LARINGITES
Download

LARINGITES

Advertisement
Download Presentation
Comments
Lucy
From:
|  
(3400) |   (0) |   (0)
Views: 305 | Added: 23-01-2012
Rate Presentation: 1 0
Description:
Anatomia do laringe. Anatomia do laringe. Vista anterior. Vista posterior (em corte). Anatomia do laringe Vis
Tags
LARINGITES

An Image/Link below is provided (as is) to

Download Policy: Content on the Website is provided to you AS IS for your information and personal use only and may not be sold or licensed nor shared on other sites. SlideServe reserves the right to change this policy at anytime. While downloading, If for some reason you are not able to download a presentation, the publisher may have deleted the file from their server.











- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - E N D - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -




1. LARINGITES

2. Anatomia do laringe Anatomy of the Larynx The larynx consists of four basic anatomic components: a cartilaginous skeleton, intrinsic and extrinsic muscles, and a mucosal lining The cartilaginous skeleton, which houses the vocal cords, is comprised of the thyroid, cricoid, and arytenoid cartilages (Fig.1). These cartilages are connected to other structures of the head and neck through the extrinsic muscles. The intrinsic muscles of the larynx alter the position, shape and tension of the vocal folds (Fig. 2) The larynx functions in deglutition (swallowing), respiration (breathing), and phonation (voice production). The production of voice can be thought of in terms of three components: the production of airflow, the generation and resonance of sound and the articulation of voice. (Fig.2) Anatomy of the Larynx

3. Anatomia do laringe

4. Anatomia do laringe Vis?o interna (glote) Vocal fold Vestibular fold Glottis Aryepiglottic folds Epiglottis Vocal fold Vestibular fold Glottis Aryepiglottic folds Epiglottis

5. Fun??es do laringe

6. Fona??o The lungs first supply adequate airflow to overcome the resistance of the adducted vocal cords. The vocal cords are finely tuned neuromuscular units that adjust pitch and tone by altering their position and tension. Sound Production Sound production occurs due to the vibration of the mucosa at the inner edge of each vocal cord. Thus any structural, inflammatory, or neoplastic lesion of the vocal cord affects voice production and quality (Fig.3). Articulation of Voice Final modification of the voice occurs in the mouth, nose and throat, where the tongue, palate, cheek and lips are involved in articulation.(speech production) The lungs first supply adequate airflow to overcome the resistance of the adducted vocal cords. The vocal cords are finely tuned neuromuscular units that adjust pitch and tone by altering their position and tension.

7. Avalia??o de enfermidades lar?ngeas Anamnese Laringoscopia indireta Videolaringoscopia Microlaringoscopia para bi?psia (sob anestesia geral) CT e IRM: estadiamento de neoplasias

8. Laringoscopia indireta A imagem do laringe ? refletida no espelho no orofaringe; a t?cnica permite uma vis?o indireta das pregas vocais.

9. Videolaringoscopia

10. Videolaringoscopia

11. Exames de imagem Nasal cavity Hard palate Tongue Soft palate Larynx Spinal column Spinal cord Trachea Nasal cavity Hard palate Tongue Soft palate Larynx Spinal column Spinal cord Trachea

12. Enfermidades lar?ngeas Laringite aguda Laringite cr?nica Disfonia esp?stica Disfonia psicog?nica Neoplasia de laringe

13. Laringite aguda Inflama??o lar?ngea mais comum In?cio s?bito e auto-limitada Etiologia Infec??o viral (as vezes bacteriana) Abuso vocal Exposi??o a agentes t?xicos ROUQUID?O

14. Laringite aguda Etiologias Infec??o (frequentemente IVARS) Rinovirus Parainfluenza virus V?rus Respiratorio sincicial Adenoviruses Influenza virus Bordetella pertussis Varicela-zoster virus Agentes qu?micos (polui??o) Abuso vocal (trauma) Uso de inaladores para tratamento de asma Doen?a do Refluxo Gastresof?gico

15. Laringite aguda Patofisiologia

16. Laringite aguda Videolaringoscopia Picture 1: ACUTE LARYNGISTIS. This view depicts the larynx of a 62-year-old woman with an intermittent history of exudative acute laryngitis that was treated conservatively. Picture 2. ACUTE LARYNGITIS. This view depicts the larynx of a 53-year-old woman, a sixth-grade science teacher, whose chief symptom was a hoarse and breathy voice. Note the alternating areas of erythema and normal mucosa on the vocal folds. Also note irregularities in the contour of the vocal folds. Picture 1: ACUTE LARYNGISTIS. This view depicts the larynx of a 62-year-old woman with an intermittent history of exudative acute laryngitis that was treated conservatively. Picture 2. ACUTE LARYNGITIS. This view depicts the larynx of a 53-year-old woman, a sixth-grade science teacher, whose chief symptom was a hoarse and breathy voice. Note the alternating areas of erythema and normal mucosa on the vocal folds. Also note irregularities in the contour of the vocal folds.

