M dulo 4 no es gerais de microeconomia
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Módulo 4 - Noções Gerais de Microeconomia PowerPoint PPT Presentation


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Módulo 4 - Noções Gerais de Microeconomia. Objetivos: Discutir o processo de formação de preços em mercados de concorrência perfeita e imperfeita. Examinar o processo de maximização de lucros para formas alternativas de estruturas de mercado.

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Módulo 4 - Noções Gerais de Microeconomia

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Presentation Transcript


M dulo 4 no es gerais de microeconomia

Módulo 4 - Noções Gerais de Microeconomia

  • Objetivos:

  • Discutir o processo de formação de preços em mercados de concorrência perfeita e imperfeita.

  • Examinar o processo de maximização de lucros para formas alternativas de estruturas de mercado.

  • Apresentar noções gerais de elaboração e avaliação de projetos.


Cap tulo 1 oferta e demanda e funcionamento dos mercados

Capítulo 1 - Oferta e Demanda e Funcionamento dos Mercados

Mercado e Determinação de Preços

No capitalismo, todas as transações envolvendo compra e venda de mercadorias são intermediadas pelo mercado.

Mercado é um arcabouço institucional que permite a realização das trocas.


Cap tulo 1 oferta e demanda e funcionamento dos mercados1

Capítulo 1 - Oferta e Demanda e Funcionamento dos Mercados

Cada economia precisa de um mecanismo para responder às questões fundamentais da economia como:

1. Quais bens e serviços produzir?

2. Como produzir esses bens e serviços?

3. Para quem produzir?


Cap tulo 1 oferta e demanda e funcionamento dos mercados2

Capítulo 1 - Oferta e Demanda e Funcionamento dos Mercados

Dois mecanismos podem ser utilizados para responder essas questões:

1. O governo

2. O mercado

Uma Economia mista é uma economia em que o governo e o mercado compartilham as decisões de o que, como e para quem produzir

O foco será de como o mercado trata essas questões.


Cap tulo 1 oferta e demanda e funcionamento dos mercados3

Capítulo 1 - Oferta e Demanda e Funcionamento dos Mercados

Em um mercado, o preço desempenha duas funções fundamentais:

1. O preço dá informação

2. O preço dá incentivos

Por exemplo: imagine que alguém decida enviar toda produção de aço do país para região norte e toda produção de café para o sul. Com isso, o alto preço do café na região norte pode informar que o produto está escasso naquela região.


Cap tulo 1 oferta e demanda e funcionamento dos mercados4

Capítulo 1 - Oferta e Demanda e Funcionamento dos Mercados

Além do mais, esse alto preço pode representar um incentivo para que alguém produza o café na região norte.

Ou seja, através o sistema de preços, o mecanismo de mercado pode organizar a produção e distribuição de bens e serviços.


Determina o de pre os

Determinação de Preços

O que determina os preços de mercado?

A Oferta e a Procura por determinado bem.

Os preços de mercado surgem do confronto entre vendedores, que são ofertantes das mercadorias, e os compradores, que são os demandantes dessas mercadorias.


Estruturas de mercado

Estruturas de Mercado

Alguns mercados são dominados por algumas grandes empresas; outros contêm milhares de vendedores.

Um monopólio existe quando tem apenas um vendedor. Um oligopólio existe quando alguns vendedores dominam em um mercado.

A concorrência perfeita existe quando há muitos compradores e vendedores, e nenhum vendedor ou comprador, por si só, tem controle sobre o preço.


Estruturas de mercado1

Estruturas de Mercado


Estruturas de mercado2

Estruturas de Mercado


Demanda individual versus demanda de mercado

Demanda Individual versus Demanda de Mercado

A demanda por determinado bem depende de vários fatores:

· preço do próprio bem

· renda dos consumidores

· preço de outros bens

· gosto dos consumidores

LEI DA DEMANDA: Tudo o mais permanecendo constante (ceteris paribus) a quantidade demandada de um bem aumenta quando o seu preço diminui.


Esquema de demanda

Esquema de demanda


Esquema de demanda1

Esquema de Demanda


Curva de demanda e equa o de demanda

Curva de Demanda e Equação de Demanda

A curva de demanda estabelece uma relação inversa entre os preços de determinado bem e as quantidades que os consumidores estão dispostos a comprar pelos referidos preços, ceteris paribus.

