a fc de recupera o

*** Porque devemos verificar a FC de recuperação?


Prescri o do tf para im e rm4

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM *

  • criar estratégias para a adesão a longo prazo do cliente

  • o objetivo do cliente deve ser levado PRIMARIAMENTE em consideração

  • os clientes devem ser adaptados ao exercício de maneira sistemática e progressiva (Efeito desejado > Efeito colaterais)

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Prescri o do tf para im e rm5

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM ***

  • INTENSIDADE

    - Durante intra-hospitalar: ≤ 50% da capacidade máxima de realizar exercícios.

    - Período pós-hospitalar: BOM SENSO !!!!!! observar aceleração extremamente positiva da FC ao exercício com a mesma carga: FUNÇÃO VENTRICULAR DETERIORADA

     Na presença de angina pectoris: 10% ≤ FC limiar de angina/dispnéia/ fadiga residual

     Limiar ventilatório é alcançado antes do limiar de isquemia: “ TESTE DE CONVERSAÇÃO”


Prescri o do tf para im e rm6

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM

  • DURAÇÃO

    - É o MAIS importante dos 3 marcadores primários da prescrição do exercício

    - Estratégia inicial primária: prolongar a duração do exercício enquanto a intensidade é mantida em um nível constante. CUIDADO!

    - Essa estratégia pode ajudar no retorno da vida sexual

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Prescri o do tf para im e rm7

PRESCRIÇÃO DO TF PARA IM e RM

  • MODALIDADE

    - Treinamento Aeróbio: vantagens e desvantagens

    - Treinamento resistido: vantagens e desvantagens

    ↓ ↓ ↓ ↓

    “TREINAMENTO INTERVALADO”

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Estrutura o da aula para iniciantes

ESTRUTURAÇÃO DA AULA PARA INICIANTES

Tempo de permanência no programa : 2 meses


Intensidade

INTENSIDADE


Aquecimento

AQUECIMENTO

  • Aquecimento – 5 minutos ( 40% da FC de reserva)

    KARVONEN:

    FCtr = FC Máx. – FC rep. X % de intensidade + FC rep.

    FCtr = (124- 66) x 0,4 + 66 → FC tr 40% = 89 bpm


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • OBJETIVO: melhora dos níveis de força muscular

  • INTENSIDADE: 3-5 escala OMNI

  • VOLUME: 10 exercícios

  • NÚMERO DE SÉRIES: 2


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos1

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • NÚMERO DE REPETIÇÕES: 15 repetições

  • TEMPO DE DESCANSO ENTRE AS SÉRIES: 1 minuto

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 2x nasemana

  • MÉTODOS: circuito


Parte principal ii prescri o de exerc cios aer bios

PARTE PRINCIPAL II - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS

  • OBJETIVO: melhora do condicionamentofísicogeral

  • INTENSIDADE: 45-55% FC de reserva + escala de percepçãosubjetiva de esforço (2-4 da escala OMNI)

  • VOLUME: 20 minutos

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 2x nasemana

  • MÉTODO: métodocontínuosextensivos (ex: caminhadalevedurante 20 minutos com FC de ~ 110 bpm/min ou 3 naescala OMNI).


Volta calma

VOLTA À CALMA

  • 5’ ( alongamentopassivoestático)

  • 30’’ cadaposição

  • 30’ de pausa entre as posições

  • 5 exercícios (isquiotibial, glúteo, peitoral, eretoresdacoluna e quadríceps)


Estrutura o da aula para intermedi rios

ESTRUTURAÇÃO DA AULA PARA INTERMEDIÁRIOS

Tempo de permanência no programa: 4 meses


Aquecimento1

AQUECIMENTO

  • Aquecimento – 5 minutos ( 45% da FC de reserva)

    KARVONEN:

    FCtr = FC Máx. – FC rep. X % de intensidade + FC rep.)


