1 / 70

Tumores da Fossa Nasal, Seios Paranasais e Rinofaringe

Tumores da Fossa Nasal, Seios Paranasais e Rinofaringe. Anatomia dos seios paranasais. Incidência. - Neoplasias Malignas - 0,2 – 0,8 % (todas as neop. malignas) - 3 % Ca. VADS - 80 % Seio Maxiliar - 80 – 85 % Ca Espinocelular Adenocarcinoma e Indiferenciado.

amelie
Download Presentation

Tumores da Fossa Nasal, Seios Paranasais e Rinofaringe

An Image/Link below is provided (as is) to download presentation Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use and may not be sold / licensed / shared on other websites without getting consent from its author. Content is provided to you AS IS for your information and personal use only. Download presentation by click this link. While downloading, if for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server. During download, if you can't get a presentation, the file might be deleted by the publisher.

E N D

Presentation Transcript


  1. Tumores da Fossa Nasal, Seios Paranasais e Rinofaringe

  2. Anatomia dos seios paranasais

  3. Incidência - Neoplasias Malignas - 0,2 – 0,8 % (todas as neop. malignas) - 3 % Ca. VADS - 80 % Seio Maxiliar - 80 – 85 % Ca Espinocelular Adenocarcinoma e Indiferenciado

  4. Sintomas - Obstrução Nasal - Rinorréia - Epistaxe - Cefaléia - Diplopia - Hipo ou Anosmia - Assimetria ou Deformidades Faciais

  5. Sintomas precoces - Obstrução Nasal - Secreção Sanguinolenta - Epistaxe - Dor facial ou Dentária

  6. Sintomas tardios - Obstrução Nasal - Rinorréia Unilateral - Secreção Sanguinolenta

  7. Diagnóstico tardio Inicialmente compatível com sintomas de processos inflamatórios naso-sinusais

  8. Sintomas mais avançados - Diplopia ou perda de visão - Assimetria ou “inchaço” Facial - Trismus - Massa Cervical - Hipoacusia - Anestesia ou Hipoestesia Facial

  9. Exame do paciente - Inspeção - Palpação - Endoscopia - Exames Subsidiários - Tomografia Computadorizada - R.N.M. - Angiografia

  10. Exame do paciente

  11. Exame do paciente

  12. Exame do paciente

  13. Exame do paciente

  14. Exame do paciente

  15. Estadiamento - T1 = Tumor confinado a mucosa antral de infraestrutura sem erosão ou destruição óssea - T2 = Tumor confinado a mucosa de supraestrutura óssea ou a infraestrutura com destruição das paredes ósseas medial ou inferior

  16. Estadiamento - T3 = Tumor mais extenso invadido pele da bochecha, Órbita, Etmóide anterior ou Músculo Pterigóide - T4 = Tumor maciço com invasão de lâmina cribriforme, Etmóide Posterior, Esfenóide, Nasofaringe, Lâmina Pterigóides ou Base do crânio.

  17. Tratamento - ESTADIAMENTO - MAIOR SUCESSO - DIAGNÓSTICO PRECOCE - TERAPÊUTICA AGRESSIVA

  18. Tratamento - PROGNÓSTICO POBRE - 25-30% SOBREVIDA EM 5 ANOS - Knegt (1995) – 35% EM 5 ANOS - Sisson (2009) – 49% EM 5 ANOS - TERAPIA MÚLTIPLA

  19. Tratamento

  20. Tratamento

  21. Tratamento

  22. Tratamento

  23. Tratamento

  24. Tratamento

  25. Tratamento

  26. Tratamento

  27. Tratamento

  28. Tratamento

  29. Tratamento

  30. Anatomia da Rinofaringe Segmento mais cranial do trato aerodigestivo Parte exclusivamente respiratória da faringe Contato direto com: cavidade nasal pelas coanas orelha média pela tuba auditiva orofaringe

  31. Anatomia da Rinofaringe

  32. Incidência Pico de incidência – 4a. e 5a. Décadas ♂ : ♀ - 2:1 – 3:1

  33. Incidência Incomum na maior parte do mundo 0,3 – 2,0% de todos os tumores malignos EUA, Europa e Japão: 0,6 – 1 / 100.000 Norte da África, Filipinas: 2 – 4,6 / 100.000 Alasca, Groelândia: 17,2 / 100.000