Equação da demanda:

Q = a - bP

  • Q = quantidade demandada

  • P = preço do bem

  • a e b parâmetros da reta


Curva de demanda e equa o de demanda1

Curva de Demanda e Equação de Demanda

A demanda é uma relação que dá as quantidades de um bem ou serviço que os compradores estariam e seriam capazes de adquirir a diferentes preços.

Os indivíduos geralmente estão dispostos a comprar mais quando o preço baixa; a curva reflete isto, porque cai da esquerda para a direita.


Exemplo

Exemplo

Pesquisa de mercado indicou o seguinte comportamento para a demanda semanal por barras de chocolate em certa localidade:

Q = 26 - 3P

Montando o esquema de demanda:

E a representação gráfica desse esquema?


Deslocamentos da curva de demanda

Deslocamentos da Curva de Demanda

Variáveis que deslocam a curva de demanda:

· renda dos consumidores

· preço de outros bens

· gosto dos consumidores


Deslocamentos da curva de demanda1

Deslocamentos da Curva de Demanda

Preço da Barra de Chocolate

Aumento da Renda

Redução da Renda

4

Propaganda Negativa

Propaganda Positiva

D2

D1

D3

14

5

22

Quantidade de Barras de Chocolate


Deslocamentos da curva de demanda2

Deslocamentos da Curva de Demanda

Deslocamentos na curva de demanda

Quando estamos desenhando uma curva de demanda, as rendas e todos os outros fatores (com exceção do preço) que podem afetar a quantidade demandada têm de ser mantidos constantes.

No linguajar do economista, adotamos a hipótese de ceteris paribus - que as outras coisas permanecem constantes.


Deslocamentos da curva de demanda3

Deslocamentos da Curva de Demanda

Como já destacado, um deslocamento na curva de demanda ( ou seja, uma mudança na demanda) pode ser causado por uma mudança em qualquer uma de uma série de "outras coisas".

As mais importantes são: i) a renda; ii) os preços de outros bens relacionados; iii) gostos.


Deslocamentos da curva de demanda4

Deslocamentos da Curva de Demanda

Deslocamento da demanda devido a renda

Quando a renda aumenta, as pessoas podem consumir mais. Para um bem típico ou normal, a curva de demanda se desloca para a direita, quando a renda aumenta, da maneira indicada pela figura.

Há exceções a essa regra. Com o aumento de renda, as pessoas podem reduzir o consumo de feijão e batata e comer mais carne, um alimento mais caro que, pelo aumento da renda, passa a ser consumido.


Deslocamentos da curva de demanda5

Deslocamentos da Curva de Demanda

Nesta situação - quando o aumento de renda produz um deslocamento para a esquerda na curva de demanda por batatas, por exemplo - o bem em questão é um bem inferior.

Deslocamento da demanda devido a mudanças de outros preços

O deslocamento da demanda devido a mudanças de outros preços dependerá do tipo de relacionamento que o bem em questão possui com os outros bens,


Deslocamentos da curva de demanda6

Deslocamentos da Curva de Demanda

ou seja, se esses outros bens são complementares ou substitutos.

Se os bens são complementares, o aumento no preço de um provoca uma queda na demanda do outro, ou seja, um deslocamento da demanda para esquerda.

Se os bens são substitutos, o aumento do preço de um provoca um aumento na quantidade demanda de outro, isto é, um deslocamento da curva de demanda para direita.


Deslocamentos da curva de demanda7

Deslocamentos da Curva de Demanda

Deslocamento da demanda devido às mudanças no gosto

O tempo vai passando e os gostos mudam. Talvez, devido ao maior número de jogos de tênis transmitidos pela televisão, ou como resultado da nova mania de se manter a forma física, mais pessoas estão jogando tênis. Esta tendência aumenta a demanda por raquetes de tênis. O que é demonstrado através de um deslocamento da curva de demanda para direita.


Oferta individual versus oferta de mercado

Oferta Individual versus Oferta de Mercado

A oferta de determinado bem depende de vários fatores:

· preço do próprio bem

· preço das matérias primas e dos fatores de produção

· tecnologia utilizada

LEI DA OFERTA: Tudo o mais permanecendo constante (ceteris paribus) a quantidade oferecida de um bem aumenta quando o seu preço aumenta.


