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ESTADO DE CHOQUE






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Albert_Lan
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Views: 1617 | Added: 23-01-2012
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ESTADO DE CHOQUE. A fun
ESTADO DE CHOQUE

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1. ESTADO DE CHOQUE O estado de choque ? um quadro grave, de aparecimento s?bito, caracterizado por um colapso no sistema circulat?rio.

2. ESTADO DE CHOQUE A fun??o do sistema circulat?rio ? distribuir sangue com oxig?nio e nutrientes para todas as partes do corpo.

3. ESTADO DE CHOQUE Quando isso, por qualquer motivo, deixa de acontecer e come?a a faltar oxig?nio nos tecidos corporais, ocorre o que denominamos estado de choque, ou seja, as c?lulas come?am a entrar em sofrimento e, se esta condi??o n?o for revertida, as c?lulas acabam morrendo.

4. ESTADO DE CHOQUE EM TODOS OS CASOS, OS RESULTADOS DO CHOQUE S?O EXATAMENTE OS MESMOS. EXISTE CIRCULA??O INSUFICIENTE DE SANGUE ATRAV?S DOS TECIDOS PARA FORNECER NUTRIENTES E OXIG?NIO NECESS?RIOS A ELES.

5. ESTADO DE CHOQUE TODOS OS PROCESSOS CORPORAIS NORMAIS FICAM AFETADOS. QUANDO UMA PESSOA EST? EM CHOQUE, SUAS FUN??ES VITAIS DIMINUEM E SE AS CONDI??ES QUE CAUSAM O CHOQUE N?O FOREM INTERROMPIDAS E REVERTIDAS IMEDIATAMENTE, LOGO OCORRER? A MORTE.

6. ESTADO DE CHOQUE O passo inicial no tratamento do estado de choque ? reconhecer a sua presen?a. A v?tima em choque, geralmente apresenta, pulso acelerado, respira??o r?pida e superficial, palidez da pele, agita??o, sede, pele fria e ?mida, n?usea, press?o arterial abaixo do limite de normalidade e perda de consci?ncia.

7. ESTADO DE CHOQUE EXISTEM DIFERENTES TIPOS DE CHOQUE, NO ENTANTO, NO ATENDIMENTO PR?-HOSPITALAR O SOCORRO ? SEMPRE ID?NTICO. .

8. ESTADO DE CHOQUE AP?S IDENTIFICADO O ESTADO DE CHOQUE, POSICIONE A V?TIMA DEITADA E DESOBSTRUA SUA VIAS A?REAS (FAZER ISTO ANTES DE QUALQUER OUTRA MANOBRA DE SOCORRO).

9. ESTADO DE CHOQUE Em seguida, voc? deve elevar as pernas da v?tima cerca de 30 cent?metros (se n?o houver fraturas), afrouxar suas roupas e impedir a perda de calor corporal, colocando cobertas ou agasalhos sobre a v?tima.

10. ESTADO DE CHOQUE Promova suporte emocional mantendo um atendimento constante e tranq?ilizando a v?tima. Controle todos os sangramentos evidentes por compress?o e n?o d? alimentos ou l?quidos para a v?tima. Transporte-a para um hospital ou solicite socorro especializado para tal.

11. ESTADO DE CHOQUE Sinais e Sintomas ??Palidez ??Olhos morti?os ??Suores frios ??Prostra??o ??N?useas ??Num estado de agravamento: ??Pulso fraco. ??Respira??o artificial ??Inconsci?ncia

12. ESTADO DE CHOQUE 1. Se a v?tima est? consciente Deit?-la em local fresco e arejado. Desapertar as roupas, n?o esquecendo gravatas, cintos e soutiens Tentar manter a temperatura normal do corpo Levantar as pernas a 45o Ir conversando para a acalmar

13. ESTADO DE CHOQUE Se a pessoa n?o est? consciente Colocar na Posi??o Lateral de Seguran?a (PLS) Transportar a v?tima para o Hospital

14. ESTADO DE CHOQUE O QUE N?O SE DEVE FAZER Tentar dar de beber ? v?tima Dar bebidas alco?licas

15. CHOQUE HIPOVOL?MICO: Devido ao decr?scimo do volume liquido provocado pela perda de sangue, plasma e l?quidos do organismo, sendo suas causas mais comuns a hemorragia, queimadura e desidrata??o.

16. CHOQUE HIPOVOL?MICO: Quadro clinico: Hipotens?o associada com taquicardia, podendo haver uma breve bradicardia. -? Pulso r?pido; -? Sudorese; -? Respira??o r?pida e superficial; -? Coma;

17. CHOQUE CARDIOG?NICO: causado pela fal?ncia do cora??o em sua fun??o como bomba, ou seja, o cora??o n?o consegue bombear uma quantidade de sangue suficiente para o organismo.Suas causas mais comuns s?o o Infarto Agudo do Mioc?rdio(IAM),ICC,arritmias graves e embolia pulmonar.