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos2

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • OBJETIVO: otimizar os ganhos de força muscular

  • INTENSIDADE: 4-6 escala OMNI

  • VOLUME: 10 exercícios

  • NÚMERO DE SÉRIES: 2-3


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos3

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • PAUSA – 30 segundos

  • REPETIÇÕES: 12

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 2x na semana

  • MÉTODO: alternado por segmento


Parte principal ii prescri o de exerc cios aer bios1

PARTE PRINCIPAL II - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS

  • OBJETIVO: Tratamento clínico através do exercício físico

  • INTENSIDADE: 55 a 65% FC de reserva + escala de percepção subjetiva de esforço (4-6 da escala OMNI )

  • VOLUME: 30 minutos

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 3X na semana


Parte principal ii prescri o de exerc cios aer bios2

PARTE PRINCIPAL II - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS

  • MÉTODOS:

  • Optarpormétodoscontínuosextensivosouvariativos .

    - O início do trabalhointervaladotambem é aceito (4 X 5’ com intensidade 65% da FC de reserva com pausaativa de 3’ e intensidade 55% da FC de reserva)


Estrutura o da aula para avan ados

ESTRUTURAÇÃO DA AULA PARA AVANÇADOS

Tempo de permanência no programa : 6 meses


Aquecimento2

AQUECIMENTO

  • Aquecimento – 5 minutos ( 50% da FC de reserva)

    KARVONEN:

    FCtr = FC Máx. – FC rep. X % de intensidade + FC rep.


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos4

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • OBJETIVO: otimizar os ganhos de força muscular

  • INTENSIDADE: 6 - 8 escala OMNI

  • VOLUME: 8 exercícios

  • NÚMERO DE SÉRIES: 3


Parte principal i prescri o de exerc cios resistidos5

PARTE PRINCIPAL I - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS

  • REPETIÇÕES: 12

  • TEMPO DE PAUSA ENTRE AS SÉRIES: 30 segundos

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 3x na semana

  • MÉTODO: bi-set


Parte principal ii prescri o de exerc cios aer bios3

PARTE PRINCIPAL II - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS

  • OBJETIVO: estabilização do quadroclínico e retornoaosesportes

  • INTENSIDADE: 65 a 80% FC de reserva + escala de percepçãosubjetiva de esforço (6-8 da escala OMNI)

  • VOLUME: 30 minutos

  • FREQUÊNCIA SEMANAL: 3 a 4x nasemana

  • MÉTODO: contínuo e intervalado


Parte principal ii prescri o de exerc cios aer bios4

PARTE PRINCIPAL II - PRESCRIÇÃO DE EXERCÍCIOS AERÓBIOS

  • Contínuoconstante: 30 minutos com ~ 75% FC de reserva

  • Contínuovariativo: 30 minutos – 3’ ~ 65% FC de reserva + 3’ ~ 75% FC de reserva

  • Intervalado: 30 minutos – 2’~ 80% FC de reserva + 1’ ~ 60% FC de reserva


Parte pr tica

Parte Prática

  • Dividam-se em 5 grupos

  • Casos práticos para prescrição: sessão completa!

  • Discussão de aspectos clínicos relacionado ao exercício

  • Discussão das respostas fisiológicas esperadas

  • Discussão da interação FARMÁCO+EXERCÍCIO

  • Particularidades da prescrição


Roteiro para prescri o de tf

Roteiro para prescrição de TF

  • Nome

  • Sexo

  • Idade ( com data de nascimento)

  • Trabalha? Qual função?

  • Quantas horas você trabalha por semana?

  • Quais atividades você desempenha no seu trabalho? ( sentar na cadeira, caminhar, dirigir, levantar ou carregar pesos, ficar em pé)

  • Data da última consulta médica ( anotar o nome do médico do aluno, qual especialidade e telefone)

  • Histórico de cardiopatia na família antes dos 50 anos

  • Passou por alguma cirurgia? Qual?

  • Você já teve diagnostico medico ou foi tratado: alcoolismo, artrite, diabetes, problemas renais, problemas oculares, HAS, enfisema, ulcera, AVC, anemia, asma ou obesidade?


Roteiro para prescri o de tf1

Roteiro para prescrição de TF

  • Indique os sintomas, conforme segue:

    sempre algumas vezes nunca

  • Tosse com sangue

  • Dor abdominal

  • Dor nas pernas

  • Dor nas costas

  • Dor nos braços

  • Dor no peito

  • Dores articulares

  • Falta de ar com esforço leve

  • Sentir-se fraco

  • Tontura

  • Palpitação ou frequência cardíaca acelerada


Roteiro para prescri o de tf2

Roteiro para prescrição de TF

  • Descreva os medicamentos de uso contínuo

  • Você possui alguma alergia?