Esquema de oferta

Esquema de Oferta


Esquema de oferta1

Esquema de Oferta


Curva de oferta e equa o da oferta

Curva de Oferta e Equação da Oferta

A curva de oferta estabelece uma relação direta entre os preços de um determinado bem e as quantidades que os produtores estão dispostos a produzir aos referidos preços ceteris paribus.

Equação da oferta:

Q = c + dP

Q = quantidade ofertada

P = preço do bem

c e d parâmetros da reta


Exemplo1

Exemplo

Pesquisa de mercado indicou o seguinte comportamento para a demanda semanal por barras de chocolate em certa localidade:

Q = 2 + 3P

Montando o esquema de demanda:

E a representação gráfica desse esquema?


Deslocamentos da curva de oferta

Deslocamentos da Curva de Oferta

Variáveis que deslocam a curva de oferta:

· preço das matérias primas e dos fatores de produção

· tecnologia utilizada

Preço da Barra de Chocolate

Aumento do Preço do Pó de Chocolate

Introdução da Máquina

O1

O3

O2

Quantidade de Barra de Chocolate


Deslocamentos da curva de oferta1

Deslocamentos da Curva de Oferta

Como no caso da demanda, a oferta pode ser afetada por "outras coisas" que mudam com o tempo, produzindo deslocamentos na curva de oferta. Estas "outras coisas" incluem as seguintes:

1.O custo de insumos. Quando o preço de fertilizantes sobe, os agricultores estarão menos dispostos a produzir milho ao mesmo preço, por exemplo. A curva de oferta se deslocará à esquerda.


Deslocamentos da curva de oferta2

Deslocamentos da Curva de Oferta

2.A tecnologia. Com a melhora importante na tecnologia, o custo de produção diminuirá. Com um custo menor por unidade, os produtores estarão dispostos a produzir mais que antes, a qualquer preço. A curva de oferta se deslocará para a direita.

3.Condições climáticas. Este fator é especialmente importante para a produção agrícola. Uma seca provocará, por exemplo, uma queda na produção de soja (quer dizer, um deslocamento da curva de oferta à esquerda), e uma geada no Paraná pode causar uma redução na produção de café.


Deslocamentos da curva de oferta3

Deslocamentos da Curva de Oferta

4.Os preços de bens relacionados. Da mesma maneira que os bens podem ser substitutos ou complementares no consumo, podem ser substitutos ou complementares na produção. O milho e a soja, por exemplo, são substitutos na produção. Com um aumento no preço do milho, os agricultores serão incentivados a reduzir o plantio de soja e aumentar o de milho. A quantidade de soja que estão dispostos a oferecer a um determinado preço diminuirá: a curva de oferta de soja se deslocará para a esquerda.


Deslocamentos da curva de oferta4

Deslocamentos da Curva de Oferta

A carne e o couro são complementares. Quando o abate de gado aumenta em resposta a uma demanda maior de carne, a produção de couro aumenta simultaneamente. Assim, um aumento na produção de carne levará a um deslocamento da curva de oferta de couro cru para a direita.


Equil brio de mercado

Equilíbrio de Mercado

Quando, a determinado preço, a quantidade que os vendedores desejam e podem vender corresponde à quantidade que os compradores desejam e podem comprar, o mercado está numa situação de equilíbrio.


Equil brio de mercado1

Equilíbrio de Mercado


Encontrando o pre o de equil brio

Encontrando o Preço de Equilíbrio

  • Calculando o equilíbrio a partir das Equações de Oferta e Demanda

  • Demanda

  • Qd = 26 - 3P

  • Oferta

  • Qo = 2 + 3P

  • EQUILÍBRIO: Qd = Qo

    • 26 - 3P = 2 + 3P

    • 24 = 6P  P = 24/6 = 4


Encontrando a quantidade de equil brio

Encontrando a Quantidade de Equilíbrio

· Qual o valor de Q que equilibra o mercado ao preço P = 4?

Como Qd é igual a Qo em equilíbrio use a equação de demanda ou a equação de oferta para encontrar Q.

Q = 14


Equil brio de mercado ajustamento

Equilíbrio de Mercado - Ajustamento


A concorr ncia perfeita

A Concorrência Perfeita

Em mercados perfeitamente competitivos, quando o preço de mercado está acima do preço de equilíbrio, há excesso de oferta que pressiona o preço para baixo. Quando o preço de mercado está abaixo do preço de equilíbrio, há excesso de demanda que pressiona o preço para cima. Os mercados perfeitamente competitivos são auto-reguladores.