17. Laringite aguda Evolu??o Pode apresentar: - Dor de garganta - Rinorr?ia posterior - Dispn?ia - Astenia Autolimitado 7-10 dias (laringite aguda catarral ou gripal)

18. Laringite aguda Classifica??o LARINGITE AGUDA CATARRAL V?rus; varia??es de temperatura Dor; rouquid?o; tosse produtiva; hiperemia difusa Laringite aguda fuso-espirilar Associado a amigdalite Plaut-Vincent EPIGLOTITE Urg?ncia; Hem. Influenza Odinofagia severa; sem rouquid?o; estridor; dispn?ia; febre alta Epiglote com edema e hiperemia severa Amox+clavulanato; cortic?ides

19. Laringite aguda Classifica??o LARINGITES AGUDAS NA INF?NCIA a) ESTRIDULOSA: in?cio s?bito a noite; crian?a acorda com asfixia intens; tosse; choro rouco; inspira??o dif?cil e estridulosa com tiragem supraesternal; sudorese; palidez. Melhora em minutos, mas tosse persiste por dias. b) DIFT?RICA: evolu??o da amigdalite dift?rica com pseudomembranas; tosse; rouquid?o; dispn?ia; cianose; estridor e asfixia. Urg?ncia; Corynebacterium diphteriae; amox + soro antidift?rico 30-50mil U; traqueostomia?

20. Laringite aguda Classifica??o LARINGITES AGUDAS NA INF?NCIA c) GRIPAL: v?rus (influenza, parainfluenza, RSC); tosse rouca (de cachorro); edema subgl?tico; autolimitado LARINGITES ASSOCIADAS A OUTRAS ENFERMIDADES: Sarampo, varicela, febre reum?tica, erisipela, herpes labial Rinolaringite descendente Laringite posterior ?cida (refluxo gastresof?gico)

21. Laringite aguda Tratamento geral Repouso de voz Evitar irritantes: fumo, ?lcool, p?, vol?teis Vaporiza??es Antibi?ticos: se infec??o bacteriana associada Cortic?ides: se obstru??o ventilat?ria

22. Laringite posterior ?cida Medidas gerais: h?bitos alimentares (evitar cafe?na, chocolates, gorduras e condimentos); elevar cabeceira Antihistam?nicos anti-H2 Ranitidina 300 mg qN Inibidores da bomba de pr?tons Omeprazol 20 mg bid

23. Laringite aguda Diagn?stico diferencial Laringite cr?nica Neoplasia Disfonia esp?stica Disfonia psicog?nica

24. Laringite cr?nica Rouquid?o > 3 semanas com intensidade vari?vel; pigarro matinal Etiologias: Abuso vocal Agentes t?xicos (fumo, ?lcool, inaladores, polui??o) Refluxo gastro-esof?gico Descartar neoplasias

25. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

26. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial Presbilarynx. Small area between the vocal cords that occurs during voice production. Arrow points to the thinned, bowed vocal cord. This small area between the vocal cords occurs during voice production Presbilarynx. Small area between the vocal cords that occurs during voice production. Arrow points to the thinned, bowed vocal cord. This small area between the vocal cords occurs during voice production

27. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

28. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

29. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

30. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

31. Laringite cr?nica Diagn?stico diferencial

32. J?lio Prates de Castilhos (1860-1903) Governador do Rio Grande do Sul (1893-1898) ?Pica-pau? republicano (len?o branco) derrotou aos ?maragatos? (len?o vermelho) na Revolu??o de 1893 Morreu aos 43 anos em Porto Alegre (24 de outubro) Fumante inveterado, apresentava intensa dispn?ia. Entrou caminhando no quarto de sua casa para a cirurgia. ?Coragem governador? , disse o m?dico ?Coragem eu tenho, o que me falta ? ar !? Morreu durante o procedimento... Em 15 de julho de 1891, J?lio de Castilhos foi eleito presidente do estado do Rio Grande do Sul. No entanto, com a queda de Deodoro da Fonseca, foi deposto em 3 de novembro daquele mesmo ano. Pouco mais de um ano depois, J?lio de Castilhos disputa uma elei??o (sem concorrentes) e volta a ocupar o antigo posto. Obteve 26377 votos e sua posse ocorre em 25 de janeiro de 1893. Neste mesmo ano, cont?m a Revolu??o Federalista, de tend?ncia parlamentarista e liderada por Gaspar Silveira Martins. Monumento a J?lio de Castilhos, D?cio Vilares, 1914, Pra?a da Matriz, Porto Alegre, RS (foto MeriSu) J?lio de Castilhos exerceu influ?ncia singular sobre a pol?tica ga?cha. Redigiu praticamente sozinho a Constitui??o do Estado do Rio Grande do Sul de 1891 e usou todos os meios poss?veis para sua aprova??o. Tal constitui??o inspirava-se muito fortemente no positivismo do fil?sofo franc?s Auguste Comte e garantia ao governante os meios legais de implementar a pol?tica de inspira??o positivista. J?lio de Castilhos exerceu influ?ncia singular sobre a pol?tica ga?cha. Redigiu praticamente sozinho a Constitui??o do Estado do Rio Grande do Sul de 1891 e usou todos os meios poss?veis para sua aprova??o. Tal constitui??o inspirava-se muito fortemente no positivismo do fil?sofo franc?s Auguste Comte e garantia ao governante os meios legais de implementar a pol?tica de inspira??o positivista. Embora tida por autorit?ria, tal constitui??o pretendia implementar no car?ter do regime republicano aspectos racionais, baseados na Hist?ria e na Ci?ncia a fim de superar aspectos populares ou metaf?sicos. O castilhismo consolidou-se como corrente pol?tica e teve voz ativa por cerca de quarenta anos. Borges de Medeiros, sucessor de Castilhos, seguiu firmemente os ideais do mestre. No plano nacional, Get?lio Vargas procurou implementar o castilhismo no Estado Novo (1937-1945).Em 15 de julho de 1891, J?lio de Castilhos foi eleito presidente do estado do Rio Grande do Sul. No entanto, com a queda de Deodoro da Fonseca, foi deposto em 3 de novembro daquele mesmo ano. Pouco mais de um ano depois, J?lio de Castilhos disputa uma elei??o (sem concorrentes) e volta a ocupar o antigo posto. Obteve 26377 votos e sua posse ocorre em 25 de janeiro de 1893. Neste mesmo ano, cont?m a Revolu??o Federalista, de tend?ncia parlamentarista e liderada por Gaspar Silveira Martins. Monumento a J?lio de Castilhos, D?cio Vilares, 1914, Pra?a da Matriz, Porto Alegre, RS (foto MeriSu) J?lio de Castilhos exerceu influ?ncia singular sobre a pol?tica ga?cha. Redigiu praticamente sozinho a Constitui??o do Estado do Rio Grande do Sul de 1891 e usou todos os meios poss?veis para sua aprova??o. Tal constitui??o inspirava-se muito fortemente no positivismo do fil?sofo franc?s Auguste Comte e garantia ao governante os meios legais de implementar a pol?tica de inspira??o positivista. J?lio de Castilhos exerceu influ?ncia singular sobre a pol?tica ga?cha. Redigiu praticamente sozinho a Constitui??o do Estado do Rio Grande do Sul de 1891 e usou todos os meios poss?veis para sua aprova??o. Tal constitui??o inspirava-se muito fortemente no positivismo do fil?sofo franc?s Auguste Comte e garantia ao governante os meios legais de implementar a pol?tica de inspira??o positivista. Embora tida por autorit?ria, tal constitui??o pretendia implementar no car?ter do regime republicano aspectos racionais, baseados na Hist?ria e na Ci?ncia a fim de superar aspectos populares ou metaf?sicos. O castilhismo consolidou-se como corrente pol?tica e teve voz ativa por cerca de quarenta anos. Borges de Medeiros, sucessor de Castilhos, seguiu firmemente os ideais do mestre. No plano nacional, Get?lio Vargas procurou implementar o castilhismo no Estado Novo (1937-1945).

33. Neoplasia de laringe Carcinoma epiderm?ide Fumo e ?lcool Diagn?stico precoce = ROUQUID?O constante sem per?odos de normaliza??o h? mais de 3 semanas Dispn?ia + linfadenopatias p?treas = diagn?stico tardio

34. D?VIDAS

35. Caso cl?nico 1 Menina, 7 anos, com dor de garganta severa h? 2 dias, febre (39.5?C), coriza e congest?o nasal; aus?ncia de rouquid?o, mas com dispn?ia progressiva. Orofaringe com hiperemia intensa (base da l?ngua), mas sem exudatos amigdalianos.

36. Caso cl?nico 1 Qual ? o diagn?stico prov?vel? Laringite aguda gripal Amigdalite aguda Laringite dift?rica Epiglotite Neoplasia de laringe

37. Caso cl?nico 2 Professora, 52 anos (24 lecionando), queixa-se de rouquid?o progressiva h? cerca de 8 meses; melhora quando em f?rias; pigarro irritativo de pequena intensidade; n?o-fumante. Oroscopia com discreta hiperemia.

38. Caso cl?nico 2 A laringoscopia indireta apresenta... Qual ? o diagn?stico ?

39. Caso cl?nico 2 A laringoscopia indireta apresenta... Qual ? o diagn?stico ?

40. Caso cl?nico 3 Homem 57 anos, com rouquid?o constante progressiva h? 3 anos, com dispn?ia nos ?ltimos meses. Fumante pesado (>40 cig/dia e cachimbo). Oroscopia com hiperemia severa da faringe.

41. Caso cl?nico 3 O diagn?stico prov?vel ? ?

42. Caso cl?nico 3 O diagn?stico prov?vel ? ? CARCINOMA EPIDERM?IDE DE LARINGE

43. Laringoscopia direta com laringosc?pio

44. ? O mais tr?gico erro m?dico da hist?ria?



Presentation Statistics
Views on SlideServe : 305
Views from Embeds : 3

facebook.com : 3 views
Presentation Categories


Other Related Presentations

Copyright © 2014 SlideServe. All rights reserved | Powered By DigitalOfficePro