  34. Incidência 28,8 / 100.000 China, Taiwan, Hong Kong, Macau

  35. Incidência Principal causa de óbito por câncer entre chineses (cantoneses), inclusive entre os que migraram para outras regiões da Ásia, Austrália e Américas. O risco nas novas gerações de imigrantes é menor 15 / 100.000

  36. Etiologia • VIRAL • GENÉTICA • AMBIENTAL

  37. Etiologia viral • VÍRUS EPSTEIN-BARR • Infecção natural em 90% da população. • Infecta células epiteliais e linfócitos B de forma latente • Títulos elevados de Ac anti-EBV são encontrados em pctes com Ca rinofaringe apesar da origem étnica ou geográfica • EBNA-1 (100%) e LMP-1 (75%)

  38. ETIOLOGIA VIRAL EBV Codifica ptns que alteram a replicação celular Integra-se no DNA ↓ Apoptose ↑ Imortalidade celular

  39. Etiologia viral • Detecção molecular das proteínas do EBV: • Detecção dos carcinomas de rinofaringe clinicamente ocultos após radioterapia • Confirmação de uma metástase de carcinoma de rinofaringe

  40. Etiologia genética • Alta incidência entre os descendentes de chineses sugere mecanismo genético: • Predisposição familiar • HLA (HLA-A2 E HLA-B-SIN2) • Deleção de 2 loci específicos no braço curto do cromossomo 3 foi descrito em pctes com Ca de rinofaringe em Hong Kong

  41. Etiologia Ambiental • A redução progressiva na incidência entre os descendentes de chineses sugere etiologia ambiental: • - Má-ventilação • Exposição ocupacional à fumaça e poeira • DIETA: • Peixes salgados: • Sudeste Ásia e esquimós • Dimetilnitrosamina

  42. Epidemiologia Exemplo típico de etiologia multifatorial das neoplasias Fatores infecciosos, genéticos e ambientais inter-relacionados

  43. Patologia • 90%: VARIANTES DO CARCINOMA EPIDERMÓIDE • CLASSIFICAÇÃO OMS: • CARCINOMA EPIDERMÓIDE (I) • CARCINOMA NÃO QUERATINIZANTE (II) • CARCINOMA INDIFERENCIADO (III) 10%: Tumores de Peq Gl salivares Linfomas Sarcomas Rabdomiosarcoma embrionário

  44. Apresentação clínica - Sítio anatômico principal: parede lateral da rinofaringe - A seguir: teto e parede póstero-superior - Disseminação mucosa ou submucosa - Invasão de planos fibromusculares

  45. Apresentação clínica • Tendência a afetar população mais jovem do que nas outros tumores malignos de cabeça e pescoço • Mais comum em homens • Disseminação linfática intensa

  46. Apresentação clínica • - Linfonodomegalia – presente em 60% dos casos • - Surdez condutiva (obstrução tubária) • - Obstrução nasal (estágios mais avançados) • - Epistaxe • - Anosmia/cacosmia

  47. Apresentação clínica • - Sialorréia • - Trismo • - Refluxo oronasal • - Voz anasalada • - Metástases à distância em 20%.

  48. Exame físico • Rinoscopia posterior • Rinoscopia posterior com retração de palato • Rinoscopia anterior • Nasofibroscopia rígida ou flexível • - Palpação do pescoço

  49. Exames de imagem -TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA ESTRUTURAS ÓSSEAS - RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DEFINIÇÃO DE PARTES MOLES - PET SCAN

  50. Estadiamento ESTADIAMENTO (TNM 2002) • T1 – confinado à rinofaringe • T2 – invasão de tecidos moles: • T2a – orofaringe e/ou cavidade nasal sem extensão parafaríngea • T2b – extensão parafaríngea • T3 – invasão de osso, seios paranasais • T4 – extensão intracraniana, nervos cranianos, fossa infratemporal, hipofaringe, órbita, espaço mastigador.

More Related