Elasticidade pre o da demanda

Elasticidade-preço da demanda

A elasticidade-preço da demanda mede a intensidade com que a quantidade demandada responde a variações no preço do bem.


Elasticidade pre o da demanda1

Elasticidade-preço da demanda

A elasticidade-preço depende de inúmeros fatores tais como: a existência de bens substitutos próximos, o grau de necessidade do bem, o peso do bem no orçamento do consumidor etc.


Elasticidade pre o da demanda2

Variação percentual da qtde. demandada

Elasticidade-preço

da demanda

=

Variação percentual do preço

Elasticidade-preço da demanda

  • Quando a elasticidade-preço da demanda é maior do que um, o bem é classificado como elástico na faixa de preços.

  • Quando a elasticidade-preço da demanda é menor do que um, classificamos o bem como inelástico na faixa de preços


Receita e elasticidade

Bem com demanda elástica:

Aumento de preço implica em redução da receita total

Bem com demanda inelástica:

Aumento de preço implica em aumento da receita total.

Preço

Preço

D

C

P1

P1

A

P2

P2

B

Q2

Q1

Q2

Q1

Receita e Elasticidade


Receita e elasticidade1

Receita e Elasticidade

Quando a demanda por certo bem é inelástica, ao longo de determinada faixa de preços, aumentos de preços levam a aumentos na receita total e vice-versa. Quando a demanda é elástica, aumentos de preços levam a quedas na receita total e vice-versa.


Elasticidade da oferta

Elasticidade da Oferta

A elasticidade-preço da oferta mede a intensidade com que a quantidade ofertada de um bem responde à variações no preço do próprio bem.


Elasticidade da oferta1

Variação Percentual da Quantidade Ofertada

Elasticidade da Oferta =

Variação Percentual do Preço

Elasticidade da Oferta

Considera-se a oferta elástica (maior do que um) quando a variação na quantidade ofertada é maior do que a variação no preço. Quando a variação na quantidade ofertada é menor do que a variação nos preços (elasticidade menor do que um), a oferta é dita inelástica.

A elasticidade da oferta pode ser igual a zero!


Mercado de produtos agr colas no curt ssimo prazo

Mercado de Produtos Agrícolas no Curtíssimo Prazo

Preço

O

P2

P1

D2

D1

Quantidade

Q1 = Resultado da Colheita


Excedente do consumidor

Excedente do Consumidor

  • Disposição para Pagar por um BMW


Demanda e excedente do consumidor

Demanda e Excedente do Consumidor

Preço máximo que João está disposto a pagar

Preço

$ 80.000

Preço máximo que José está disposto a pagar

$ 60.000

Preço máximo que Pedro está disposto a pagar

$ 40.000

Quantidade de BMWs

1

3

2

Excedente de João

Excedente de José


Demanda e excedente do consumidor1

Demanda e Excedente do Consumidor

O excedente do consumidor pode ser entendido como a diferença entre o montante que os consumidores estão dispostos a pagar por um bem e o que eles efetivamente gastam.


Excedente do consumidor ao pre o p 1

Preço

Excedente do consumidor

A

C

B

Demanda

Q1

Quantidade

Excedente do consumidor ao preço P1


Excedente do consumidor ao pre o p 2

Preço

Excedente do consumidor

A

Excedente do consumidor para os novos consumidores

C

P1

Demanda

B

P2

F

E

D

Q1

Q2

Quantidade

Excedente do consumidor ao preço P2

Excedente do consumidor adi-cional para os consumidores iniciais


Excedente do consumidor ao pre o p 21

Excedente do consumidor ao preço P2

Duas são as explicações para o aumento de bem estar:

  • A preços menores, os antigos compradores desejam adquirir quantidades adicionais do bem.

  • A preços mais baratos, novos consumidores terão acesso à compra do produto


Excedente do produtor

Excedente do Produtor

  • Excedente do produtor ao preço P1

Preço

Oferta

Excedente do produtor

B

P1

C

A

Quantidade

Q1


Excedente do produtor1

Excedente do Produtor

O excedente do produtor é a diferença entre a quantia que os vendedores recebem pela venda de determinada quantidade de bens e o custo de produção destes bens.