18. CHOQUE CARDIOG?NICO: Quadro clinico: -? Hipotens?o arterial(press?o sist?lica menor que 80 mmHg); -? Baixo d?bito urin?rio(menos que 25 ml/h); -? Pele fria e pegajosa; -? Agita??o, confus?o; -? Pulso fraco e filiforme(as vezes ausente); -? Sintomas card?acos com dor tor?cica recorrente ou persistente

19. CHOQUE S?PTICO: resulta de processos infecciosos graves, causados por endoxinas da desintegra??o de bact?rias gram-negativas (E.Colli, Pseudomonas etc.), por exotoxinas de bact?rias gram-positivas (Pneumococos, Estafilococo) e v?rus, que acarretam dist?rbios hemodinamicos e metab?licos com conseq?ente morte celular, que poder? ou n?o ser revers?vel.

20. CHOQUE S?PTICO: Quadro Clinico: -? Calafrios com tremores; -? Hipertermia; -? Pele seca, quente e ruborizada(contrastando com outros choques); -? Aumento do d?bito card?aco; -? Pulso r?pido e taquicardia; -? Hipotens?o arterial; -? Palidez; -? Hipovol?mia; -? Confus?o mental;?

21. CHOQUE ANAFIL?TICO: RESULTA DA REA??O ANT?GENO-ANTICORPO DEVIDO A HIPERSENSIBILIDADE DO ORGANISMO ? DETERMINADAS SUBST?NCIAS, TAIS COMO A PENICILINA, O IODO, A PROCA?NA E SUBST?NCIA AL?RGICAS DE MODO GERAL.

22. CHOQUE ANAFIL?TICO: Quadro Clinico: -? Sensa??o de calor; -? Pruridos e formigamentos; -? Dispn?ia e cefal?ia; -? Ocorr?ncia ou n?o de parada cardio respirat?ria ou morte.

23. CHOQUE PIROG?NICO: CARACTERIZA-SE POR REA??O DEVIDO A PRESEN?A DE PIROGENOS E CONTAMINA??O DE SOLU??ES DE MATERIAIS UTILIZADOS NA ADMINISTRA??O POR VIA ENDOVENOSA.

24. DESMAIO : consiste na perda transit?ria da consci?ncia e da for?a muscular, fazendo com que o paciente caia no ch?o. Pode ser causado por v?rios fatores, como a subnutri??o, o cansa?o, excesso de sol, stress. Pode ser precipitado por nervosismo, ang?stia e emo??es fortes, al?m de ser intercorr?ncia de muitas outras doen?as.

25. VERTIGEM : Vertigem consiste nos sinais e sintomas que antecedem o desmaio.

26. DESMAIO E VERTIGEM Identifica??o ?? ?????? Tontura; ???????? ?????? Sensa??o de mal-estar; ???????? ?????? Pele fria, p?lida e ?mida; ???????? ?????? Suor frio; ???????? ?????? Perda da consci?ncia. ?

27. DESMAIO E VERTIGEM Tratamento ?Diante de um indiv?duo que sofreu desmaio, devemos proceder da seguinte maneira: ???????? ??????? Arejar o ambiente; ???????? ??????? Afrouxar as roupas da v?tima; ???????? ??????? Deixar a v?tima deitada e, se poss?vel, com as pernas elevadas; ???????? ??????? N?o permitir aglomera??o no local para n?o prejudicar a v?tima.

28. CRISE EPIL?TICA ? UMA DOEN?A DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL QUE SE CARACTERIZA POR CAUSAR CRISES DE CONVULS?ES (ATAQUES) EM SUA FORMA MAIS GRAVE

29. CRISE EPIL?TICA Os ataques ou convuls?es se caracterizam por: ???????? ??????? Queda abrupta da v?tima; ???????? ??????? Perda da consci?ncia; ??????????Contra??es de toda a musculatura corporal; ??????? ??????? Aumento da atividade glandular com saliva??o abundante e v?mitos.

30. CRISE EPIL?TICA PODE AINDA OCORRER O RELAXAMENTO DOS ESF?NCTERES COM MIC??O E EVACUA??O INVOLUNT?RIAS.

31. CRISE EPIL?TICA CUIDADOS: - PROTEGER A CABE?A; - MANTER V.A.S. LIBERADAS - LATERALIZAR A CABE?A - N?O INIBIR AS CONTRA??ES; - AFASTAR OS CURIOSOS; - Sempre procure um m?dico. ?

32. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 1 - ESCORPI?ES dentre os aracn?deos, s?o os que mais freq?entemente causam acidentes. Os mais comuns no Brasil s?o:

33. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 1 - ESCORPI?ES Tytius bahiensis (escorpi?o preto) FIG 1

34. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

35. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 1 - ESCORPI?ES Tytius serrulatus (escorpi?o amarelo).

36. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

37. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 2 - ARANHAS As principais aranhas causadoras de acidentes no Brasil, s?o a Phoneutria (armadeira),

38. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

39. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 2 - ARANHAS Phoneutria (armadeira), Quando surpreendida coloca-se em posi??o de ataque, apoiando-se nas pernas traseiras, ergue as dianteiras e procura picar. A picada causa dor imediata, incha?o local, formigamento, sudorese no local da picada. Deve-se combater a dor com analg?sicos e observa??o rigorosa de sintomas.

40. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 2 - ARANHAS Phoneutria (armadeira), A preocupa??o deve ser com o surgimento de v?mitos, aumento da press?o arterial, dificuldade respirat?ria, tremores, espasmos musculares, caracterizando acidente grave. Assim, h? necessidade de interna??o hospitalar e soroterapia.

41. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 2 - ARANHAS a Loxosceles (aranha marrom), Provoca menos acidentes, sendo pouco agressiva. Na hora da picada a dor ? fraca e despercebida, ap?s 12 a 24 horas, dor local com incha?o, na?seas, mal estar geral, manchas, bolhas e at? necrose local. Nos casos graves, a urina fica cor de coca-cola. Orienta-se procurar atendimento m?dico para avalia??o.

42. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

43. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 2 ? ARANHAS tar?ntula e a caranguejeira. tar?ntula (aranha que vive em gramados ou jardins) pode provocar pequena dor local, podendo evoluir para necrose. Utiliza-se analg?sicos para tratamento da dor e n?o h? soroterapia espec?fica, assim como para as caranguejeiras.

44. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

45. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

46. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS A jararaca, tamb?m conhecida por cai?aca, jararacu?u, urutu ou cotiara, ? uma cobra que vive em locais ?midos, sendo respons?vel pelo maior n?mero de acidentes. O envenamento causado pela jararaca ? chamado de botr?pico.

47. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS - JARARACA A jararaca, tamb?m conhecida por cai?aca, jararacu?u, urutu ou cotiara, ? uma cobra que vive em locais ?midos, sendo respons?vel pelo maior n?mero de acidentes. O envenamento causado pela jararaca ? chamado de botr?pico.

48. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS - JARARACA O veneno dessa cobra provoca: Manifesta??es Precoces, ou seja, at? 3 horas do acidente: Dor imediata Incha?o, calor e vermelhid?o no local picado Hemorragia no local da picada ou distante dela.

49. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS - JARARACA Complica??es: Bolhas, gangrena e abcesso Insufici?ncia renal aguda

50. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

51. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

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53. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

54. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

55. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS - SURUCUCU A surucucu, tamb?m chamada de pico de jaca ou surucutinga, provoca rea??es semelhantes ao veneno das jararacas (hemorragia, incha?o no local da picada, diarr?ia). Essas cobras causam o chamado envenenamento laqu?tico.

56. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

57. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS ? CASCAVEL A cascavel, conhecida tamb?m como boicininga ou maracamb?ia , possue veneno que n?o provoca importante rea??o no local da picada, mas pode levar ? morte.O envenenamento causado pela cascavel ? chamado de crot?lico.

58. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS ? CASCAVEL A pessoa que recebeu uma picada pode apresentar: Nas primeiras horas: dificuldade em abrir os olhos "vis?o dupla"ou "vis?o turva" dor muscular urina avermelhada

59. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS ? CASCAVEL A pessoa que recebeu uma picada pode apresentar: Ap?s 6 - 12 horas: escurecimento da urina

60. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS ? CASCAVEL A pessoa que recebeu uma picada pode apresentar: Complica??es: insufici?ncia renal aguda

61. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

62. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS 3 ? COBRAS ? CORAL A a??o do veneno das cobras corais no organismo ? muito r?pida, os sinais e sintomas aparecem em quest?o de minutos. O envenenamento ? denominado de elap?dico.

63. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS

64. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS MEDIDAS A SEREM TOMADAS EM CASO DE ACIDENTES COM COBRAS N?O amarrar ou fazer torniquetes, o que impede a circula??o do sangue, podendo produzir necrose ou gangrena. N?O colocar nenhuma subst?ncia, folhas ou qualquer produto na picada. N?O cortar ou chupar o local da picada. N?O dar bebida alc?olica ou querosene ao acidentado.

