Avalia

Avalia PowerPoint PPT Presentation


  • 322 Views
  • Updated On :
  • Presentation posted in: General

Download Presentation

Avalia

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author.While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

Presentation Transcript


1. Avaliação do Paciente com Dor Torácica Avaliação Complementar Unidade de Dor Torácica

2. Epidemiologia Em torno de 10 a 15% dos pacientes com Dor Torácica apresentam IAM Aproximadamente 5% dos pacientes com Dor Torácica são liberados erroneamente sem o diagnóstico Este grupo apresenta alta taxa de mortalidade – 25%

3. Metas Priorizar o atendimento Treinamento da equipe de saúde Fornecer estratégia diagnóstica e terapêutica organizada Rapidez Alta qualidade de cuidados Eficiência Redução de custos

4. Metas Tempo de chegada ao pronto socorro até o atendimento médico ou de enfermagem de três a cinco minutos Tempo máximo até a realização do eletrocardiograma de dez minutos Tempo de coleta dos marcadores de necrose miocárdica até o resultado de no máximo duas horas

5. Metas Disponibilidade de local apropriado para: Monitorização eletrocardiográfica contínua Oximetria de pulso Material para reanimação cardiopulmonar Diagnosticar causas potencialmente catastróficas – dissecção de aorta, embolia pulmonar, ruptura de esôfago, pneumotórax

6. Marcadores de Necrose Miocárdica No primeiro instante que se atende um paciente com SCA faz-se necessária a coleta de amostra sangüínea para realizar mensuração de marcadores de necrose miocárdica Estes marcadores distinguem Angina instável de Infarto do miocárdio sem supra de ST

7. Marcadores de Necrose Miocárdica CK-MB massa e/ou troponinas são os marcadores bioquímicos de escolha para o diagnóstico de necrose miocárdica A mioglobina é um marcador muito precoce de necrose miocárdica, precedendo a liberação de CK-MB em 2 a 5 horas

8. Marcadores de Necrose Miocárdica A principal limitação da CK MB é elevar-se após dano em outros tecidos não-cardíacos (falso-positivos), como nas lesões em músculo liso e esquelético

9. Marcadores de Necrose Miocárdica CK-MB em duas dosagens sucessivas ou o dobro do valor de referência: Critérios de IAM Índice Relativo de CK: 100 x CK-MB CK Índice Relativo <4%: Lesão muscular 4-25%: IAM >25%: Macroenzimas

10. Marcadores de Necrose Miocárdica A troponina apresenta maior especificidade para lesão miocárdica, na medida em que a CK-MB é encontrada em tecidos não cardíacos Habilidade em detectar pequenas quantidades de lesão miocárdica, não detectável pelos ensaios de CK-MB

11. Marcadores de Necrose Miocárdica

12. Avaliação Complementar Eletrocardiograma Teste ergométrico Ecocardiograma Ecocardiograma com estresse Cintilografia Miocárdica Tomografia (escore de cálcio) Ressonância Nuclear magnética Estudo Hemodinâmico – cateterismo

13. Eletrocardiograma É o método mais utilizado na avaliação inicial dos pacientes com dor torácica O registro eletrocardiográfico não somente pode estabelecer relação entre sintoma clínico e diagnóstico das síndromes coronárias agudas, como também oferecer informações relevantes para a melhor opção terapêutica e estratificação prognóstica

14. Eletrocardiograma Todos os pacientes com, ou suspeita de SCA devem realizar ECG Idealmente o ECG deve ser realizado em até 10 minutos após a chegada ao hospital O ECG deve ser repetido, nos casos não diagnósticos, pelo menos uma vez, em até 6 horas

15. Eletrocardiograma Realizar as 12 derivações convencionais e V3R , V4R, V7 e V8 se IAM inferior e suspeita de acometimento de ventrículo direito e parede posterior

16. Eletrocardiograma Na presença de ECG prévio o mesmo deve ser utilizado para comparação Qualquer alteração nova ou presumidamente nova do segmento ST ou onda T está associada com maior chance de doença coronária

17. Eletrocardiograma Apresentações Normal ou inespecífico Alterações da Onda T Alterações do Segmento ST Bloqueio de Ramo Esquerdo