Excedente do produtor2

Preço

Oferta

Excedente do produtor para os produtores iniciais

D

E

P2

F

B

P1

C

Excedente do produtor

Excedente do produtor para os novos produtores

A

Q2

Q1

Quantidade

Excedente do Produtor

  • Excedente do produtor ao preço P2


Aumentos do bem estar

Aumentos do Bem-estar

Como no caso dos consumidores, duas razões podem ser apresentadas para o aumento de bem-estar:

  • A primeira está relacionada aos ganhos adicionais dos vendedores que já estão no mercado e agora se defrontam com preços mais vantajosos (maiores).

  • A segunda, representa os ganhos dos novos vendedores – aqueles que estavam fora do mercado e que aos preços mais elevados resolveram participar.


A quest o do bem estar

A Questão do Bem-Estar

A soma dos excedentes do consumidor e do produtor - chamada de excedente total - é usada como medida de bem-estar econômico e como parâmetro para a tomada de decisões.


A quest o do bem estar1

A Questão do Bem-Estar

Excedente total = Excedente do Consumidor + Excedente do Produtor

Excedente do Consumidor =

Valor atribuído ao bem pelos consumidores – Gasto total dos consumidores com o bem

Excedente do Produtor = Receita dos vendedores – Custo de produção do bem

Excedente total =

Valor atribuído ao bem pelos consumidores - Custo de produção do bem.


Cap tulo 2 estruturas de mercado e maximiza o de lucros

CAPÍTULO 2 – Estruturas de Mercado e Maximização de Lucros

Principais estruturas de mercado

  • Concorrência perfeita

  • Concorrência monopolística

  • Monopólio

  • Oligopólio


Como identificar

Como identificar ?

Para identificar as estruturas de mercado, perguntamos quantas empresas participam do mercado.

  • Se for uma, o mercado é monopólio.

  • Se forem poucas, temos um oligopólio.

  • Se houver muitas, precisamos verificar se os produtos vendidos são diferenciados ou idênticos.

  • Se forem diferenciados, é o caso da concorrência monopolística

  • Se forem idênticos, caracteriza-se uma estrutura de mercado de concorrência perfeita.


Aspectos gerais do comportamento das empresas e a maximiza o dos lucros

Aspectos gerais do comportamento das empresas e a maximização dos lucros

  • LUCRO = RECEITA TOTAL – CUSTO

  • RECEITA TOTAL = PREÇO X QUANTIDADE VENDIDA

    Ao acréscimo na receita total correspondente à venda de uma unidade adicional do produto chamamos de receita marginal.


Aspectos gerais do comportamento das empresas e a maximiza o dos lucros1

Aspectos gerais do comportamento das empresas e a maximização dos lucros

  • O custo de oportunidade de um bem ou serviço corresponde ao valor dos bens que não são produzidos para obter esse mesmo bem ou serviço.

  • Os custos econômicos da produção de um bem correspondem aos custos de oportunidade desses bens.

  • Lucro econômico é a diferença entre a receita total e o montante dos custos implícitos e explícitos (custo de oportunidade).

  • Lucro contábil é a diferença entre a receita total e os custos explícitos.


Custos

CUSTOS

A empresa vai tentar minimizar os custos de produção, buscando incrementar seu lucro.

Entretanto, é preciso entender um pouco mais a estrutura de custos da firma para se poder chegar à curva de oferta.

A partir de agora, serão analisados os diferentes tipos de custos incorridos pelas firmas.


Custos1

CUSTOS

Os custos totais incorridos pelas firmas podem ser classificados de diferentes formas.

Será feita aqui a análise dos custos da firma no curto prazo.

Curto prazo é aquele período de tempo para o qual pelo menos um dos fatores de produção é fixo, de forma que a produção só pode ser aumentada através da utilização de maiores quantidades do fator de produção variável.


Custos2

CUSTOS

CUSTO TOTAL = CUSTOS VARIÁVEIS + CUSTOS FIXOS

  • Custos variáveis são custos que dependem da quantidade produzida e variam de acordo com ela. Exemplos: insumos, mão de obra, energia e matéria prima.

  • Custos fixos são independentes da quantidade produzida. São custos associados à administração da empresa, ao aluguel e à conservação do prédio e outros que independem do montante produzido.