65. ACIDENTES COM ANIMAIS PE?ONHENTOS MEDIDAS A SEREM TOMADAS EM CASO DE ACIDENTES COM COBRAS Manter o acidentado em REPOUSO, evitando que ele ande, corra ou se locomova, o que facilita a absor??o do veneno. No caso de picadas em bra?os ou pernas, ? importante mant?-los em POSI??O MAIS ELEVADA. Levar o acidentado para o centro de tratamento mais pr?ximo, para receber soro pr?prio (subst?ncia que neutraliza o veneno).

66. AFOGAMENTO FUN??O DO SOCORRISTA Promover menor n?mero de complica??es provendo-se o c?rebro e o cora??o de oxig?nio at? que a v?tima tenha condi??es para faz?-lo sem ajuda externa, ou at? esta ser entregue a servi?o m?dico especializado.

67. AFOGAMENTO O RESGATE O resgate deve ser feito por fases consecutivas : Fase de observa??o; De entrada na ?gua; De abordagem da v?tima; De reboque da v?tima, e o Atendimento da mesma.

68. AFOGAMENTO FASE DE OBSERVA??O IMPLICA NA OBSERVA??O DO ACIDENTE, O SOCORRISTA DEVE VERIFICAR A PROFUNDIDADE DO LOCAL, O N?MERO DE V?TIMAS ENVOLVIDAS, O MATERIAL DISPON?VEL PARA O RESGATE.

69. AFOGAMENTO FASE DE OBSERVA??O O SOCORRISTA DEVE TENTAR O SOCORRO SEM A SUA ENTRADA NA ?GUA, ESTENDENDO QUALQUER MATERIAL A SUA DISPOSI??O QUE TENHA A PROPRIEDADE DE BOIAR NA ?GUA, N?O SE DEVE ATIRAR NADA QUE POSSA VIR A FERIR A V?TIMA.

70. AFOGAMENTO FASE DE OBSERVA??O

71. AFOGAMENTO FASE DE OBSERVA??O EM CASOS DE DISPOR DE UM BARCO PARA O RESGATE, SENDO ESTE COM ESTABILIDADE DUVIDOSA A V?TIMA N?O DEVE SER COLOCADA DENTRO DO MESMO, POIS ESTAR? MUITO AGITADA.

72. AFOGAMENTO FASE DE ENTRADA NA ?GUA O socorrista deve certificar-se que a v?tima est? visualizando-o. Ao ocorrer em uma piscina a entrada deve ser diagonal ? v?tima e deve ser feita da parte rasa para a parte funda. Sendo no mar ou rio a entrada deve ser diagonal ? v?tima e tamb?m diagonal ? corrente ou ? correnteza respectivamente.

73. AFOGAMENTO FASE DE ABORDAGEM Esta fase ocorre em duas etapas distintas: Abordagem verbal; Ocorre a uma dist?ncia m?dia de 03 metros da v?tima. O socorrista vai identificar-se e tentar acalmar a v?tima. Caso consiga, dar-lhe-? instru??es para que se posicione de costas habilitando uma aproxima??o sem riscos.

74. AFOGAMENTO FASE DE ABORDAGEM Abordagem f?sica; O socorrista deve fornecer algo em que a v?tima possa se apoiar, s? ent?o o socorrista se aproximar? fisicamente e segurar? a v?tima fazendo do seguinte modo:

75. AFOGAMENTO FASE DE ABORDAGEM Abordagem f?sica; O bra?o de domin?ncia do socorrista deve ficar livre para ajudar no nado , j? o outro bra?o ser? utilizado para segurar a v?tima , sendo passado abaixo da axila da v?tima e apoiando o peito da mesma, essa m?o ser? usada para segurar o queixo do afogado de forma que este fique fora da ?gua. "O SOCORRISTA N?O PODE PERMITIR QUE A V?TIMA O AGARRE"

76. AFOGAMENTO FASE DE REBOQUE O nado utilizado ser? o "Over arms" tamb?m conhecido como nado militar , ou nado de sapo. Quando em piscinas e lagos o objetivo sempre ser? conduzir a v?tima para a por??o mais rasa .

77. AFOGAMENTO FASE DE REBOQUE No mar, ser? admitido o transporte at? a praia, quando a v?tima estiver consciente e quando o mar oferecer condi??es para tanto; ser? admitido o transporte para o alto mar (local profundo e de extrema calmaria), quando a v?tima apresentar-se inconsciente e o mar estiver extremamente revolto (essa atitude dar? condi??es ao socorrista de repensar o salvamento). Caso exista surfistas na ?rea o socorrista, deve-se pedir ajuda .

78. AFOGAMENTO

79. AFOGAMENTO


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