  • Você possui alguma restrição para a prática de exercícios físicos?

  • Você fuma? Quantos cigarros por dia?

  • Você já realizou algum tipo de atividade física? Qual?

  • Quais os seus objetivos com a prática de exercícios físicos?

  • Teste ergométrico ou Teste Ergoespirométrico?


Roteiro para an lise do teste ergom trico

Roteiro para Análise do Teste Ergométrico

→ Diagnóstico do TE:

• Teste Negativo: eficaz, normal, sem alterações significativas

• Ineficaz: motivo de descontinuidade do teste; cansaço periférico ou central.

• Teste Positivo: Alterações do ECG sugerindo isquemia (ST, angina). Verificar em qual momento do teste que ocorreu o evento que valide a positivação do teste.

• Borderline: alteração significativa do segmento ST limítrofe.

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Roteiro para an lise do teste ergom trico1

Roteiro para Análise do Teste Ergométrico

→ Verificar FC e PA inicial.

→ Verificar PA inicial e final e observar o seu comportamento durante o teste (principalmente a PAD).

→ Fazer a prescrição pela FC de reserva (Karvonen) e observar o comportamento da PA na zona de treinamento prescrita.

KARVONEN: FCtr = (FC Máx. – FC rep.) X % de intensidade + FC rep.

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Roteiro para an lise do teste ergom trico2

Roteiro para Análise do Teste Ergométrico

E se no TE o meu paciente estiver com betabloqueador?

→ Calcular a FC de treinamento como descrito.

→ Verificar a tabela de potência do betabloqueador.

→ Multiplicar a quantidade em mg que o paciente faz uso normalmente pela potência de ação correspondente (ex: Nadolol 40 mg – 40 x 3,3 = 132)

→ Verificar na tabela seguinte a porcentagem de redução da FC no treinamento.

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Roteiro para an lise do teste ergom trico3

Roteiro para Análise do Teste Ergométrico

DROGA POTÊNCIA

ACEBUTOLOL 0,3

ALPRENOLOL 0,3

ATENOLOL 1,0

BUNOLOL 20,0

METROPOLOL 1,0

OXPRENOLOL 0,5 à 1,0

PENBUTOLOL 4,0

PINDOLOL 6,0

PROPRANOLOL 1,0

SOTALOL 0,3

TIMOLOL 6,0

TOLAMOLOL 0,8

NADOLOL 3,3

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Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

DOSAGEM DO BETABLOQUEADOR % DE REDUÇÃO

(mg)

10 11

25 12

40 14

50 15

80 18

100 20

120 22

150 25

160 26

200 30

240 34

360 47

400 51

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Riscos de eleva o press rica

Riscos de Elevação Pressórica

Sing, J. P. et al. (1999) Blood pressure response during treadmill testing as a risk factor for new-onset hypertension: The Framingham Heart Study. Circulation: 99 (14); 1831-6


Riscos de eleva o press rica1

Riscos de Elevação Pressórica


Medida da press o arterial

*

Medida da Pressão Arterial

► 3 medidas em 2 ocasiões – média

► Posicionamento

- Posição sentada – repouso de 5 minutos

- Braço apoiado na altura do coração com mão supinada

- Normalmente: usar braço dominante e com maior pressão

- Manguito: na altura do VE

● manguito abaixo da posição certa: ↑ PA

● manguito acima da posição certa: ↓ PA

- Posição das pernas: descruzadas

► Forma de Medida

- Colocação do manguito: centro do braço

● borda inferior à 2,5 cm da fossa cubital

● folga máxima de 2 dedos

- Colocação do estetoscópio: artéria braquial. Não colocar estetoscópio sobre o manguito

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Medida da press o arterial1

*

Medida da Pressão Arterial

- Inflar o manguito até 30 mmHg acima da PA estimada

- Esvaziar o manguito a 2 mmHg/segundo

- Tempo entre medidas consecutivas: 60 segundos

- Após cessar o som desinsuflar por mais 10 mmHg

► Aparelho calibrado

► Fases I (aparecimento) e V (desaparecimento) dos sons de Korotkoff

► Avaliador experiente

► Posição da coluna

- Abaixo dos olhos: subestima a PA

- Acima dos olhos: superestima a PA

► Medida da PA: SEMPRE VALORES PARES!