Custos3

CUSTOS

Pode-se ainda definir:

  • o custo fixo médio

    CFMe = CF/q

  • custo variável médio

    CVMe = CV/q,

    O custo médio, por sua vez, é obtido dividindo-se o custo total pela quantidade produzida ou, alternativamente, somando-se os custos fixo médio e variável médio


Custos4

CUSTOS

CMe = CT/q = (CF+CV)/q

=

(CF/q + CV/q).

  • Para terminar a classificação dos custos de produção temos a definição de custo marginal (CMg).

  • O custo marginal mede a variação ocorrida no custo total de produção decorrente de uma variação de uma unidade na quantidade produzida.


An lise dos custos

Análise dos Custos


Conceitos importantes

Conceitos Importantes

  • Produto marginal do trabalho, é o acréscimo na produção que resulta do emprego de um trabalhador adicional para o mesmo conjunto de máquinas e equipamentos.

  • O custo da mão de obra aumenta mais do que a produção porque está sujeita a lei dos rendimentos decrescentes.

  • A razão pela qual os custos variáveis aumentam mais do que a produção é que a produtividade do trabalho é decrescente.

  • A lei dos rendimentos decrescentes explica que, quando aumentamos a quantidade de um fator de produção (trabalho) mantendo outro fixo (equipamento), cada unidade adicional de trabalho vai provocar aumentos cada vez menores de produção.


Custos de produ o

Custos de Produção


Conceitos importantes1

Conceitos Importantes

  • Custo Fixo Médio – custo fixo dividido pela quantidade produzida (é decres-cente)

  • Custo Variável Médio – custo variável dividido pela quantidade produzida (é crescente)


Conceitos importantes2

Conceitos Importantes

  • Define-se custo marginal como o acréscimo do custo total decorrente de um aumento na produção de uma unidade de produto

  • O custo marginal é crescente, como decorrência dos rendimentos decrescentes

  • A parte ascendente do custo marginal, a partir do ponto mínimo do custo total médio, vai coincidir com a curva de oferta da empresa.


Maximiza o de lucro em mercados de concorr ncia perfeita

Maximização de Lucro em Mercados de Concorrência Perfeita

  • Em mercados de concorrência perfeita, a receita marginal corresponde ao preço de mercado e é constante.

  • O lucro máximo é obtido quando a receita marginal se iguala ao custo marginal.


Receita total custo total e lucro

Receita Total, Custo Total e Lucro


A oferta de curto prazo no mercado competitivo

A Oferta de Curto Prazo no Mercado Competitivo

  • No curto prazo, o número de empresas atuando no mercado é fixo.


Oferta de curto prazo da empresa e do mercado

Oferta de Curto Prazo da Empresa e do Mercado

Empresa

Mercado

CMg

Oferta

$ 4,00

$ 4,00

$ 2,00

$ 2,00

2000

Quantidade empresa

10

1000

20

Quantidade

Mercado


Oferta de curto prazo da empresa e do mercado1

Oferta de Curto Prazo da Empresa e do Mercado

A oferta do mercado é igual a soma horizontal das ofertas individuais. A oferta de cada empresa corresponde a parte ascendente do custo marginal


Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo

Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo

No longo prazo, o número de empresas atuando no mercado é variável.

O lucro pode ser representado como:

LUCRO = (P-CTM)xQ

Onde: P = Preço, CTM = Custo Total Médio e

Q = Quantidade produzida e vendida do produto


Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo1

Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo

Podemos concluir que, enquanto P > CTM, haverá entrada de empresas no mercado.

Esses fluxos de entrada e saída só irão cessar quando P = CTM Lucro econômico = zero

No longo prazo, portanto, podemos dizer que o preço tenderá ao custo médio total e o lucro econômico será zero.

O resultado importante da concorrência perfeita é:

  • o preço que pagamos pelos bens corresponde ao custo médio mínimo de produção

    Isto significa que a produção e o consumo se dão com o máximo de eficiência – a sociedade maximiza o excedente total.


Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo2

Curva de oferta de longo prazo no mercado competitivo

Empresa

Mercado

Preço

Preço

CMg

CTM

CTM mínimo

Oferta

Quantidade

Quantidade

Q1


Concorr ncia imperfeita

Preços, Custos e Receitas

Custo total médio

A

B

Lucro do monopolista

Demanda

Custo total médio

D

Receita Marginal

Custo marginal

O

Q

Quantidade

Concorrência Imperfeita

Maximização de lucro em monopólio

Preço do monopólio


Cap tulo 3 cr dito e matem tica financeira

Capítulo 3 - Crédito e Matemática Financeira

Objetivo:

  • Fornecer o instrumental básico de matemática financeira para a avaliação de projetos de investimento e de oportunidades de crédito.


O valor do dinheiro no tempo

O Valor do Dinheiro no Tempo

  • O valor do dinheiro muda através do tempo porque o futuro é incerto e as oportunidades que existem hoje podem não estar disponíveis amanhã.

  • Necessidade de uma unidade de medida comum: VALOR PRESENTE

  • O valor presente do dinheiro é calculado com o auxílio da Taxa de Juros


Taxa de juros

Taxa de Juros

  • Do ponto de vista econômico, juros são a remuneração do capital. Taxa de juros é o custo de oportunidade de reter moeda.

  • Juros Simples são calculados apenas sobre o principal.

  • Juros Compostos são capitalizados a cada período e passam a render juros da mesma forma que o capital inicial.


Nomenclatura b sica

Nomenclatura Básica

  • P (PV) - Valor presente do capital. Montante inicial.

  • Fn (FV) - Valor futuro do capital. Montante acumulado após n períodos.

  • A (PMT) - Anuidade (amortização, prestação). Valor de cada pagamento em uma série uniforme de n pagamentos iguais.

  • i - taxa de juros

  • n - número de períodos

Olhar fórmulas na página 65 do módulo 2


Diagrama de fluxo de caixa

Diagrama de Fluxo de Caixa

A

A

A

A

...

A

A

P

Descontar cada fluxo de caixa para trazer a valor presente

tempo

0

1

2

3

4

n-1

n


Exemplo2

Exemplo

  • REFRIGERADOR BRASTEMP BRK42A, a venda na loja “O Rei das Geladeiras”

  • Alternativas de pagamento:

    • R$1.879,00, à vista.

    • nove prestações fixas, com taxa de juros de 3,5% ao mês.

  • Qual é o valor das prestações?


Resposta

Resposta

  • Na calculadora financeira:

    • n=9; i=3,5; PV=1879

    • Qual o PMT? PMT= -246.99


Mudan as nas condi es dos contratos

Mudanças nas Condições dos Contratos

  • Anuidades Temporais Uniformes Antecipadas

    • O pagamento da anuidade é feito no início de cada período.

    • Implica em pequenas mudanças nas fórmulas.

  • Anuidades Temporais Uniformes Diferidas

    • Admite a carência do pagamento de principal e juros (total) ou apenas do principal (simples).


  • Cap tulo 4 elabora o de projetos

    Capítulo 4 - Elaboração de Projetos

    • Apresentar as noções básicas de elaboração de projetos.

    • Identificar as variáveis importantes na formação dos benefícios e custos de um empreendimento.

    • Comparar esses custos e benefícios, determinando a viabilidade ou não de um projeto de investimento.


    Viabilidade de um projeto de investimento

    Viabilidade de um Projeto de Investimento

    • Comparar resultados (benefícios) com os meios (custos) necessários para atingi-los.

    • Para determinar a quantidades e preços para o produto ou serviço, é necessário desenvolver um estudo de mercado:

      • identificação do produto;

      • identificação do consumidor;

      • levantamento de estatísticas;

      • projeção do mercado (demanda).


    Identifica o do produto

    Identificação do Produto

    Bens Salariais x Bens de Luxo

    É importante identificar o produto para avaliar sua relação com os demais bens. Complementaridade e substitutibilidade.


    Perfil do consumidor e estat sticas

    Perfil do Consumidor e Estatísticas

    • Definir adequadamente quem é o público alvo do produto da empresa pode permitir reduzir custos da empresa e propiciar uma melhor aceitação do produto no mercado.

    • As estatísticas de mercado nos informam as relações entre renda, consumo e preços a fim de dimensionar corretamente o mercado potencial.


    Proje o do mercado

    Projeção do Mercado

    • Variáveis: tamanho da população, preços, renda dos consumidores.