18. Eletrocardiograma NORMAL OU INESPECÍFICO

19. Eletrocardiograma INFRA DESNÍVEL DE ST OU INVERSÃO DE ONDA T Desvio negativo do ponto J > 0.5 mm em pelo menos 2 derivações contíguas Inversão da onda T > 2 mm simétrica em pelo menos 2 derivações contíguas

20. Eletrocardiograma

21. Eletrocardiograma

22. Eletrocardiograma SUPRA DESNÍVEL DO SEGMENTO ST Elevação nova ou presumivelmente nova do segmento ST no ponto J em duas ou mais derivações contiguas > ou = 2mm nas derivações V1, V2 ou V3 e > ou = 1mm nas outras derivações

23. Eletrocardiograma

24. Eletrocardiograma BLOQUEIO DO RAMO ESQUERDO Complexos QRS > 120ms com morfologia Qs ou rS em V1 e ausência de onda q em D1 , V5 ou V6

25. Eletrocardiograma

26. Eletrocardiograma Presença de infra desnível de ST > 0.5 mm está associada a alto risco de eventos cardíacos em pacientes com SCA Indivíduos com inversão de onda T > 2 mm ou ondas Q patológicas, apresentam risco intermediário de eventos

27. Eletrocardiograma Alterações dinâmicas do segmento ST (depressão ou elevação do ST > 1mm, e/ou inversões da onda T) que se resolvem pelo menos parcialmente quando os sintomas são aliviados, são marcadores de prognóstico adverso

28. Eletrocardiograma

29. Eletrocardiograma Arritmias: taquicardia (FC > 100 bpm), bradicardia (FC < 50 bpm) ou bloqueio completo de ramo esquerdo novo ou presumidamente novo, são marcadores de pior prognóstico

30. Estratificação de Risco Angina Instável

31. Estratificação de Risco de morte ou Infarto em pacientes com síndrome coronária aguda sem supra desnível do segmento ST

32. Escore TIMI

33. Protocolos

34. Protocolos

35. Protocolos Rota 1 Dor e ECG muito sugestivos de IAM. Admissão na Unidade Coronária

36. Protocolos Rota 2 Dor tipo “A” ou “B”, com ECG normal ou inespecífico. ECG com infra de ST ou onda T invertida. BRE com dor não sugestiva de IAM. Manter no PA ou admitir na Unidade Coronária por 9 a 12 horas. Seriar (0, 3 e 9 horas) ECG, Marcadores de Necrose Miocárdica. Ecocardiograma. Se exames normais - Teste ergométrico ou outra prova funcional em 9 a 12 horas

37. Protocolos Rota 3 Dor tipo “C” e ECG normal ou inespecífico. Manter no PA ou admitir na Unidade Coronária por 6 horas. Seriar (0 e 3 horas) ECG, marcadores de necrose miocárdica. Ecocardiograma. Se exames normais Teste ergométrico ou outra prova funcional em 6 horas

38. Protocolos Rota 4 Suspeita de Tromboembolismo de Pulmão ou Dissecção da Aorta, Doença esofágica. Admitir na Unidade Coronária. Realizar marcadores de necrose miocárdica, Ecocardiograma trans esofágico, angiotomografia e ressonância do tórax

39. Protocolos Rota 5 Dor tipo “D”, ECG normal ou inespecífico. Alta imediata. Recomendação de avaliação complementar ambulatorialmente

40. Avaliação da Dor Torácica Dor Tipo A – Dor muito sugestiva, definitivamente anginosa. Quase certeza do diagnóstico independente dos exames Dor Tipo B – Isquemia é a principal hipótese. Exige exames complementares para confirmação diagnóstica Dor Tipo C – Isquemia não é a principal hipótese. Exige exames para excluir o diagnóstico Dor Tipo D – Isquemia improvável

41. Indicadores de Doença Vascular Torácica Síncope e ou déficit neurológico Choque Hemoptise Trombose venosa profunda ou tromboembolismo de pulmão Imobilização prévia e dispnéia Alargamento de mediastino Déficit de pulso

42. Indicadores de Espasmo Esofágico Doença se manifesta em ambos os sexos Faixa etária entre 50 a 60 anos Dor no peito, retrosternal irradiada para o dorso ou mandíbula Disfagia intermitente, súbita, acompanhada de parada transitória do alimento Pode ser desencadeada pela ingestão de líquidos ou em repouso

  • Login