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Prescri o de exerc cio f sico para im e rm

NOME: _____________________________________________________ DATA DE NASCIMENTO: __________ IDADE: ____

NOME DO MÉDICO : ________________________ TEL: _____________

DIAGNÓSTICO PRINCIPAL (feito pelo médico): __________________________________________

FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR: ___________________________________________________

MEDICAÇÕES EM USO : ______________________________________________________________________________________________________________

TESTE ERGOMÉTRICO/ERGOESPIROMÉTRICO: _____________________ FC MÁX: ________ ZONA – ALVO DA FC : ________________ PA MÁX: _______

CARGA MÁXIMA NO T.E. : ____________

OBSERVAÇÕES E RESTRIÇÕES : ____________________________________________________________________________________

PROFESSOR RESPONSÁVEL : _______________________________


Prescri o de tf

Prescrição de TF

  • Análise do histórico do aluno

  • Exames prévios

  • Fatores de risco para doença cardiovascular

  • Riscos para o exercício físico

  • Efeito farmacológico associado ao exercício físico

  • Prescrição de Treinamento aeróbio e resistido

  • Prescrição de Treinamento de flexibilidade

  • Avaliação dos Efeitos Fisiológicos da prescrição do TF


Caso 1

CASO 1

Mulher , 65 anos, obesidade mórbida, hipertensa (PA basal = 146/ 96), evolui para IAM de TC e RD. Peso atual = 127 kg e Altura =

1, 61 m. Relata desejo de perda de peso. Pergunto sobre questão alimentar e BINGE e relatou ter passado pelo nutricionista. Comentou que a dieta prescrita era absurdamente dificil de ser seguida (1200 kcal/dia). Em uso de Coumadin (1 mg), Metropolol (25 mg), Telmisartana (40 mg), Captopril (25 mg), Oroxadin (100 mg), Insulina Lantus (15 u/por refeição), Sinvastatina (60 mg), Prozac (4 mg) e Omeoprazol. Encaminhada pelo médico cardiologista para tentativa de perda de peso e diminuição do risco cardiovascular sem possibilidade de execução de T.E.


Caso 2

CASO 2

Mulher, 49 anos, psicanalista de origem judaica. LES desde os 21 anos com episódio de nefrite aos 30 anos. Aos 44 anos, relatava cansaço excessivo e sonolência após exercício. Apresentava boa capacidade funcional sem evidências clássicas de fatores de risco para DAC. Aos 45 anos, manhã de sábado, aluna acorda com forte dispnéia e dor interescapular. Direcionada ao HSL, na chegada ao PA relatava aumento da dispnéia a da dor interescapular. Coletadas enzimas de investigação para IAM, as mesmas mostraram-se alteradas. Optou-se por CAT. Durante o CAT foi evidenciado lesão de DCA e aluna entrou em FV por 2 vezes, levando os médicos e desconfiarem de mais lesões coronarianas. Todos os terços da DCA estavam obstruídos. Aluna evoluiu com 4 stents com 1 lesão coronária em tratamento clínico. Em uso de prednisona (5 mg), Liptor (40 mg pulsado), Plavix, Metformina (850 mg) e Apraz (0,25 mg).


Caso 3

CASO 3

Homem, 70 anos, juiz aposentado, encaminhado ao programa de reabilitação cardiovascular do HSL para tratamento clínico de coronariopatia crônica. Ao CAT evidenciado lesão de circunflexa (75%) e ramo diagonal (95%). Relata angina pectoris, TVP, principalmente, em episódios emocionais. Osteoartrose com comprometimento articular importante (coluna e ombro), apresenta receio para a prática do exercício físico e não acredita na possibilidade de resolução de angina pectoris pelo exercício físico.

Em uso de Ancoron (100mg), AAS i, Sinvastatina (20 mg), Glucoformin (500 mg) e Frontal (0,5 mg).


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