    • Decompondo o consumo total

      • Consumo total: Q = q x N

      • Variação no consumo total

      • Elasticidade-renda da demanda

  • Bem normal (hy 1) ou inferior (hy< 1).


  • Elasticidade renda da demanda

    Elasticidade Renda da Demanda

    • Conhecendo a elasticidade-renda da demanda, a variação da renda e a variação dos preços, pode-se projetar a variação total da demanda por um determinado produto.


    Tamanho do projeto

    Tamanho do Projeto

    • Restrições do mercado - capacidade de absorção

    • Restrições tecnológicas - escala mínima de produção

    • Restrições financeiras e administrativas - recursos, financiamento, tamanho ótimo da administração.


    Localiza o

    Localização

    • Disponibilidade e qualificação de mão-de-obra e de serviços básicos

    • Disponibilidade e características da matéria-prima

    • Proximidade de mercado consumidor relevante

    • Políticas locacionais


    Or amento do projeto

    Orçamento do Projeto

    • Receita operacional - aquela recebida da venda dos bens ou serviços

    • Taxa de marcação (m, mark-up)

      p = (1+m) x custo médio

      m = lucro mínimo desejado/custo total

    • Receita residual - a receita que seria obtida com a liquidação do capital da empresa


    Custos do projeto

    Custos do Projeto

    • Custos de investimento

      • Capital fixo

      • Capital de giro

    • Custos operacionais

      • Custos de Fabricação

      • Custos de Administração


    Cap tulo 5 avalia o de projetos

    Capítulo 5 - Avaliação de Projetos

    • A avaliação do projeto consiste na determinação da viabilidade do empreendimento e de sua prioridade em função da melhor alocação de recursos escassos.

    • Critérios de avaliação de projetos

      • Valor Presente

      • Benefício-Custo

      • Taxa Interna de Retorno


    Crit rio do valor presente

    Critério do Valor Presente

    • Compara o valor presente das receitas com o dos custos associados ao projeto. O projeto é viável se as receitas excederem os custos.

    • Avalia-se o VP de custos e benefícios.

    • A taxa de desconto que é usada para calcular o valor presente deve corresponder ao custo de oportunidade do capital.

    • Calcula-se Valor Presente Líquido=VPR-VPC e comparam-se projetos alternativos.


    Crit rio da rela o benef cio custo

    Critério da Relação Benefício/Custo

    • Semelhante à análise do critério do valor presente.

    • Calcula-se a razão entre o VP das receitas e dos custos. Para que o projeto seja viável, devemos ter:

      VPR / VPC > 1

    • Pode gerar prioridades diferentes do critério do VP. (ver exemplo na p. 94 do módulo 2)


    Crit rio da taxa interna de retorno

    Critério da Taxa Interna de Retorno

    • A taxa interna de retorno de um projeto corresponde à taxa de desconto que torna o valor presente do projeto igual a zero. A TIR é a taxa que faz com que o VP dos custos seja igual ao VP dos benefícios. A TIR garante as igualdades abaixo:

      0 = VPL(d*) = VPR(d*) - VPCo(d*) - I ou

      I = VPR(d*) - VPCo(d*)


    Crit rio da taxa interna de retorno1

    Critério da Taxa Interna de Retorno

    • Os projetos cuja TIR for superior ao custo de oportunidade do capital (COC) devem ser implementados. A TIR pode ser entendida como a rentabilidade do investimento.

    • Para efeito de cálculo da taxa interna de retorno, trabalha-se com o fluxo de receitas líquidas: receitas operacionais menos as despesas operacionais do projeto. Calcula-se a taxa de desconto que iguala as receitas líquidas com o investimento inicial


    Fluxo de caixa e tir

    Fluxo de Caixa e TIR

    600

    1100

    1300

    1000

    700

    Receitas

    e

    Despesas

    400

    400

    500

    500

    100

    2000

    Fluxo de

    Caixa

    Líquido

    200

    700

    800

    500

    600

    2000


    Compara o dos crit rios

    Comparação dos Critérios

    • É sempre recomendável, ao avaliar projetos alternativos, utilizar os diferentes critérios de avaliação.

    • Valor Presente VPL=VPR-VPC

    • Benefício/Custo VPR/VPC

    • TIR 0 = VPR(d*)-[VPCo(d*)+I] ouVPR(d*)/VPC(d*)=I


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