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Estabelecimento de protocolo para a regeneração de Miltonia flavescens a partir de regiões meristemáticas e efeito de reguladores no crescimento de plântulas . Bolsistas: Sabrina Buttini *, Daniela Antonietti *Programa de Iniciação Científica Voluntária

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Introdu o

Estabelecimento de protocolo para a regeneração de Miltonia flavescens a partir de regiões meristemáticas e efeito de reguladores no crescimento de plântulas

Bolsistas: Sabrina Buttini*, Daniela Antonietti

*Programa de Iniciação Científica Voluntária

Colaboradores: SusianaGalli, Suzana Stefanello (Orientadora)

Introdução:

O cultivo in vitro, é uma ótima opção para a preservação de orquídeas, pois possui uma alta capacidade produtiva de plantas uniformes (FIGUEIREDO et al., 2008). Ápices radiculares e folhas jovens de orquídeas quando submetidos a condições adequadas podem induzir à formação de protocormos permitindo a produção em larga escala.

O objetivo do trabalho foi avaliar a eficácia da regeneração de Miltonia flavescens a partir de regiões meristemáticas e o efeito de reguladores vegetais no crescimento de plântulas.

Resultados:

Experimento I: apenas alguns dos explantes inoculados nos meios de cultura e submetidos ao tratamento 1 (testemunha) e com 3 mg.L-1 de 2,4-D e 0,5 mg.L-1 de BAP apresentaram-se responsivos. Sobre os segmentos foliares cultivados na presença de 3 mg.L-1 de 2,4-D e 0,5 mg.L-1 de BAP foi possível visualizar a formação de uma massa celular compacta, com características de um protocormo porém visível em apenas uma das repetições, ou seja, com baixa frequência.

Experimento II: as plantas completas regeneraram protocormos e posteriormente outras plantas quando cultivadas na ausência de reguladores ou na presença de 6 mg.L-1 de 2,4-D e 1 mg.L-1 de BAP.

Método:

Experimento I: Segmentosde folhas e ápices de raízes) de plantasforaminoculadosemmeio de cultura MS/2 contendo 2,4-D (0; 3 e 6 mg L-1), BAP (0; 0,5 e 1 mg.L-1) e TDZ (0; 0,5 e 1 mg L-1).

Experimento II: Plantascompletasforamutilizadase cultivadasemmeioMS/2 com 2,4-D (0; 3 e 6 mg L-1) e BAP (0; 0,5 e 1 mg.L-1).

  • Conclusão:Explantes foliares, ápices radiculares e plântulas de Miltonia flavescens com 2 anos de idade se mostraram pouco responsivos ao tratamento com os reguladores BAP, 2,4-D e TDZ.

Referências Bibliográficas:

FIGUEIREDO, M. A; PASQUAL, M; ARAUJO, A. G; JUNQUEIRA, K. P; SANTOS; F. C; RODRIGUES, V. A. Fontes de potássio no crescimento in vitro de plantas de orquídea Cattleya loddigesii. Ciência Rural, Santa Maria, v. 38, n. 1, p. 255-257, 2008.


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